Consórcio



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25/05/2023

Matéria de maio de 2023 - Dados de abril de 2023

ATIVOS ADMINISTRADOS DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS ATINGEM QUASE R$ 460 BILHÕES EM 2022
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Nos últimos nove anos, indicador registra crescimento real acima de 65%

O Sistema de Consórcios administrou ativos de R$ 459 bilhões em 2022. Essa é a somatória de todos os créditos contratados pelos consorciados ativos ao final daquele ano. A alta de 31,9% em relação a 2021 representa não apenas o sucesso crescente do Sistema de Consórcios, mas a importância do setor e desse indicador para a previsão de demanda do mercado consumidor. Afinal, muitos desses créditos ainda serão injetados no mercado quando mais consorciados forem contemplados. 

A previsão de demanda é parte fundamental de uma das atividades rotineiras das empresas, governos e entidades: a elaboração do orçamento anual. Prever a demanda consiste em estimar o que possivelmente pode acontecer em períodos futuros e o que pode trazer impactos em pontos sensíveis da empresa, como a planificação da produção, o fluxo de caixa, entre outros. 

"Por demanda entende-se a quantidade de bens ou serviços que o mercado consumidor deseja adquirir de acordo com os preços praticados. Portanto, demanda não é consumo efetivo, mas o desejo de consumir", explica Luiz Antonio Barbagallo, economista da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios.

É aí que entram os dados do Sistema de Consórcios. Ao divulgar o balanço dos ativos administrados do setor, a ABAC apresenta de fato o indicador de demanda de bens e serviços que os consorciados pretendem comprar a partir do momento das contemplações e consequentes liberações de créditos. 

Segundo dados levantados pela ABAC junto ao Banco Central do Brasil, a análise da evolução, ano após ano, desde 2014, aponta 188,7% de crescimento contra uma inflação acumulada no mesmo período de 73,2%, medida pelo IPCA e divulgada pelo IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, "ou seja, um crescimento real de 66,6% em nove anos", conclui.



Em outra avaliação, ao relacionar os acumulados financeiros das contemplações, naquele período, verifica-se que, em média, 18,6% dos totais anuais dos ativos administrados foram disponibilizados aos consorciados para a aquisição de bens e contratação de serviços, visando usufrutos, obtenção de rendimentos, formação ou ampliação patrimoniais, entre outros. 



Segundo Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC, "esse percentual médio constata, apenas, que os objetivos pretendidos pelos participantes ativos comprovam que o planejamento para aquisição de veículos, máquinas agrícolas, motos, imóveis, entre outros, pela modalidade, seguem a essência da educação financeira".

Pelo lado produtivo, o mesmo indicador sinaliza o impacto nas projeções das produções industriais como, por exemplo, nas automotivas. "Tais recursos impulsionam também o mercado imobiliário, com os créditos injetados nas construtoras, incorporadoras e imobiliárias", segue Rossi. "No segmento de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis a gama de produtos é infindável, isto sem falar no consórcio de serviços", finaliza.

Ao concluir, Rossi aponta que "existe um componente fundamental em todo processo de planejamento: a projeção de cenários. Podem ocorrer mudanças no mercado, tais como explosão de consumo, recessão etc., contudo, a abrangência do Sistema de Consórcios, ao beneficiar a economia com fluxos contínuos de recursos, de certa forma, contribui para minimizar eventuais oscilações".


NO QUADRIMESTRE, VENDAS DE COTAS DE CONSÓRCIOS CRESCEM MAIS DE 9,0% E NEGÓCIOS SOMAM QUASE R$ 90 BILHÕES
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Nos últimos cinco anos, o tíquete médio das cotas do Sistema de Consórcios aumentou aproximadamente 35%, descontada a inflação do período 

O Sistema de Consórcios registrou avanço de 9,3% nas vendas de novas cotas no primeiro quadrimestre deste ano comparado ao do ano passado. O acumulado de janeiro a abril atingiu 1,29 milhão de contratos comercializados contra 1,18 milhão do mesmo período de 2022. 

Na soma das adesões, os destaques nas comercializações foram os percentuais de crescimento anotados nos consórcios de imóveis, com 18,4%, e nos de veículos pesados, com 16,3%.  

O total das novas vendas ficou distribuído em 504,39 mil de veículos leves; 427,37 mil de motocicletas; 214,72 mil de imóveis; 89,74 mil de veículos pesados, 35,10 mil de eletroeletrônicos; e 16,25 mil de serviços.

O volume de negócios, resultantes das vendas, alcançou R$ 89,82 bilhões, 20,5% maior que os R$ 74,53 bilhões anteriores.



Para atingir este volume, o tíquete médio de abril pontuou R$ 72,40 mil, 9,7% acima dos R$ 66,01 mil daquele mês no ano passado.

 

Paralelamente, nos últimos cinco anos, foi observado um crescimento real de 35% entre os tíquetes médios de abril, já descontada a inflação (IPVA) de 27,7% do período, que anotou a evolução de R$ 42,02, de 2019 para R$ 72,40, de 2023. 

 

A ampliação nominal de 72,3% pode ser creditada, entre outros fatores, à melhoria do salário médio anual do brasileiro, observada pelo IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. De 2022 para 2023, o valor saltou de R$ 2.540,33 para R$ 2.853,00 mensais em fevereiro, que possibilitou o consumidor planejador assumir novos compromissos, dentro de seus orçamentos, especialmente na compra de bens ou na contratação de serviços, via consórcio. 

O acumulado de consorciados contemplados, completou 540,64 mil, 10,4% maior que as 489,77 mil, constatadas no quadrimestre do ano passado, gerando liberações de créditos para as potenciais aquisições. 

 

Entre os contemplados por sorteio ou por lance, neste quadrimestre, houve 239,38 mil de motocicletas; 210,46 mil de veículos leves; 35,08 mil de imóveis; 23,09 mil de veículos pesados; 16,68 mil de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis; e 15,95 mil de serviços.

A somatória dos créditos concedidos pelas contemplações, momento de concretização dos objetivos dos consorciados, totalizou R$ 26,70 bilhões, potencialmente injetados nos diversos mercados, 20,3% acima dos R$ 22,20 bilhões anteriores.

 

Em abril, o volume de consorciados ativos atingiu 9,44 milhões, 10,4% superior aos 8,55 milhões do mesmo mês do ano passado. 

Importante registrar que, depois de quinze meses consecutivos de crescimento, houve ligeira retração, 0,7% sobre o total do mês em relação a março, quando havia cravado 9,51 milhões de participantes.

 

O total de consorciados ativos, apesar de retratar somente o último mês do primeiro quadrimestre, superou os volumes anuais registrados de 2014 a 2022.

 

"Ao completar quatro meses, o Sistema de Consórcios segue em ritmo forte de crescimento. Entre as razões que explicam essa constante evolução está o maior conhecimento da educação financeira pelo consumidor. Consciente, ele planeja e busca evitar imediatismos nas compras, ajustando os compromissos assumidos ao orçamento mensal", diz Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. "Ao observar ainda uma maior preocupação com as finanças pessoais, verifica-se que os interessados têm preferido aderir ao mecanismo com vistas à aquisição de bens ou contratação de serviços em virtude do menor custo final, prazos mais longos e, principalmente, pela manutenção do poder de compra", completa.

Ao longo dos anos, o Sistema de Consórcios tem como um de seus principais objetivos, além das realizações dos consorciados, ser importante no planejamento da produção industrial nos mais diversos segmentos da economia onde está presente, comprovando seu alcance no desenvolvimento do país. 

Os consórcios estão em setores como o de duas rodas que, somente no primeiro quadrimestre de contemplações, apontou a potencial aquisição de uma moto a cada duas comercializadas no mercado interno. No setor automotivo, a potencial presença esteve também em um a cada dois veículos leves vendidos no país.

Outro exemplo de participação pode ser verificado no mercado de veículos pesados, onde o mecanismo marcou quase uma a cada duas comercializações de caminhões negociados para ampliação ou renovação de frotas do setor de transportes com destaque para uso no agronegócio.

A consistência dos consórcios na economia brasileira pode ser comprovada pelos totais de créditos concedidos e potencialmente inseridos, como nos mercados de veículos automotores e imobiliário. Nas liberações acumuladas de janeiro a abril, o Sistema de Consórcios atingiu 41,8% de potencial presença no setor de automóveis, utilitários e camionetas. No de motocicletas, houve 50,1% de possível participação, e no de veículos pesados, a relação para caminhões foi de 44,3%, no período.
  


No segmento imobiliário, somente nos três primeiros meses deste ano, as contemplações representaram potenciais 15,6% de participação no total de 160,85 mil imóveis financiados, incluindo os consórcios. Aproximadamente um imóvel a cada seis comercializados.

 

Dos atuais 9,44 milhões de participantes ativos, os consórcios apontaram altas de 33,4% nos eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis; 30,7% nos veículos pesados; 19,9% nos imóveis; 11,5% nas motocicletas; 3,5% nos veículos leves; e 1,3% nos serviços.

Em cada um dos setores, onde o mecanismo está presente, a totalização de cotas ativas ficou assim distribuída: 43,5% nos veículos leves; 28,5% nas motocicletas; 15,7% nos imóveis; 7,1% nos veículos pesados; 3,0% nos eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis; e 2,2% nos serviços. 


 
Nas vendas de novas cotas somadas de janeiro a abril, ao longo dos últimos dez anos, constatou-se que as de 2023, com 1,29 milhões de adesões, foram as melhores da década.
 
 

Entre os consorciados contemplados, nos mesmos quatro meses deste ano, também durante a última década, foi possível verificar que as 489,77 mil foram o melhor acumulado.


Nos primeiros quatro meses, percebeu-se uma economia brasileira buscando realinhamento em várias situações, como o esforço na redução da Taxa Selic, convivência com mais de 70% de famílias endividadas, oscilações do dólar com tendência à retração, entre outros, face às expectativas dos agentes econômicos às medidas dos novos eleitos, tanto no executivo como no legislativo. 

Mesmo com o fechamento da inflação em 4,18% até abril, registrados nos últimos 12 meses, abaixo dos 12,13% anotados de maio/21 a abril/22, e considerando a manutenção da taxa de juros básica (Selic) em 13,75%, a assessoria econômica da ABAC projeta crescimento para o Sistema de Consórcios, durante 2023. 
  
"Considerando os excelentes resultados obtidos pelo Sistema de Consórcios, no primeiro quadrimestre, as probabilidades para uma boa performance, até o final do ano, são as melhores, apoiadas principalmente pelo comportamento financeiro dos consumidores, nos últimos meses", conclui Rossi.

NÚMEROS DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS 
ESTIMATIVAS SEGUNDO A ASSESSORIA ECONÔMICA DA ABAC 
 
Resumo geral e setorial das vendas de novas cotas 
  
No primeiro quadrimestre, o Sistema de Consórcios manteve a sequência de crescimento, verificada nos bons resultados dos anos anteriores. Mais uma vez, houve aumento no volume de vendas de novas cotas apoiando-se no avanço do tíquete médio de abril com progresso dos negócios realizados. 

Novamente, dos seis indicadores, quatro registraram evolução nos totais das comercializações: imóveis, com 18,4%; veículos pesados, com 16,3%; motocicletas, com 12,1%; e veículos leves, com 9,4%. Apenas dois setores tiveram redução: eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, com -39,4%; e serviços, com -17,2%; que, mesmos retraídos, tiveram pouca interferência no crescimento geral de 9,3% na soma quadrimestral das adesões.

O SISTEMA DE CONSÓRCIOS - GERAL 
 
PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS EM GRUPOS EM ANDAMENTO)
- 9,44 MILHÕES (ABRIL/2023)
- 8,55 MILHÕES (ABRIL/2022)
  CRESCIMENTO: 10,4%
 
VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
- 1,29 MILHÃO (JANEIRO-ABRIL/2023)
- 1,18 MILHÃO (JANEIRO-ABRIL/2022) 
   CRESCIMENTO: 9,3%
 
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS
- R$ 89,82 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2023)
- R$ 74,53 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2022)   
  CRESCIMENTO: 20,5%
 
TÍQUETE MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
- R$ 72,40 MIL (ABRIL/2023)
- R$ 66,01 MIL (ABRIL/2022)
  CRESCIMENTO: 9,7 %

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 540,64 MIL (JANEIRO-ABRIL/2023)
- 489,77 MIL (JANEIRO-ABRIL/2022)   
  CRESCIMENTO: 10,4%

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS
- R$ 26,69 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2023)
- R$ 22,20 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2022)
  CRESCIMENTO: 20,2%

ATIVOS ADMINISTRADOS*
- R$ 459 BILHÕES (DEZEMBRO/2022)
- R$ 348 BILHÕES (DEZEMBRO/2021)
  CRESCIMENTO: 31,9%
 
PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO*
- R$ 20,36 BILHÕES (DEZEMBRO/2022)
- R$ 21,58 BILHÕES (DEZEMBRO/2021)
  RETRAÇÃO: 5,7%

PARTICIPAÇÃO NO PIB DE 2022
4,7%
 
TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES PAGOS*
 - R$ 4,64 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2022)
 - R$ 4,11 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2021)
   CRESCIMENTO: 12,9%

Fontes:  
  *) Banco Central do Brasil   
**) ABAC 

O SISTEMA DE CONSÓRCIOS - SETORES  
 
VEÍCULOS AUTOMOTORES EM GERAL (LEVES, PESADOS E MOTOS) 
VOLUME DE NEGÓCIOS CRESCE 20% E ULTRAPASSA R$ 50 BILHÕES, NO PRIMEIRO QUADRIMESTRE

Nos quatro primeiros meses, as adesões aos grupos de consórcios de automotores, que inclui veículos leves, motocicletas e veículos pesados, avançaram 11,1% e provocaram aumento de 20,0% nos negócios, que totalizou mais de R$ 50 bilhões.

O acumulado de consorciados contemplados foi 10,7% maior com avanço de 21,9% nos correspondentes créditos disponibilizados, potencialmente injetados no mercado consumidor dos vários segmentos.

A presença dos créditos concedidos pelo Sistema de Consórcios no total liberado entre financiamentos, leasing e consórcios ao setor automotivo, divulgado pelo Banco Central do Brasil, apresentou evolução de 3,0 pontos percentuais, saltando de 26,9% para 29,9%, entre o trimestre deste ano em relação ao trimestre do ano passado.

Dos 7,48 milhões de consorciados ativos em veículos automotores, 54,9% participavam dos grupos de veículos leves, 36,1% nos de motocicletas e 9,0% nos de veículos pesados.

 

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)  
- 7,48 MILHÕES (ABRIL/2023) 
- 6,90 MILHÕES (ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 8,4%
 
VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS) 
- 1,02 MILHÃO (JANEIRO-ABRIL/2023) 
-    919,68 MIL (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 11,1%
 
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 50,86 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- R$ 42,39 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 20,0%
  
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM POSSIBILIDADE DE COMPRAR BENS) 
- 472,93 MIL (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- 427,17 MIL (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 10,7% 

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 20,07 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- R$ 16,46 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 21,9%

PARTICIPAÇÃO DOS CONSÓRCIOS EM CRÉDITOS CONCEDIDOS
PERCENTUAL DO TOTAL INCLUINDO FINANCIAMENTO*, LEASING* E CONSÓRCIO**
29,9% (JAN-MAR/2023 - R$ 20,07 BILHÕES SOBRE R$ 67,16 BILHÕES)
26,9% (JAN-MAR/2022 - R$ 16,46 BILHÕES SOBRE R$ 61,21 BILHÕES)

Fontes:  
  *) Banco Central do Brasil   
**) ABAC 

VEÍCULOS LEVES NOVOS (AUTOMÓVEIS, CAMIONETAS, UTILITÁRIOS)  
NO PRIMEIRO QUADRIMESTRE, VENDAS DE NOVAS COTAS SUPERAM MEIO MILHÃO

No principal setor em número de consorciados ativos no Sistema de Consórcios, houve, no primeiro quadrimestre, pouco mais de meio milhão de vendas de novas cotas que geraram quase R$ 30 bilhões em negócios.

Neste setor, que inclui automóveis, camionetas e utilitários, houve crescimento de participantes ativos, tíquete médio, consorciados contemplados e créditos concedidos. 

 

Pouco mais de 210 mil consorciados contemplados de veículos leves tiveram liberações de créditos que foram injetadas potencialmente no mercado nacional e proporcionaram 41,8% de participação nas comercializações internas cujo total chegou a 503,46 mil. Portanto, quase um veículo a cada dois vendidos, considerada a divulgação da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). 

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
- 4,11 MILHÕES (ABRIL/2023) 
- 3,98 MILHÕES (ABRIL/2022)
  CRESCIMENTO: 3,3% 
 
VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS) 
- 504,39 MIL (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- 461,09 MIL (JANEIRO-ABRIL/2022)  
CRESCIMENTO: 9,4% 
 
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 29,28 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL2023) 
- R$ 23,89 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 22,6% 

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA) 
- R$ 59,05 MIL (ABRIL/2023) 
- R$ 53,46 MIL (ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 10,5% 

CONTEMPLAÇÕES* (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS) 
- 210,46 MIL (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- 188,07 MIL (JANEIRO-ABRIL/2022) 
   CRESCIMENTO: 11,9% 
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO.  
 
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 12,22 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- R$   9,72 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 25,7%

MOTOCICLETAS
NEGÓCIOS CRESCEM 26,1% NO PRIMEIRO QUADRIMESTRE
 
O segundo maior setor em volume de consorciados ativos no segmento é o consórcio das duas rodas, com motocicletas e motonetas. Nos meses de janeiro a abril deste ano, houve crescimentos em todos os indicadores. O principal destaque foi o avanço nos negócios realizados com 26,1%.

O total das vendas de novas cotas, no período, anotou alta de 12,1% sobre o atingido naquele quadrimestre em 2022. Também os consorciados contemplados, os créditos concedidos e os participantes ativos evoluíram. O tíquete médio de abril registrou alta de 11,2% em relação ao do ano passado.  
 


As quase 240 mil contemplações, de janeiro, fevereiro, março e abril corresponderam a potencial compra de 50,1% do mercado interno, que totalizou 477,90 mil unidades comercializadas, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O percentual correspondeu a uma moto a cada duas comercializadas no país.  

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
- 2,69 MILHÕES (ABRIL/2023) 
- 2,41 MILHÕES (ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 11,6%
 
VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS) 
- 427,37 MIL (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- 381,39 MIL (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 12,1%
 
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 7,54 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- R$ 5,98 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 26,1% 
 
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA) 
- R$ 17,72 MIL (ABRIL/2023) 
- R$ 15,93 MIL (ABRIL/2022) 
CRESCIMENTO: 11,2%

CONTEMPLAÇÕES* (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS) 
- 239,38 MIL (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- 219,13 MIL (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 9,2%
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO.  
 
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 4,23 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- R$ 3,44 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 23,0% 

VEÍCULOS PESADOS (CAMINHÕES, ÔNIBUS, SEMIRREBOQUES, TRATORES, IMPLEMENTOS) 
QUADRIMESTRE REGISTRA MAIS VENDAS, MAIS NEGÓCIOS E MAIS PARTICIPANTES
 
No mês de abril, os consórcios de veículos pesados, que reúnem caminhões, tratores, implementos rodoviários e agrícolas, obtiveram o melhor resultado no volume de participantes ativos que avançou 30,7%. Entre os acumulados quadrimestrais, as vendas de novas cotas anotaram 16,3% de alta. O tíquete médio mensal progrediu 10,8% que gerou mais negócios.

Com foco principal no transporte rodoviário de cargas e de passageiros, além das atividades no agronegócio, o setor obteve também resultados positivos nos demais indicadores.

 

As mais de 15 mil contemplações exclusivas de caminhões, acumuladas no quadrimestre, corresponderam a potencial compra de 44,3% do mercado interno, que totalizou 34,73 mil unidades vendidas, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O percentual equivaleu a quase um caminhão a cada dois comercializados no país. 

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
- 673,51 MIL (ABRIL/2023) 
- 515,35 MIL (ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 30,7%  

VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS) 
- 89,75 MIL (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- 77,20 MIL (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 16,3%  
 
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 14,04 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- R$ 12,52 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 12,1%  
 
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA) 
- R$ 168,07 MIL (ABRIL/2023) 
- R$ 151,65 MIL (ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 10,8%  
 
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS) 
- 23,09 MIL (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- 19,97 MIL (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 15,6%   

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 3,62 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- R$ 3,30 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 9,7%  

IMÓVEIS 
VENDAS DE COTAS E NEGÓCIOS CRESCEM NO PRIMEIRO QUADRIMESTRE   

O consórcio de imóveis, a opção mais simples e econômica para concretização do sonho da casa própria, é atualmente o terceiro maior setor em número de consorciados ativos. Ao proporcionar a conquista desse objetivo, o mecanismo obteve resultados positivos no correr do primeiro quadrimestre deste ano.

O crescimento de 18,4% nas vendas de novas cotas e o aumento de 5,3% no tíquete médio mensal propiciaram 22,4% de avanço nos negócios. Entre outras características, a modalidade gerou ainda oportunidades para investimentos econômicos visando à formação ou à ampliação patrimonial. 

Pouco mais de 35 mil consorciados contemplados, de janeiro a abril de 2023, propiciaram a potencial injeção financeira de mais de R$ 6 bilhões no mercado imobiliário.  Houve potencial participação de 15,6% da modalidade no total de 160,85 mil imóveis financiados de janeiro a março de 2023, incluindo os consórcios, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
 


UTILIZAÇÃO DO FGTS NO CONSÓRCIO DE IMÓVEIS – JANEIRO-ABRIL 

No primeiro quadrimestre de 2023, 791 consorciados-trabalhadores, participantes dos grupos de consórcios de imóveis, utilizaram parcial ou totalmente seus saldos nas contas do FGTS para pagar parcelas, ou quitar débitos, bem como ofertar valores em lances ou complementar créditos, totalizando R$ 57,85 milhões, de acordo com o Gepas/Caixa. 
 
                        Fonte: Gepas - Caixa

 PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
- 1,48 MILHÃO (ABRIL/2023) 
- 1,24 MILHÃO (ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 19,4%
 
VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS) 
- 214,72 MIL (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- 181,33 MIL (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 18,4% 

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 38,57 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- R$ 31,50 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 22,4%  

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA) 
- R$ 190,70 MIL (ABRIL/2023) 
- R$ 181,13 MIL (ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 5,3%

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS) 
- 35,08 MIL (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- 31,12 MIL (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 12,7%  

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 6,32 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- R$ 5,42 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 16,6%  

ELETROELETRÔNICOS E OUTROS BENS MÓVEIS DURÁVEIS 
NO PRIMEIRO QUADRIMESTRE, PARTICIPANTES AVANÇAM MAIS DE 30%
 
Nos quatro primeiros meses deste ano, o consórcio de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, mesmo com a retração nas adesões, registrou aumento de 33,4% nos participantes ativos e de 41,4% no tíquete médio. 

Nas contemplações também houve crescimento, contudo, os demais indicadores - negócios realizados e créditos concedidos - anotaram retrações. 

 

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
- 281,32 MIL (ABRIL/2023) 
- 210,95 MIL (ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 33,4% 
  
VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS) 
- 35,09 MIL (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- 57,91 MIL (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  RETRAÇÃO: 39,4%  

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 160,10 MILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- R$ 374,16 MILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  RETRAÇÃO: 57,2%  
 
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA) 
- R$ 6,53 MIL (ABRIL/2023) 
- R$ 4,62 MIL (ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 41,3%
 
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS) 
- 16,68 MIL (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- 16,24 MIL (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 2,7%
 
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$   88,27 MILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- R$ 105,14 MILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  RETRAÇÃO: 16,0% 

SERVIÇOS 
CONTEMPLAÇÕES INJETAM POTENCIAIS R$ 220 BILHÕES NO MERCADO, NO PRIMEIRO QUADRIMESTRE 

O consórcio de serviços, cujas principais características são flexibilidade e diversidade de utilizações com os créditos liberados quando das contemplações, injetou potencialmente no mercado mais de R$ 220 bilhões, por exemplo, em reformas residenciais, saúde e estética, turismo, educação, entre outros. no quadrimestre.

No período, registrou crescimento em quatro indicadores: participantes ativos, tíquete médio, contemplações e créditos concedidos, apesar de contar com duas retrações, vendas de novas cotas e negócios realizados. 

 

Com peculiaridades exclusivas do consórcio de serviços, os consorciados participantes poderão realizar seus objetivos desfrutando de vantagens como prazos mais longos oferecidos, baixa taxa mensal de administração com consequente custo final menor, manutenção do poder de compra e parcelas mensais acessíveis aos orçamentos individuais, familiares ou, até mesmo, empresariais.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
- 201,04 MIL (ABRIL/2023) 
- 198,42 MIL (ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 1,3%  

VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS) 
- 16,25 MIL (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- 19,62 MIL (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  RETRAÇÃO: 17,2% 

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 228,69 MILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- R$ 268,56 MILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  RETRAÇÃO: 14,8%  
 
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA) 
- R$ 15,27 MIL (ABRIL/2023) 
- R$ 12,92 MIL (ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 18,2%  

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE CONTRATAR SERVIÇOS) 
- 15,95 MIL (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- 15,24 MIL (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 4,7% 
  
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 223,01 MILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2023) 
- R$ 205,85 MILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2022) 
  CRESCIMENTO: 8,3%  
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CARTILHA DIGITAL
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Com conteúdo orientando a transformação de sonhos em projetos, a cartilha é baseada na essência da educação financeira, que ensina a gerenciar o dinheiro, planejar e poupar para o futuro, e, inclusive, se proteger contra fraudes.
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CONSÓRCIOS DE A A Z NA INTERNET
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vídeos e podcasts na internet com informações sobre a modalidade.
A ABAC, entidade representativa do Sistema de Consórcios, está disponibilizando mais informações 
sobre a modalidade por meio de um exclusivo site: https://consorciodeaaz.org.br.

GUIA CONSÓRCIOS DE A A Z 
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios coloca à disposição o 
Guia Consórcios de A a Z.

Todas as informações sobre o Sistema de Consórcios, desde a adesão até o encerramento do grupo. Acesse: https://materiais.abac.org.br/guia-consorcio-de-a-a-z 
 
 
 
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A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios oferece o Programa de Certificação ABAC, destinado aos profissionais de vendas e representantes de administradoras de consórcios, sejam associadas ou não à entidade de classe. Trata-se da primeira certificação exclusiva do Sistema de Consórcios, o PCA10. 
 
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