Consórcio



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28/10/2021

Matéria de outubro 2021 - Dados setembro de 2021

No consórcio, a manutenção do poder compra resulta em ganhos também para os que adquirem seus bens no final do grupo

Os últimos contemplados dos consórcios têm vantagens financeiras

A contemplação no Sistema de Consórcios é o momento mais esperado pelo consorciado, desde a adesão. De posse da carta de crédito, será possível concretizar o sonho de adquirir o bem ou contratar o serviço, tão desejados.
 
Muito se discute sobre qual o melhor período para ser contemplado. "Há um senso comum de que quanto mais no início do plano, melhor", diz Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. "Tanto em termos de custos, para os que comparam o consórcio com financiamento, como em termos práticos para os que, quanto antes, puderem usufruir do bem", complementa.

A modalidade consórcio vivenciou, ao longo de seus quase 60 anos de existência, diversas conjunturas econômicas. Houve períodos de inflação alta e hiperinflação, planos econômicos, estabilidade econômica e regras que interferiram diretamente no seu desenvolvimento. 

"Porém, superando todas as situações, o consórcio continuou sólido", enfatiza Luiz Antonio Barbagallo, economista da ABAC. "Trata-se de um produto que se adapta e se ajusta, ao manter sempre suas vantagens e peculiaridades, independente do novo momento", complementa.

Atualmente, embora a inflação não esteja fora de controle, é inegável que muitos setores vêm reajustando seus preços devido a vários fatores conjunturais, tais como a falta de componentes para a indústria automobilística ou a alta do dólar que se reflete em boa parte da cadeia produtiva como, por exemplo, no agronegócio e no petróleo, entre outros.

A inflação, medida pelo IPCA nos últimos 12 meses (set/20 a ago/21), atingiu o elevado índice de 10,25%, e a expectativa divulgada no boletim Focus do Banco Central projeta o fechamento do ano em 8,51%. "Na verdade, não é pouco, porém os reajustes dos bens mais adquiridos por meio do consórcio, em especial os veículos leves, tiveram seus preços médios reajustados bem acima disso", comenta Barbagallo.

Neste ano, os veículos modelos hatchs mais vendidos tiveram atualizações de valores variando de 11,20% até 23,09%, enquanto os sedãs, oscilaram de 13,47% a 18,38%. "Assim como ocorreu com diversos segmentos econômicos, foram reajustes significativos e acima da inflação, esclarece o economista". 
Em conjunturas inflacionárias, o consorciado precisa manter o poder de compra, mesmo considerando que a maioria deseje ser contemplada logo nas primeiras parcelas. Com reajustes acima da inflação ou mesmo apenas pela inflação, há vantagens interessantes para os que forem os últimos contemplados. 

Uma das principais características da modalidade está na atualização das parcelas e do valor do bem de acordo com os índices ou com a tabela do fabricante, de acordo com o estabelecido no contrato.
 
"Sabemos ainda que, ao pagar uma parcela reajustada, as anteriores já quitadas não sofrem correções. Ou seja, consorciados não pagam ajustes retroativos, e é aí que está a vantagem dos contemplados mais no final do plano", esclarece Barbagallo.
 
Numa simulação para aquisição de veículo leve por consórcio, com crédito de R$ 50 mil e prazo de 80 meses, considerando taxa de administração de 0,188% ao mês e correção do bem em 15% ao ano, haveria um investimento final de R$ 88.801,09.

Desde a parcela inicial de R$ 718,75 até a final de R$ 1.662,51, com média de R$ 1.110,01, o consorciado teria variação durante a vida do grupo de 77,6%.

 

Partindo-se da hipótese da compra do bem, após o pagamento da última parcela, "portanto o último contemplado", o consorciado, que teria investido R$ 88.801,09, incluindo 15%, R$ 11.582,75, relativos a taxa de administração e outros 15%, R$ 27.218,34, correspondentes a correção anual do bem, teria mantido seu poder de compra para a valorização final do veículo em R$ 115.653,04.

Este total - valor do veículo à época - seria resultado da última parcela, R$ 1.445,66, sem a taxa de administração, multiplicada pelas 80 mensalidades.

"Ou seja, o consorciado teria economizado R$ 26.851,95, montante resultado do bem atualizado em R$ 115.653,04, menos os R$ 88.801,09 devidamente pagos", resume o economista. "Um bom negócio para quem manteve o poder de compra, sem deixar de pagar qualquer parcela, poupando com disciplina, e ainda mais se considerarmos que a maioria das aplicações financeiras perde para a inflação", finaliza.

No universo do Sistema de Consórcios, há também aqueles consorciados que optam por não retirar o bem e deixar o recurso aplicado, de acordo com as regras do Banco Central, até o término do plano. "Trata-se de uma opção interessante", comenta Rossi. "Contudo fica o alerta de que, por melhor que seja o rendimento das aplicações, corre-se o risco de haver novos reajustes do veículo, acima das remunerações dos investimentos, que, no momento da compra, obrigariam o consorciado a completar o valor", completa.

O Sistema de Consórcios segue crescendo em vendas de novas cotas. No fechamento de setembro, houve recorde mensal de adesões em 2021, com 2,59 milhões de cotas comercializadas. 

Decorrentes desta boa performance, a modalidade totalizou R$ 163,85 bilhões em negócios, realizados de janeiro a setembro, que adquiriram cotas com tíquete médio de R$ 64,01 mil.
 
Houve aumento de 43,3% nos créditos comercializados em relação aos R$ 114,31 bilhões nos mesmos meses do ano passado, e o consórcio cresceu ainda 18,3% sobre o total das vendas daqueles mesmos nove meses, quando somou 2,19 milhões de cotas comercializadas.


EM NOVE MESES, CONTEMPLAÇÕES UTRAPASSAM UM MILHÃO DE CONSORCIADOS COM POTENCIAL INJEÇÃO DE MAIS DE R$ 47 BILHÕES NA ECONOMIA 
Adesões crescem acima de 18%, acumulam recorde de 2,59 milhões de novos consorciados e movimentam R$ 163,85 bilhões 

O Sistema de Consórcios encerrou os nove meses do ano totalizando 1,03 milhão de consorciados contemplados, 16,5% sobre 884,08 mil registrados no mesmo período do ano passado. Potencialmente, foram injetados R$ 47,30 bilhões no mercado consumidor, 22,5% acima dos R$ 38,60 bilhões anteriores.

 

No acumulado de janeiro a setembro, houve recorde de 2,59 milhões de adesões, 18,3% superior às 2,19 milhões anotadas em 2020. Os negócios totalizaram R$ 163,85 bilhões, contabilizando um crescimento de 43,3% sobre fechamento do ano anterior, quando somou R$ 114,31 bilhões.

 


Até setembro foram anotados 8,36 milhões de participantes ativos, 9,9% maior que os 7,61 milhões do mesmo mês de 2020. O tíquete médio do mês foi R$ 64,00 mil.

Ao analisar os resultados, Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, destacou "a crescente maturidade do consumidor sobre o Sistema de Consórcios e sobre a essência da educação financeira. Aliás, foi também considerando este comportamento que a ABAC colocou no ar, recentemente em redes sociais, campanha denominada Chegou a sua vez. Vai de Consórcio, com o objetivo de ampliar e consolidar o conhecimento sobre a modalidade, tendo como foco principal os jovens". 

A importância do mecanismo na economia brasileira é constatada pelos créditos concedidos e potencialmente inseridos nos mercados automotivo, imobiliário, de eletroeletrônicos e serviços. No acumulado de janeiro a setembro, quando o Sistema de Consórcios superou um milhão de contemplações, o setor de automóveis, utilitários e camionetas registrou 32,8% de presença da modalidade, isto é, um veículo a cada três comercializados por consórcio no mercado interno. Também no setor de motocicletas, houve 52,5% de participação, ou seja, uma a cada duas vendidas no país, pela modalidade.

Do total acumulado de 2,59 milhões de vendas de novas cotas, recorde no período, a distribuição setorial ficou assim: 1,09 milhão de adesões de veículos leves; 840,26 mil de motocicletas; 373,16 mil de imóveis; 135,81 mil de veículos pesados, 88,18 mil de eletroeletrônicos; e 63,42 mil de serviços. A média mensal de 287,78 mil, registrada nos nove meses, foi 18,3% acima da obtida nos mesmos meses do ano passado, quando chegou a 243,33 mil vendas.

Do acumulado de negócios que somaram R$ 163,85 bilhões, de janeiro a setembro, R$ 18,06 bilhões, somados em setembro, foi o quinto melhor do ano.

 


Nos 8,36 milhões de consorciados ativos, a modalidade anotou altas de 44,2% nos eletroeletrônicos e outros bens duráveis; 30,2% nos serviços; 22,1% nos veículos pesados; 18,0% nos imóveis; 7,2%, nas motocicletas; e 6,1% nos veículos leves. 

"Ao observar o bom comportamento no Sistema de Consórcios, durante os nove meses do ano", considera Rossi, "pode-se creditá-lo ao nível de consciência do consumidor sobre gestão das finanças pessoais apoiada basicamente na educação financeira. Depois de vivenciar as consequências da pandemia, tem havido mais atenção nas compras por impulso, adequação de compromissos aos orçamentos mensais, com práticas de planejamento a curto, médio e longo prazos, levando muitos interessados em adquirir bens ou contratar serviços via consórcio".

Nos acumulados dos nove meses, nos últimos dez anos, notou-se que o de 2021, com 2,59 milhões de novas cotas vendidas, foi o melhor da década.
 
 

Paralelamente, ao ponderar os acumulados de contemplações dos nove meses, também durante a década, verificou-se que o recorde permaneceu ainda em 2015, com 1,06 milhão. O acumulado deste ano, 1,03 milhão, foi o segundo melhor do período.  

 

No total de consorciados contemplados de janeiro a setembro, 1,03 milhão, estão incluídas as 441,87 mil de motocicletas; 425,85 mil de veículos leves; 63,33 mil de imóveis; 37,34 mil de serviços; 37,16 mil de veículos pesados; e 24,13 mil de eletroeletrônicos. A média mensal chegou a 114,40 mil, 16,4% sobre ao alcançado no ano passado, com 98,23 mil consorciados contemplados.

O tíquete médio de setembro foi R$ 64,01 mil. Ao contribuir diretamente para o avanço dos negócios, ficou acima dos R$ 61,44 mil em 4,2%, do mesmo mês do ano passado. Na comparação com o do mês agosto último, registrou retração de 7,1% em relação aos R$ 68,90 mil. Comparado ao primeiro mês deste ano, R$ 57,28 mil (jan./21), esteve 11,7% maior. 

 

No encerramento do nono mês de 2021, o Sistema de Consórcios atingiu 8,36 milhões de participantes ativos, o maior nos quase 60 anos de história, divididos em 81,7% no setor de veículos automotores, 13,9% nos imóveis, 2,5% em serviços e 1,9% em eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis. 
 

 

Ainda convivendo com as turbulências na economia brasileira, como a inflação crescente; pouca reação positiva no número de desempregados; oscilações do real perante o dólar, influenciando diretamente o preço final, por exemplo, do combustível; crise hídrica e com parcela significativa da população sem completar o ciclo de vacinação, o Sistema de Consórcios segue na contramão, alcançando crescimentos constantes.

"Nossa atual situação econômica, aliada às diferenças políticas, têm acendido sinal de alerta ao brasileiro sobre as perspectivas do país para o futuro", adianta Rossi. "Atento com seu comportamento, mais precavido, o consumidor tem procurado evitar impulsos, seguindo as regras básicas da boa gestão das finanças pessoais. O Sistema de Consórcios, criado em 1962, procura estar cada vez mais ao lado do consumidor, com a ABAC disponibilizando informações e orientações que facilitem decisões", completa.

NÚMEROS DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS 
ESTIMATIVAS SEGUNDO A ASSESSORIA ECONÔMICA DA ABAC 
 
Resumo geral e setorial das vendas de novas cotas 
  
O Sistema de Consórcios apresentou avanços nos resultados, com recordes nas adesões e nos negócios realizados, considerando o tíquete médio mensal, nos nove meses de 2021. 

Dos seis indicadores, cinco registraram crescimento nos acumulados de comercializações: veículos pesados, com 76,7%; eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, com 55,0%; imóveis, com 45,9%; veículos leves, com 14,7%; e, motocicletas, com 10,0%. Somente um anotou retração: serviços, com 24,1%, que pouco interferiu no avanço geral de 18,4% nas adesões acumuladas de janeiro a setembro.

O SISTEMA DE CONSÓRCIOS - GERAL 
 
- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS EM GRUPOS EM ANDAMENTO)
- 8,36 MILHÕES (SETEMBRO/2021)
- 7,61 MILHÕES (SETEMBRO/2020)
  CRESCIMENTO: 9,9%
 
- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
- 2,59 MILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2021)
- 2,19 MILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
   CRESCIMENTO: 18,3%
 
- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS
- R$ 163,85 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2021)
- R$ 114,31 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2020)   
  CRESCIMENTO: 43,3%
 
- TÍQUETE MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
- R$ 64,01 MIL (SETEMBRO/2021)
- R$ 61,44 MIL (STEMBRO/2020)
  CRESCIMENTO: 4,2 %

- CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 1,03 MILHÃO (JANEIRO-SETEMBRO/2021)
-    884,08 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2020)   
  CRESCIMENTO: 16,5%

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS
- R$ 47,30 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2021)
- R$ 38,60 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2020)
  CRESCIMENTO: 22,5%

ATIVOS ADMINISTRADOS*
- R$ 281 BILHÕES (JUNHO/2021)
- R$ 254 BILHÕES (JUNHO/2020)
  CRESCIMENTO: 10,6%
 
PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO*
- R$ 20,06 BILHÕES (JUNHO/2021)
- R$ 17,38 BILHÕES (JUNHO/2020)
  CRESCIMENTO: 15,4%

PARTICIPAÇÃO NO PIB DE 2020
 - 3,9%
 
TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES PAGOS*
 - R$ 1,93 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2021)
 - R$ 1,58 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2020)
   CRESCIMENTO: 22,2%

EMPREGOS GERADOS DIRETOS E INDIRETOS
   - MAIS DE 250 MIL**

Fontes:  
  *) Banco Central do Brasil   
**) ABAC 

O SISTEMA DE CONSÓRCIOS - SETORES  
 
VEÍCULOS AUTOMOTORES EM GERAL (LEVES, PESADOS E MOTOS) 
ADESÕES CRESCEM 15,1% E NEGÓCIOS AVANÇAM 36,0%, DE JANEIRO ATÉ SETEMBRO

Nos nove meses, as vendas de novas cotas nos grupos de consórcios de automotores, incluindo veículos leves, motocicletas e veículos pesados, avançaram 15,1%. O acumulado contribuiu também para o aumento dos 8,36 milhões de participantes ativos do Sistema de Consórcios de setembro.

Enquanto as contemplações aumentaram 16,5%, os correspondentes créditos concedidos tiveram alta de 24,7%, potencialmente injetados no mercado consumidor dos diversos segmentos.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)  
- 6,83 MILHÕES (SETEMBRO/2021) 
- 6,36 MILHÕES (SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 7,4%
 
VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS) 
- 2,06 MILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- 1,79 MILHÃO (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 15,1%
  


VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 93,22 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- R$ 68,54 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 36,0%
  
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM POSSIBILIDADE DE COMPRAR BENS) 
- 904,88 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- 776,98 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 16,5% 

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 34,96 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- R$ 28,04 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 24,7%

PARTICIPAÇÃO DOS CONSÓRCIOS EM CRÉDITOS CONCEDIDOS
PERCENTUAL DO TOTAL INCLUINDO FINANCIAMENTO*, LEASING* E CONSÓRCIO**
19,2% (JANEIRO A AGOSTO/2021 - R$ 30,83 BILHÕES SOBRE R$ 160,52 BILHÕES)
21,1% (JANEIRO A AGOSTO/2020 - R$ 24,51 BILHÕES SOBRE R$ 116,11 BILHÕES)

Fontes:  
  *) Banco Central do Brasil   
**) ABAC 

VEÍCULOS LEVES (AUTOMÓVEIS, CAMIONETAS, UTILITÁRIOS)  
PARTICIPANTES ATIVOS SUPERAM MARCA DOS QUATRO MILHÕES EM SETEMBRO

O mais antigo e tradicional, o consórcio de veículos leves, é o primeiro em volume de consorciados no Sistema, ultrapassou a marca de 4 milhões de participantes e encerrou setembro registrando crescimento de 6,3% sobre o mesmo mês do ano passado, quando havia atingido 3,78 milhões.

O setor, que inclui automóveis, camionetas e utilitários, observou aumentos também nas adesões, créditos comercializados, tíquete médio, contemplações e créditos concedidos.

O acumulado de vendas de novas cotas de veículos leves em setembro apontou retrações em relação ao mesmo mês de 2020 e a janeiro e agosto deste ano.
  
 

As mais de 425 mil contemplações em veículos leves potencialmente injetadas no mercado nacional, propiciaram 32,8% de participação nas comercializações do mercado interno, que totalizaram 1,30 milhão. Portanto, um veículo a cada três vendidos, considerada a divulgação da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). 
 
PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
- 4,02 MILHÕES (SETEMBRO/2021) 
- 3,78 MILHÕES (SETEMBRO/2020)
  CRESCIMENTO: 6,3% 
 
VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS) 
- 1,09 MILHÃO (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
-    948,55 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2020)  
CRESCIMENTO: 14,9% 
 
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 54,03 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- R$ 43,44 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 24,4% 

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA) 
- R$ 51,96 MIL (SETEMBRO/2021) 
- R$ 50,20 MIL (SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 3,5%  

CONTEMPLAÇÕES* (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS) 
- 425,85 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- 397,32 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 7,2%   
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO.  
 
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 21,13 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- R$ 17,78 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 18,8%


MOTOCICLETAS 
CONTEMPLACÕES E CRÉDITOS CONCEDIDOS AVANÇAM 26,3% E 32,3% RESPECTIVAMENTE, DE JANEIRO A SETEMBRO
 
O consórcio das duas rodas, com motocicletas e motonetas, o segundo maior em número de participantes ativos, apontou avanços em todos os indicadores. Os destaques ficaram com as contemplações e créditos concedidos que atingiram 26,3% e 32,3%, respectivamente.

As vendas de novas cotas, no acumulado de janeiro a setembro, totalizaram 10,0% mais que no mesmo período do ano passado. Também os correspondentes créditos comercializados aumentaram 14,3% nos nove meses. Ainda no encerramento do mês, houve alta no total de consorciados ativos e no tíquete médio. 

As 95,62 mil cotas vendidas em setembro representaram uma retração de 16,8% em relação ao mesmo mês do ano passado, com 114,96 mil cotas. Na comparação com janeiro e agosto deste ano, que somaram 93,95 mil e 100,95 mil, respectivamente, verificaram-se crescimento de 1,8% e retração de 5,3%.

 

As mais de 440 mil contemplações, acumuladas de janeiro a setembro, corresponderam a potencial compra de 52,5% do mercado interno, que totalizou 841,41 mil unidades vendidas, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Aquele percentual equivaleu a pouco mais de uma moto a cada duas comercializadas no país.  

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
- 2,37 MILHÕES (SETEMBRO/2021) 
- 2,21 MILHÕES (SETEMBRO/2020) 
CRESCIMENTO: 7,2%
 
VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS) 
- 840,26 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- 763,97 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
CRESCIMENTO: 10,0%
 
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 12,24 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- R$ 10,71 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 14,3% 
 
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA) 
- R$ 15,02 MIL (SETEMBRO/2021) 
- R$ 14,64 MIL (SETEMBRO/2020) 
 CRESCIMENTO: 2,6%

CONTEMPLAÇÕES* (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS) 
- 441,87 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- 349,89 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
   CRESCIMENTO: 26,3%
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO.  
 
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 6,43 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- R$ 4,86 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 32,3% 


VEÍCULOS PESADOS (CAMINHÕES, ÔNIBUS, SEMIRREBOQUES, TRATORES, IMPLEMENTOS) 
FORTES AUMENTOS NOS NEGÓCIOS E NAS ADESÕES DOS PESADOS EM NOVE MESES  
 
No consórcio de veículos pesados, onde estão bens como caminhões, tratores, implementos rodoviários e agrícolas, voltados ao transporte rodoviário de cargas e de passageiros, além do agronegócio, houve aumento de 87,2% nos negócios realizados em razão de 76,7% de alta nas vendas de novas cotas.

Nos nove meses, os demais indicadores setoriais "participantes, contemplações e créditos concedidos" registraram crescimentos. A exceção foi a retração do tíquete médio mensal. 

Ao analisar o comportamento das vendas de novas cotas de pesados em setembro, com 22,84 mil, em relação ao mesmo mês do ano passado, observou-se alta de 68,2%. Na comparação com janeiro e agosto deste ano, com 8,66 mil e 15,31 mil, respectivamente, verificaram-se crescimentos de 163,7% e de 49,2%.

 

O segmento de veículos pesados seguiu demonstrando sua importância para as atividades de agricultura e pecuária dentro da economia nacional. Nos meses de janeiro a setembro, entre os diversos produtos disponibilizados pela modalidade, voltou a participar significativamente pelos avanços das contemplações.
   
PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
- 446,42 MIL (SETEMBRO/2021) 
- 365,61 MIL (SETEMBRO/2020) 
CRESCIMENTO: 22,1%  

VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS) 
- 135,81 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
-   76,86 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 76,7%  
 
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 26,96 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- R$ 14,40 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 87,2%  
 
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA) 
- R$ 188,53 MIL (SETEMBRO/2021) 
- R$ 234,13 MIL (SETEMBRO/2020) 
  RETRAÇÃO: 19,5%   
 
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS) 
- 37,16 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- 29,78 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 24,8%   

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 7,40 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- R$ 5,40 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 37,0%  
   

IMÓVEIS 
ATÉ SETEMBRO, NEGÓCIOS AUMENTAM MAIS DE 55% E ADESÕES MAIS DE 45% 

A casa própria, maior sonho do brasileiro, é o principal objetivo dos consorciados no consórcio de imóveis, o terceiro setor com maior número de participantes ativos. De janeiro a setembro mostrou boas performances em todos os seus indicadores, exceto no tíquete médio que se manteve estável. 

Os negócios registraram alta de 55,3%, resultante do aumento de 45,9% das vendas de novas cotas. Houve também aumento de 11,2% nas contemplações com 15,9% nos créditos concedidos. Reafirmou-se assim, mais uma vez, o interesse dos consumidores em investir economicamente, visando a geração de rendimentos e, principalmente, na formação e ampliação de patrimônio. 

As 63,33 mil contemplações, acumuladas de janeiro a setembro, representaram potenciais 8,7% de participação no total de 726,58 mil imóveis financiados no período, incluindo os consórcios, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).


 




UTILIZAÇÃO DO FGTS NO CONSÓRCIO DE IMÓVEIS - JANEIRO A SETEMBRO

Em nove meses de 2021, 2.676 consorciados-trabalhadores, participantes dos grupos de consórcios de imóveis, utilizaram parcial ou totalmente seus saldos nas contas do FGTS para pagar parcelas, ou quitar débitos, bem como ofertar valores em lances ou complementar créditos, totalizando R$ 131,83 milhões, de acordo com o Cepas/Caixa. 

 
 
 PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
- 1,16 MILHÃO (SETEMBRO/2021) 
-    983,21 MIL (SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 18,0%
 
VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS) 
- 373,16 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- 255,72 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 45,9% 

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 69,20 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- R$ 44,56 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
   CRESCIMENTO: 55,3%  

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA) 
- R$ 181,40 MIL (SETEMBRO/2021) 
- R$ 188,54 MIL (SETEMBRO/2020) 
RETRAÇÃO: 3,8%

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS) 
- 63,33 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- 56,95 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
 CRESCIMENTO: 11,2%  

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 11,72 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- R$ 10,11 BILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 15,9% 

SERVIÇOS 
PARTICIPANTES CRESCEM MAIS DE 30% NOS NOVE MESES DO ANO

As principais características do consórcio de serviços, diversidade e flexibilidade de utilização dos créditos, têm sido a razão da manutenção e busca da recuperação dos negócios no setor. Apesar das vendas de novas cotas não terem reagido ainda anotarem, o total de participantes ativos, contemplações e créditos concedidos apontaram crescimentos, nos nove meses do ano.

Em setembro, as vendas de novas cotas de serviços somaram 5,93 mil. Em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram vendidas 16,03 mil cotas, houve retração de 63,0%. Na comparação com janeiro e agosto deste ano, com 8,02 mil e 7,35 mil, respectivamente, verificaram-se retrações de 26,1% e de 19,3%.

 

O aumento de mais de 30% na soma de participantes ativos ratifica as vantagens do mecanismo, em razão de suas peculiaridades neste setor. A constante procura pelos consumidores continua em razão dos prazos mais longos oferecidos, da baixa taxa mensal de administração com consequente custo final menor, da manutenção do poder de compra e das parcelas mensais acessíveis aos orçamentos individuais, familiares ou, até mesmo, empresariais.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
- 207,40 MIL (SETEMBRO/2021) 
- 159,27 MIL (SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 30,2%  
 
VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS) 
- 63,42 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- 83,50 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  RETRAÇÃO: 24,0% 

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 714,74 MILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- R$ 834,34 MILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  RETRAÇÃO: 14,3%  
 
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA) 
- R$ 10,99 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- R$ 13,32 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  RETRAÇÃO: 17,5%  

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE CONTRATAR SERVIÇOS) 
- 37,34 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- 28,91 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 29,2%  
 
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 413,82 MILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- R$ 300,19 MILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 37,9%  


ELETROELETRÔNICOS E OUTROS BENS MÓVEIS DURÁVEIS 
ELETROS AVANÇAM MAIS DE 90% NOS NEGÓCIOS E 55% NAS VENDAS DE NOVAS COTAS, DE JANEIRO A SETEMBRO 
 
Em nove meses deste ano, o resultado do consórcio de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis mostrou crescimento de 91,3% nos negócios realizados, 55,0% nas vendas de novas cotas, apesar da retração de 16,0% no tíquete médio mensal.

Houve ainda evolução nas contemplações e nos créditos concedidos, sinalizando boas perspectivas para os meses finais do ano.
 
Ao analisar o comportamento das vendas de novas cotas em setembro, com 15,49 mil, em relação ao mesmo mês do ano passado, com 12,17 mil, observou-se crescimento de 27,3%. Na comparação com janeiro e agosto deste ano, com 4,13 mil e 13,01 mil, respectivamente, verificaram-se avanços de 275,1% e de 19,1%.

 

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
- 161,78 MIL (SETEMBRO/2021) 
- 112,17 MIL (SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 44,2% 
  
VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS) 
- 88,18 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- 56,88 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 55,0%  
 
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 715,70 MILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- R$ 374,11 MILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 91,3%  
 
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO ANO) 
- R$ 4,83 MIL (SETEMBRO/2021) 
- R$ 5,75 MIL (SETEMBRO/2020) 
  RETRAÇÃO: 16,0%  
 
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS) 
- 24,13 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- 21,25 MIL (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 13,6%  
 
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 199,57 MILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2021) 
- R$ 151,54 MILHÕES (JANEIRO-SETEMBRO/2020) 
  CRESCIMENTO: 31,7% 
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CAMPANHA INSTITUCIONAL
"Chegou sua vez. Vai de consórcio"
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SABER FINANCEIRO - UM SITE FOCADO EM EDUCAÇÃO FINANCEIRA
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios coloca à disposição 
Um canal de comunicação para consumidores e investidores financeiros 
Focado no tema "Educação Financeira".
O novo site da entidade - https://saberfinanceiro.org.br - disponibiliza conteúdo exclusivo 
Sobre o assunto, que possibilita aos interessados testar seus conhecimentos 
E melhorar sua compreensão sobre o mercado financeiro.


NOVIDADE - CONSÓRCIOS DE A A Z NA INTERNET
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios está colocando 
vídeos e podcasts na internet com informações sobre a modalidade.
A ABAC, entidade representativa do Sistema de Consórcios, está disponibilizando mais informações 
sobre a modalidade por meio de um novo e exclusivo site: https://consorciodeaaz.org.br.

GUIA CONSÓRCIOS DE A A Z 
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios disponibiliza o 
Guia Consórcios de A a Z.

Todas as informações sobre o Sistema de Consórcios, desde a adesão até o encerramento do grupo. Acesse: https://materiais.abac.org.br/guia-consorcio-de-a-a-z 
 
                                    
 
 
 
PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO ABAC - PCA 10 
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios disponibiliza o Programa de Certificação ABAC, destinado aos profissionais de vendas e representantes de administradoras de consórcios, sejam associadas ou não à entidade de classe. Trata-se da primeira certificação exclusiva do Sistema de Consórcios, o PCA10. 
Saiba mais em https://certificacaoabac.org.br. 
 

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ACESSE: http://materiais.abac.org.br/cartilha-educacao-financeira.
 
 
 
  

 
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