Consórcio



Press Releases

06/09/2019

Matéria de setembro de 2019 - dados de julho de 2019

É possível vender, comprar ou transferir cotas contempladas com segurança

De janeiro a julho, consórcios registram avanço de quase 15% nas vendas de novas cotas e mais de 26% nos contratos comercializados provocando ampliação do total de participantes ativos

O objetivo do participante do Sistema de Consórcios é a aquisição do bem ou da contratação do serviço desejado. O planejamento a médio e longo prazos, feito conscientemente pelo consorciado de acordo com a essência da educação financeira, inclui desde a certeza do adimplemento dos compromissos mensais ajustados ao orçamento pessoal, familiar ou empresarial até a transformação dessa aplicação em patrimônio. Prazos mais longos, poder de compra à vista, custos adequados são algumas das características e vantagens da modalidade que o consumidor usufrui como participante do grupo.

Cientes que veículos, imóveis ou equipamentos são resultados de tais investimentos, vale pontuar que, cada bem, dentro da finalidade estabelecida pelo consorciado após contemplação, pode ser instrumento gerador de renda ou, caso haja interesse, o crédito poderá ser negociado ou transferido para terceiros.

"Muito tem sido falado sobre compra e venda de cotas contempladas", explica Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. "Contudo, por se tratar de um direito e de um patrimônio conquistado, o participante de um grupo, cuja cota tenha sido contemplada por sorteio ou lance em assembleia geral ordinária, pode transferir o seu contrato, a qualquer momento, para outro consumidor interessado na compra, desde que autorizado pela administradora. O importante é seguir as recomendações para concretização de um negócio seguro".

Inicialmente, é necessário verificar se o contrato que está sendo transferido é administrado por uma empresa de consórcio devidamente autorizada a operar pelo Banco Central do Brasil, consultando o site daquele órgão: www.bcb.gov.br.

Na sequência, o interessado deverá examinar documentos que comprovem a contemplação da cota como a ata da assembleia geral ordinária que registra sua regularidade. Também é importante averiguar os pagamentos de prestações anteriores, antes e depois da contemplação por meio do extrato da cota, inclusive a cópia do contrato assinado à época da adesão pelo consorciado vendedor, junto com eventuais alterações ocorridas no período fornecidas pela administradora, a fim de ratificar as condições vigentes.

Por fim, estando tudo em ordem, resta confirmar o valor do crédito na data da assembleia, bem como dos rendimentos financeiros obtidos até a data do negócio.




A transferência de uma cota, esteja ela contemplada ou não, só acontece após a autorização da administradora e assinatura do termo de cessão do contrato, já que a empresa de consórcio, como gestora dos interesses do grupo, deverá verificar a capacidade financeira do futuro consorciado. 

"Portanto", completa Rossi, "comprar, vender ou transferir uma cota contemplada é seguro quando observados os princípios corretos de negociação, a exemplo de quaisquer patrimônios, sem se deixar levar por promessas verbais não constantes do contrato, sempre com aprovação da administradora".

NO SÉTIMO MÊS DESTE ANO, OS CONSÓRCIOS APONTAM CRESCIMENTO DE MAIS DE 26% NOS NEGÓCIOS CONTRATADOS E QUASE 15% NAS VENDAS DE NOVAS COTAS 

Ao completar sete meses do ano, o Sistema de Consórcios fechou o volume de negócios realizados em R$ 72,32 bilhões, 26,70% acima dos R$ 57,08 bilhões do mesmo período do ano passado. Tratam-se de volumes relativos à comercialização de 1,64 milhão de novas cotas (jan-jul/2019), 14,69% superiores às 1,43 milhão anteriores (jan-jul/2018). O tíquete médio de julho último foi de R$ 46,06 mil,12,20% mais que os R$ 41,05 mil daquele mês, no ano passado.




O acumulado de contemplações, momento dos consorciados realizarem seus objetivos, totalizou 704,33 mil (jan-jul/2019), 1,48% maior que as 694,07 mil (jan-jul/2018). Os correspondentes créditos concedidos no período de janeiro a julho deste ano aumentaram 3,11% sobre o mesmo período de 2018, subindo de R$ 23,45 bilhões para R$ 24,18 bilhões. 



Para o presidente executivo da ABAC, "o segmento dos consórcios vem apresentando demanda crescente, já observada nos meses anteriores, evidenciando maturidade dos consumidores em suas futuras aquisições, ao buscar no mecanismo a melhor forma de realizar seus objetivos em bens e serviços. Com planejamento e consciência para assumir novos compromissos financeiros, adequando o pagamento das parcelas em seus orçamentos, os interessados têm, muitas vezes, optado pelo consórcio, provocando resultados bastante expressivos nas adesões e no volume de créditos comercializados".



 

ADESÕES, NOVO RECORDE NOS ÚLTIMOS CINCO ANOS

Nos sete primeiros meses dos últimos cinco anos, os dados acumulados anotaram avanços significativos nas vendas de novas cotas, apontando 1,64 milhão, mais um recorde para este ano. De 2016 para 2019, observou-se um crescimento de 36,67%. Se considerado desde 2015, o aumento foi de 20,59%.


 
TOTAL DE PARTICIPANTES ATIVOS CHEGA A 7,32 MILHÕES

No mês de julho, o Sistema de Consórcios alcançou 7,32 milhões de participantes ativos, 4,13% acima dos 7,03 milhões atingidos naquele mesmo mês de 2018.

O maior número de consorciados ativos esteve em Veículos Leves com 50,96%. Na sequência vieram: Motocicletas e Motonetas, com 29,51%, Imóveis, com 12,99%, Veículos Pesados, com 4,40%, Serviços, com 1,33%, e Eletroeletrônicos e Outros Bens Móveis duráveis, com 0,81%.


 
   RESUMO GERAL E SETORIAL DAS VENDAS DE NOVAS COTAS
JANEIRO-JULHO DE 2019 X 2018 

No Sistema de Consórcios, os indicadores setoriais e geral, referentes aos sete primeiros meses registraram aumento nos acumulados de adesões de bens imóveis ou móveis duráveis e de serviços.

Os desempenhos, setor a setor, contabilizaram 719,67 mil novas cotas comercializadas em grupos de veículos leves, 627,06 mil de motocicletas, 174,07 mil de imóveis, 49,78 mil de veículos pesados, 41,12 mil de serviços e 28,65 mil de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, totalizando 1,64 milhão de adesões.
 
Estes totais resultaram crescimentos nos seis setores: eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis (96,20%), serviços (63,50%), veículos pesados (36,01%), imóveis (20,26%), motocicletas (11,63%) e veículos leves (11,23%). Com os aumentos em veículos leves, veículos pesados e motocicletas, o segmento de automotores anotou alta de 12,00%.

O SISTEMA DE CONSÓRCIOS DIVIDIDO POR SETORES 

VEÍCULOS AUTOMOTORES EM GERAL 
VENDAS DE NOVAS COTAS TÊM ALTA DE 12% E NEGÓCIOS AVANÇAM MAIS DE 24%

No fechamento do sétimo mês do ano, os indicadores do setor automobilístico, que inclui consorciados de Veículos Leves, Veículos Pesados e Motocicletas, mantiveram o ritmo de crescimento resultando em volumes superiores quando referenciados com os de 2018.

O total de consorciados ativos aumentou 2,48% e, dos 6,06 milhões anotados em julho do ano passado, atingiu 6,21 milhões no deste ano. Paralelamente, as adesões somaram 1,40 milhão (jan-jul/2019), 12,00% mais que as 1,25 milhão (jan-jul/2018) anteriores. Os negócios realizados também tiveram alta, 24,11% no mesmo período, ao subirem de R$ 37,17 bilhões para R$ 46,13 bilhões. 

A somatória de contemplações anotou estabilidade no período com pouco mais de 636 mil consorciados. Nos correspondentes créditos concedidos, potencialmente injetados no setor automotivo, houve aumento de 2,08%, saltando de R$ 19,23 bilhões (jan-jul/2018) para R$ 19,63 bilhões (jan-jul/2019).

VEÍCULOS LEVES (AUTOMÓVEIS, CAMIONETAS, UTILITÁRIOS) 
TÍQUETE MÉDIO CRESCE MAIS DE 10% E NEGÓCIOS TÊM ALTA SUPERIOR A 20% COM ADESÕES AUMENTANDO MAIS DE 11% 

De janeiro a julho, as adesões aos grupos de veículos leves integralizaram 719,67 mil, 11,23% mais que 647 mil (jan-jul/2018), com créditos contratados aumentando de R$ 26,95 bilhões para R$ 32,43 bilhões, avanço de 20,33% naqueles períodos. O tíquete médio de julho foi de R$ 46,52 mil, 10,81% maior que os R$ 41,98 mil anteriores. 

Ainda no sétimo mês do ano, o total de participantes ativos se ampliou e chegou a 3,73 milhões, 3,90% acima dos passados 3,59 milhões.

O acumulado de contemplações no período mostrou evolução de 1,39%, saltando de 327,75 mil (jan-jul/2018) para 332,31 mil (jan-jul/2019) consorciados contemplados. Os correspondentes créditos concedidos progrediram 1,27%, saindo de R$ 13,37 bilhões para R$ 13,54 bilhões, de janeiro a julho.

Na totalização dos sete meses, a potencial participação das contemplações nas vendas de veículos leves no mercado interno foi de 25,21%. Este percentual correspondeu a um veículo leve a cada quatro comercializados por meio do mecanismo.

MOTOCICLETAS E MOTONETAS
ADESÕES CRESCEM MAIS DE 11% E NEGÓCIOS FECHAM COM ALTA DE QUASE 22%
 
O setor de motocicletas e motonetas encerrou os sete primeiros meses anotando aumento de 11,63% nas adesões acumulando 627,06 mil novas cotas contra 561,75 mil (jan-jul/2018). As contratações de créditos correspondentes a essas comercializações também avançaram. Houve 21,79% de alta, com elevação de R$ 4,68 bilhões (jan-jul/2018) para R$ 5,70 bilhões (jan-jul/2019). Em julho, o tíquete médio das cotas dos grupos das duas rodas, que estava em R$ 8,40 mil (jul/2018), aumentou 14,88% e atingiu R$ 9,65 mil (jul/2019).

Paralelamente, a somatória das contemplações de janeiro a julho apontou retração de 2,41%, resultando em 282,51 mil (jan-jul/2019) contra as anteriores 289,50 mil (jan-jul/2018). Os correspondentes créditos concedidos também se retraíram: menos 2,58%. A redução foi de R$ 3,10 bilhões para R$ 3,02 bilhões.

O saldo de participantes ativos apresentou diminuição: 1,37%. Desceu de 2,19 milhões (jul/2018) para 2,16 milhões (jul/2019).

Nos sete meses, a potencial participação das contemplações nas vendas do mercado interno atingiu 45,85%, ou seja, quase uma moto a cada duas comercializados por meio do mecanismo.

VEÍCULOS PESADOS 
(CAMINHÕES, ÔNIBUS, SEMIRREBOQUES, TRATORES, IMPLEMENTOS)
NEGÓCIOS EXPANDEM QUASE 45% COM ADESÕES EM ALTA DE 36% 

De janeiro a julho, o setor de veículos pesados, que inclui caminhões, ônibus, tratores, implementos agrícolas e rodoviários, registrou resultados melhores que os do ano passado em todos os indicadores. 

Ao demonstrar crescimento de 36,01% no acumulado de vendas nos sete meses com 49,78 mil novas cotas comercializadas sobre as 36,60 mil (jan-jul/2018) passadas, registrou ainda progresso de 44,67% nos negócios contratados, alcançando R$ 8 bilhões sobre R$ 5,53 bilhões anteriores. O tíquete médio chegou a R$ 155,62 mil (jul/2019) contra 152,11 mil (jul/2018): alta de 2,31%.

Em julho, o volume de consorciados ativos nos grupos de pesados cresceu 9,82%, subindo de 293 mil (jul/2018) para 321,76 mil.

O acumulado de contemplações chegou a 21,59 mil (jan-jul/2019), 10,43% superior às 19,55 mil (jan-jul/2018) de doze meses antes. No comparativo entre os créditos concedidos nos mesmos períodos, houve alta de 10,87%, de R$ 2,76 bilhões (jan-jul/2018) para R$ 3,06 bilhões (jan-jul/2019).

IMÓVEIS
(CASAS, APARTAMENTOS, TERRENOS, CONJUNTOS COMERCIAIS, ESCRITÓRIOS, IMÓVEIS DE VERANEIO, CONSTRUÇÃO, GALPÓES, ENTRE OUTROS)
MAIS ADESÕES COM TÍQUETE MAIOR PROVOCAM NEGÓCIOS MAIORES 

Uma das características do consórcio de imóveis é a formação ou ampliação de patrimônio. Com consorciados optando por esse objetivo e outros optando por adquirir imóveis visando futuras locações, com a finalidade de obterem rendimentos extras e melhorarem suas rendas mensais antes ou durante a aposentadoria, a somatória de participantes contemplados e de créditos concedidos no setor de imóveis registraram aumento de 7,05% e 7,26%, respectivamente. 

As contemplações alcançaram 44,16 mil (jan-jul/2019) versus 41,25 mil (jan-jul/2018), enquanto a concessão de créditos, potencialmente injetados no mercado imobiliário, somou R$ 4,43 bilhões (jan-jul/2019) contra R$ 4,13 bilhões (jan-jul/2018). 

A alta de 13,56% do tíquete médio mensal, que era de R$ 136,76 mil (jul/2018) e atingiu R$ 155,31 mil (jul/2019), influenciou diretamente no aumento de 30,79% no acumulado de créditos contratados de janeiro a julho. A soma acusou R$ 25,70 bilhões (jan-jul/2019), quando há um ano era de R$ 19,65 bilhões (jan-jul/2018). As vendas de novas cotas também evoluíram significativamente, 20,26%, com a subida de 144,75 mil (jan-jul/2018) para 174,07 mil (jan-jul/2019).

O número de consorciados ativos aproximou-se mais do milhão: após sete meses, chegou a 951,08 mil, 9,32% mais que os 870 mil totalizados em julho de 2018. 

De janeiro a julho, 2,45 mil consorciados-trabalhadores, participantes dos grupos de consórcios de imóveis, utilizaram parcial ou totalmente seus saldos nas contas do FGTS, somando pouco mais de R$ 115,84 milhões, segundo o Gepas/Caixa.

SERVIÇOS
DIVERSIDADE DE USO, UMA DAS RAZÕES DO CRESCIMENTO DE QUASE 80% NOS NEGÓCIOS E DE MAIS DE 60% NAS VENDAS DE NOVAS COTAS

A ampliação de 77,39% no número de negócios realizados nos consórcios de serviços foi proporcionada pela alta de 63,50% nas vendas de novas cotas de janeiro a julho deste ano, conjugada ao aumento do tíquete médio de julho que avançou 11,14%, em relação aos mesmos períodos do ano passado. 

As adesões evoluíram para 41,12 mil (jan-jul/2019) sobre 25,15 mil (jan-jul/2018), enquanto os correspondentes negócios realizados avançaram de R$ 186,03 milhões (jan-jul/2018) para R$ 330 milhões (jan-jul/2019), considerada a alta do tíquete médio de R$ 7,45 mil (jul/2018) para R$ 8,28 mil (jul/2019).

O acumulado de contemplações nos sete meses atingiu 56,82% de aumento sobre 2018, de 10,33 mil (jan-jul/2018) para 16,20 mil (jan-jul/2019). O total de créditos concedidos a consorciados contemplados também cresceu, 56,50%, de R$ 57,49 milhões para R$ 89,97 milhões, nos mesmos períodos.

O crescimento do consórcio de serviços tem demonstrado sua importância junto aos consumidores interessados, sejam pessoas físicas ou jurídicas, principalmente por suas vantagens financeiras e características de flexibilidade e diversidade de uso por ocasião das contemplações. O número de participantes chegou a 97,36 mil (jul/2019), 48,64% superior aos 65,50 mil (jul/2018). 

ELETROELETRÔNICOS E OUTROS BENS MÓVEIS DURÁVEIS
NEGÓCIOS AUMENTAM MAIS DE 115% E ADESÕES CRESCEM QUASE 100% 

O setor de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis apresentou aumento de 117,25% nos negócios realizados nos sete primeiros meses do ano comparado ao mesmo período de 2018: 
R$ 160,09 milhões versus R$ 73,69 milhões. 

O crescimento das vendas de novas cotas, naqueles meses, foi resultado da alta de 96,23% que saltaram de 14,60 mil para 28,65 mil. O tíquete médio de julho também contribuiu ao elevar-se em 22%: saltou de R$ 5,09 mil para R$ 6,21 mil. 

No período, as contemplações acumuladas no setor totalizaram 7,58 mil, avanço de 33,22% sobre as 5,69 mil de 2018. Os correspondentes créditos concedidos aos consorciados contemplados de eletroeletrônicos somaram R$ 36,94 milhões contra R$ 30,45 milhões, com alta de 21,31%.

O volume de consorciados ativos chegou em 63,40 mil (jul/2019), 78,59% maior que os 35,50 mil (jul/2018) passados.
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