Consórcio



Press Releases

22/10/2018

Matéria de outubro de 2018 - Dados de agosto de 2018

CONTRATOS DE CONSÓRCIOS ULTRAPASSAM R$ 66 BILHÕES E VENDAS DE NOVAS COTAS ALCANÇAM 1,64 MILHÃO EM OITO MESES
Setor de imóveis registra recorde de 25 mil adesões no ano

Ao completar oito meses, o Sistema de Consórcios continuou mostrando resultados positivos nos diversos setores onde está presente. Ao registrar R$ 66,19 bilhões em negócios realizados de janeiro a agosto, 4,3% maior que os R$ 63,47 bilhões do mesmo período do ano passado, reafirmou o interesse do consumidor com adesões que acumularam 1,64 milhão de novas cotas contra as 1,52 milhão anteriores, alta de 7,9%. 

A somatória de cotas nesses meses é novamente o maior volume, quando comparada aos acumulados nos mesmos períodos, desde 2014. O destaque em agosto foi a entrada de 211 mil novos consorciados, a terceira maior do ano, repetindo o total de abril, incluindo-se o recorde anual do setor de imóveis, com 25 mil adesões. 
   

O tíquete médio em agosto foi de R$ 43,2 mil, 7,7% inferior aos R$ 46,8 mil apontados no mesmo mês de 2017. Em relação a janeiro de 2018, houve aumento de 12,2% sobre os R$ 38,5 mil.
   

Com 170 dias úteis passados nos oito primeiros meses, um a mais que os trabalhados há um ano, a média diária das adesões atingiu 9,65 mil, 7,3% mais que as 8,99 mil anteriores. Só nos 23 dias de agosto, quando foram comercializadas 9,2 mil cotas/dia, houve retração de 2% sobre as 9,4 mil/dia em relação ao mesmo mês do ano passado.
 

Em agosto, o total de participantes ativos alcançou 7,045 milhões, 2,4% maior que os 6,878 milhões do mesmo mês de 2017. O crescimento gradativo tem sido constante nos últimos onze meses: enquanto em outubro último eram 6,860 milhões, atualmente são 7,045 milhões, 2,7% maior.
 

O acumulado de contemplações de janeiro a agosto de 2018 atingiu 792,6 mil, ou seja, 2% menos que as 808,6 mil anteriores (jan-ago/2017). Os créditos concedidos relativos a esses contemplados, cujo valor pode ter sido potencialmente injetado nos diversos segmentos da economia nacional onde o mecanismo está presente, assinalaram alta de 2,9%. Enquanto em 2017 somaram R$ 26,06 bilhões (jan-ago), neste ano anotaram R$ 26,80 bilhões, evidenciando a importância do mecanismo como propulsor da cadeia produtiva.


APESAR DA LENTA RECUPERAÇÃO ECONÔMICA, CONSÓRCIO MANTÉM RITMO DE CRESCIMENTO

Durante os oito primeiros meses deste ano, o comportamento da economia brasileira apresentou relativa evolução. No setor industrial, apesar dos 2,5% de crescimento no acumulado até agosto em relação aos mesmos meses de 2017, houve recuo de -0,3% no oitavo mês, depois de já ter registrado -0,1% em julho. Foi a primeira vez, desde o final de 2015, que não ocorriam dois meses seguidos de queda. A expectativa, segundo o IEDI Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial, era que 2018 pudesse trazer maior vigor à recuperação industrial.

Como consequência, não houve grandes investimentos que possibilitassem uma reação maior, provocado pelos baixos níveis de utilização da capacidade instalada, às incertezas políticas, às condições de financiamento, e ainda em razão da paralisação dos caminhoneiros no final de maio.

O Indicador do Movimento do Comércio, que acompanha o desempenho das vendas no varejo em todo o Brasil, avançou 4,1% no acumulado em 12 meses (setembro de 2017 até agosto de 2018) frente ao mesmo período do ano anterior, segundo dados com abrangência nacional da Boa Vista SCPC. 

O indicador ficou estável em agosto, na análise mensal dessazonalizada, enquanto, na avaliação contra o mesmo mês do ano anterior, o varejo encolheu 1,8%.
 

O desempenho recente do indicador mostra uma diminuição do ritmo de recuperação do varejo, principalmente após a greve dos caminhoneiros. Fatores como alto nível de desocupação e lenta melhora da atividade tem contribuído para a diminuição do consumo em um momento de aumento da incerteza e queda da confiança. Com poucos sinais de melhora no cenário econômico, espera-se que o varejo siga em marcha lenta até o final do ano.

 "Ao vivenciar um cenário de incertezas, a atividade econômica não deslanchou", diz Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. "Contudo, o Sistema de Consórcios, que também manteve ritmo de adesões, anotou o terceiro melhor mês do ano nas vendas de novas cotas, repetindo o alcançado em abril, inclusive com recorde anual de vendas de novas cotas no setor de imóveis. Desse panorama, é possível creditar o crescimento ao comportamento de um consumidor mais consciente sobre a modalidade, destacando-se maior conhecimento dos conceitos da educação financeira para tomada de decisões em futuros compromissos, dentro dos limites dos orçamentos pessoais ou familiares, visando a aquisição de bens ou contratação de serviços". 

No intuito de nortear os consumidores sobre uma melhor gestão de suas finanças pessoais, a ABAC disponibiliza para download, em seu site, www.abac.org.br, a cartilha "NA CORDA BAMBA - COMO A EDUCAÇÃO FINANCEIRA PODE MELHORAR SUA VIDA", um verdadeiro bê-á-bá da educação financeira, cujo conteúdo está em acordo com as características incentivadas pelo Banco Central em sua Agenda BC+.

"Trata-se de uma publicação digital, com orientações didáticas sobre a importância do controle responsável do orçamento mensal, que possibilitam ao consumidor optar, em várias ocasiões, por compromissos financeiros para aquisição de bens ou contratação de serviços pelo consórcio", finaliza Rossi. Ao partir de três questões básicas: "Quanto ganha? Quanto gasta? Em que gasta?", a cartilha discorre sobre o seu Eu financeiro, procurando mostrar e explicar qual é sua real situação, classificando-o como: investidor, equilibrado financeiramente ou endividado.

CONSORCIADOS TAMBÉM CONSULTAM A INTERNET PARA FAZER SUA ADESÃO

Na pesquisa feita pela Quorum Brasil, a pedido da ABAC, observou-se que os acessos à internet têm sido um dos fatores de conscientização ou esclarecimentos de eventuais dúvidas sobre as características e o funcionamento do Sistema de Consórcios. No momento da decisão, a maioria dos interessados, influenciada pelos familiares e amigos (45%), vendedores e corretores (23%), gerente do banco (3%) e outros (1%), considerou as informações obtidas nos sites de administradoras e de entidades.

Paralelamente, 85% do total pesquisado adiantaram que o fizeram pessoalmente para fechar o negócio, enquanto 7% recorreu ao telefone, 5% on-line e 3% por e-mail.


Ainda no formato virtual, a pesquisa mostrou que somente 38% dos entrevistados, na faixa etária até 29 anos, compraria cota pela internet. O percentual foi gradativamente diminuindo até 20%, quando chegou àqueles que têm 50 anos ou mais. 
 

Mais informações sobre a pesquisa, acesse: http://www.abac.org.br/imprensa/press-releases-detalhe&id=238.
RESUMO GERAL E SETORIAL DAS VENDAS DE NOVAS COTAS
JANEIRO A AGOSTO DE 2018 X 2017

Os resultados setoriais e global das vendas de novas cotas, nos oito primeiros meses do ano, apontaram a crescente demanda com consequente adesão do consumidor ao consórcio, tanto para aquisição de bens imóveis ou móveis duráveis como na contratação de serviços.

Os desempenhos setoriais apontaram 740,5 mil novas cotas vendidas de veículos leves, 641,75 mil de motocicletas, 169,75 mil de imóveis, 43,10 mil de veículos pesados, 29,05 mil de serviços e 16,70 mil de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, acumulando 1,64 milhão de adesões.

Esses resultados geraram altas em cinco dos seis setores: serviços (45,6%), eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis (27,5%), veículos pesados (22,8%), motocicletas (14,2%) e veículos leves (3%). O setor de imóveis, mesmo com o recorde do ano, manteve-se estável. Com os avanços apontados em veículos leves, veículos pesados e motos, o segmento de automotores apresentou acréscimo de 8,3%.
 

RESUMO DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS

NÚMEROS DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS
ESTIMATIVAS SEGUNDO A ASSESSORIA ECONÔMICA DA ABAC 

DE JANEIRO A AGOSTO, ADESÕES CRESCERAM E NEGÓCIOS AUMENTARAM

Nos oito primeiros meses do ano, os negócios somaram R$ 66,19 bilhões com aumento de 4,3%, resultado do avanço das adesões, que acumularam 1,64 milhão com alta de quase 8%.

Em agosto, foi observado um recorde setorial: imóveis, com 25 mil unidades.
   

O acumulado de contemplações nesse período atingiu 792,6 mil, 2% menor que as 808,6 mil dos mesmos meses em 2017. Os correspondentes créditos concedidos avançaram 2,9% superando R$ 26 bilhões.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS
  (CONSORCIADOS EM GRUPOS EM ANDAMENTO)
  - 7,045 MILHÕES (AGOSTO/2018)
  - 6,878 MILHÕES (AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 2,4%

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
   - 1,64 MILHÃO (JANEIRO-AGOSTO/2018)
   - 1,52 MILHÃO (JANEIRO-AGOSTO/2017)
   CRESCIMENTO: 7,9%

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS
 - R$ 66,19 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2018)
 - R$ 63,47 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2017)
   CRESCIMENTO: 4,3%

- TÍQUETE MÉDIO GERAL (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 43,2 MIL (AGOSTO/2018)
  - R$ 46,8 MIL (AGOSTO/2017)
  RETRAÇÃO: 7,7%

- CONTEMPLAÇÕES
   (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
   R$ 792,6 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2018)
   R$ 808,6 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2017)
   RETRAÇÃO: 2%

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS
 - R$ 26,80 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2018)
 - R$ 26,06 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2017)
 CRESCIMENTO: 2,9%

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO E ATIVOS DOS CONSÓRCIOS  

ATIVOS ADMINISTRADOS*
- R$ 213 BILHÕES (JUNHO/2018)
- R$ 190 BILHÕES (JUNHO/2017)
CRESCIMENTO: 12,1%

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO*
- R$ 13,12 BILHÕES (JUNHO/2018)
- R$ 10,48 BILHÕES (JUNHO/2017)
CRESCIMENTO: 25,2%

NEGÓCIOS REALIZADOS GERAM EMPREGOS
E ARRECADAÇÃO DE TRIBUTOS
 
TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES PAGOS*
 - R$ 1,41 BILHÃO (JANEIRO-JUNHO/2018)
 - R$ 1,34 BILHÃO (JANEIRO-JUNHO/2017)
 CRESCIMENTO: 5,2%

EMPREGOS GERADOS DIRETOS E INDIRETOS
   - MAIS DE 250 MIL**

Fontes: 
*  Banco Central do Brasil  
** ABAC

O SISTEMA DE CONSÓRCIOS DIVIDIDO POR SETORES 

VEÍCULOS AUTOMOTORES EM GERAL 
NEGÓCIOS E ADESÕES CRESCERAM DE JANEIRO A AGOSTO 

Nos acumulados de adesões e dos correspondentes créditos comercializados houve evolução de 8,3% e 6%, respectivamente, nos oito primeiros meses deste ano em comparação aos mesmos meses de 2017. 
  

Nos indicadores de janeiro a agosto, a soma dos créditos concedidos pelo consórcio na adição de valores disponibilizados por financiamento, leasing e consórcio de veículos automotores atingiu 21,5% do total de R$ 102,01 bilhões, com R$ 21,95 bilhões.

Ao verificarmos os dados divulgados pelo Banco Central e depois de avaliados pela assessoria econômica da ABAC, observamos uma retração de 3,6 pontos na comparação com o percentual atingido naquele mesmo período de 2017.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
  - 6,07 MILHÕES (AGOSTO/2018)
  - 5,99 MILHÕES (AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 1,3% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
   - 1,425 MILHÃO (JANEIRO-AGOSTO/2018)
   - 1,316 MILHÃO (JANEIRO-AGOSTO/2017)
   CRESCIMENTO: 8,3% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
   - R$ 42,79 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2018)
   - R$ 40,36 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2017)
   CRESCIMENTO: 6% 
 
- CONTEMPLAÇÕES
   (CONSORCIADOS QUE TIVERAM POSSIBILIDADE DE COMPRAR BENS)
   - 726,5 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2018)
   - 747,8 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2017)
   RETRAÇÃO: 2,8% 
 
- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
   - R$ 21,95 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2018)
   - R$ 21,28 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2017)
   CRESCIMENTO: 3,1% 

- PARTICIPAÇÃO DOS CONSÓRCIOS EM CRÉDITOS CONCEDIDOS
  (PERCENTUAL DO TOTAL INCLUINDO FINANCIAMENTO*, LEASING* E CONSÓRCIO**)
  - 21,5% (JANEIRO-AGOSTO/2018) - R$ 21,95 BILHÕES SOBRE R$ 102,01 BILHÕES
  - 25,1% (JANEIRO-AGOSTO/2017) - R$ 21,28 BILHÕES SOBRE R$ 84,83 BILHÕES
 REDUÇÃO: 3,6 PONTOS PERCENTUAIS

Fontes: 
  *) Banco Central do Brasil  
**) ABAC

VEÍCULOS LEVES (AUTOMÓVEIS, CAMIONETAS, UTILITÁRIOS) 
DE JANEIRO A AGOSTO, HOUVE ALTAS NOS NEGÓCIOS E NAS VENDAS DE NOVAS COTAS

As adesões e os correspondentes contratos comercializados no setor de veículos leves, acumulados nos oito primeiros meses do ano, avançaram 3% e 2%, respectivamente, sobre o mesmo período de 2017. O tíquete médio anotou redução de 3,4% sobre o ano passado.

Os outros indicadores desse setor, que inclui automóveis, utilitários e camionetas, como participantes ativos, contemplações e créditos concedidos, registraram aumentos. 
  

No período compreendido entre janeiro e agosto, a potencial participação das contemplações nas vendas do mercado interno foi de 27,2%. Esse percentual correspondeu a quase um terço dos veículos leves comercializados no país por meio do mecanismo.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 3,59 MILHÕES (AGOSTO/2018)
  - 3,45 MILHÕES (AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 4,1% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 740,5 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  - 719,1 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 3% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 30,90 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  - R$ 30,30 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 2% 

- TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 42,3 MIL (AGOSTO/2018)
  - R$ 43,5 MIL (AGOSTO/2017)
  RETRAÇÃO: 2,7%

- CONTEMPLAÇÕES*
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 374,8 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  - 355,5 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 5,4% 
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO. 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 15,29 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  - R$ 14,50 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 5,4% 

MOTOCICLETAS E MOTONETAS
SETOR REGISTROU FORTE RECUPERAÇÃO NOS NEGÓCIOS E NAS ADESÕES 

Ao completar oito meses, o setor de motocicletas e motonetas seguiu apresentando recuperação nos negócios, com avanço nas vendas de novas cotas e nos respectivos créditos comercializados, anotando altas de 14,2% e de 11,4%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2017.
  

De janeiro a agosto deste ano, a potencial participação das contemplações nas vendas do mercado interno foi de 51,9%, percentual que correspondeu a pouco mais de cinco motos a cada dez vendidas no mercado interno por meio do segmento.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 2,18 MILHÕES (AGOSTO/2018)
  - 2,27 MILHÕES (AGOSTO/2017)
  RETRAÇÃO: 4% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 641,75 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  - 562,10 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 14,2% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 5,36 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  - R$ 4,81 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 11,4%

- TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 8,5 MIL (AGOSTO/2018)
  - R$ 8,9 MIL (AGOSTO/2017)
  RETRAÇÃO: 4,5%

- CONTEMPLAÇÕES*
   (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 329,5 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  - 372,5 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  RETRAÇÃO: 11,5%
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO. 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - 3,52 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  - 3,98 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  RETRAÇÃO: 11,6%


VEÍCULOS PESADOS 
(CAMINHÕES, ÔNIBUS, SEMIRREBOQUES, TRATORES, IMPLEMENTOS)
ADESÕES E NEGÓCIOS CRESCERAM MAIS DE 20% ATÉ AGOSTO

Na somatória dos oito primeiros meses de 2018, as adesões e os correspondentes créditos comercializados do consórcio de veículos pesados, que inclui caminhões, ônibus, tratores, implementos agrícolas e rodoviários, apontaram altas superiores a 22 e 24%, respectivamente, em comparação aos volumes alcançados em 2017. 

O tíquete médio de agosto manteve-se estável em relação ao do mesmo mês no ano passado.
  

Os demais indicadores de veículos pesados - participantes, contemplações e créditos concedidos - também registraram aumentos.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 297,5 MIL (AGOSTO/2018)
  - 276,5 MIL (AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 7,6% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 43,1 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  - 35,1 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 22,8% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 6,53 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  - R$ 5,25 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 24,4% 

- TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 153,2 MIL (AGOSTO/2018)
  - R$ 154,2 MIL (AGOSTO/2017)
  ESTÁVEL 

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 22,25 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  - 19,75 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 12,7%  

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 3,14 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  - R$ 2,79 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 12,5% 

IMÓVEIS
ADESÕES DE AGOSTO FORAM RECORDE NO ANO

Nos oito primeiros meses deste ano, o setor de imóveis apresentou estabilidade em cinco dos seis indicadores: vendas de novas cotas, créditos comercializados, tíquete médio, contemplações e créditos concedidos.

Apesar da estabilidade, os números mostraram que a aquisição de imóveis residenciais e comerciais continuou em alta. Constata-se que as vendas mensais de agosto com 25 mil novas cotas foram recorde no ano. 

O total de participantes ativos foi o único indicador que anotou alta. Cresceu 7,7% em 2018 contra 2017.

Deve-se acrescentar ainda os que planejam construir ou ampliar patrimônio ou objetivam uma aposentadoria mais tranquila com renda extra, originária da locação de imóveis adquiridos pela modalidade.
   

Nos oito meses deste ano, 2.235 consorciados-trabalhadores, participantes dos grupos de consórcios de imóveis, utilizaram parcial ou totalmente seus saldos nas contas do FGTS, somando pouco mais R$ 100,39 milhões.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 872,5 MIL (AGOSTO/2018)
  - 810,0 MIL (AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 7,7% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 169,75 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  - 170,15 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  ESTÁVEL 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 23,09 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  - R$ 22,90 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  ESTÁVEL 

- TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 137,7 MIL (AGOSTO/2018)
  - R$ 138,8 MIL (AGOSTO/2017)
  ESTÁVEL 

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 47,35 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  - 46,95 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  ESTÁVEL 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 4,75 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  - R$ 4,71 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  ESTÁVEL 

FGTS NO CONSÓRCIO DE IMÓVEIS
DE JANEIRO A AGOSTO DESTE ANO, CONSORCIADOS-TRABALHADORES UTILIZARAM POUCO MAIS DE R$ 100 MILHÕES DE SUAS CONTAS DO FGTS NO CONSÓRCIO DE IMÓVEIS

O uso parcial ou total dos saldos das contas do FGTS somou pouco mais de R$ 100,39 milhões, feitos por 2.235 trabalhadores-participantes do consórcio de imóveis.

Fonte: CAIXA-Gepas

SERVIÇOS
SETOR AMPLIOU SUA PRESENÇA COM CRESCIMENTOS SUPERIORES A 45%

Ao crescer mais de 45% nas vendas de novas cotas e 49% nos créditos comercializados, o consórcio de serviços expandiu sua presença junto aos consumidores por ocasião do fechamento do oitavo mês deste ano em relação ao mesmo período de 2017. 

O tíquete médio de agosto apresentou alta de 1,3%. Já os acumulados de contemplações e créditos concedidos ultrapassaram 37% e o de participantes ativos 44%.
  

O consórcio de serviços reafirmou sua importância junto aos consumidores, pessoas físicas ou jurídicas, principalmente em virtude de sua flexibilidade de uso quando da concretização de objetivos.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 68,5 MIL (AGOSTO/2018)
  - 47,5 MIL (AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 44,2% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 29,05 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  - 19,95 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 45,6% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 215,30 MILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  - R$ 143,68 MILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 49,8% 

- TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 7,5 MIL (AGOSTO/2018)
  - R$ 7,4 MIL (AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 1,3%

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE CONTRATAR SERVIÇOS)
  - 12,08 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  -   8,81 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 37,1% 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 67,23 MILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  - R$ 49,02 MILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 37,1% 

ELETROELETRÔNICOS E OUTROS BENS MÓVEIS DURÁVEIS
ELETROS FECHARAM OS OITO PRIMEIROS MESES DO ANO COM ALTA EM QUASE TODOS OS INDICADORES 

De janeiro a agosto deste ano, o setor de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis registrou cinco dos seis indicadores em alta, comprovando a retomada dos negócios e consequentes bons resultados desde o ano passado. 

As principais altas aconteceram nas contemplações e créditos disponibilizados, com altas superiores a 29%, e nos créditos comercializados com 31%.
   

Os aumentos, em mais de 25%, também ocorreram nos indicadores de contemplações, créditos concedidos e participantes ativos de agosto, quando comparados aos de 2017. O tíquete médio ficou estável.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 36,5 MIL (AGOSTO/2018)
  - 29,0 MIL (AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 25,9%

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 16,70 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  - 13,10 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 27,5%

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 84,45 MILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  - R$ 64,49 MILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 31%

- TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 5,1 MIL (AGOSTO/2018)
  - R$ 5,1 MIL (AGOSTO/2017)
  ESTÁVEL

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  -  6,64 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  -  5,12 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 29,7%

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 35,53 MILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2018)
  - R$ 27,40 MILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2017)
  CRESCIMENTO: 29,7%

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