Consórcio



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15/12/2017

Matéria de dezembro de 2017 - Dados de outubro de 2017

CONSÓRCIOS ALCANÇAM QUASE 2 MILHÕES DE NOVAS COTAS VENDIDAS E POUCO MAIS DE R$ 83 BILHÕES EM NEGÓCIOS EM DEZ MESES
Em outubro, adesões totalizaram o segundo melhor volume mensal do ano

O Sistema de Consórcios manteve o ritmo de vendas registrado durante o ano ao atingir 1,97 milhão de novas cotas comercializadas, de janeiro a outubro, apontando um crescimento de 8,2% sobre o acumulado (1,82 milhão) no mesmo período em 2016. 

Os negócios decorrentes desse volume apresentaram total de R$ 83,28 bilhões (jan-out/2017) em créditos comercializados, 27,8% superior aos R$ 65,15 bilhões (jan-out/2016) anteriores. Também o tíquete médio mensal avançou: foram 17,3% de alta na relação R$ 37,6 mil (out/2016) para R$ 44,1 mil (out/2017).

Ao ficar com o segundo melhor total de adesões mensais do ano em outubro, 220,2 mil cotas somando todos os setores onde o mecanismo está presente, a modalidade confirmou sua importância junto ao público consumidor que planeja aquisição de bens ou contratação de serviços e bem administra suas finanças pessoais.

Os resultados de outubro apresentaram expressivas performances setoriais: 105 mil novas cotas vendidas de veículos leves, 75 mil de motos, 30 mil de imóveis, 5,2 de veículos pesados, 3 mil de serviços e 2 mil de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis.

"A continuidade registrada nos negócios, tanto nas vendas como nos créditos comercializados, confirma que o consumidor está cada vez mais consciente sobre a essência da educação financeira, especialmente quando opta por aderir a um grupo de consórcio, um compromisso de longo prazo", diz Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. "Na pesquisa feita pela QuorumBrasil por solicitação da ABAC, observou-se que, no critério de escolha dos consorciados ativos, a maior razão apontada para adesão foi o valor da parcela, com 38,3%, dado que ratifica a responsabilidade no cumprimento do pagamento de suas prestações". 
 
Fonte: QuorumBrasil

CONTEMPLAÇÕES SUPERAM UM MILHÃO

Paralelamente, o indicador de contemplações apresentou retração. De janeiro a outubro, o acumulado de consorciados contemplados ultrapassou um milhão ao chegar aos 1,013 milhão, 5,8% menor que os 1,075 milhão do mesmo período de doze meses antes. Os créditos concedidos correspondentes mostraram estabilidade entre os valores assinalados em 2017 e 2016, próximos aos R$ 33 bilhões.

Mesmo com o crescimento das vendas, o número de consorciados ativos registrou redução de 1,7%. Enquanto em outubro de 2016 eram 6,98 milhões, no mesmo mês deste ano totalizavam 6,86 milhões.

No décimo mês de 2017, as somatórias das vendas de novas cotas apresentaram alta em cinco dos seis setores, quando comparadas com as do ano anterior. O maior percentual de crescimento aconteceu no setor de serviços, com alta de 88%. Na sequência vieram: eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis com 46,3%; imóveis com 32,4%; veículos pesados com 13,3%; e veículos leves com 10,5%. No setor de motocicletas e motonetas houve retração e ficou em - 3,3%. 

"Está claro que os vários indicadores do Sistema que anotaram recuperação, a partir de maio do ano passado, vêm apresentando crescimento consolidado, mês após mês. Poderíamos destacar o relativo a créditos concedidos para compra de bens ou contratação de serviços com mais de um milhão de contemplados e créditos concedidos por volta dos R$ 33 bilhões. O aporte desses valores na economia contribui na reativação dos negócios nos segmentos da cadeia produtiva", complementa Rossi.
 

EM OUTUBRO, HOUVE CRESCIMENTO NAS ADESÕES, NOS CRÉDITOS COMERCIALIZADOS E NO TÍQUETE MÉDIO

O total de R$ 9,71 bilhões em créditos comercializados em outubro deste ano foi 17,3% superior aos R$ 8,28 bilhões do mesmo mês do ano anterior. Entre o volume alcançado em janeiro e o de outubro, o avanço foi de 50,1% sobre os R$ 6,47 bilhões iniciais. No mesmo intervalo de tempo do ano passado, o cenário também foi de alta. Houve evolução de 46%, se comparados os R$ 8,28 bilhões de outubro aos R$ 5,67 bilhões totalizados em janeiro. 
 

Em outubro, as adesões assinalaram boas performances. As 220,2 mil novas vendas, segundo maior volume mensal do ano, proporcionaram um aumento na média dos dez primeiros meses para 197 mil, 7,9% mais que a de 182,5 mil obtida no mesmo período do ano passado, confirmando a crescente procura pela modalidade.
 

O tíquete médio mensal, indicador que registra os valores contratados pelos consorciados quando da adesão, também anotou alta de 19,8% ao saltar de R$ 36,8 mil em janeiro deste ano para R$ 44,1 mil em outubro último. No ano passado, a evolução foi de R$ 33,6 mil (janeiro) para R$ 37,6 mil (outubro), com aumento de 11,9%.

A diferença verificada entre os valores registrados no décimo mês de cada período apontou crescimento, com o de 2017 R$ 6,5 mil maior que o de 2016.
 

FALTANDO DOIS MESES PARA O FINAL DO ANO: OTIMISMO TAMBÉM PARA 2018

Completados dez meses de 2017 e faltando apenas dois meses para o final do ano, os indicadores econômicos reforçam a gradativa recuperação da economia brasileira. A divulgação do menor índice do ano de desemprego, relativa ao trimestre findo em outubro,12,2%, aliado a baixa inflação deste ano, que deverá fechar dentro do centro da meta, bem como a perspectiva de cenário de estabilização inflacionária para o próximo ano, permite projetar, mesmo que de forma conservadora, crescimento para o Sistema de Consórcios em 2017 e também para 2018.

Trata-se de um panorama que considera os primeiros resultados positivos gerados pelas políticas macroeconômicas e pelas possíveis reformas, cujos desdobramentos podem ser exemplificados pela adoção de terceiro turno em diversos segmentos industriais e até, em alguns deles, com realização de horas extras.

Recente pesquisa mensal sobre perspectivas para 2018, feita pela QuorumBrasil com mais de 1.000 entrevistados em quatro capitais no país (Recife, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo), apontou que o ano de 2017 não derrubou o ânimo do brasileiro em relação às suas possibilidades de construir um futuro melhor. 

Os entrevistados estão confiantes e esperam que os governos, local ou federal, colaborem com ações que mantenham o crescimento econômico, o controle inflacionário e a retomada do emprego. No último trimestre houve uma combinação positiva de notícias desse tripé e gerou a expectativa positiva no contexto geral do país e no pessoal. 
 
Fonte: QuorumBrasil - Percentuais arredondados

Com relação à maior expectativa, 63% do total da amostra colocam o 'emprego' como o tema mais relevante para 2018. 

Depois da forte crise vivenciada entre 2014 e 2016, os setores industrial e comercial vêm conseguindo manter bons resultados este ano. Isso apenas reforça uma melhoria no desempenho que ainda deixa a desejar. Os primeiros informes estão na retomada dos empregos, que havia se comportado como uma verdadeira cascata de perdas de postos de trabalho no setor, mas que agora se tornou uma das alavancas do aumento do número de ocupados.

De forma objetiva e resumida, os entrevistados disseram que 2017 foi um ano difícil, com notícias pesadas e momentos complicados, destacando que as pessoas estão cansadas e buscam em suas cinco prioridades uma melhor qualidade de vida, cuidando mais de si, física ou emocionalmente. Com respostas múltiplas as cinco mais mencionadas foram: viajar, cuidar mais da saúde, ser mais feliz, ficar mais com a família e emagrecer.

Como destaque final, a sondagem revelou que a imagem de um país e um povo feliz, muito explorada no passado e apagada nos últimos tempos, passou a ser um desejo para 2018. 
    

"Ao observarmos a inflação se reduzindo e sob controle, comércio e indústria se recuperando, a perspectiva de crescimento da economia continua otimista. Com o consumidor sinalizando comportamento positivo para as compras de final de ano e planejamento para fazer novos investimentos em razão da volta dos empregos formais e informais, tudo implica em renda preservada. Certamente, ocorrerão mais oportunidades como aquelas citadas pelo levantamento da QuorumBrasil. A utilização de eventuais saldos no orçamento mensal permitirá, por exemplo, realizar desejos como aquisição de um novo carro (29%) ou de um imóvel (comprar um imóvel [28%] e comprar uma casa [31%] que somados representam 59%), possivelmente via consórcio", destaca Rossi, "isso considerando não ocorrer nenhum fato novo significativo de ordem político-econômica nos próximos meses".

RESUMO DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS

NÚMEROS DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS
ESTIMATIVAS SEGUNDO A ASSESSORIA ECONÔMICA DA ABAC 

NOS DEZ PRIMEIROS MESES DE 2017, OS NEGÓCIOS DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS AUMENTARAM 27,8%.  HOUVE CRESCIMENTO TAMBÉM NO TÍQUETE MÉDIO E AS ADESÕES FECHARAM COM O SEGUNDO MAIOR VOLUME MENSAL DO ANO EM OUTUBRO

NO DÉCIMO MÊS DO ANO, AS VENDAS DE NOVAS COTAS VOLTARAM A APRESENTAR BOA PERFORMANCE, ATINGINDO 220,2 MIL NOVAS VENDAS, O SEGUNDO MAIOR VOLUME MENSAL DE 2017. NO ACUMULADO DE JANEIRO A OUTUBRO HOUVE CRESCIMENTO DE 8,2%, COM 1,97 MILHÃO DE COTAS COMERCIALIZADAS. 

OS NEGÓCIOS CONSORCIAIS AUMENTARAM 27,8%, ENQUANTO O TÍQUETE MÉDIO REGISTROU AUMENTO DE 17,3%, SIGNIFICANDO MAIS CONTRATOS COM CRÉDITOS DE VALORES MAIORES.
    

NA SOMATÓRIA DOS DEZ PRIMEIROS MESES, AS CONTEMPLAÇÕES, MESMO SUPERANDO A MARCA DE UM MILHÃO, ESTIVERAM EM BAIXA E OS RESPECTIVOS CRÉDITOS CONCEDIDOS ESTIVERAM ESTÁVEIS.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS 
  (CONSORCIADOS EM GRUPOS EM ANDAMENTO)
  - 6,86 MILHÕES (OUTUBRO/2017)
  - 6,98 MILHÕES (OUTUBRO/2016)
   RETRAÇÃO: 1,7%

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
   - 1,97 MILHÃO (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
   - 1,82 MILHÃO (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
   CRESCIMENTO: 8,2%

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS
 - R$ 83,28 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
 - R$ 65,15 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
   CRESCIMENTO: 27,8%

- TÍQUETE MÉDIO GERAL (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 44,1 MIL (OUTUBRO/2017)
  - R$ 37,6 MIL (OUTUBRO/2016)
  CRESCIMENTO: 17,3%

- CONTEMPLAÇÕES
   (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
   - 1,013 MILHÃO (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
   - 1,075 MILHÃO (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
   RETRAÇÃO: 5,8%

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS
 - R$ 33,01 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
 - R$ 32,82 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
 ESTÁVEL

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO E ATIVOS MAIORES REVELAM CONFIANÇA E CREDIBILIDADE DO CONSUMIDOR NO SISTEMA DE CONSÓRCIOS

ATIVOS ADMINISTRADOS*
- R$ 190 BILHÕES (JUNHO/2017)
- R$ 172 BILHÕES (JUNHO/2016)
  CRESCIMENTO: 10,5%

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO*
- R$ 10,48 BILHÕES (JUNHO/2017)
- R$   8,55 BILHÕES (JUNHO/2016)
  CRESCIMENTO: 22,6%

NEGÓCIOS REALIZADOS GERAM EMPREGOS
E ARRECADAÇÃO DE TRIBUTOS

TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES PAGOS*
 - R$ 1,34 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2017) 
 - R$ 1,21 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2016)
   CRESCIMENTO: 10,7% 

EMPREGOS GERADOS DIRETOS E INDIRETOS
   - MAIS DE 250 MIL**

Fontes: 
*  Banco Central do Brasil  
** ABAC


O SISTEMA DE CONSÓRCIOS DIVIDIDO POR SETORES 

VEÍCULOS AUTOMOTORES EM GERAL 
NEGÓCIOS CONSORCIAIS AUMENTARAM MAIS DE 15% DE JANEIRO A OUTUBRO

A COMERCIALIZAÇÃO ACUMULADA DE CRÉDITOS AO FINAL DOS DEZ PRIMEIROS MESES DE 2017 REGISTROU ALTA DE 15,9%, CORRESPONDENTE AO AUMENTO DE 4,3% NO TOTAL DE ADESÕES, SOBRE O MESMO PERÍODO DO ANO PASSADO.
     

ENQUANTO AS VENDAS DE NOVAS COTAS NO SETOR DE VEÍCULOS LEVES E PESADOS, DE JANEIRO A OUTUBRO DESTE ANO, MOSTRARAM ALTA EM COMPARAÇÃO ÀS DO MESMO PERÍODO EM 2016, AS DE MOTOCICLETAS E MOTONETAS ANOTARAM RETRAÇÃO.
 
A PARTICIPAÇÃO DOS CRÉDITOS CONCEDIDOS NA SOMA DE VALORES DISPONIBILIZADOS POR FINANCIAMENTO, LEASING E CONSÓRCIO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, DE JANEIRO A OUTUBRO DESTE ANO, ATINGIU 24,8% DO TOTAL DE R$ 108,35 BILHÕES COM R$ 26,89 BILHÕES.

AO NOTARMOS OS DADOS DIVULGADOS PELO BANCO CENTRAL E AVALIADOS PELA ASSESSORIA ECONÔMICA DA ABAC, OBSERVAMOS UMA RETRAÇÃO DE 3,5 PONTOS NA COMPARAÇÃO DO PERCENTUAL ATINGIDO NO ACUMULADO DESTE ANO COM O MESMO PERÍODO DE 2016.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
  - 5,96 MILHÕES (OUTUBRO/2017)
  - 6,13 MILHÕES (OUTUBRO/2016)
  RETRAÇÃO: 2,8% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
   - 1,69 MILHÃO (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
   - 1,62 MILHÃO (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
   CRESCIMENTO: 4,3% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
   - R$ 51,60 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
   - R$ 44,51 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
   CRESCIMENTO: 15,9% 
 
- CONTEMPLAÇÕES
   (CONSORCIADOS QUE TIVERAM POSSIBILIDADE DE COMPRAR BENS)
   - 935,05 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
   - 999,63 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
   RETRAÇÃO: 6,5% 
 
- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
   - R$ 26,89 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
   - R$ 26,80 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
   ESTÁVEL 

- PARTICIPAÇÃO DOS CONSÓRCIOS EM CRÉDITOS CONCEDIDOS
  (PERCENTUAL DO TOTAL INCLUINDO FINANCIAMENTO*, LEASING* E CONSÓRCIO**)
  - 24,8% (JANEIRO-OUTUBRO 2017) - R$ 26,89 BILHÕES SOBRE R$ 108,35 BILHÕES
  - 28,7% (JANEIRO-OUTUBRO 2016) - R$ 26,80 BILHÕES SOBRE R$   93,25 BILHÕES
   REDUÇÃO: 3,5 PONTOS PERCENTUAIS

Fontes: 
  *) Banco Central do Brasil  
  **) ABAC


VEÍCULOS LEVES (AUTOMÓVEIS, CAMIONETAS, UTILITÁRIOS) 
ALTA DE 10,5% NAS ADESÕES ACUMULADAS DE JANEIRO A OUTUBRO, ENQUANTO NEGÓCIOS EVOLUÍRAM MAIS DE 16%

AS VENDAS ACUMULADAS DE NOVAS COTAS NO SETOR DE VEÍCULOS LEVES, QUE INCLUI AUTOMÓVEIS, UTILITÁRIOS E CAMIONETAS, NOVAMENTE MOSTRARAM BOA PERFORMANCE DE JANEIRO A OUTUBRO, COM 10,5% DE ALTA.

OS DEMAIS INDICADORES - PARTICIPANTES, CRÉDITOS COMERCIALIZADOS, CONTEMPLAÇÕES E CRÉDITOS CONCEDIDOS - TAMBÉM APRESENTARAM AUMENTO. APENAS O TÍQUETE MÉDIO REGISTROU RETRAÇÃO.
     

NOS DEZ PRIMEIROS MESES DESTE ANO, A POTENCIAL PARTICIPAÇÃO DAS CONTEMPLAÇÕES NAS VENDAS DO MERCADO INTERNO FOI DE 28,7%. ESSE PERCENTUAL CORRESPONDEU A QUASE TRÊS A CADA DEZ VEÍCULOS COMERCIALIZADOS NO PAÍS POR MEIO DOS CONSÓRCIOS.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 3,46 MILHÕES (OUTUBRO/2017)
  - 3,32 MILHÕES (OUTUBRO/2016)
  CRESCIMENTO: 4,2% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 932,1 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - 843,3 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
  CRESCIMENTO: 10,5% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 38,58 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - R$ 33,08 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
  CRESCIMENTO: 16,6% 

- TÍQUETE MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 38,9 MIL (OUTUBRO/2017)
  - R$ 39,3 MIL (OUTUBRO/2016)
  RETRAÇÃO: 1%

- CONTEMPLAÇÕES*
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 452,5 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - 431,5 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
  CRESCIMENTO: 4,9% 
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO. 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 18,46 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - R$ 17,49 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
  CRESCIMENTO: 5,5% 


MOTOCICLETAS E MOTONETAS
VENDAS DE NOVAS COTAS ATINGIU SEGUNDO MELHOR VOLUME DO ANO EM OUTUBRO COM NEGÓCIOS APRESENTANDO ALTA EM RELAÇÃO A 2016

MESMO COM AS OSCILAÇÕES NOS TOTAIS MENSAIS DE ADESÕES REGISTRADOS DURANTE 2017, O SETOR DE MOTOCICLETAS E MOTONETAS ATINGIU O SEGUNDO MAIOR VOLUME DE VENDAS EM OUTUBRO COM 75 MIL NOVAS COTAS.

A SOMA ACUMULADA DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS APRESENTOU AUMENTO DE 4,7% COM O TÍQUETE MÉDIO FICANDO ESTÁVEL.

OS DEMAIS INDICADORES DO CONSÓRCIO DE MOTOS - ACUMULADOS DE CONTEMPLAÇÕES, CRÉDITOS CONCEDIDOS E CONSORCIADOS ATIVOS - MOSTRARAM RETRAÇÃO EM RELAÇÃO AOS DO ANO PASSADO.
    

DE JANEIRO A OUTUBRO, A POTENCIAL PARTICIPAÇÃO DAS CONTEMPLAÇÕES NAS VENDAS DO MERCADO INTERNO FOI DE 68%. ESSE PERCENTUAL CORRESPONDEU A QUASE SETE MOTOS A CADA DEZ COMERCIALIZADAS NO PAÍS POR MEIO DOS CONSÓRCIOS.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 2,22 MILHÕES (OUTUBRO/2017)
  - 2,54 MILHÕES (OUTUBRO/2016)
  RETRAÇÃO: 12,6% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 715,1 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - 739,3 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
   RETRAÇÃO: 3,3% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 6,01 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - R$ 5,74 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
 CRESCIMENTO: 4,7%

- TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 7,8 MIL (OUTUBRO/2017)
  - R$ 7,8 MIL (OUTUBRO/2016)
  ESTÁVEL

- CONTEMPLAÇÕES*
   (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 457,5 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - 542,9 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
   RETRAÇÃO: 15,7%
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO. 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - 4,89 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - 5,78 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
    RETRAÇÃO: 15,4%

VEÍCULOS PESADOS 
(CAMINHÕES, ÔNIBUS, SEMIRREBOQUES, TRATORES, IMPLEMENTOS)
NEGÓCIOS CONSORCIAIS DO SETOR APONTARAM ALTA SUPERIOR A 23%, COM ADESÕES CRESCENDO MAIS DE 13% DE JANEIRO A OUTUBRO DESTE ANO

NO MÊS DE OUTUBRO, AS ADESÕES NO CONSÓRCIO DE VEÍCULOS PESADOS, QUE INCLUI CAMINHÕES, TRATORES, IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS E RODOVIÁRIOS, CRESECERAM MAIS DE 13% NO ACUMULADO DE JANEIRO A OUTUBRO DESTE ANO EM COMPARAÇÃO COM AS DO ANO PASSADO.

OS CRÉDITOS COMERCIALIZADOS CORRESPONDENTES TAMBÉM APONTARAM ALTA SUPERIOR A 23%.

NO DÉCIMO MÊS DE 2017, O TÍQUETE MÉDIO FICOU 11,1% MAIOR QUE NO MESMO MÊS DE 2016, AO ATINGIR R$ 156 MIL.
     

OUTROS INDICADORES COMO PARTICIPANTES, CONTEMPLAÇÕES E CRÉDITOS CONCEDIDOS MOSTRARAM-SE ESTÁVEIS.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 279,0 MIL (OUTUBRO/2017)
  - 279,5 MIL (OUTUBRO/2016)
  ESTÁVEL

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 46,55 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - 41,08 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
  CRESCIMENTO: 13,3% 


- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 7,01 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - R$ 5,69 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
  CRESCIMENTO: 23,2% 

- TÍQUETE MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 156,0 MIL (OUTUBRO/2017)
  - R$ 140,4 MIL (OUTUBRO/2016)
  CRESCIMENTO: 11,1% 

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 25,05 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - 25,25 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
  ESTÁVEL 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 3,54 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - R$ 3,54 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
  ESTÁVEL 

IMÓVEIS
TÍQUETE MÉDIO DE OUTUBRO CRESCEU E AUMENTOU O ACUMULADO DE NEGÓCIOS EM MAIS DE 50% COM SOMATÓRIA DE ADESÕES AVANÇANDO MAIS DE 30% NOS DEZ MESES DESTE ANO SOBRE 2016

COM OS ACUMULADOS DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS EM ALTA DE 53,2%, REFLEXO DO CRESCIMENTO DO VALOR DO TÍQUETE MÉDIO E DO AUMENTO DAS ADESÕES DE JANEIRO A OUTUBRO, O CONSÓRCIO DE IMÓVEIS APRESENTOU CENÁRIO POSITIVO PARA TODOS OS INDICADORES, COM EXCEÇÃO DO DE CONTEMPLAÇÕES QUE FICOU ESTÁVEL.

AS VENDAS DE NOVAS COTAS DE OUTUBRO, 30 MIL UNIDADES, FOI O SEGUNDO MELHOR VOLUME DO ANO.
     

NOS DEZ PRIMEIROS MESES DESTE ANO, POUCO MAIS DE 2,8 MIL CONSORCIADOS-TRABALHADORES PARTICIPANTES DOS GRUPOS DE CONSÓRCIOS DE IMÓVEIS UTILIZARAM PARCIAL OU TOTALMENTE SEUS SALDOS NAS CONTAS DO FGTS, ULTRAPASSANDO A MARCA DOS R$ 112 MILHÕES.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 822 MIL (OUTUBRO/2017)
  - 784 MIL (OUTUBRO/2016)
  CRESCIMENTO: 4,8% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 231,7 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - 175,0   MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
  CRESCIMENTO: 32,4% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 31,39 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - R$ 20,49 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
  CRESCIMENTO: 53,2% 

- TÍQUETE MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 139,9 MIL (OUTUBRO/2017)
  - R$ 130,8 MIL (OUTUBRO/2016)
   CRESCIMENTO: 7% 

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 60,05 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - 59,79 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
  ESTÁVEL

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 6,02 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - R$ 5,94 BILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
 CRESCIMENTO: 1,3% 


FGTS NO CONSÓRCIO DE IMÓVEIS
EM DEZ MESES DE 2017, A MARCA DE R$ 112 MILHÕES DO FGTS FOI SUPERADA NO CONSÓRCIO DE IMÓVEIS

A utilização parcial ou total dos saldos das contas do FGTS totalizou pouco mais de R$ 112,722 milhões, feitos por 2.809 trabalhadores-participantes do consórcio de imóveis, no acumulado de janeiro a outubro deste ano.

 
Fonte: CAIXA-Gepas

SERVIÇOS
NOS DEZ PRIMEIROS MESES DESTE ANO, ADESÕES AVANÇARAM 88% E NEGÓCIOS ULTRAPASSARAM 105% 

NO CONSÓRCIO DE SERVIÇOS, O ACUMULADO DE VENDAS DE NOVAS COTAS CRESCEU 88% E O DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS CORRESPONDENTES AVANÇARAM 105,9% DE JANEIRO A OUTUBRO DESTE ANO EM COMPARAÇÃO COM O MESMO PERÍODO DE 2016.

TAMBÉM OS INDICADORES DE CONTEMPLAÇÕES E DE CRÉDITOS CONCEDIDOS, BEM COMO O DE PARTICIPANTES ATIVOS APRESENTARAM ALTA SUPERIOR A 30%. O TÍQUETE MÉDIO AUMENTOU POUCO MAIS DE 20%.
     

EM SÍNTESE, TODOS OS INDICADORES REGISTRARAM CRESCIMENTOS, CONFIRMANDO O SIGNIFICATIVO INTERESSE PELOS CRÉDITOS QUE OBJETIVAM REALIZAÇÕES PESSOAIS, FAMILIARES OU ATÉ EMPRESARIAIS.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 49,5 MIL (OUTUBRO/2017)
  - 36,0 MIL (OUTUBRO/2016)
    CRESCIMENTO: 37,5% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 26,7 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - 14,2 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
    CRESCIMENTO: 88% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 194,93 MILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - R$   94,65 MILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
    CRESCIMENTO: 105,9% 

- TÍQUETE MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 8,0 MIL (OUTUBRO/2017)
  - R$ 6,6 MIL (OUTUBRO/2016)
    CRESCIMENTO: 21,2%

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE CONTRATAR SERVIÇOS)
  - 11,96 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  -   9,15 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
    CRESCIMENTO: 30,7% 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 66,56 MILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - R$ 50,98 MILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
    CRESCIMENTO: 30,6% 

ELETROELETRÔNICOS E OUTROS BENS MÓVEIS DURÁVEIS
MAIS DE 45% DE ALTA NAS ADESÕES DE JANEIRO A OUTUBRO, COM NEGÓCIOS SUPERANDO 57% SOBRE 2016

DE JANEIRO A OUTUBRO DE 2017, O ACUMULADO DE ADESÕES NO SETOR DE ELETROELETRÔNICOS E OUTROS BENS MÓVEIS DURÁVEIS SEGUIU EM ALTA, 46,3% ACIMA DOS MESMOS MESES DE 2016. 

A RECUPERAÇÃO DESTE SETOR FOI OBSERVADA TAMBÉM PELO CRESCIMENTO DOS CRÉDITOS COMERCIALIZADOS SUPERIOR A 55%, PARTICIPANTES ATIVOS COM QUASE 20% E COM TÍQUETE MÉDIO 8,9% MAIOR QUE O ANO PASSADO.
     

OS ACUMULADOS DE CONTEMPLAÇÕES E DE CRÉDITOS CONCEDIDOS MANTIVERAM-SE ESTÁVEIS.  

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 30,5 MIL (OUTUBRO/2017)
  - 25,5 MIL (OUTUBRO/2016)
  CRESCIMENTO: 19,6%

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 17,60 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - 12,03 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
  CRESCIMENTO: 46,3%

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 86,94 MILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - R$ 55,33 MILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
  CRESCIMENTO: 57,1%

- TÍQUETE MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 5,0 MIL (OUTUBRO/2017)
  - R$ 4,6 MIL (OUTUBRO/2016)
  CRESCIMENTO: 8,7%

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  -  6,57 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  -  6,54 MIL (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
  ESTÁVEL


- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 35,15 MILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2017)
  - R$ 34,94 MILHÕES (JANEIRO-OUTUBRO/2016)
   ESTÁVEL 
 
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