Consórcio



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09/01/2017

Matéria de janeiro de 2017 - Dados de novembro de 2016

CONSÓRCIOS REGISTRAM TERCEIRO MELHOR RESULTADO DO ANO EM ADESÕES MENSAIS
Negócios com seminovos, utilizando créditos de consórcios, aumentam quase 135% em seis anos
Com foco na cidadania financeira do brasileiro, ABAC apoia Agenda do Banco Central para 2017

Com resultados mensais apontando forte recuperação no segundo semestre, as vendas de consórcios em novembro chegaram ao terceiro melhor total mensal do ano, segundo a assessoria econômica da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. 

Com mais 219 mil adesões em novembro, o balanço do Sistema de Consórcios registrou acumulado anual de 2,04 milhões de novas cotas comercializadas nos onze primeiros meses, 5,1% abaixo do mesmo período em 2015 quando totalizou 2,15 milhões.


Os dados registraram retrações em outros indicadores. O volume de participantes ativos com 6,92 milhões ficou 2,9% inferior aos 7,13 milhões do mesmo mês do ano passado. A soma das contemplações, de janeiro a novembro, que atingiu 1,18 milhão, foi 8,5% menor que as 1,29 milhão, de iguais meses de 2015.

Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC, comentou que "tem-se observado um comportamento cada vez mais consciente dos consumidores, interessados em adquirir bens ou contratar serviços por meio dos consórcios, especialmente de maio de 2016 para cá, apesar da crise econômica".

Para confirmar a opinião de Rossi, em análise comparativa, a somatória das vendas nos meses de julho a novembro de 2016 apresentou 1,03 milhão de adesões, enquanto em período análogo no ano passado, chegou a 991,5 mil, crescendo 3,9%.


"Os resultados positivos confirmam que o comportamento do consumidor foi responsável pela tendência crescente nos primeiros onze meses deste ano, em relação ao mesmo período de 2015. Com mais conhecimento da essência da educação financeira, ele tem controlado melhor suas finanças pessoais e planejado o futuro, consorciando patrimônio e buscando qualidade de vida por meio do consórcio, consciente de estar poupando com objetivo definido", complementa o presidente executivo da ABAC.

O total de negócios no segmento anotou R$ 74 bilhões em créditos comercializados de janeiro a novembro último, 7,2% menor que os R$ 79,74 bilhões de 2015. Também nos créditos concedidos, houve queda de 2,3%, retraindo-se de R$ 36,86 bilhões (jan-nov/2015) para R$ 36,01 bilhões (jan-nov/2016).

NEGÓCIOS COM SEMINOVOS, UTILIZANDO CRÉDITOS DE CONSÓRCIOS, AUMENTAM QUASE 135% EM SEIS ANOS

A crise econômica, registrada nos últimos anos, provocou a mudança de comportamento do consorciado na utilização das cartas de crédito, por ocasião da contemplação. 

Dados da Cetip apontam opção pela aquisição do carro seminovo. Da média mensal de 10,4 mil veículos adquiridos em 2011, a partir do crédito da modalidade, houve aumento de 134,6%, chegando a 2016 em 24,4 mil unidades por mês. Em contrapartida, veículos novos apresentou retração de 18,1%, no mesmo período.


A maior demanda pelos usados ou seminovos ocorreu na região Norte, onde se constatou crescimento de 196% nos seis anos. Na sequência, com 192%, ficou a região Nordeste. Os estados formadores do Centro-Oeste e Sudeste atingiram alta de 147% e 144%, respectivamente. A região Sul pontuou em 73%.

Só em 2016, praticamente 30% dos veículos leves emplacados, alienados aos consórcios, foram para o Norte e Nordeste, regiões nas quais houve grande demanda por financiamentos, enquanto em 2011 o porcentual era de 23%.

A média mensal dos negócios, com a utilização de créditos de consórcios para aquisição de veículos leves novos e seminovos ou usados, cresceu 57,9% em seis anos. Enquanto em 2011 eram vendidos 20,9 mil carros por mês, em 2016 a média mensal saltou para 33 mil.

Ao analisar as informações, Rossi comentou que "os consorciados estão levando em consideração preço mais em conta, bom estado de conservação e características de conforto superiores, quando da aquisição do veículo seminovo. Os prazos longos para pagamento, baixo custo, ampla liberdade e flexibilidade conferidas aos consumidores são fatores motivadores para a adesão ao Sistema de Consórcios, que exerce papel importante no controle das finanças pessoais e planejamento do futuro".

ABAC APOIA AGENDA DO BANCO CENTRAL
 
Lado a lado com o Banco Central, a ABAC registrou seu apoio às ações estabelecidas, após análise prévia da agenda divulgada pela instituição para o ano de 2017, cujo foco está na cidadania financeira do brasileiro.

Ao objetivar a ampliação do conhecimento da educação financeira, a Entidade, além de concordar com seu conteúdo, relembra que consórcio é um mecanismo de autofinaciamento de referência e de realização para aqueles que planejam e controlam suas finanças pessoais.

"A ABAC, por meio de suas iniciativas, continuará atuando fortemente na propagação de informações sobre o funcionamento dos consórcios, possibilitando mais conhecimento e tomada de decisões financeiras mais conscientes pelo consumidor", diz Rossi.

A Associação, que completa 50 anos de atividades neste ano, reitera sua missão de representar e desenvolver o Sistema de Consórcios, atuando junto a órgãos públicos, mídia, consumidores e parceiros, capacitando seus associados, e colaborando para seu constante aprimoramento e expansão.

RESUMO DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS

NÚMEROS DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS
ESTIMATIVAS SEGUNDO A ASSESSORIA ECONÔMICA DA ABAC 

ADESÕES EM NOVEMBRO ALCANÇAM O TERCEIRO MAIOR VOLUME MENSAL DO ANO

NOS ONZE MESES DE 2016, O SISTEMA DE CONSÓRCIOS, MESMO COM AS REDUÇÕES OBSERVADAS NOS INDICADORES EM COMPARAÇÃO AO ANO PASSADO, CONFIRMOU QUE AS 2,04 MILHÕES DE NOVAS COTAS SÃO REFLEXOS DE QUE O MECANISMO FAZ PARTE DO PLANEJAMENTO DO CONSUMIDOR.

O DESTAQUE FOI O TERCEIRO MAIOR VOLUME MENSAL DE ADESÕES NO ANO, QUE SOMOU 219 MIL COTAS, ABAIXO DO RECORDE DE 221 MIL DE AGOSTO E DAS 220 MIL ALCANÇADAS EM OUTUBRO, TODAS ACIMA DA MÉDIA MENSAL, DE 185,8 MIL.

OUTRO FATO RELEVANTE FOI O TÍQUETE MÉDIO DE NOVEMBRO QUE AUMENTOU 11,6% SOBRE O APURADO EM 2015, FICANDO EM R$ 40,4 MIL.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS 
  (CONSORCIADOS EM GRUPOS EM ANDAMENTO)
  - 6,92 MILHÕES (NOVEMBRO/2016)
  - 7,13 MILHÕES (NOVEMBRO/2015)
   RETRAÇÃO: 2,9%

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
   - 2,04 MILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
   - 2,15 MILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
   RETRAÇÃO: 5,1%

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS
 - R$ 74,0   BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO /2016)
 - R$ 79,74 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO /2015)
  RETRAÇÃO: 7,2%

- TÍQUETE MÉDIO GERAL (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 40,4 MIL (NOVEMBRO/2016)
  - R$ 36,2 MIL (NOVEMBRO/2015)
  CRESCIMENTO: 11,6%


- CONTEMPLAÇÕES
   (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
   - 1,18 MILHÃO (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
   - 1,29 MILHÃO (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
  RETRAÇÃO: 8,5%

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS
 - R$ 36,01 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
 - R$ 36,86 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
  RETRAÇÃO: 2,3%

ATIVOS ADMINISTRADOS E PATRIMÔNIO LÍQUIDO 
REPRESENTAM MAIS SOLIDEZ E SEGURANÇA AO SISTEMA

ATIVOS ADMINISTRADOS*
- R$ 172 BILHÕES (JUNHO/2016)
- R$ 161 BILHÕES (JUNHO/2015)
  CRESCIMENTO: 6,8%

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO*
- R$ 8,55 BILHÕES (JUNHO/2016)
- R$ 6,98 BILHÕES (JUNHO/2015)
  CRESCIMENTO: 22,4%

NEGÓCIOS REALIZADOS GERAM EMPREGOS
E ARRECADAÇÃO DE TRIBUTOS

TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES PAGOS*
 - R$ 1,21 BILHÃO (JANEIRO-JUNHO/2016) 
 - R$ 1,04 BILHÃO (JANEIRO-JUNHO/2015)
   CRESCIMENTO: 16,3% 

EMPREGOS GERADOS DIRETOS E INDIRETOS
   - MAIS DE 100 MIL**

Fontes: 
*  Banco Central do Brasil  
** ABAC

O SISTEMA DE CONSÓRCIOS DIVIDIDO POR SETORES

VEÍCULOS AUTOMOTORES EM GERAL 
SETOR CHEGA A 1,82 MILHÃO DE ADESÕES E CONSOLIDA 1,1 MILHÃO DE CONTEMPLAÇÕES

AS VENDAS DE NOVAS COTAS DO SETOR DE VEÍCULOS AUTOMOTORES EXPANDIRAM SUA BASE. OS DADOS MOSTRARAM QUE MUITOS CONSUMIDORES ESTÃO PLANEJANDO SEU PRIMEIRO VEÍCULO OU RENOVAÇÃO POR MEIO DOS CONSÓRCIOS.

AS ADESÕES NO SETOR ATINGIRAM 1,82 MILHÃO E AS CONTEMPLAÇÕES CRAVARAM 1,1 MILHÃO DE CONSORCIADOS, TORNANDO-OS APTOS A ADQUIRIREM SEUS VEÍCULOS.

A PARTICIPAÇÃO DOS CRÉDITOS CONCEDIDOS NOS CONSÓRCIOS NA SOMA DE VALORES DISPONIBILIZADOS POR FINANCIAMENTO, LEASING E CONSÓRCIO EM VEÍCULOS AUTOMOTORES, DE JANEIRO A NOVEMBRO, ATINGIU 28,5%, RESPONDENDO POR R$ 29,44 BILHÕES DO TOTAL DE R$ 103,43 BILHÕES.

TRATA-SE DE RESULTADO SIGNIFICATIVO, BASEADO EM DADOS DO BANCO CENTRAL E AVALIADO PELA ASSESSORIA ECONÔMICA DA ABAC. 

NA COMPARAÇÃO COM O MESMO PERÍODO DE 2015, HOUVE ALTA DE 1,5 PONTO PERCENTUAL.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS  (CONSORCIADOS) 
  - 6,08 MILHÕES (NOVEMBRO/2016)
  - 6,26 MILHÕES (NOVEMBRO/2015)
  RETRAÇÃO: 2,9% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
   - 1,82 MILHÃO (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
   - 1,90 MILHÃO (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
   RETRAÇÃO: 4,2% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
   - R$ 50,66 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
   - R$ 53,95 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
   RETRAÇÃO: 6,1% 
 
- CONTEMPLAÇÕES
    (CONSORCIADOS QUE TIVERAM POSSIBILIDADE DE COMPRAR BENS)
   - 1,10 MILHÃO (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
   - 1,21 MILHÃO (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
   RETRAÇÃO: 9,1% 
 
- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
   - R$ 29,44 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
   - R$ 30,93 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
  RETRAÇÃO: 4,8% 

- PARTICIPAÇÃO DOS CONSÓRCIOS EM CRÉDITOS CONCEDIDOS
  (PORCENTUAL DO TOTAL INCLUINDO FINANCIAMENTO*, LEASING* E CONSÓRCIO**)
  - 28,5% (JANEIRO-NOVEMBRO/2016) - R$ 29,44 BILHÕES SOBRE R$ 103,43 BILHÕES
  - 27,0% (JANEIRO-NOVEMBRO/2015) - R$ 30,93 BILHÕES SOBRE R$ 114,71 BILHÕES
   CRESCIMENTO: 1,5 PONTO PERCENTUAL
  Fontes: *) Banco Central do Brasil  -  **) ABAC

VEÍCULOS LEVES  (AUTOMÓVEIS, CAMIONETAS, UTILITÁRIOS)
128 MIL NOVAS COTAS VENDIDAS SÃO O MAIS NOVO RECORDE ANUAL NAS ADESÕES

AS ADESÕES MENSAIS CHEGARAM ÀS 128 MIL COTAS E BATERAM RECORDE DO ANO, NO ACUMULADO DE JANEIRO A NOVEMBRO. TRATA-SE DO PRIMEIRO SETOR EM PARTICIPANTES ATIVOS NO SISTEMA DE CONSÓRCIOS COM MAIS DE 3,2 MILHÕES QUE REÚNE AUTOMÓVEIS, CAMIONETAS E UTILITÁRIOS.

NO PERÍODO DE ONZE MESES, O TOTAL DE VENDAS DE NOVAS COTAS APROXIMOU-SE DO MILHÃO, AO FICAR EM 971,3 MIL UNIDADES. OS CRÉDITOS COMERCIALIZADOS CORRESPONDENTES APONTARAM ALTA DE 4%.

PARALELAMENTE, A TENDÊNCIA DE CRESCIMENTO, INICIADA EM MAIO, FOI SE CRISTALIZANDO, OBSERVANDO-SE ALTA DE 98,4% SETE MESES DEPOIS.


APESAR DAS ADESÕES TEREM AUMENTADO A PARTIR DE MAIO, FOI PERCEBIDO O CONSTANTE CRESCIMENTO DO NÚMERO DE CONSORCIADOS, DE JANEIRO A NOVEMBRO, COM VARIAÇÃO POSITIVA DE 3,8%.

 
CONTEMPLAÇÕES E CRÉDITOS CONCEDIDOS, APESAR DA DESACELERAÇÃO DOS NEGÓCIOS REGISTRADA NO MERCADO AUTOMOBILÍSTICO NESTE ANO, ESTIVERAM ESTÁVEIS.

A POTENCIAL PARTICIPAÇÃO DAS CONTEMPLAÇÕES, NAS VENDAS DO MERCADO INTERNO, ESTEVE EM 30,7% NOS ONZE PRIMEIROS MESES DESTE ANO, 5,4 PONTOS PORCENTUAIS A MAIS QUE EM 2015.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 3,32 MILHÕES (NOVEMBRO/2016)
  - 3,16 MILHÕES (NOVEMBRO/2015)
  CRESCIMENTO: 5,1% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 971,3 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  - 878,5 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
  CRESCIMENTO: 10,6% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 38,08 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  - R$ 36,62 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
  CRESCIMENTO: 4% 

- TÍQUETE MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 39,1 MIL (NOVEMBRO/2016)
  - R$ 39,7 MIL (NOVEMBRO/2015)
  RETRAÇÃO: 1,5% 

- CONTEMPLAÇÕES*
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 475,0 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  - 477,5 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
   ESTÁVEL
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E CETIP, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO. 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS  (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 19,25 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  - R$ 19,36 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
   ESTÁVEL

MOTOCICLETAS E MOTONETAS
MERCADO AINDA INSTÁVEL NOS CONSÓRCIOS DE MOTOS

COMO SEGUNDO MAIOR SETOR EM NÚMERO DE PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS DO SISTEMA, MOTOCICLETAS E MOTONETAS ENCERRARAM O DÉCIMO PRIMEIRO MÊS DO ANO APONTANDO AINDA UM COMPORTAMENTO INSTÁVEL NA SOMATÓRIA DAS ADESÕES MENSAIS, CUJA MÉDIA MENSAL NO PERÍODO FICOU EM 72,9 MIL.

 
O FATO POSITIVO FOI A ESTABILIDADE DO INDICADOR DO TÍQUETE MÉDIO, ANOTADA EM R$ 7,7 MIL.

AO SE MANTER EM PATAMAR INFERIOR A 2015, O SETOR CONTINUOU APRESENTANDO INDICADORES NEGATIVOS, REFLEXO DA CRISE ECONÔMICA, QUE ALCANÇOU QUASE TODAS AS CLASSES SOCIAIS, EM PARTICULAR AS "C", "D" E "E", NOS ÚLTIMOS ANOS. 

A PARTICIPAÇÃO POTENCIAL DAS CONTEMPLAÇÕES NAS VENDAS DO MERCADO INTERNO FOI DE 74%, DE JANEIRO A NOVEMBRO. HOUVE MANUTENÇÃO DA POTENCIALIDADE PARA COMPRA DE SETE MOTOS A CADA DEZ COMERCIALIZADAS NO PAÍS POR MEIO DOS CONSÓRCIOS.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS  (CONSORCIADOS)
  - 2,48 MILHÕES (NOVEMBRO/2016)
  - 2,83 MILHÕES (NOVEMBRO/2015)
  RETRAÇÃO: 12,4% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 801,8 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  - 975,6 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
   RETRAÇÃO: 17,8% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 6,22 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  - R$ 9,79 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
   RETRAÇÃO: 36,5% 

- TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 7,7 MIL (NOVEMBRO/2016)
  - R$ 7,7 MIL (NOVEMBRO/2015)
   ESTÁVEL 

- CONTEMPLAÇÕES*
   (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 592,9 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  - 703,0 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
   RETRAÇÃO: 15,7%
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E CETIP, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO. 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - 6,31 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  - 7,49 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
    RETRAÇÃO: 15,8%

VEÍCULOS PESADOS (CAMINHÕES, ÔNIBUS, SEMIRREBOQUES, TRATORES, IMPLEMENTOS)
PARTICIPANTES CRESCEM E VENDAS DE NOVAS COTAS DO MÊS FICAM ACIMA DA MÉDIA ANUAL

O SETOR DE VEÍCULOS PESADOS, QUE CONGREGA TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGA E DE PASSAGEIROS E O AGRONEGÓCIO, APRESENTOU ALTA NO TOTAL DE PARTICIPANTES ATIVOS, MESMO COM A RETRAÇÃO EM OUTROS INDICADORES.

APESAR DAS CONSEQUÊNCIAS DA CRISE ECONÔMICA NO SEGMENTO TRANSPORTADOR, O TOTAL DE ADESÕES DE NOVAS COTAS EM NOVEMBRO, 4,8 MIL, FICOU ACIMA DA MÉDIA MENSAL (4,2 MIL), OBTIDA DE JANEIRO A NOVEMBRO NO ANO.

 
- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 279,8 MIL (NOVEMBRO/2016)
  - 273,8 MIL (NOVEMBRO/2015)
  CRESCIMENTO: 2,2% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 45,8 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  - 47,6 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
   RETRAÇÃO: 3,8% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 6,36 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  - R$ 7,53 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
   RETRAÇÃO: 15,5% 

- TÍQUETE MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 139,6 MIL (NOVEMBRO/2016)
  - R$ 150,7 MIL (NOVEMBRO/2015)
   RETRAÇÃO: 7,4% 

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 27,7 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  - 29,2 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
  RETRAÇÃO: 5,1% 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 3,88 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  - R$ 4,08 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
  RETRAÇÃO: 4,9% 

IMÓVEIS
COM TÍQUETE MAIS ALTO EM 18%, NOVOS CONSORCIADOS BUSCAM IMÓVEIS DE MAIOR VALOR

O AUMENTO DE 18% NO VALOR DO TÍQUETE DE NOVEMBRO SINALIZA NOVAS ADESÕES COM CRÉDITOS MAIORES, NO PERÍODO DE JANEIRO A NOVEMBRO DESTE ANO VERSUS O DO ANO PASSADO.

O VALOR DO TÍQUETE DE NOVEMBRO, SEGUNDO MAIOR DE 2016, MOSTROU CRESCIMENTO DE 13,1% SOBRE O DE JANEIRO.

MESMO COM A ESTABILIDADE DAS CONTEMPLAÇÕES, OS RESPECTIVOS CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS CRESCERAM MAIS DE 10% E PROPORCIONARAM MELHORES OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS PARA COMPRADORES DE IMÓVEIS RESIDENCIAIS OU COMERCIAIS.

 
DE JANEIRO A NOVEMBRO ÚLTIMO, 2.863 CONSORCIADOS-TRABALHADORES PARTICIPANTES DOS GRUPOS DE CONSÓRCIOS DE IMÓVEIS UTILIZARAM PARCIAL OU TOTALMENTE SEUS SALDOS NAS CONTAS DO FGTS, SUPERANDO A MARCA DOS R$ 107 MILHÕES.

APESAR DA CRISE, PESQUISA REVELA QUE CONSORCIADOS CONTEMPLADOS TÊM ADQUIRIDO MAIS IMÓVEIS RESIDENCIAIS NOS ÚLTIMOS DOIS ANOS.
(LEIA MATÉRIA NO FINAL DESTE SETOR).

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS  (CONSORCIADOS)
  - 777,3 MIL (NOVEMBRO/2016)
  - 802,0 MIL (NOVEMBRO/2015)
 RETRAÇÃO: 3,1% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 195,7 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  - 222,7 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
  RETRAÇÃO: 12,1% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 23,17 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  - R$ 25,67 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
   RETRAÇÃO: 9,7% 

- TÍQUETE MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 129,5 MIL (NOVEMBRO/2016)
  - R$ 109,7 MIL (NOVEMBRO/2015)
   CRESCIMENTO: 18% 

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 65,2 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  - 64,8 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
   ESTÁVEL 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 6,47 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  - R$ 5,86 BILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
   CRESCIMENTO: 10,4% 

FGTS NO CONSÓRCIO DE IMÓVEIS
NOS ONZE PRIMEIROS MESES FORAM CONTABILIZADOS POUCO MAIS DE R$ 107 MILHÕES UTILIZADOS NOS CONSÓRCIOS DE IMÓVEIS

O uso parcial ou total dos saldos das contas do FGTS atingiu R$ 107,16 milhões, feita por 2.863 trabalhadores-participantes do consórcio de imóveis, de janeiro a novembro deste ano.

Fonte: Gepas

PESQUISA
CRESCE O NÚMERO DE CONTEMPLADOS NO CONSÓRCIO DE IMÓVEIS QUE VISAM A CASA PRÓPRIA

Com uma história de pouco mais de 25 anos, o consórcio de imóveis tem se evidenciado pela concretização de um dos maiores objetivos do consumidor brasileiro: a casa própria. Nesse período, milhares de consorciados foram contemplados e adquiriram seus imóveis de forma econômica e planejada.

A flexibilidade na escolha, quando da contemplação, é uma das características da modalidade, pois permite que outros tipos de bens imóveis se tornem realizações pessoais, familiares e até empresariais, como terrenos, reformas, construção, na planta, comerciais, além de casas de veraneio no litoral ou no interior, como sítios e chácaras.

Recente levantamento feito pela assessoria econômica da ABAC, perante as administradoras que atuam no setor imobiliário, mostrou um novo perfil de utilização de crédito para aquisição de imóveis. Enquanto há pouco mais de dois anos (agosto de 2014) os negócios com residências urbanas eram de 62,8%, em outubro último o porcentual registrou aumento e chegou aos 71,1%. 

Para o presidente executivo da ABAC, "a mudança de perfil de utilização dos créditos nos consórcios de imóveis está diretamente ligada ao estágio da crise econômica que estamos vivenciando desde 2014. Da maior adesão às contemplações ocorridas no período, o principal objetivo tem sido a casa própria, algo natural decorrente do sentimento desejado de construção, ampliação de patrimônio e, consequentemente, segurança pessoal ou familiar".

Também nos demais usos ocorreram variações. Terrenos, por exemplo, diminuíram de 15,3% (ago/2014) para 10,8% (out/2016).  As aquisições "na planta" apresentaram retração de 1,7% (ago/2014) para 0,3% (out/2016). Já em casas de veraneio, houve mais que o dobro de participação: antes era 0,7% (ago/2014) e agora chegou a 1,7% (out/2016).

Reformas de grande monta ou construção registraram redução de 13,5% (ago/2014) para 10,9% (out/2016). Nos imóveis destinados a uso comercial, a alteração foi de 6% (ago/2014) para 3,5% (out/2016). Aconteceram ainda outros tipos de negócios, nos quais poderiam ser incluídos: glebas para condomínios verticais ou horizontais, participações parciais, compras compartilhadas, que totalizaram 1,7%.

   

"Observa-se também que os chamados imóveis de veraneio mais que duplicaram suas participações" diz Rossi. "E a razão é simples: a formação ou ampliação de patrimônio é mais um fator de tranquilidade que o consórcio proporciona", complementa.

Do total pesquisado, 87,1% eram compostos de pessoas físicas e 12,9% de pessoas jurídicas. Foi apurado ainda que apenas 3% dos contemplados adquiriram um segundo imóvel. "Nesse caso, é possível notar que já há pessoas utilizando o mecanismo como alternativa para aposentadoria, uma opção que possibilita um futuro melhor, paralelamente à previdência pública ou privada. A chamada "aposentadoria imobiliária" possibilita acrescer rendimentos pessoais com tranquilidade e segurança na terceira idade", explica o presidente executivo da ABAC.

O SETOR CRESCE

No período de dezembro de 2005 a 2015, o crescimento do número de participantes ativos atingiu 153,9%, saltando de 317,1 mil para 805 mil. Se for considerada a relação entre o volume de dezembro de 2005 até outubro deste ano, o aumento foi de 147,2%, faltando ainda dois meses para encerrar 2016.
 

Em paralelo, houve alta também nos acumulados anuais de consorciados contemplados. Neste mesmo período, as contemplações mais que dobraram. Saltaram de 33,8 mil para 71 mil, com aumento de 110,1%.  Em análise, incluindo a soma dos dez primeiros meses de 2016, a relação também é positiva em 76,9%, partindo dos mesmos 33,8 mil (2005) para os atuais 59,8 mil (jan-out/2016).


"O consórcio, por ser uma modalidade de autofinanciamento, permite que os consumidores planejem a compra de seu imóvel com prazos longos de pagamento, baixo custo e prestações que cabem em seu orçamento. Além de possibilitar a formação ou ampliação de patrimônio pela população, contribui para impulsionar os negócios dos demais elos da cadeia produtiva, como construtoras e imobiliárias", segundo Rossi. 

A PRESENÇA DO FGTS NO CONSÓRCIO DE IMÓVEIS 

Os recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) têm sido utilizados de várias formas nos consórcios de imóveis. 

Além de servir para ofertar lance ou complementar o valor da carta de crédito para aquisição de imóvel residencial, a partir da entrada em vigor da Lei 12.058/2009 a utilização foi ampliada para os consorciados-trabalhadores contemplados e de posse do imóvel, que desde então podem amortizar, liquidar saldo devedor e ainda pagar parte das prestações. 

Apenas para lembrar, estes benefícios devem respeitar as regras do Conselho Curador.

Desde a liberação, iniciada efetivamente em março de 2010, mais de 23 mil trabalhadores-consorciados já transferiram valor parcial ou total de sua conta no FGTS.

ELETROELETRÔNICOS E OUTROS BENS MÓVEIS DURÁVEIS
VENDAS DE NOVAS COTAS EM NOVEMBRO BATEM RECORDE DOS ÚLTIMOS 34 MESES
 
COM 1.550 ADESÕES EM NOVEMBRO, SETOR REGISTROU RECORDE DOS ÚLTIMOS 34 MESES. DESDE FEVEREIRO DE 2014, OS CONSÓRCIOS DE ELETROELETRÔNICOS E OUTROS BENS MÓVEIS DURÁVEIS NÃO ACUMULAVAM ESSE TOTAL.


EM RELAÇÃO A IGUAL PERÍODO DE 2015, O ACUMULADO DE NOVAS VENDAS NOS ONZE PRIMEIROS MESES DE 2016 CRESCEU MAIS DE 14%.

AO DEMONSTRAR MATURIDADE E PLANEJAMENTO, O CONSUMIDOR TEM ADERIDO AO SISTEMA DE CONSÓRCIOS PARA MODERNIZAR SEUS ITENS DE USO PESSOAL E DOMÉSTICO. 

POUPAR COM OBJETIVO DEFINIDO TEM SIDO UMA DAS METAS DAQUELES QUE PRETENDEM COMPRAR BENS MÓVEIS DURÁVEIS COM ECONOMIA E SEM COMPROMETER SUAS FINANÇAS PESSOAIS, DENTRO DA ESSÊNCIA DA EDUCAÇÃO FINANCEIRA.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS  (CONSORCIADOS)
  - 27,8 MIL (NOVEMBRO/2016)
  - 28,3 MIL (NOVEMBRO/2015)
  RETRAÇÃO: 1,8% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 13,6 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  - 11,9 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
   CRESCIMENTO: 14,3% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 62,42 MILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  - R$ 58,74 MILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
   CRESCIMENTO: 6,3% 

- TÍQUETE MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 4,6 MIL (NOVEMBRO/2016)
  - R$ 4,7 MIL (NOVEMBRO/2015)
   RETRAÇÃO: 2,1%

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  -  7,24 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  -  8,08 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
   RETRAÇÃO: 10,4% 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 38,69 MILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  - R$ 39,35 MILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
   RETRAÇÃO: 1,7% 

SERVIÇOS
SETOR REGISTRA CRESCIMENTO EM TODOS INDICADORES 

O CONSÓRCIO DE SERVIÇOS FOI O SETOR QUE APRESENTOU MELHORES RESULTADOS EM SEUS INDICADORES. EM TODOS HOUVE CRESCIMENTO, COMPROVANDO A GRANDE PROCURA POR CRÉDITOS QUE POSSIBILITEM A CONQUISTA DE OBJETIVOS PESSOAIS, FAMILIARES OU EMPRESARIAIS.

ENQUANTO AS ADESÕES MOSTRARAM 53,9% DE ALTA, AS CONTEMPLAÇÕES REGISTRARAM MAIS 29,8%, DE JANEIRO A NOVEMBRO DESTE ANO SOBRE O MESMO PERÍODO DE 2015.

OS CRÉDITOS COMERCIALIZADOS, DECORRENTES DO CRESCIMENTO DAS VENDAS DE NOVAS COTAS, CHEGARAM AOS 79,7% DE AUMENTO. PARALELAMENTE, OS CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS, RELATIVOS AOS CONSORCIADOS CONTEMPLADOS, FICARAM 28,3% MAIORES. 

APESAR DA CRISE ECONÔMICA, O TÍQUETE MÉDIO, DE R$ 6,5 MIL, FICOU 20,4% MAIS ALTO QUE O CONTABILIZADO UM ANO ANTES.

OS PARTICIPANTES ATIVOS AMPLIARAM SUA BASE EM 11,7% ENTRE O MÊS DE NOVEMBRO DE 2016 E O DO ANO PASSADO. SÓ EM 2016, A PARTIR DE MARÇO, MOMENTO DA REVERSÃO DA TENDÊNCIA, O AUMENTO GRADUAL DOS CONSORCIADOS FOI DE 12,4% ATÉ NOVEMBRO.


- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS  (CONSORCIADOS)
  - 36,3 MIL (NOVEMBRO/2016)
  - 32,5 MIL (NOVEMBRO/2015)
    CRESCIMENTO: 11,7% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 15,7 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  - 10,2 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
    CRESCIMENTO: 53,9% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 104,46 MILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  - R$   58,12 MILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
    CRESCIMENTO: 79,7% 

- TÍQUETE MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 6,5 MIL (NOVEMBRO/2016)
  - R$ 5,4 MIL (NOVEMBRO/2015)
    CRESCIMENTO: 20,4% 

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE CONTRATAR SERVIÇOS)
  - 10,10 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  -   7,87 MIL (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
    CRESCIMENTO: 28,3% 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 56,28 MILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2016)
  - R$ 39,26 MILHÕES (JANEIRO-NOVEMBRO/2015)
    CRESCIMENTO: 43,4% 

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