MERCADO DE DELIVERIES IMPULSIONA O CONSÓRCIO DE MOTOS
Total de participantes ativos cresceu 36,4% nos últimos cinco anos
Diversas atividades surgiram nos últimos anos voltadas ao atendimento pessoal ou familiar, e até mesmo o empresarial, proporcionando mais qualidade de vida às pessoas.
O delivery, por exemplo, veio para facilitar o dia a dia do consumidor que deseja mais conforto ao adquirir um bem ou um serviço e recebê-lo na comodidade de sua casa, escritório ou em local indicado.
O Brasil lidera os serviços de deliveries na América Latina, com mais de 2,2 milhões de profissionais, segundo o estudo do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Deste total, parcela significativa atua como entregadores, colocando o país em quarto lugar no mercado global.
No setor de entregas por aplicativos, o universo conta com pouco mais de 450 mil profissionais que atuam na ponta do serviço. “Trata-se de um mercado que requer produtos financeiros que facilitem a aquisição do principal instrumento de trabalho desses profissionais: carro ou motocicleta”, explica Luiz Antonio Barbagallo, economista da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC).
A forma de aquisição, especificamente de motos, tem no consórcio um de seus principais meios. Segundo a ABAC, o segmento de motocicletas contabilizou boa parcela dos 3,24 milhões de participantes ativos nessa atividade, de acordo com dados de abril deste ano.
“Ressalte-se a importância desse mecanismo de autofinanciamento que, ao longo de décadas, vem facilitando a compra por motociclistas de forma simples e econômica”, afirma Barbagallo.
Segundo dados fornecidos pela B3, a participação do consórcio entre todos os tipos de financiamentos de motos zero km representa 35,6%. “Sem dúvida, uma presença expressiva, indicando que, cada vez mais, os profissionais desse setor enxergam no planejamento, via consórcio, a melhor estratégia para sua compra como primeiro veículo ou para sua renovação”, diz o economista. Complementa, lembrando que “o desgaste da moto, sem dúvida, leva o profissional a, periodicamente, substituir seu principal instrumento de trabalho”.
Na rotina de um entregador de pratos prontos de alimentos na capital paulista, “é possível calcular que, em média, são realizadas de 15 a 30 viagens por dia e circule de 12 a 15 quilômetros por trajeto, acumulando até 450 km de rodagem”, sugere Barbagallo. “Pode-se concluir que esse profissional, no final de um mês, terá rodado perto de 13,5 mil quilômetros. Anualmente, supondo atividades em 360 dias, atingirá 162.000 Km”, conclui.
Nesta simulação, os cálculos foram estimados pelo máximo de viagens e de distâncias. “Mas, mesmo ficando pela metade”, justifica o economista, “teríamos ainda 81 mil quilômetros por ano”.
Com essa totalização, o desgaste do veículo torna-se grande, considerando que, em dois ou três anos, haverá necessidade de substituição. “Ao planejar e adotar o consórcio como estratégia financeira para custear a futura reposição, o profissional poderá economizar e pagar mensalmente a cota do plano de consórcio, durante o uso do seu atual veículo, com parcelas acessíveis, formando ao longo do tempo a poupança com objetivo definido, que complementada eventualmente por lance, cujo valor poderá ser obtido com a venda da atual motocicleta, permitirá a compra de uma nova”, detalha Barbagallo. E sugere, “em caso de contemplação por sorteio, quando não há oferta de lance, o profissional do delivery poderá, ao se desfazer da usada, quitar parte ou a totalidade das parcelas vincendas”, finaliza o economista.
O consórcio de motos nos últimos cinco anos
O consórcio de motocicletas registrou constante crescimento nos últimos cinco anos. Dos 2,36 milhões de participantes ativos anotados em dezembro de 2021, houve avanço de 36,4% e atingiu 3,22 milhões no final do ano passado.
“Trata-se do segundo maior mercado do Sistema de Consórcios”, esclarece Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC. “Com características únicas como, por exemplo, parcelas acessíveis, prazos longos, baixa taxa de administração, sem juros, sem IOF, ausência de cobranças retroativas, e, principalmente, manutenção do poder de compra, o consórcio vem registrando forte crescimento ano após ano”, destaca Rossi.
Na última pesquisa da ABAC, realizada pela Kantar Divisão de Pesquisa de Mercado, Insights e Consultoria da WPP, ao comentarem as razões das adesões a grupos de consórcios, os usuários entrevistados repetiram espontaneamente que “as parcelas eram compatíveis com a minha renda” ou “as parcelas cabiam no meu bolso”, ou ainda “o consórcio é um jeito de guardar dinheiro”.
Os dados do primeiro quadrimestre deste ano apontaram 505,15 mil cotas comercializadas com R$ 10,75 bilhões em negócios realizados. No período, foram concedidos R$ 5,01 bilhões em créditos para aquisição de bens, com a contemplação de 235,66 mil consorciados, e participação potencial de 30,1% do mercado interno.
Ao comentar a modalidade, Rossi sintetizou afirmando que “o consumidor brasileiro tem, ao longo dos anos, planejado seu futuro, pesquisando, comparando e decidindo muitas vezes pelo consórcio”.
CONSÓRCIO: NEGÓCIOS CRESCEM 27,1% COM ADESÕES AUMENTANDO 16,1% NO QUADRIMESTRE
Em abril, participantes ativos batem novamente recorde e aproximam-se dos 13 milhões
O Sistema de Consórcios fechou o primeiro quadrimestre deste ano registrando resultados expressivos nas vendas de cotas e, consequentemente, nos negócios realizados. A quase totalidade dos indicadores nacionais e setoriais do período anotou performances positivas em relação aos mesmos quatro meses de 2025. A volta ao ritmo normal em abril, após o início do ano com férias e carnaval, reforça o crescimento do consórcio como opção planejada do brasileiro pelo mecanismo evidenciando confiança e credibilidade.
O acumulado de adesões, de janeiro a abril, atingiu 1,87 milhão, 16,1% acima do 1,61 milhão contabilizados no mesmo período do ano passado. Decorrentes deste avanço, a comercialização de créditos chegou a R$ 179,41 bilhões, 27,1% maior que os R$ 141,19 bilhões anteriores.
Mais uma vez, o total de consorciados ativos cresceu em relação ao ano passado, novamente bateu recorde e quase cravou 13 milhões. Os 12,94 milhões de consorciados obtidos em abril deste ano ultrapassaram em 11,6% os 11,59 milhões daquele mês há um ano.
Ao chegar a 12,94 milhões de participantes ativos no mês de abril deste ano registrou 57,6% sobre os 8,21 milhões anotados em janeiro de 2022. Neste período, pouco mais de quatro anos, foram obtidos 51 recordes consecutivos, com exceção de abril de 2023.
Simultaneamente, a somatória de consorciados contemplados, quando os créditos concedidos podem ser transformados em bens e serviços, alcançou 623,70 mil no quadrimestre, 2,6% maior que os 607,81 mil do mesmo período de 2025. Os correspondentes créditos liberados totalizaram R$ 44,37 bilhões, potencialmente injetados na economia, 11,4% acima dos R$ 39,82 bilhões anteriores.
O tíquete médio de abril assinalou R$ 101,66 mil. O avanço foi de 7,4% sobre o do mesmo mês de 2025, quando havia atingido R$ 94,63 mil. O aumento confirma o interesse do brasileiro por cotas de valores maiores, compatíveis com sua renda.
“No primeiro quadrimestre, confirmou-se a normalidade do ritmo dos negócios, apesar da alta da inflação e a influência da desaceleração do segmento de serviços na economia nacional. No cenário consorcial, quase a totalidade dos indicadores do Sistema registrou crescimento, o que possibilitou continuidade dos avanços anotados nos últimos anos. Ao considerar principalmente o conhecimento da essência da educação financeira e tendo no planejamento seu fator decisivo para adesão, o crescente número de recentes consorciados vem provocando quebras de recordes, mês após mês”, salienta Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios.
DETALHES DOS INDICADORES
VENDAS DE COTAS
No quadrimestre, o destaque nas vendas foi o total de cotas comercializadas em abril: 494,21 mil, o segundo melhor do ano. Destacam-se os bons desempenhos em imóveis, com 166,56 mil, em veículos pesados, com 16,40 mil, e em serviços, com 6,69 mil, os maiores deste ano.
No acumulado das adesões, 1,87 milhão, a distribuição por setor ficou assim: 658,41 mil de veículos leves; 557,49 mil de imóveis; 505,15 mil de motocicletas; 71,84 mil de eletroeletrônicos; 57,01 mil de veículos pesados, e 23,02 mil de serviços.
Percentualmente nos seis segmentos, cinco registraram alta na somatória das comercializações: eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, com 51,4%; imóveis, com 48,4%; serviços, com 27,8%; motocicletas, com 7,3%; e veículos leves, com 4,2%. Houve apenas uma retração: veículos pesados, com (-8,8%), contudo, observa-se tendência de melhora neste segmento.
CONTEMPLAÇÕES
Na retomada das contemplações, o acumulado quadrimestral apontou 2,6% de alta no volume verificado este ano, 623,70 mil consorciados contemplados em 2026, versus os 607,81 mil, em 2025.
Setorialmente ficaram assim distribuídos: 267,52 mil em veículos leves; 235,66 mil em motocicletas; 56,36 mil em imóveis; 35,51 mil em veículos pesados; 15,02 mil em serviços; e 13,62 mil de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis.
PARTICIPANTES ATIVOS
Os percentuais de consorciados ativos em cada setor estiveram assim divididos: 41,7% nos veículos leves; 25,0 nas motocicletas; 23,2% nos imóveis; 7,0% nos veículos pesados; 2,0% nos eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis; e 1,1% nos serviços.
Em cada segmento, no qual o consórcio está presente, dos 12,94 milhões de participantes ativos, o total ficou assim: 5,40 milhões em veículos leves; 3,24 milhões em motocicletas; 3,00 milhões em imóveis; 908,43 mil em veículos pesados; 259,03 mil em eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis; e 132,17 mil em serviços.
TÍQUETE MÉDIO EM CINCO ANOS
Ao analisar o desempenho dos tíquetes nos meses de abril nos intervalos dos últimos cinco anos, observou-se valorização nominal de 54,0% na evolução dos valores médios registrados. Ao descontar a inflação (IPCA) de 20,3% do período, na relação da diferença de R$ 66,01 mil, de abril de 2022, para R$ 101,66 mil, no mesmo mês de 2026, houve elevação real de 28,0%%.
A IMPORTÂNCIA DOS CONSÓRCIOS NA CADEIA PRODUTIVA
Ao longo dos anos, o consórcio tem sido a opção mais simples e econômica para o consumidor atingir seus objetivos de consumo ou patrimoniais com planejamento a médio e longo prazos. No setor dos veículos leves, de janeiro a abril, a potencial presença foi de um a cada três veículos leves vendidos no país.
Ao participar da programação da produção industrial em diversos segmentos na qual está presente, no setor de motocicletas, por exemplo, o mecanismo também evoluiu. No primeiro quadrimestre de 2026, as contemplações possibilitaram a potencial aquisição de uma moto a cada três comercializadas no mercado interno.
Entre os veículos pesados, a modalidade sinalizou também um a cada três caminhões negociados para ampliação ou renovação de frotas para o setor de transportes, com destaque especial para utilização no agronegócio.
No resumo dos quatro meses da potencial participação das contemplações do consórcio foram liberados mais de R$ 33,23 bilhões, somente para os veículos automotores. O consórcio atingiu 32,0% de possível presença no setor de automóveis, utilitários e camionetas. No de motocicletas, houve 30,1% de provável participação, e no de veículos pesados, a relação para caminhões foi de 32,4%, no período.
No segmento imobiliário, no primeiro trimestre deste ano, as contemplações representaram potenciais 26,5% de participação no total de 170,67 mil imóveis financiados, incluindo recursos das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e dos consórcios, potencialmente um imóvel a cada quatro comercializados.
“Importante lembrar que, ao longo dos meses, muitos créditos liberados por ocasião das contemplações no Sistema de Consórcios não são transformados de imediato em bens ou em contratações de serviços”, detalha Rossi. “Há créditos de consorciados contemplados que ainda estão pendentes de utilização em vários segmentos. Por esta razão, divulgamos dois tipos de classificações: primeiro, as estimativas de potenciais transformações dos créditos em bens nos mercados de cada setor e, na sequência, relativas às aquisições efetivamente realizadas”, completa.
AQUISIÇÕES DE VEÍCULOS VIA CONSÓRCIO MANTÉM SUA PARTICIPAÇÃO NAS VENDAS NO MERCADO INTERNO EM 2026
Ao utilizar os dados divulgados pela B3 de janeiro a abril deste ano, os percentuais de aquisição de veículos automotores realizados via consórcio reafirmaram a presença e o gradativo crescimento do mecanismo nas vendas no mercado interno.
A participação dos consórcios, incluindo leves, motos, caminhões, implementos rodoviários e ônibus, considerando os indicativos de novos e seminovos, variaram de 6,0% a 35,5% entre os totais individuais no período. Cada percentual registrou o interesse dos consumidores, pessoas físicas e jurídicas, pela modalidade como forma de usufruir das características básicas como parcelas acessíveis, não cobrança de juros, prazos longos, poder de compra à vista, isento de cobranças retroativas e de IOF, entre outros.
No segmento de veículos leves, observou-se que, do total geral, 8,5% foram realizados com créditos concedidos por contemplações, enquanto 91,5% originaram-se dos financiamentos.
Na divisão entre novos e usados, verificou-se que 10,3% dos veículos zero km foram comercializados via consórcio enquanto 89,7% foram por financiamentos. Nos seminovos, houve 8,0% pelo consórcio e 92,0% por financiamentos.
No segmento das duas rodas, observou-se que, do volume comercializado no mercado nacional, 27,5% foram utilizados a partir de créditos concedidos por consórcio, e 72,5% provenientes de financiamentos.
Ao separar em novas e usadas, 35,5% foram registrados nas motos zero via consórcio e 64,5% foram por financiamentos. Nas seminovas, houve 6,0% pela modalidade consorcial e 94,0% por financiamentos.
No segmento dos veículos pesados, os caminhões mostraram que, do total vendido internamente, 13,6% foram com uso de créditos liberados por consórcio e 86,4% procedentes de financiamentos.
Na separação entre novos e usados, houve 9,2% de caminhões zero comercializados via consórcio e 90,8% por financiamentos. Os seminovos somaram 17,0% via Sistema de Consórcios, enquanto 83,0% foram por financiamentos.
Ainda em veículos pesados, os implementos rodoviários totalizaram 22,2% de vendas pelo consórcio e 77,8% resultante de outras linhas de crédito, no mercado interno.
Na análise entre novos e usados, houve 22,6% de semirreboques zero comercializados via consórcio e 77,4% pelos vários tipos de financiamentos. Paralelamente, os seminovos atingiram 21,8% pelas contemplações e 78,2% por empréstimos variados.
Ainda em veículos pesados, os ônibus totalizaram 10,1% de vendas pelo consórcio e 89,9% foram resultantes de outras linhas de crédito, no mercado interno.
Na análise entre novos e usados, houve 9,5% de ônibus zero emplacados via consórcio e 90,5% pelos vários tipos de financiamentos. Paralelamente, os seminovos atingiram 10,3% pelas contemplações e 89,7% por empréstimos variados.
O CONSÓRCIO NA ECONOMIA BRASILEIRA
No encerramento do primeiro quadrimestre, o Sistema de Consórcios continuou participando praticamente em todos os principais segmentos da economia brasileira como o de automotores, que inclui veículos leves, motocicletas e veículos pesados; imóveis, serviços e eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis. Progressivamente, vem ampliando seu market share no mercado financeiro. Sem gerar inflação, a modalidade tem propiciado a realização de objetivos planejados e alavancando a produção industrial.
Progressivamente, o consórcio tem exercitado mudanças de hábitos do consumidor. Entre os principais fatores para a crescente participação está a renda do brasileiro. Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2025, a renda média mensal real do trabalhador brasileiro atingiu o maior valor da série histórica, situando-se em R$ 3.367,00, considerando todas as fontes de renda. O valor reflete um aumento real de 5,4% em comparação a 2024, evidenciando uma recuperação e crescimento do rendimento no país.
Em paralelo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), aumentou 0,67% em abril, acumulando 4,39% nos últimos doze meses. A principal influência foi a pressão do grupo Alimentação e Bebidas.
Ao analisar o cenário nacional, Rossi destacou que “os bons resultados do Sistema de Consórcios, apontados pela maioria dos indicadores consorciais, refletem o comportamento do consumidor brasileiro que tem planejado seu futuro, pesquisando, comparando e decidindo muitas vezes pelo mecanismo e, consequentemente, mais presente na economia nacional”.
O SISTEMA DE CONSÓRCIOS NA DÉCADA, DE 2017 A 2026
Nos últimos dez anos, em meses de abril, os 12,94 milhões de participantes ativos de 2026 ultrapassaram os totais contabilizados de 2017 até 2025, assinalando novo recorde, apontando crescimento de 87,0% no período.
Na década, somente em acumulado dos meses de janeiro a abril, houve total inédito em 2026. O recorde de 1,87 milhão de adesões foi o maior volume alcançado de 2017 a 2026. No período, foi registrado crescimento de 157,0%.
No total de consorciados contemplados, considerados somente os acumulados nos primeiros quadrimestres dos últimos dez anos, a marca de 623,70 mil de 2026 ficou em primeiro lugar, a melhor da década. No período, houve crescimento de 54,8%.
NÚMEROS DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS
ESTIMATIVAS SEGUNDO A ASSESSORIA ECONÔMICA DA ABAC
RESUMO DOS INDICADORES - GERAL E SETORIAIS
O SISTEMA DE CONSÓRCIOS - GERAL
O Sistema de Consórcios conquistou fortes marcas nos indicadores no quadrimestre, evidenciando o retorno à normalidade depois de vivenciar um período diferenciado nos três primeiros meses do ano. O balanço estimativo de janeiro a abril foi preparado considerando a avaliação de dados fornecidos pela maioria significativa das associadas da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, feita pela assessoria econômica da entidade.
PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS EM GRUPOS EM ANDAMENTO)
- 12,94 MILHÕES (ABRIL/2026)
- 11,59 MILHÕES (ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 11,6%
VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 1,87 MILHÃO (JANEIRO-ABRIL/2026)
- 1,61 MILHÃO (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 16,1%
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS
- R$ 179,41 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2026)
- R$ 141,19 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 27,1%
TÍQUETE MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
- R$ 101,66 MIL (ABRIL/2026)
- R$ 94,63 MIL (ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 7,4%
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 623,70 MIL (JANEIRO-ABRIL/2026)
- 607,81 MIL (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 2,6%
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS
- R$ 44,37 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2026)
- R$ 39,82 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 11,4%
Com a divulgação do PIB brasileiro de 2024 que alcançou R$ 11,7 trilhões, a participação dos R$ 719,0 bilhões dos ativos administrados no Sistema de Consórcios, em 2024, atingiu 6,1%, crescendo 0,8 ponto percentual sobre a de 2023.
ATIVOS ADMINISTRADOS*
- R$ 719 BILHÕES (DEZEMBRO/2024)
- R$ 574 BILHÕES (DEZEMBRO/2023)
CRESCIMENTO: 25,3%
Ainda em 2024, o Patrimônio Líquido Ajustado (PLA) do Sistema de Consórcios alcançou R$ 20,92 bilhões, 8,6% maior que os R$ 19,27 bilhões obtidos em 2023, proporcionando maior segurança.
PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO*
- R$ 20,92 BILHÕES (DEZEMBRO/2024)
- R$ 19,27 BILHÕES (DEZEMBRO/2023)
CRESCIMENTO: 8,6%
PARTICIPAÇÃO NO PIB DE 2024
6,1% - Calculado com base no valor de R$ 719 bilhões (Ativos Administrados de dez/24).
TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES PAGOS*
- R$ 3,48 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
- R$ 2,84 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2023)
CRESCIMENTO: 22,5%
Fontes: *) Banco Central do Brasil
**) ABAC
O SISTEMA DE CONSÓRCIOS - SETORES
VEÍCULOS AUTOMOTORES EM GERAL (LEVES, PESADOS E MOTOS)
NO QUADRIMESTRE, A RETOMADA DO CRESCIMENTO FOI A TÔNICA DO CONSÓRCIO
As vendas de cotas, ocorridas nos grupos de consórcio de automotores, que inclui veículos leves, motocicletas e veículos pesados, apresentaram crescimento no primeiro quadrimestre do ano. Em paralelo, os demais indicadores também mostraram avanços. A volta à normalidade dos negócios sinalizou um comportamento positivo com boas expectativas para a sequência do ano.
Os créditos liberados pelo Sistema de Consórcios no total entre financiamentos, leasing e consórcios do setor automotivo, divulgado pelo Banco Central do Brasil, apresentou retração de 3,1 pontos percentuais, diminuindo de 31,5%, de janeiro a março de 2025, para 28,4%, no mesmo período deste ano.
Dos 9,55 milhões de consorciados ativos em veículos automotores, 56,5% participavam dos grupos de veículos leves, 33,9% nos de motocicletas e 9,6% nos de veículos pesados.
PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 9,55 MILHÕES (ABRIL/2026)
- 8,94 MILHÕES (ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 6,8%
VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 1,22 MILHÃO (JANEIRO-ABRIL/2026)
- 1,17 MILHÃO (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 4,3%
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 73,10 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2026)
- R$ 66,48 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 10,0%
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM POSSIBILIDADE DE COMPRAR BENS)
- 538,69 MIL (JANEIRO-ABRIL/2026)
- 529,14 MIL (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 1,8%
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 33,23 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2026)
- R$ 30,09 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 10,4%
PARTICIPAÇÃO DOS CONSÓRCIOS EM CRÉDITOS CONCEDIDOS
PERCENTUAL DO TOTAL INCLUINDO FINANCIAMENTO*, LEASING* E CONSÓRCIO**
28,4% (JAN-MAR/2026) - R$ 25,50 BILHÕES SOBRE R$ 89,76 BILHÕES
31,5% (JAN-MAR/2025) - R$ 23,91 BILHÕES SOBRE R$ 75,79 BILHÕES
Fontes: *) Banco Central do Brasil
**) ABAC
VEÍCULOS LEVES NOVOS (AUTOMÓVEIS, CAMIONETAS, UTILITÁRIOS)
CRÉDITOS CONCEDIDOS, POTENCIALMENTE INJETADOS NO MERCADO, ACUMULARAM QUASE R$ 20 BILHÕES NO QUADRIMESTRE
O maior setor em volume de participantes ativos no Sistema, o consórcio de veículos leves atingiu quase R$ 20 bilhões em créditos concedidos no acumulado de janeiro a abril, 9,9% acima do liberado no ano passado, potencialmente injetados no mercado interno do país.
Com aumento do tíquete médio de abril, os negócios totalizaram mais de R$ 48 bilhões. Outro destaque foi o acumulado de vendas de cotas que cresceu 4,2%. Todos os indicadores registraram avanços.
Trata-se de setor que inclui automóveis, camionetas e utilitários, cujos resultados, neste primeiro quadrimestre, sinalizaram bons indícios de progresso para os próximos meses.
As quase 270 mil contemplações em veículos leves injetaram potencialmente créditos no mercado que propiciaram 32,0% de participação nas comercializações internas, cujo total chegou a quase 835 mil de unidades. Portanto, um veículo a cada três vendidos, considerada a divulgação da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 5,40 MILHÕES (ABRIL/2026)
- 4,97 MILHÕES (ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 8,7%
VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 658,41 MIL (JANEIRO-ABRIL/2026)
- 631,90 MIL (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 4,2%
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 48,44 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2026)
- R$ 43,03 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 12,6%
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 76,35 MIL (ABRIL/2026)
- R$ 69,37 MIL (ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 10,1%
CONTEMPLAÇÕES* (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 267,52 MIL (JANEIRO-ABRIL/2026)
- 262,53 MIL (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 1,9%
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO.
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 19,67 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2026)
- R$ 17,89 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 9,9%
MOTOCICLETAS
NEGÓCIOS ULTRAPASSAM R$ 10 BILHÕES NO ACUMULADO DO QUADRIMESTRE
No fechamento do quadrimestre, o consórcio de motocicletas, segundo colocado em número de participantes ativos, apresentou aumentos em todos os indicadores. Entre os destaques positivos estiveram os créditos comercializados, que cresceu 11,5%, e as vendas de cotas, com 7,3%.
Vale mencionar o avanço em consorciados ativos que, em abril, anotou 4,9% mais em relação ao mesmo mês do ano passado. Na retomada geral do setor, os créditos concedidos injetaram potencialmente pouco mais de cinco bilhões no mercado.
As pouco mais de 235 mil contemplações no quadrimestre equivaleram a potencial compra de 30,1% do mercado interno, que totalizou mais de 782 mil de unidades comercializadas, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O percentual correspondeu a uma moto a cada três vendidas no país.
PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 3,24 MILHÕES (ABRIL/2026)
- 3,09 MILHÕES (ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 4,9%
VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 505,15 MIL (JANEIRO-ABRIL/2026)
- 470,76 MIL (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 7,3%
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 10,75 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2026)
- R$ 9,64 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 11,5%
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 21,54 MIL (ABRIL/2026)
- R$ 20,77 MIL (ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 3,7%
CONTEMPLAÇÕES* (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 235,66 MIL (JANEIRO-ABRIL/2026)
- 232,69 MIL (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 1,3%
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO.
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 5,01 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2026)
- R$ 4,75 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 5,5%
VEÍCULOS PESADOS (CAMINHÕES, ÔNIBUS, SEMIRREBOQUES, TRATORES, IMPLEMENTOS)
TÍQUETE MÉDIO EM ALTA IMPULSIONA RETOMADA DOS NEGÓCIOS NOS NEGÓCIOS NO PRIMEIRO QUADRIMESTRE
Por meio dos indicadores, foi possível observar que, de janeiro a abril deste ano, as vendas de cotas no setor de veículos pesados registraram recuperação que apontam progresso gradativo nos diversos tipos de produtos.
Enquanto os volumes de adesões cresceram e apresentaram aumento de 26,3% de abril sobre janeiro, as comparações percentuais com os mesmos meses do ano passado, que atingiram 15,2% em fevereiro, foram diminuindo, baixando até 8,8% em abril.
Somente no quarto mês, abril, houve evolução de 28,3% no tíquete médio ante o do ano passado. Este aumento foi uma das razões para a reversão da tendência e estabilidade dos negócios, justificada inclusive pela busca de créditos maiores entre os participantes. Nas somas mensais, a exemplo das adesões, houve alta, 40,3%, de abril sobre janeiro.
Os consorciados ativos de abril seguiram avançando, 2,9% mais que o do mesmo mês de um ano atrás.
Em resumo: quatro indicadores do setor de pesados mostraram-se positivos, um estável e um retração, neste quadrimestre.
O setor de Veículos Pesados, que reúne estimativamente 51,0% de consorciados de máquinas agrícolas, 41,0% de caminhões e 8,0% de implementos rodoviários e agrícolas, aeronaves, embarcações, ônibus entre outros, sinalizou viés de reação no geral.
PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 908,43 MIL (ABRIL/2026)
- 882,75 MIL (ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 2,9%
VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 57,01 MIL (JANEIRO-ABRIL/2026)
- 62,53 MIL (JANEIRO-ABRIL/2025)
RETRAÇÃO: 8,8%
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 13,92 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2026)
- R$ 13,82 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2025)
ESTÁVEL
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 281,16 MIL (ABRIL/2026)
- R$ 219,16 MIL (ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 28,3%
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 35,51 MIL (JANEIRO-ABRIL/2026)
- 33,92 MIL (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 4,7%
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 8,54 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2026)
- R$ 7,44 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 14,8%
VEÍCULOS PESADOS (MÁQUINAS AGRÍCOLAS)
BALANÇO ESTIMADO DOS 51% RELATIVOS A MÁQUINAS AGRÍCOLAS
Os resultados apresentados refletem somente a proporção de 51,0% de participação dos consorciados de máquinas agrícolas no total dos Veículos Pesados. Desta forma, os dados a seguir retratam somente os indicadores de vendas, volume de negócios, contemplações, créditos concedidos e participantes ativos em crescimento ou em retração. O tíquete médio foi mantido.
PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 463,30 MIL (ABRIL/2026)
- 450,20 MIL (ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 2,9%
VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 29,08 MIL (JANEIRO-ABRIL/2026)
- 31,89 MIL (JANEIRO-ABRIL/2025)
RETRAÇÃO: 8,8%
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 7,10 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2026)
- R$ 7,05 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2025)
ESTÁVEL
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 281,16 MIL (ABRIL/2026)
- R$ 219,16 MIL (ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 28,3%
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 18,11 MIL (JANEIRO-ABRIL/2026)
- 17,30 MIL (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 4,7%
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 4,36 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2026)
- R$ 3,79 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 15,0%
VEÍCULOS PESADOS (CAMINHÕES)
BALANÇO ESTIMADO DOS 41,0% RELATIVOS A CAMINHÕES
Os resultados apresentados refletem somente a proporção de 41,0% de participação dos consorciados de caminhões no total dos Veículos Pesados. Desta forma, os dados a seguir retratam somente os indicadores de vendas, volume de negócios, contemplações, créditos concedidos e participantes ativos em crescimento ou em retração. O tíquete médio foi mantido.
As 14,56 mil contemplações só de caminhões, relativas aos 41,0% dos Veículos Pesados, acontecidas no quadrimestre, janeiro a abril, corresponderam a potencial compra de 32,8% do mercado interno que, quando somadas às 30,42 mil divulgadas pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), totalizaram 44,98 mil unidades vendidas. O percentual equivaleria a um caminhão a cada três comercializados no país.
PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 372,46 MIL (ABRIL/2026)
- 361,93 MIL (ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 2,9%
VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 23,37 MIL (JANEIRO-ABRIL/2026)
- 25,64 MIL (JANEIRO-ABRIL/2025)
RETRAÇÃO: 8,9%
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 5,71 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2026)
- R$ 5,67 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2025)
ESTÁVEL
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 281,16 MIL (ABRIL/2026)
- R$ 219,16 MIL (ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 28,3%
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 14,56 MIL (JANEIRO-ABRIL/2026)
- 13,91 MIL (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 4,7%
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 3,50 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2026)
- R$ 3,05 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 14,8%
VEÍCULOS PESADOS (DEMAIS BENS)
BALANÇO ESTIMADO DOS 8,0% RELATIVOS A OUTROS BENS COMO IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS E AGRÍCOLAS, ÔNIBUS, EMBARCAÇÕES E AERONAVES
Os resultados apresentados refletem somente a proporção de 8,0% de participação dos consorciados de ônibus, aeronaves, embarcações, implementos rodoviários e agrícolas, entre outros, no total dos Veículos Pesados. Desta forma, os dados a seguir retratam somente os indicadores de vendas, volume de negócios, contemplações, créditos concedidos e participantes ativos em crescimento ou em retração. O tíquete médio foi mantido.
PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 72,67 MIL (ABRIL/2026)
- 70,67 MIL (ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 2,8%
VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 4,56 MIL (JANEIRO-ABRIL/2026)
- 5,00 MIL (JANEIRO-ABRIL/2025)
RETRAÇÃO: 8,8%
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 1,11 BILHÃO (JANEIRO-ABRIL/2026)
- R$ 1,11 BILHÃO (JANEIRO-ABRIL/2025)
ESTÁVEL
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 281,16 MIL (ABRIL/2026)
- R$ 219,16 MIL (ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 28,3%
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 2,84 MIL (JANEIRO-ABRIL/2026)
- 2,71 MIL (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 4,8%
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 683,20 MILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2026)
- R$ 595,20 MILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 14,8%
IMÓVEIS
EM ABRIL, PARTICIPANTES ATIVOS ATINGEM INÉDITOS TRÊS MILHÕES.
NEGÓCIOS E ADESÕES CRESCEM MAIS DE 40% NO QUADRIMESTRE
O consórcio de imóveis, terceiro maior setor em número de consorciados no Sistema de Consórcios, alcançou a marca inédita de três milhões de participantes ativos em abril. O volume foi resultado do crescimento de 48,4% nas vendas de cotas no acumulado de janeiro a abril deste ano versus as do ano passado. Por decorrência, foram gerados negócios que avançaram 41,4% no mesmo período.
Paralelamente, notou-se que o total de 166,56 mil adesões, registradas em abril, foi o maior nos últimos dez anos com consequentes 557,49 mil no acumulado quadrimestral deste ano. A razão deste alcance esteve na maior contratação de créditos menores, cujo tíquete médio mensal anotou retração de 16,4%, ficando em R$ 179,93 mil versus anteriores R$ 215,26 mil.
As pouco mais de 45 mil contemplações, ocorridas no primeiro trimestre deste ano, se destacaram no total setorial. A possível injeção financeira, em apenas três meses, foi de R$ 8,45 bilhões. Os resultados apontaram potencial participação de 26,5% da modalidade no total de 170,67 mil imóveis financiados no período, incluindo os consórcios, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
UTILIZAÇÃO DO FGTS NO CONSÓRCIO DE IMÓVEIS – JANEIRO-ABRIL DE 2026
Nos quatro primeiros meses do ano de 2026, houve 1.547 consorciados-trabalhadores, participantes dos grupos de consórcios de imóveis, que utilizaram parcial ou totalmente seus saldos nas contas do FGTS para pagar parcelas, ou quitar débitos, bem como ofertar valores em lances ou complementar créditos, totalizando R$ 136,28 milhões, de acordo com o Gepas/Caixa.
PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 3,00 MILHÕES (ABRIL/2026)
- 2,25 MILHÕES (ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 33,3%
VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 557,49 MIL (JANEIRO-ABRIL/2026)
- 375,58 MIL (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 48,4%
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 104,61 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2026)
- R$ 73,96 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 41,4%
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 179,93 MIL (ABRIL/2026)
- R$ 215,26 MIL (ABRIL/2025)
RETRAÇÃO: 16,4%
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 56,36 MIL (JANEIRO-ABRIL/2026)
- 47,46 MIL (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 18,8%
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 10,61 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2026)
- R$ 9,34 BILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 13,6%
ELETROELETRÔNICOS E OUTROS BENS MÓVEIS DURÁVEIS
VENDAS DE COTAS CRESCEM MAIS DE 50% E NEGÓCIOS AVANÇAM QUASE 200% NO PRIMEIRO QUADRIMESTRE
Ao encerrar o primeiro quadrimestre, o consórcio de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis mostrou o acumulado das adesões evoluindo 51,4% sobre o ano passado. Por decorrência, os negócios realizados aumentaram em 195,3%, no mesmo período, considerando a alta de 66,9% do tíquete médio de abril.
Apesar dos bons resultados, as contemplações anotaram retração, enquanto os créditos concedidos, na contramão, avançaram positivamente. Também os participantes apresentaram pequena redução.
O consórcio de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis vem se atualizando com presença de novos produtos, especialmente agregando inovações tecnológicas e o desejo do consumidor de renovar ou atualizar seus eletrônicos e mobiliários.
Ao longo do quadrimestre, houve sequência da retomada dos negócios iniciada no final do ano passado. O maior interesse esteve nas cotas de telefones celulares entre os diversos tipos de bens móveis e duráveis disponíveis.
PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 259,03 MIL (ABRIL/2026)
- 267,89 MIL (ABRIL/2025)
RETRAÇÃO: -3,3%
VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 71,84 MIL (JANEIRO-ABRIL/2026)
- 47,44 MIL (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 51,4%
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 1,22 BILHÃO (JANEIRO-ABRIL/2026)
- R$ 413,12 MILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 195,3%
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 19,75 MIL (ABRIL/2026)
- R$ 11,83 MIL (ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 66,9%
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 13,62 MIL (JANEIRO-ABRIL/2026)
- 18,59 MIL (JANEIRO-ABRIL/2025)
RETRAÇÃO: 26,7%
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 220,19 MILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2026)
- R$ 164,24 MILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 34,1%
SERVIÇOS
NEGÓCIOS CRESCEM 43,5% A PARTIR DO AVANÇO DE 27,8% NAS VENDAS DE COTAS NO PRIMEIRO QUADRIMESTRE
Nos quatro primeiros meses do ano, houve continuidade na forte retomada das vendas de cotas e nos correspondentes negócios sobre o mesmo período do ano passado. O destaque das adesões foi o total de abril, 6,69 mil cotas, o maior volume desde julho de 2022. Houve crescimento em cinco dos seis indicadores e só uma retração.
Foram realizados pouco mais de R$ 477 milhões em negócios, a partir da venda acumulada de mais de 23 mil cotas no quadrimestre.
A diversidade e a flexibilidade de usos quando das contemplações são as principais diferenças do consórcio de serviços que permitem diversificar as utilizações dos créditos.
PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 132,17 MIL (ABRIL/2026)
- 123,94 MIL (ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 6,6%
VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 23,02 MIL (JANEIRO-ABRIL/2026)
- 18,01 MIL (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 27,8%
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 477,09 MILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2026)
- R$ 332,50 MILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 43,5%
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 19,68 MIL (ABRIL/2026)
- R$ 18,37 MIL (ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 7,1%
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE CONTRATAR SERVIÇOS)
- 15,03 MIL (JANEIRO-ABRIL/2026)
- 12,63 MIL (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 19,0%
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 309,09 MILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2026)
- R$ 233,05 MILHÕES (JANEIRO-ABRIL/2025)
CRESCIMENTO: 32,6%
.............................................................................................................................
NOVO SITE DA ABAC ESTÁ NO AR
Com mais conteúdo e maior facilidade de acesso, o novo site, colocado no ar recentemente, visa atender as necessidades do mercado consorcial ao informar e orientar consumidores sobre o mecanismo. O portal apresenta conteúdo mais completo, atendendo às informações mais procuradas, com visual impactante, atualizado e funcional.
A partir de um design moderno e responsivo, a conexão ao https://abac.org.br permite acessos aos consumidores, público em geral, participantes do Sistema de Consórcios, profissionais, empreendedores, empresários, jornalistas, a obterem dados e orientações navegando de forma simples, ampliando conhecimentos, facilitando análises e decisões.
CARTILHA DIGITAL
A ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios disponibiliza a cartilha digital
Transforme Sonhos em Projetos – Planejamento, Poupança e Crédito Consciente.
Com conteúdo orientando a transformação de sonhos em projetos, a cartilha é baseada na essência da educação financeira, que ensina a gerenciar o dinheiro, planejar e poupar para o futuro, e, inclusive, se proteger contra fraudes.
Para logar a cartilha digital, acesse o site https://abac.org.br e clique em Blog da ABAC – Educação Financeira.
SABER FINANCEIRO - UM SITE FOCADO EM EDUCAÇÃO FINANCEIRA
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios disponibiliza um canal de comunicação para consumidores e investidores financeiros focado no tema "Educação Financeira".
O site https://saberfinanceiro.org.br - disponibiliza conteúdo exclusivo sobre o assunto, que possibilita aos interessados testar seus conhecimentos e melhorar sua compreensão sobre o mercado financeiro.
GUIA CONSÓRCIOS DE A A Z
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios coloca à disposição o Guia Consórcios de A a Z. Todas as informações sobre o Sistema de Consórcios, desde a adesão até o encerramento do grupo.
Acesse: https://materiais.abac.org.br/guia-consorcio-de-a-a-z
PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO ABAC - PCA 10
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios oferece o Programa de Certificação ABAC, destinado aos profissionais de vendas e representantes de administradoras de consórcios, sejam associadas ou não à entidade de classe. Trata-se da primeira certificação exclusiva do Sistema de Consórcios, o PCA10.
Saiba mais em https://certificacaoabac.org.br.
LINKEDIN
Acompanhe também os consórcios pelo https://www.linkedin.com/company/abacassociacao
CADASTRO PARA IMPRENSA
Jornalista, cadastre-se na sala de imprensa do nosso site e receba periodicamente os releases com resultados e outras informações sobre o Sistema de Consórcios:
https://abac.org.br/imprensa/cadastro-de-jornalistas
Mais informações:
Jornais, Emissoras de Televisão, Revistas, Sites e Emissoras de Rádio
Claudio Licciardi
Celular: (11) 9.8258-0444
E-mail: [email protected]