Matéria de junho de 2026 – Dados de maio de 2026

DECISÃO DE CONSUMIDOR APOIA-SE EM MOTIVAÇÕES DIVERSAS

Há controvérsias na relação de taxas de juros e vendas de cotas de consórcio

O comportamento do consumidor no momento de suas escolhas é de difícil previsão. Quaisquer influências se tornam totalmente subjetivas mesmo quando considerados os tradicionais fatores de indução.

De uma simples compra a um investimento, os impulsos são pessoais sem razões exteriores pré-definidas. Seguidores do austríaco-britânico Friedrich Hayek enfatizam que economias não são objetos ou mecanismos que podem ser controlados, mas sim sistemas complexos a serem entendidos.

A essência dessa teoria defende que o planejamento central não pode substituir a eficiência do mercado por meio de manipulações de preços e juros. Hayek adverte que, diz Luiz Antonio Barbagallo, economista da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), “as informações dos consumidores e agentes da economia não estão centralizadas, ou seja, o papel do mercado é fundamental”.

“Na teoria de Hayek”, continua Barbagallo, “a fundamentação está na qual uma sociedade tem o conhecimento disperso em milhões de consumidores, e diante disso temos múltiplas preferências, relações de custo diferentes por região e tempo”. O economista da ABAC complementa sintetizando que “isso tudo não pode estar contido em uma única equação, indivíduo ou instituição”.

Ao cogitar que as motivações dos consumidores são diversas, é possível chegar à conclusão de que nenhum tipo de planejamento centralizado pode controlá-lo plenamente.

Ao retomar as controvérsias na relação de taxas de juros e vendas de cotas de consórcio, Barbagallo argumenta que “está aí um exemplo de como uma medida governamental muitas vezes não tem o efeito que se espera sobre um mercado específico”.

Se em tese, por impulsos naturais, a elevação das taxas de juros estimulasse imediatamente os consumidores a partir para mecanismos de financiamento mais baratos como o consórcio, o raciocínio do economista conclui, inversamente, que “a diminuição das taxas, também em tese, provocaria rejeição ao consórcio. No entanto, empiricamente nota-se que isto não ocorre, não é uma verdade”. E exemplifica, lembrando que, “na época da pandemia, em 2021, a taxa Selic era de 4,4% e as vendas de cotas cresceram 14,7%”. Em contrapartida, em 2016, as vendas caíram 4,8% e a taxa Selic estava no elevado patamar de 14,03%.

Por outro lado, as pesquisas encomendadas anualmente pela ABAC demonstraram que consumidores têm diferentes motivações ao aderir a um grupo de consórcio. “O custo, sem dúvida é um fator, mas não é o único”, diz o economista. “Nos deparamos com múltiplas respostas como o momento de vida, por exemplo, no depoimento: “Eu creio que agora, aos vinte e um anos, estou num momento de transformação. Estou estudando, trabalhando, fui promovido no trabalho. Tenho tempo para investir agora e já pensar no meu futuro”. Outros diferem com sonhos que incluem disciplina de poupar, porém há os que não a consideram com regularidade.

Sob variados ângulos, as respostas sobre as características do consórcio são reconhecidas como “um investimento a longo prazo: a forma de viabilizar a compra do bem desejado com juros bem menores que um financiamento” lembram, ainda, “a falta de disciplina: tentam guardar dinheiro por conta própria, sem êxito”. E, “na primeira emergência a reserva financeira é utilizada”.

Há os que acrescentam que “o brasileiro adora um boleto e por virar motivo de brincadeira entendem que “a única forma de poupar é com um boleto para pagar”, “uma forma de manter o controle sobre os gastos”.

Todavia, existe ainda os que confiam no consórcio a partir da paciência, estratégia e sorte. Assinalam ser um processo de longo prazo que pode ser encurtado com um pouco de sorte e estratégia por meio da oferta de lances.

Os mais fiéis acreditam na recompra, afirmando que quem já fez uma vez e deu certo se anima e faz a segunda, a terceira e assim por diante.

“A atração por um crédito mais acessível é um diferencial”, atenta Barbagallo, “pois sejam quais forem as taxas de juros, no cálculo do consumidor o consórcio é sempre mais barato. Ao relembrar os questionamentos de Hayek, fica a pergunta sobre como colocar todos os fatores identificados nas pesquisas, em uma equação?”

As variadas respostas evidenciam a dispersão de razões que estimulam adesões ao consórcio:

  • Produto flexível e que cabe no bolso;
  • Viabilização da compra do que deseja;
  • Acesso a um bem mais caro do que poderia hoje;
  • Autorrealização, uma conquista, um presente;
  • Compromisso com o futuro;
  • Investimento a longo prazo no sentido de conquista;
  • Autocontrole, uma forma de não se sabotar;
  • Desenvolvimento da essência da educação financeira, com responsabilidade;
  • Chance e expectativa de contemplação rápida.

Ao concluir, Barbagallo lembra que “todos os fatores descritos indicam que o consórcio não é um produto pura e simplesmente analisado apenas sob seu aspecto financeiro. Há todo um contexto na mente do consumidor que faz com que haja uma identificação do produto com seus sonhos”.

Para contribuir com o aperfeiçoamento das normas e dos mecanismos do Sistema de Consórcios, Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da associação, enfatiza que “a ABAC visa também informar e conscientizar o público em geral no intuito de difundir e ampliar conhecimentos sobre a modalidade, realizando periodicamente levantamentos de mercado que possibilitam atualizações e evoluções”.

 

Complementa ainda que “o natural desenvolvimento do comportamento do consumidor, apoiado em vários fatores pessoais, nos leva a, constantemente, pesquisar e observar os resultados para identificarmos necessidades momentâneas, expectativas e oportunidades”.

CONSÓRCIO ULTRAPASSA MARCA DE 13 MILHÕES DE PARTICIPANTES EM MAIO

Em cinco meses, vendas somaram 2,36 milhões de cotas com negócios acumulando R$ 232,94 bilhões

O Sistema de Consórcios atingiu 13,03 milhões de participantes ativos em maio, marca inédita na história de mais de 63 anos, registrando 11,1% acima dos 11,73 milhões alcançados no mesmo do mês do ano passado.

Desde os 3 milhões em janeiro de 2005 até chegar ao recorde de 13 milhões em maio deste ano, vários fatores contribuíram para que o alcance de cada milhão de participantes ativos fosse conquistado.

 

A ampliação ou redução dos prazos das marcas foram atingidos em razão de oscilações na economia, maior conhecimento da educação financeira, pesquisas e comparações de custos e oportunidades, gestão das finanças pessoais.

 

Importante destacar que nos últimos cinco anos, a partir da pandemia, houve aceleração nas adesões provocando diminuição dos intervalos com períodos variando de 16 a 10 meses, o que evidenciou maior confiança e mais credibilidade no Sistema de Consórcios acelerando cada novo êxito.

As vendas nos cinco primeiros meses acumularam 2,36 milhões de cotas, 14,0% mais que as 2,07 milhões do mesmo período de 2025. Outro destaque em maio, foi o recorde de adesões do ano em veículos pesados que superou 18,80 mil cotas, sinalizando boas perspectivas para os próximos meses.

Também os decorrentes negócios realizados cresceram. Na somatória de janeiro a maio deste ano sobre a do ano anterior, a alta foi de 24,9%. O salto foi de R$ 186,55 bilhões para R$ 232,94 bilhões.

Ao chegar a 13,03 milhões de participantes ativos em maio deste ano, ficou registrado 58,7% de crescimento sobre os 8,21 milhões anotados em janeiro de 2022. Neste período, pouco mais de quatro anos, foram obtidos 52 recordes consecutivos, com exceção de abril de 2023.

Ainda de janeiro a maio, o acumulado de contemplações, ocasião que os créditos concedidos podem ser transformados em bens e serviços, alcançou 753,58 mil, 4,3% mais que as 722,75 mil do mesmo período de 2025. Os correspondentes créditos concedidos totalizaram R$ 53,83 bilhões, potencialmente injetados na economia, 13,8% superiores aos R$ 47,32 bilhões anteriores.

     

O tíquete médio de maio apontou R$ 109,57 mil. O aumento foi de 12,3% sobre o do mesmo mês de 2025, quando havia atingido R$ 97,60 mil. O avanço reafirma o interesse do brasileiro por cotas de valores maiores, compatíveis com sua renda.

“Nos primeiros cinco meses deste ano, o Sistema de Consórcios ratificou a normalidade do ritmo dos negócios, apesar da alta da inflação e a influência da desaceleração da economia nacional. No panorama consorcial, quase todos os indicadores mostraram-se positivos, que permitiram a sequência de crescimento anotada ao longo dos últimos anos. Com o conhecimento da essência da educação financeira e aplicando o planejamento para aderir ao mecanismo, o brasileiro tem, mais e mais vezes, optado pelo consórcio na hora de adquirir bens ou contratar serviços”, destaca Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC).

 

DETALHES DOS INDICADORES

 

VENDAS DE COTAS

Nos cinco meses, o destaque nas vendas foi o total de comercializações de cotas de veículos pesados em maio: 18,82 mil, depois de anotar 12,98 mil, em janeiro, 12,04 mil, em fevereiro, 15,59 mil, em março, e 16,40 mil, em abril. No consórcio de imóveis, sobressaíram-se também as 148,94 mil adesões de maio, acima da média mensal do ano de 141,29 mil.

 

No acumulado das adesões, 2,36 milhões, a distribuição por setor ficou assim: 824,39 mil de veículos leves; 706,43 mil de imóveis; 639,30 mil de motocicletas; 87,13 mil de eletroeletrônicos; 75,84 mil de veículos pesados, e 28,42 mil de serviços.

 

Percentualmente nos seis segmentos, cinco registraram alta na soma das vendas: imóveis, com 43,7%; eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, com 32,7%; serviços, com 17,3%; motocicletas, com 8,0%; e veículos leves, com 1,2%. Houve apenas uma retração: veículos pesados, com (-9,1%), contudo, observou-se tendência de melhora nos desempenhos mensais neste segmento.

 

CONTEMPLAÇÕES

Nas contemplações, a somatória do período registrou 4,3% de alta no volume deste ano, 753,58 mil consorciados contemplados em 2026, ante os 722,75 mil, em 2025.

 

Por setor, ficaram assim distribuídos: 319,89 mil em veículos leves; 287,66 mil em motocicletas; 67,84 mil em imóveis; 42,83 mil em veículos pesados; 18,28 mil em serviços; e 17,08 mil de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis.

 

PARTICIPANTES ATIVOS

Os percentuais de consorciados ativos em cada setor estiveram assim divididos: 42,4% nos veículos leves; 24,9 nas motocicletas; 22,9% nos imóveis; 6,7% nos veículos pesados; 2,1% nos eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis; e 1,0% nos serviços.

 

Em cada segmento, no qual o consórcio está presente, dos 13,03 milhões de participantes ativos, a soma ficou assim: 5,53 milhões em veículos leves; 3,25 milhões em motocicletas; 2,98 milhões em imóveis; 877,08 mil em veículos pesados; 261,46 mil em eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis; e 130,29 mil em serviços.

TÍQUETE MÉDIO EM CINCO ANOS

Ao analisar o comportamento dos tíquetes nos meses de maio nos intervalos dos últimos cinco anos, verificou-se valorização nominal de 64,7% na evolução dos valores médios registrados. Ao descontar a inflação (IPCA) de 19,70% do período, na relação da diferença de R$ 66,53 mil, de maio de 2022, para R$ 109,57 mil, no mesmo mês de 2026, houve elevação real de 37,6%.

A IMPORTÂNCIA DOS CONSÓRCIOS NA CADEIA PRODUTIVA

Ao longo dos anos, o consórcio tem sido a opção mais simples e econômica para o consumidor atingir seus objetivos de consumo ou patrimoniais com planejamento a médio e longo prazos. No setor dos veículos leves, de janeiro a maio, a potencial presença foi de um a cada três veículos leves vendidos no país.

 

Ao participar da programação da produção industrial em diversos segmentos na qual está presente, no setor de motocicletas, por exemplo, o mecanismo também evoluiu. Nos cinco primeiros meses de 2026, as contemplações possibilitaram a potencial aquisição de uma moto a cada três comercializadas no mercado interno.

 

Entre os veículos pesados, a modalidade sinalizou também um a cada três caminhões negociados para ampliação ou renovação de frotas para o setor de transportes, com destaque especial para utilização no agronegócio.

 

No resumo de janeiro a maio da potencial participação das contemplações do consórcio foram liberados mais de R$ 39,98 bilhões, somente para os veículos automotores. O consórcio atingiu 29,1% de possível presença no setor de automóveis, utilitários e camionetas. No de motocicletas, houve 29,4% de provável participação, e no de veículos pesados, a relação para caminhões foi de 31,3%, no período.

            

No segmento imobiliário, no primeiro quadrimestre deste ano, as contemplações representaram potenciais 23,8% de participação no total de 237,26 mil imóveis financiados, incluindo recursos das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e dos consórcios, potencialmente um imóvel a cada quatro comercializados.

“Importante lembrar que, ao longo dos meses, muitos créditos liberados por ocasião das contemplações no Sistema de Consórcios não são transformados de imediato em bens ou em contratações de serviços”, detalha Rossi. “Há créditos de consorciados contemplados que ainda estão pendentes de utilização em vários segmentos. Por esta razão, divulgamos dois tipos de classificações: primeiro, as estimativas de potenciais transformações dos créditos em bens nos mercados de cada setor e, na sequência, relativas às aquisições efetivamente realizadas”, completa.

PARTICIPAÇÃO DAS AQUISIÇÕES DE VEÍCULOS VIA CONSÓRCIO NAS VENDAS NO MERCADO INTERNO DE JANEIRO A MAIO DE 2026

Ao utilizar os dados divulgados pela B3 de janeiro a maio deste ano, os percentuais de aquisição de veículos automotores realizados via consórcio confirmaram a presença e o gradativo crescimento do mecanismo nas vendas no mercado interno.

A participação dos consórcios, incluindo leves, motos, caminhões, implementos rodoviários e ônibus, considerando os indicativos de novos e seminovos, variaram de 6,1% a 35,5% entre os totais individuais no período. Cada percentual registrou o interesse dos consumidores, pessoas físicas e jurídicas, pela modalidade como forma de usufruir das características básicas como parcelas acessíveis, não cobrança de juros, prazos longos, poder de compra à vista, isento de cobranças retroativas e de IOF, entre outros.

No segmento de veículos leves, observou-se que, do total geral, 8,6% foram realizados com créditos concedidos por contemplações, enquanto 91,4% originaram-se dos financiamentos.

Na divisão entre novos e usados, verificou-se que 10,3% dos veículos zero km foram comercializados via consórcio enquanto 89,7% foram por financiamentos. Nos seminovos, houve 8,1% pelo consórcio e 91,9% por financiamentos.

No segmento das duas rodas, observou-se que, do volume comercializado no mercado nacional, 27,6% foram utilizados a partir de créditos concedidos por consórcio, e 72,4% provenientes de financiamentos.

 

Ao separar em novas e usadas, 35,5% foram registrados nas motos zero via consórcio e 64,5% foram por financiamentos. Nas seminovas, houve 6,1% pela modalidade consorcial e 93,9% por financiamentos.

No segmento dos veículos pesados, os caminhões mostraram que, do total vendido internamente, 12,1% foram com uso de créditos liberados por consórcio e 87,9% procedentes de financiamentos.

Na separação entre novos e usados, houve 10,4% de caminhões zero comercializados via consórcio e 89,6% por financiamentos. Os seminovos somaram 13,0% via Sistema de Consórcios, enquanto 87,0% foram por financiamentos.

Ainda em veículos pesados, os implementos rodoviários totalizaram 23,4% de vendas pelo consórcio e 76,6% resultante de outras linhas de crédito, no mercado interno.

Na análise entre novos e usados, houve 24,1% de semirreboques zero comercializados via consórcio e 75,9% pelos vários tipos de financiamentos. Paralelamente, os seminovos atingiram 22,7% pelas contemplações e 77,3% por empréstimos variados.

Ainda em veículos pesados, os ônibus totalizaram 10,3% de vendas pelo consórcio e 89,7% foram resultantes de outras linhas de crédito, no mercado interno.

Na análise entre novos e usados, houve 9,3% de ônibus zero emplacados via consórcio e 90,7% pelos vários tipos de financiamentos. Paralelamente, os seminovos atingiram 10,7% pelas contemplações e 89,3% por empréstimos variados.

O CONSÓRCIO E A ECONOMIA NACIONAL

O Sistema de Consórcios segue como importante participante em praticamente todos os principais segmentos da economia brasileira como o de automotores, que inclui veículos leves, motocicletas e veículos pesados; imóveis, serviços e eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis. Gradativamente, vem expandindo seu market share no mercado financeiro. Sem gerar inflação, o mecanismo tem proporcionado a concretização de inúmeros objetivos e vem alavancando a produção industrial.

 

Com este cenário, o consórcio vem provocando mudanças de hábitos do consumidor. Entre os principais fatores para adesão está a renda do brasileiro. Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a renda média mensal real do trabalhador brasileiro, no primeiro trimestre deste ano, atingiu R$ 3.722,00, considerando todas as fontes de renda. O valor reflete um aumento em comparação a 2024 e 2025, evidenciando recuperação e crescimento dos rendimentos no país.

 

Em paralelo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), aumentou 0,58% em maio, acumulando 4,72% nos últimos doze meses, acima do teto estabelecido. A principal influência foi a pressão do grupo Alimentação e Bebidas, que representou metade da inflação do mês.

 

Ao analisar o cenário nacional, Rossi destacou que “os constantes bons resultados do Sistema de Consórcios, mostrados pelos indicadores, reproduzem as atitudes do consumidor que tem gerenciado suas finanças pessoais, ao planejar o futuro, iniciando por pesquisas e, posteriormente, decidindo muitas vezes pela modalidade. Por consequência, tem estado mais presente na economia nacional”.

O SISTEMA DE CONSÓRCIOS NA DÉCADA, DE 2017 A 2026

Nos últimos dez anos, em meses de maio, os 13,03 milhões de participantes ativos de 2026 ultrapassaram os totais contabilizados de 2017 até 2025, assinalando novo recorde, apontando crescimento de 88,0% no período.

Na década, houve ainda total inédito nas vendas de cotas, em 2026, somente no acumulado dos meses de janeiro a maio. O recorde de 2,36 milhões de adesões foi o maior volume alcançado de 2017 a 2026. No período, foi registrado crescimento de 158,6%.

No total de consorciados contemplados, considerados somente as somatórias nos cinco primeiros meses dos últimos dez anos, a marca de 753,58 mil de 2026 ficou em primeiro lugar, a melhor da década. No período, houve crescimento de 49,8%.

NÚMEROS DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS
ESTIMATIVAS SEGUNDO A ASSESSORIA ECONÔMICA DA ABAC 

RESUMO DOS INDICADORES - GERAL E SETORIAIS 

O SISTEMA DE CONSÓRCIOS - GERAL 

Em maio, ao completar os cinco primeiros meses do ano, o Sistema de Consórcios conquistou o recorde histórico em consorciados ativos ao superar treze milhões. O balanço estimativo de janeiro a maio foi preparado considerando a avaliação de dados fornecidos pela maioria significativa das associadas da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), preparada pela assessoria econômica da entidade.

 

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS EM GRUPOS EM ANDAMENTO)

- 13,03 MILHÕES (MAIO/2026)

- 11,73 MILHÕES (MAIO/2025)

CRESCIMENTO: 11,1%

 

VENDAS DE COTAS (ADESÕES)

- 2,36 MILHÕES (JANEIRO-MAIO/2026)

- 2,07 MILHÕES (JANEIRO-MAIO/2025)

CRESCIMENTO: 14,0%

 

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS

- R$ 232,94 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2026)

- R$ 186,55 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2025)

CRESCIMENTO: 24,9%

 

 

TÍQUETE MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)

- R$ 109,57 MIL (MAIO/2026)

- R$   97,60 MIL (MAIO/2025)

CRESCIMENTO: 12,3%

 

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)

- 753,58 MIL (JANEIRO-MAIO/2026)

- 722,75 MIL (JANEIRO-MAIO/2025)

CRESCIMENTO: 4,3%

 

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS

- R$ 53,83 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2026)

- R$ 47,32 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2025)

CRESCIMENTO: 13,8%

 

Com a divulgação do PIB brasileiro de 2024 que alcançou R$ 11,7 trilhões, a participação dos R$ 719,0 bilhões dos ativos administrados no Sistema de Consórcios, em 2024, atingiu 6,1%, crescendo 0,8 ponto percentual sobre a de 2023.

 

ATIVOS ADMINISTRADOS*

- R$ 719 BILHÕES (DEZEMBRO/2024)

- R$ 574 BILHÕES (DEZEMBRO/2023)

CRESCIMENTO: 25,3%

 

Ainda em 2024, o Patrimônio Líquido Ajustado (PLA) do Sistema de Consórcios alcançou R$ 20,92 bilhões, 8,6% maior que os R$ 19,27 bilhões obtidos em 2023, proporcionando maior segurança.

 

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO*

- R$ 20,92 BILHÕES (DEZEMBRO/2024)

- R$ 19,27 BILHÕES (DEZEMBRO/2023)

CRESCIMENTO: 8,6%

PARTICIPAÇÃO NO PIB DE 2024

6,1% - Calculado com base no valor de R$ 719 bilhões (Ativos Administrados de dez/24).

TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES PAGOS*
- R$ 3,48 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
- R$ 2,84 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2023)
CRESCIMENTO: 22,5%
Fontes:
  *) Banco Central do Brasil
**) ABAC 

O SISTEMA DE CONSÓRCIOS - SETORES  

VEÍCULOS AUTOMOTORES EM GERAL (LEVES, PESADOS E MOTOS)
QUASE R$ 40 BILHÕES INJETADOS POTENCIALMENTE NO MERCADO AUTOMOTIVO NOS CINCO PRIMEIROS MESES

As vendas de cotas, ocorridas nos grupos de consórcio de automotores, que inclui veículos leves, motocicletas e veículos pesados, anotaram aumentos nos cinco primeiros meses do ano. Paralelamente, os outros quatro indicadores também apresentaram crescimento. A normalidade dos negócios vem sinalizando performances positivas com boas expectativas para os próximos meses.

Os créditos concedidos no Sistema de Consórcios no total entre financiamentos, leasing e consórcios do setor automotivo, divulgado pelo Banco Central do Brasil, apresentou retração de 1,5 ponto percentual, diminuindo de 32,7%, de janeiro a abril de 2025, para 31,2%, no mesmo período deste ano.

Dos 9,66 milhões de consorciados ativos em veículos automotores, 57,2% participaram dos grupos de veículos leves, 33,7% nos de motocicletas e 9,1% nos de veículos pesados.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 9,66 MILHÕES (MAIO/2026)
- 9,01 MILHÕES (MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 7,2%

VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 1,54 MILHÃO (JANEIRO-MAIO/2026)
- 1,49 MILHÃO (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 3,4%

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 92,83 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2026)
- R$ 87,20 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 6,5%

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM POSSIBILIDADE DE COMPRAR BENS)
- 650,38 MIL (JANEIRO-MAIO/2026)
- 628,40 MIL (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 3,5%

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 39,98 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2026)
- R$ 35,79 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 11,7%

PARTICIPAÇÃO DOS CONSÓRCIOS EM CRÉDITOS CONCEDIDOS
PERCENTUAL DO TOTAL INCLUINDO FINANCIAMENTO*, LEASING* E CONSÓRCIO**
31,2% (JAN-ABR/2026) - R$ 44,37 BILHÕES SOBRE R$ 142,28 BILHÕES
32,7% (JAN-ABR/2025) - R$ 39,82 BILHÕES SOBRE R$ 121,90 BILHÕES

Fontes:
  *) Banco Central do Brasil
**) ABAC 

VEÍCULOS LEVES NOVOS (AUTOMÓVEIS, CAMIONETAS, UTILITÁRIOS)
CRÉDITOS CONTRATADOS ACUMULARAM R$ 61 BILHÕES NOS CINCO PRIMEIROS MESES DO ANO

O maior setor em volume de consorciados ativos no Sistema, o consórcio de veículos leves atingiu R$ 61 bilhões em créditos contratados no acumulado de janeiro a maio, 8,9% acima do negociado no ano passado.

Houve ainda aumento de participantes ativos. Foram 10,2% de alta entre os 5,02 milhões de maio de 2025 para 5,53 milhões do mesmo mês deste ano. Todos os indicadores registraram avanços.

Trata-se de setor que inclui automóveis, camionetas e utilitários, cujos resultados, nestes cinco primeiros meses, já apontam boas perspectivas para os próximos meses.

As quase 320 mil contemplações em veículos leves injetaram potencialmente créditos no mercado que propiciaram 29,1% de participação nas comercializações internas, cujo total chegou a 1,10 milhão de unidades. Portanto, um veículo a cada três vendidos, considerada a divulgação da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 5,53 MILHÕES (MAIO/2026)
- 5,02 MILHÕES (MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 10,2%

VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 824,39 MIL (JANEIRO-MAIO/2026)
- 814,47 MIL (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 1,2%

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 61,00 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2026)
- R$ 56,02 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 8,9%

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 75,68 MIL (MAIO/2026)
- R$ 71,15 MIL (MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 6,4%

CONTEMPLAÇÕES* (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 319,89 MIL (JANEIRO-MAIO/2026)
- 308,78 MIL (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 3,6%
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO.

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 23,64 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2026)
- R$ 21,18 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 11,6%

MOTOCICLETAS
NEGÓCIOS CRESCEM 12,2% COM ADESÕES AVANÇANDO 8,0%, EM CINCO MESES 

No encerramento dos cinco meses, o consórcio de motocicletas, segundo colocado em número de participantes ativos, registrou avanços em todos os indicadores. Entre os destaques positivos estiveram os créditos comercializados, que cresceu 12,2%, e as vendas de cotas, com 8,0%.

Importante apontar o aumento de 4,8% em participantes ativos que saltou 3,10 milhões, de maio de 2025, para 3,25 milhões, no mesmo mês deste ano. Outro destaque foi o volume de R$ 6,13 bilhões de créditos concedidos injetados potencialmente no mercado.

As mais de 287 mil contemplações, de janeiro a maio, equivaleram a potencial compra de 29,4% do mercado interno, que totalizou 980 mil de unidades comercializadas, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O percentual correspondeu a uma moto a cada três vendidas no país.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 3,25 MILHÕES (MAIO/2026)
- 3,10 MILHÕES (MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 4,8%

VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 639,30 MIL (JANEIRO-MAIO/2026)
- 591,69 MIL (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 8,0%

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 13,63 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2026)
- R$ 12,15 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 12,2%

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 21,49 MIL (MAIO/2026)
- R$ 20,79 MIL (MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 3,4%

CONTEMPLAÇÕES* (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 287,66 MIL (JANEIRO-MAIO/2026)
- 279,95 MIL (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 2,8%
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO.

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 6,13 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2026)
- R$ 5,74 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 6,8%

VEÍCULOS PESADOS (CAMINHÕES, ÔNIBUS, SEMIRREBOQUES, TRATORES, IMPLEMENTOS)
SOMENTE CONTEMPLAÇÕES E CRÉDITOS CONCEDIDOS ANOTAM ALTA EM CINCO MESES

De janeiro a maio, os indicadores do setor de veículos pesados sinalizaram retrações em quatro de seis apontamentos: vendas de cotas, negócios, participantes e tíquete médio. Somente dois mostraram avanços: contemplações e créditos concedidos.

Apesar das reduções, as adesões no ano vêm registrando recuperação, mês após mês: 12,98 mil, em janeiro, 12,04 mil, em fevereiro, 15,59 mil, em março, 16,40 mil, em abril, e 18,82 mil em maio. Houve crescimento de 45,0% nos resultados de maio sobre os de janeiro.

Os acumulados de contemplações e de créditos concedidos anotaram avanços de 8,0% e 15,1%, respectivamente, no período.

O setor de Veículos Pesados, que reúne estimativamente 51,0% de consorciados de máquinas agrícolas, 41,0% de caminhões e 8,0% de implementos rodoviários e agrícolas, aeronaves, embarcações, ônibus entre outros, sinalizou oscilações no geral.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 877,08 MIL (MAIO/2026)
- 896,87 MIL (MAIO/2025)
RETRAÇÃO: 2,2%

VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 75,84 MIL (JANEIRO-MAIO/2026)
- 83,47 MIL (JANEIRO-MAIO/2025)
RETRAÇÃO: 9,1%

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 18,20 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2026)
- R$ 19,03 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2025)
RETRAÇÃO: 4,4%

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 227,44 MIL (MAIO/2026)
- R$ 248,80 MIL (MAIO/2025)
RETRAÇÃO: 8,6%

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 42,83 MIL (JANEIRO-MAIO/2026)
- 39,67 MIL (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 8,0%

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 10,21 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2026)
- R$ 8,87 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 15,1%

VEÍCULOS PESADOS (MÁQUINAS AGRÍCOLAS)
BALANÇO ESTIMADO DOS 51% RELATIVOS A MÁQUINAS AGRÍCOLAS

Os resultados apresentados refletem somente a proporção de 51,0% de participação dos consorciados de máquinas agrícolas no total dos Veículos Pesados. Desta forma, os dados a seguir retratam somente os indicadores de vendas, volume de negócios, contemplações, créditos concedidos e participantes ativos em crescimento ou em retração. O tíquete médio foi mantido.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 447,31 MIL (MAIO/2026)
- 457,40 MIL (MAIO/2025)
RETRAÇÃO: 2,2%

VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 38,68 MIL (JANEIRO-MAIO/2026)
- 42,57 MIL (JANEIRO-MAIO/2025)
RETRAÇÃO: 9,1%

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 9,28 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2026)
- R$ 9,71 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2025)
RETRAÇÃO: 4,4%

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 227,44 MIL (MAIO/2026)
- R$ 248,80 MIL (MAIO/2025)
RETRAÇÃO: 8,6%

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 21,84 MIL (JANEIRO-MAIO/2026)
- 20,23 MIL (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 8,0%

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 10,21 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2026)
- R$ 8,87 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 15,1%

VEÍCULOS PESADOS (CAMINHÕES)
BALANÇO ESTIMADO DOS 41,0% RELATIVOS A CAMINHÕES

Os resultados apresentados refletem somente a proporção de 41,0% de participação dos consorciados de caminhões no total dos Veículos Pesados. Desta forma, os dados a seguir retratam somente os indicadores de vendas, volume de negócios, contemplações, créditos concedidos e participantes ativos em crescimento ou em retração. O tíquete médio foi mantido.

As 17,56 mil contemplações só de caminhões, relativas aos 41,0% dos Veículos Pesados, acontecidas de janeiro a maio, corresponderam a potencial compra de 31,3% do mercado interno que, quando somadas às 38,62 mil divulgadas pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), totalizaram 56,18 mil unidades vendidas. O percentual equivaleria a um caminhão a cada três comercializados no país.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 359,60 MIL (MAIO/2026)
- 367,72 MIL (MAIO/2025)
RETRAÇÃO: 2,2%

VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 31,09 MIL (JANEIRO-MAIO/2026)
- 34,22 MIL (JANEIRO-MAIO/2025)
RETRAÇÃO: 9,1%

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 7,46 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2026)
- R$ 7,80 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2025)
RETRAÇÃO: 4,4%

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 227,44 MIL (MAIO/2026)
- R$ 248,80 MIL (MAIO/2025)
RETRAÇÃO: 8,6%

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 17,56 MIL (JANEIRO-MAIO/2026)
- 16,26 MIL (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 8,0%

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 4,19 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2026)
- R$ 3,64 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 15,1%

VEÍCULOS PESADOS (DEMAIS BENS)
BALANÇO ESTIMADO DOS 8,0% RELATIVOS A OUTROS BENS COMO IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS E AGRÍCOLAS, ÔNIBUS, EMBARCAÇÕES E AERONAVES

Os resultados apresentados refletem somente a proporção de 8,0% de participação dos consorciados de ônibus, aeronaves, embarcações, implementos rodoviários e agrícolas, entre outros, no total dos Veículos Pesados. Desta forma, os dados a seguir retratam somente os indicadores de vendas, volume de negócios, contemplações, créditos concedidos e participantes ativos em crescimento ou em retração. O tíquete médio foi mantido.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 70,17 MIL (MAIO/2026)
- 71,75 MIL (MAIO/2025)
RETRAÇÃO: 2,2%

VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 6,07 MIL (JANEIRO-MAIO/2026)
- 6,68 MIL (JANEIRO-MAIO/2025)
RETRAÇÃO: 9,1%

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 1,46 BILHÃO (JANEIRO-MAIO/2026)
- R$ 1,52 BILHÃO (JANEIRO-MAIO/2025)
RETRAÇÃO: 3,9%

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 227,44 MIL (MAIO/2026)
- R$ 248,80 MIL (MAIO/2025)
RETRAÇÃO: 8,6%

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 3,43 MIL (JANEIRO-MAIO/2026)
- 3,17 MIL (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 8,2%

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 816,80 MILHÕES (JANEIRO-MAIO/2026)
- R$ 709,60 MILHÕES (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 15,1%

IMÓVEIS
EM CINCO MESES, NEGÓCIOS AVANÇAM 40,3% COM ADESÕES AUMENTANDO 43,7%

O consórcio de imóveis, terceiro maior setor em número de consorciados no Sistema de Consórcios, manteve em maio marca próxima aos três milhões de participantes ativos obtida no mês de abril. O volume de 2,98 milhões resultou, este mês, entre outros fatores, do crescimento de 43,7% nas vendas de cotas no acumulado de janeiro a maio deste ano versus as do ano passado. Por decorrência, foram gerados negócios que avançaram 40,3% no mesmo período.

Paralelamente, notou-se que as 148,94 mil adesões de maio ficaram acima da média mensal do ano de 141,29 mil. Várias razões justificam estes volumes, especialmente aquela relativa à contratação de créditos menores, mesmo com tíquete médio mensal avançando 6,3%.

As pouco mais de 56 mil contemplações, ocorridas no primeiro quadrimestre deste ano, se destacaram no total setorial. A possível injeção financeira, em apenas quatro meses, foi de R$ 10,61 bilhões. Os resultados apontaram potencial participação de 23,8% da modalidade no total de 237,26 mil imóveis financiados no período, incluindo os consórcios, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

 

UTILIZAÇÃO DO FGTS NO CONSÓRCIO DE IMÓVEIS – JANEIRO-MAIO DE 2026

Nos cinco primeiros meses do ano de 2026, houve 1.933 consorciados-trabalhadores, participantes dos grupos de consórcios de imóveis, que utilizaram parcial ou totalmente seus saldos nas contas do FGTS para pagar parcelas, ou quitar débitos, bem como ofertar valores em lances ou complementar créditos, totalizando R$ 173,32 milhões, de acordo com o Gepas/Caixa.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 2,98 MILHÕES (MAIO/2026)
- 2,34 MILHÕES (MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 27,4%

VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 706,43 MIL (JANEIRO-MAIO/2026)
- 491,50 MIL (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 43,7%

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 137,93 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2026)
- R$ 98,34 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 40,3%

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 223,68 MIL (MAIO/2026)
- R$ 210,33 MIL (MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 6,3%

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 67,84 MIL (JANEIRO-MAIO/2026)
- 55,59 MIL (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 22,0%

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 13,18 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2026)
- R$ 11,05 BILHÕES (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 19,3% 

ELETROELETRÔNICOS E OUTROS BENS MÓVEIS DURÁVEIS
ADESÕES AUMENTAM APOIADAS NA ALTA DO TÍQUETE MÉDIO E RESULTAM EM CRESCIMENTO DOS NEGÓCIOS, NOS CINCO PRIMEIROS MESES

Ao completar cinco meses, o consórcio de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis mostrou o acumulado das vendas de cotas aumentando 32,7% apoiadas na alta de 187,5% do tíquete médio mensal. Por decorrência, os negócios realizados aumentaram em 179,5%, no mesmo período.

Mesmo com os bons resultados, as contemplações anotaram retração, enquanto os créditos concedidos, na contramão, avançaram positivamente. Os participantes também mostraram ligeira redução.

O consórcio de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis vem se atualizando com presença de novos produtos, especialmente agregando inovações tecnológicas e o desejo do consumidor de renovar ou atualizar seus eletrônicos e mobiliários.

Ao longo dos cinco meses, a retomada dos negócios continuou e o maior interesse esteve nas cotas de telefones celulares, televisores e outros tipos de bens móveis e duráveis disponíveis.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 261,46 MIL (MAIO/2026)
- 265,86 MIL (MAIO/2025)
RETRAÇÃO: 1,7%

VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 87,13 MIL (JANEIRO-MAIO/2026)
- 65,66 MIL (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 32,7%

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 1,61 BILHÃO (JANEIRO-MAIO/2026)
- R$ 575,97 MILHÕES (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 179,5%

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 25,70 MIL (MAIO/2026)
- R$  8,94 MIL (MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 187,5%

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 17,08 MIL (JANEIRO-MAIO/2026)
- 23,92 MIL (JANEIRO-MAIO/2025)
RETRAÇÃO: 28,6%

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 309,30 MILHÕES (JANEIRO-MAIO/2026)
- R$ 211,91 MILHÕES (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 46,0%

SERVIÇOS
NEGÓCIOS AVANÇAM 30,3% COM ADESÕES AUMENTANDO 17,3% EM CINCO MESES

Nos cinco primeiros meses do ano, houve continuidade na retomada das vendas de cotas e nos decorrentes negócios realizados quando comparados ao mesmo período do ano passado. Houve crescimento em todos os seis indicadores.

Foram realizados mais de R$ 575 milhões em negócios, a partir de 28 mil adesões acumuladas de janeiro a maio.

A diversidade e a flexibilidade de usos quando das contemplações são as principais diferenças do consórcio de serviços que permitem diversificar as utilizações dos créditos.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 130,29 MIL (MAIO/2026)
- 113,29 MIL (MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 15,0%

VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 28,42 MIL (JANEIRO-MAIO/2026)
- 24,24 MIL (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 17,2%

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 575,37 MILHÕES (JANEIRO-MAIO/2026)
- R$ 441,49 MILHÕES (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 30,3%

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 18,18 MIL (MAIO/2026)
- R$ 17,49 MIL (MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 3,9%

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE CONTRATAR SERVIÇOS)
- 18,28 MIL (JANEIRO-MAIO/2026)
- 14,83 MIL (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 23,3%

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 368,20 MILHÕES (JANEIRO-MAIO/2026)
- R$ 272,42 MILHÕES (JANEIRO-MAIO/2025)
CRESCIMENTO: 35,2%

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NOVO SITE DA ABAC ESTÁ NO AR
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Com conteúdo orientando a transformação de sonhos em projetos, a cartilha é baseada na essência da educação financeira, que ensina a gerenciar o dinheiro, planejar e poupar para o futuro, e, inclusive, se proteger contra fraudes.
Para logar a cartilha digital, acesse o site https://abac.org.br
e clique em Blog da ABAC – Educação Financeira. 

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um canal de comunicação para consumidores e investidores financeiros
focado no tema "Educação Financeira".

O site https://saberfinanceiro.org.br - disponibiliza conteúdo exclusivo
sobre o assunto, que possibilita aos interessados testar seus conhecimentos
e melhorar sua compreensão sobre o mercado financeiro.

GUIA CONSÓRCIOS DE A A Z
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios coloca à disposição o
Guia Consórcios de A a Z. Todas as informações sobre o Sistema de Consórcios, desde a adesão até o encerramento do grupo.
Acesse: https://materiais.abac.org.br/guia-consorcio-de-a-a-z 

PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO ABAC - PCA 10
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios oferece o Programa de Certificação ABAC, destinado aos profissionais de vendas e representantes de administradoras de consórcios, sejam associadas ou não à entidade de classe. Trata-se da primeira certificação exclusiva do Sistema de Consórcios, o PCA10.
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