PLANEJAMENTO DESAFIA CULTURA DO IMEDIATISMO NA BUSCA POR RESULTADOS
Consórcio, ferramenta genuinamente brasileira criada há mais de 60 anos, é exemplo para bons resultados pessoais e empresariais.
Uma das características culturais no Brasil, seja na economia ou em outras áreas, é o imediatismo na obtenção de resultados. Esta situação, observada nos setores públicos e privado, demonstra que não há preocupação com planejamento em médio e, principalmente, em longo prazo.
Os termos conjuntura e estrutura são mostrados nas grades iniciais dos cursos de economia, apresentando diferenças fundamentais entre eles. Enquanto demandas conjunturais exigem medidas de curto prazo, as estruturais determinam preparativos mais longos, planejados em bases sólidas, para que sistemas, investimentos e políticas econômicas tenha efeitos duradouros.
Sem planejamento, as consequências nas esferas pessoal ou empresarial como na pública, são muitas. Luiz Antonio Barbagallo, economista da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), lembra que “um dos fatores mais comuns é a baixa capacidade de poupança que, diante do imediatismo de consumo, impossibilitam mais de dois terços dos brasileiros pouparem para o futuro”.
Como decorrência, os sonhos não são realizados, comprometendo ainda a segurança e a qualidade de vida no Brasil, país onde o envelhecimento populacional é acelerado, com mudanças sociais significativas. “O Brasil tem um nível baixo de poupança interna, algo em torno de 15% do PIB”, registra o economista.
Outro exemplo está no fechamento de empresas, em razão da inexistência de planejamento ou quando ele é preparado inadequadamente. Aquelas que procuram resultados imediatos veem a sobrevivência do negócio comprometida. “A comprovação está no alto índice de mortalidade dessas corporações. Atualmente, está próximo de 60%, em cinco anos”, detalha Barbagallo.
Paralelamente, há também o chamado estresse. Gerado pela ânsia do imediatismo a partir de problemas físicos e psicológicos, o estresse influencia o comportamento nas decisões financeiras. Ao particularizar, o economista repete afirmações de especialistas que “referenciam o Brasil como um dos países mais ansiosos do mundo, causando impacto na vida pessoal, profissional e, por consequência, em toda a sociedade.”
Ao avaliar tais comportamentos, expressa ainda que “é urgente uma transformação cultural em nosso país. ”A cultura do planejamento ao lado da organização e da educação financeira são fundamentais no processo de mudança. “Precisamos pensar em médio e longo prazos”, sintetiza.
Neste sentido, a contribuição do Sistema de Consórcios tem sido cada vez mais lembrada e mais relevante. “Ao longo de mais de sessenta anos, mais e mais brasileiros entenderam que esse mecanismo é uma poderosa ferramenta em linha com os princípios da educação financeira”, cita Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC.
O consórcio disponibiliza prazos que se adequam a planejamento de médio a longo prazos. Atualmente, com quase 13 milhões de consorciados ativos, o Sistema de Consórcios, com grupos variando, em média, de 24 a 240 meses de duração, é utilizado para realização de sonhos de consumo, investimentos e formação de patrimônios.
Para Arthur Vasconcelos, técnico em agropecuária, 30 anos, casado, dois filhos, empresário no comércio de produtos para o agronegócio em Recife, “o segredo do consórcio está no planejamento para ter um carro ou um imóvel. Sem pressa e sem o alto custo dos juros, comuns no imediatismo, pode-se ter qualquer bem, principalmente se for por sorteio, economizando. Estou também no consórcio de pesados, já contemplado, com um caminhão para colocá-lo em uso na minha loja. Demorou um pouco, mas esperei e agora vou comprá-lo para utilizar no meu negócio”
Ao comentar ainda sobre sua vida financeira pessoal, Vasconcelos citou que “em mais de seis anos como consorciado, sempre considerei ter um automóvel ou uma casa pagando um pouco por mês, torcendo para ser sorteado, sem me preocupar com uma contemplação rápida. Se achar que posso dar um lance, ofereço alguma reserva, contudo prefiro esperar pelo sorteio que torna meu investimento mais vantajoso.”
“O consórcio é, sem dúvida, um disciplinador, uma poupança com objetivo definido”, afirma o economista da ABAC. “Com baixo custo final, o mecanismo, aliado à flexibilidade na utilização do crédito dentro do segmento, parcelas acessíveis que se ajustam aos orçamentos pessoais e se adaptam ao fluxo de caixa das empresas, possibilita poder de compra à vista quando da contemplação, tornando-o fator de apoio ao desenvolvimento econômico com responsabilidade, sem gerar inflação e sem imediatismos”, finaliza.
SISTEMA DE CONSÓRCIOS CONTINUA EM ALTA NO INÍCIO DE 2026
Em janeiro, participantes batem recorde histórico e atingem 12,78 milhões, enquanto adesões somam 476,85 mil com negócios totalizando mais de R$ 43 bilhões
No primeiro mês deste ano, o Sistema de Consórcios apresentou resultados positivos quando comparados com janeiro de 2025. A exemplo de meses anteriores, a modalidade seguiu quebrando alguns recordes nos indicadores nacionais e setoriais. Ao comprovar que a escolha do brasileiro continua ratificando sua crescente confiança, o consórcio provou também sua importância nos segmentos produtivos.
O aumento nas vendas de cotas em diversos segmentos, bem como eventuais retrações em outros, sinalizam características comuns em início de ano, em razão do número de dias úteis, férias etc., todavia, ao atingir 12,78 milhões de participantes ativos, em janeiro, bateu novo recorde histórico e registrou alta de 12,4% sobre os 11,37 milhões alcançados no mesmo mês do ano passado.

As 476,85 mil adesões, totalizadas neste início de ano, superaram em 12,9% as 422,33 mil de um ano atrás. Os decorrentes créditos comercializados somaram pouco mais de R$ 43,15 bilhões, 23,7% acima dos R$ 34,89 bilhões de 2025.

A maior presença do consórcio na economia é resultado da busca do consumidor em aplicar e ampliar o conhecimento sobre a essência da educação financeira, na qual o planejamento é o principal fundamento.
Crescente, o número de 12,78 milhões de consorciados ativos é 55,7% maior que os 8,21 milhões registrados em janeiro de 2022. No período, pouco mais de quatro anos, foram anotados 48 recordes consecutivos, com exceção de abril de 2023.

Simultaneamente, os consorciados contemplados, quando os créditos podem ser transformados em bens e serviços, chegaram a 164,44 mil, em janeiro, 2,8% menor que os 169,17 mil do mesmo mês do ano passado. Os créditos concedidos totalizaram R$ 11,22 bilhões, potencialmente injetados na economia, 8,0% superior aos R$ 10,39 bilhões passados.

O tíquete médio de janeiro foi de R$ 90,49 mil. Houve alta de 9,5% sobre o do mesmo mês de 2025, que na ocasião apontou R$ 82,61 mil. O aumento confirmou o interesse do brasileiro por cotas de maior valor, que, a despeito de serem cada vez mais altos, esteve compatível com o bolso dos consorciados.

“No primeiro mês do ano, observamos que as oscilações comuns neste período atingiram alguns segmentos, contudo, no cômputo geral, a maioria dos indicadores obteve resultados positivos, evidenciando a continuidade do crescimento do consórcio. Um dos destaques foi o crescimento do número de consorciados, apoiado principalmente no maior conhecimento da essência da educação financeira. Com planejamento, os participantes vêm conquistando seus objetivos pessoais, evolução patrimonial, melhoria da qualidade de vida, entre outros”, afirma Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios.
“Distante do imediatismo de resultados, o Sistema de Consórcios se contrapõe e está cada vez mais presente na cultura financeira do brasileiro. Por consequência, tem contribuído diretamente para o controle das finanças pessoais de forma responsável e consciente, com a tranquilidade que as decisões equilibradas proporcionam”, complementa.
DETALHES DOS INDICADORES
VENDAS DE COTAS – RECORDE DE JANEIRO NOS ÚLTIMOS DEZ ANOS
No total das vendas, 476,85 mil, a distribuição por segmento ficou assim: 182,04 mil de veículos leves; 133,20 mil de motocicletas; 122,41 mil de imóveis; 20,67 mil de eletroeletrônicos; 12,98 mil de veículos pesados, e 5,55 mil de serviços.
Percentualmente nos seis segmentos, cinco registraram alta nos acumulados de comercializações: eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, com 68,0%; serviços, com 25,9%; imóveis, com 22,4%; motocicletas, com 10,6% e veículos leves, com 6,8%. Somente um apontou retração: veículos pesados, com (-11,6%).
CONTEMPLAÇÕES
Em janeiro, as 164,44 mil contemplações incluíram: 68,95 mil de veículos leves; 61,34 mil de motocicletas; 15,85 mil de imóveis; 8,03 mil de veículos pesados; 6,78 mil de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis; e 3,50 mil de serviços.
PARTICIPANTES ATIVOS – RECORDE HISTÓRICO EM JANEIRO
A presença de consorciados ativos em cada segmento esteve assim distribuída: 41,9% nos veículos leves; 25,4% nas motocicletas; 22,2% nos imóveis; 7,2% nos veículos pesados; 2,3% nos eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis; e 1,0% nos serviços.
Em cada segmento no qual o consórcio está presente, dos 12,78 milhões de participantes ativos, o total ficou assim dividido: 5,35 milhões em veículos leves; 3,24 milhões em motocicletas; 2,84 milhões em imóveis; 923,68 mil em veículos pesados; 301,16 mil em eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis; e 131,74 mil em serviços.

TÍQUETE MÉDIO EM CINCO ANOS
Ao analisar o desempenho dos tíquetes nos meses de janeiro nos intervalos dos últimos cinco anos, observou-se valorização nominal de 50,1% na evolução dos valores médios registrados. Ao descontar a inflação (IPCA) de 21,4% do período, na relação da diferença de R$ 60,30 mil, de janeiro de 2022, para R$ 90,49 mil, no mesmo mês de 2026, houve elevação real de 23,6%.

A IMPORTÂNCIA DOS CONSÓRCIOS NA CADEIA PRODUTIVA
O Sistema de Consórcios tem sido a alternativa mais simples e econômica para o consumidor viabilizar seus objetivos de consumo com planejamento e economia. No mês de janeiro, a potencial presença foi de um a cada dois veículos leves vendidos no país.
Além de contribuir com a programação da produção industrial em diversos segmentos na qual está presente, o consórcio tem despertado a atenção de fabricantes e usuários de novos produtos.
Presente em outros setores como o das duas rodas, o mecanismo também evoluiu. No primeiro mês de 2026, as contemplações possibilitaram a potencial aquisição de uma moto a cada três comercializadas no mercado interno.
No campo dos veículos pesados, a modalidade sinalizou também um a cada três caminhões negociados para ampliação ou renovação de frotas para o setor de transportes, com destaque especial para utilização no agronegócio.
Ao resumir a participação das contemplações do consórcio, no mês de janeiro, pode ser conferido pelos mais de R$ 11,22 bilhões potencialmente disponibilizados ao mercado. O Sistema atingiu 42,4% de possível presença no setor de automóveis, utilitários e camionetas. No de motocicletas, houve 34,4% de possível participação, e no de veículos pesados, a relação para caminhões foi de 34,0%, no período.


No segmento imobiliário, durante os doze meses de 2025, as contemplações representaram potenciais 24,1% de participação no total de 603,07 mil imóveis financiados, incluindo recursos das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e dos consórcios, potencialmente um imóvel a cada quatro comercializados.

“Importante lembrar que, ao longo dos meses, muitos créditos liberados por ocasião das contemplações no Sistema de Consórcios não são transformados de imediato em bens ou em contratação de serviços”, detalha Rossi. “Há créditos de consorciados contemplados que ainda estão pendentes de utilização em vários segmentos. Por esta razão, divulgamos dois tipos de classificações: primeiro, as estimativas de potenciais transformações dos créditos em bens nos mercados de cada setor e, na sequência, as relativas às aquisições realizadas”, completa.
AQUISIÇÕES DE VEÍCULOS VIA CONSÓRCIO MANTÉM SUA PARTICIPAÇÃO NAS VENDAS NO MERCADO INTERNO EM 2026
Ao utilizar os dados divulgados pela B3 de janeiro deste ano, os percentuais de aquisição de veículos automotores realizados via consórcio reafirmaram a presença e o gradativo crescimento do mecanismo nas vendas no mercado interno.
A participação dos consórcios, incluindo leves, motos, caminhões, implementos rodoviários e ônibus, considerando os indicativos de novos e seminovos, variaram de 7,4% a 32,2% entre os totais individuais no período. Cada percentual registrou o interesse dos consumidores, pessoas físicas e jurídicas, pela modalidade como forma de usufruir das características básicas como parcelas acessíveis, não cobrança de juros, prazos longos, poder de compra à vista, isento de cobranças retroativas e de IOF, entre outros.
No segmento de veículos leves, observou-se que, do total geral, 7,8% foram realizados com créditos concedidos por contemplações, enquanto 92,2% originaram-se dos financiamentos.
Na divisão entre novos e usados, verificou-se que 9,6% dos veículos zero km foram comercializados via consórcio enquanto 90,4% foram por financiamentos. Nos seminovos, houve 7,4% pelo consórcio e 92,6% por financiamentos.

No segmento das duas rodas, observou-se que, do volume comercializado no mercado nacional, 24,4% foram utilizados a partir de créditos concedidos por consórcio, e 75,6% provenientes de financiamentos.
Ao separar em novas e usadas, 32,2% foram registrados nas motos zero via consórcio e 67,8% foram por financiamentos. Nas seminovas, houve 5,6% pela modalidade consorcial e 94,4% por financiamentos.

No segmento dos veículos pesados, os caminhões mostraram que do total vendido internamente, 12,9% foram com uso de créditos liberados por consórcio e 87,1% procedentes de financiamentos.
Na separação entre novos e usados, houve 14,2% de caminhões zero comercializados via consórcio e 85,8% por financiamentos. Os seminovos somaram 12,4% via Sistema de Consórcios, enquanto 87,6% foram por financiamentos.

Ainda em veículos pesados, os implementos rodoviários totalizaram 21,6% de vendas pelo consórcio e 78,4% resultante de outras linhas de crédito, no mercado interno.
Na análise entre novos e usados, houve 20,3% de semirreboques zero comercializados via consórcio e 79,7% pelos vários tipos de financiamentos. Paralelamente, os seminovos atingiram 22,6% pelas contemplações e 77,4% por empréstimos variados.

Ainda em veículos pesados, os ônibus totalizaram 13,9% de vendas pelo consórcio e 86,1% foram resultantes de outras linhas de crédito, no mercado interno.
Na análise entre novos e usados, houve 25,1% de ônibus zero emplacados via consórcio e 74,9% pelos vários tipos de financiamentos. Paralelamente, os seminovos atingiram 12,4% pelas contemplações e 87,6% por empréstimos variados.

O MOMENTO DO CONSÓRCIO NA ECONOMIA NACIONAL
No ano que completa 64 anos, o Sistema de Consórcios está presente praticamente em todos os segmentos da economia brasileira como o de automotores, que inclui veículos leves, motocicletas e veículos pesados; imóveis, serviços e eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis. Gradualmente, vem ampliando seu market share no mercado financeiro. Por decorrência, além de propiciar a concretização de inúmeros objetivos, o mecanismo vem alavancando a produção industrial, sem gerar inflação.
Inserido neste cenário, o consórcio vivencia e estimula as mudanças de hábitos do consumidor. Entre os principais elementos indutores está o crescimento da renda do brasileiro, que em dezembro do ano passado aproximou-se de R$ 3.500,00, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Também a inflação acumulado nos últimos doze meses, indicada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), atingiu 4,44%, ao somar 0,33% em janeiro. Acrescente-se outro destaque deste instituto que mostrou a taxa de desemprego em 5,6%. Há ainda a expectativa de crescimento do PIB de 2025 em aproximadamente 2,3% de acordo com revisão do Ministério da Fazenda.
Com este panorama, Rossi complementa suas observações considerando que “os bons desempenhos registrados pelos indicadores consorciais nos últimos meses foram resultado de decisões daqueles que, ao optarem pelo mecanismo, vêm contribuindo para o crescimento das adesões e nos negócios financeiros e, por decorrência, com progressiva presença na economia.”
O SISTEMA DE CONSÓRCIOS NA DÉCADA, DE 2017 A 2026
Na década, em meses de janeiro, os 12,78 milhões de participantes ativos de 2026 ultrapassaram os totais contabilizados no período de 2017 até 2025, assinalando novo recorde, apontando crescimento de 83,1%.

Nos dez últimos anos, somente em meses de janeiro, houve total inédito em 2026. O recorde de 476,85 mil adesões foi o maior volume alcançado na década de 2017 a 2026. No período, foi registrado crescimento de 170,9%.

No total de consorciados contemplados, considerados somente os meses de janeiro dos últimos dez anos, a marca de 164,44 mil de 2026 ficou em segundo lugar, um pouco abaixo da anotada no ano passado, 169,17 mil, a melhor da década. Houve crescimento de 57,8%, em 10 anos.

NÚMEROS DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS
ESTIMATIVAS SEGUNDO A ASSESSORIA ECONÔMICA DA ABAC
RESUMO DOS INDICADORES - GERAL E SETORIAIS
O SISTEMA DE CONSÓRCIOS - GERAL
O Sistema de Consórcios obteve marcas expressivas nos indicadores, durante 2025. A partir de agora, quando um novo ano se inicia, um novo balanço foi preparado levando em conta a avaliação de dados fornecidos pela maioria significativa das associadas da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, feita pela assessoria econômica da entidade.
PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS EM GRUPOS EM ANDAMENTO)
- 12,78 MILHÕES (JANEIRO/2026)
- 11,37 MILHÕES (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 12,4%
VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 476,85 MIL (JANEIRO/2026)
- 422,33 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 12,9%
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS
- R$ 43,15 BILHÕES (JANEIRO/2026)
- R$ 34,89 BILHÕES (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 23,7%
TÍQUETE MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
- R$ 90,49 MIL (JANEIRO/2026)
- R$ 82,61 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 9,5%
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 164,44 MIL (JANEIRO/2026)
- 169,17 MIL (JANEIRO/2025)
RETRAÇÃO: 2,8%
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS
- R$ 11,22 BILHÕES (JANEIRO/2026)
- R$ 10,39 BILHÕES (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 8,0%
Com a divulgação do PIB brasileiro de 2024 que alcançou R$ 11,7 trilhões, a participação dos R$ 719,0 bilhões dos ativos administrados no Sistema de Consórcios, em 2024, atingiu 6,1%, crescendo 0,8 ponto percentual sobre a de 2023.
ATIVOS ADMINISTRADOS*
- R$ 719 BILHÕES (DEZEMBRO/2024)
- R$ 574 BILHÕES (DEZEMBRO/2023)
CRESCIMENTO: 25,3%
Ainda em 2024, o Patrimônio Líquido Ajustado (PLA) do Sistema de Consórcios alcançou R$ 20,92 bilhões, 8,6% maior que os R$ 19,27 bilhões obtidos em 2023, proporcionando maior segurança.
PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO*
- R$ 20,92 BILHÕES (DEZEMBRO/2024)
- R$ 19,27 BILHÕES (DEZEMBRO/2023)
CRESCIMENTO: 8,6%
PARTICIPAÇÃO NO PIB DE 2024
6,1% - Calculado com base no valor de R$ 719 bilhões (Ativos Administrados de dez/24).
TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES PAGOS*
- R$ 3,48 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
- R$ 2,84 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2023)
CRESCIMENTO: 22,5%
Fontes:
*) Banco Central do Brasil
**) ABAC
O SISTEMA DE CONSÓRCIOS - SETORES
VEÍCULOS AUTOMOTORES EM GERAL (LEVES, PESADOS E MOTOS)
VENDAS DE COTAS CRESCEM 7,4% E GERAM AUMENTO DE 10,1% NOS NEGÓCIOS REALIZADOS EM JANEIRO
As adesões nos grupos de consórcio de automotores, que inclui veículos leves, motocicletas e veículos pesados, mostraram crescimento de 7,4%, no primeiro mês do ano. Paralelamente, dois indicadores apresentaram resultados positivos, com destaque para o valor de créditos comercializados, enquanto outros três se retraíram.
Os créditos liberados pelo Sistema de Consórcios no total entre financiamentos, leasing e consórcios do setor automotivo, divulgado pelo Banco Central do Brasil, apresentou avanço de 2,3 pontos percentuais, subindo de 22,1%, de janeiro a dezembro de 2024, para 24,4%, o mesmo período de 2025.
Dos 9,51 milhões de consorciados ativos em veículos automotores, 56,3% participavam dos grupos de veículos leves, 34,1% nos de motocicletas e 9,6% nos de veículos pesados.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 9,51 MILHÕES (JANEIRO/2026)
- 8,81 MILHÕES (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 7,9%
VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 328,22 MIL (JANEIRO/2026)
- 305,61 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 7,4%
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 18,58 BILHÕES (JANEIRO/2026)
- R$ 16,88 BILHÕES (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 10,1%
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM POSSIBILIDADE DE COMPRAR BENS)
- 138,32 MIL (JANEIRO/2026)
- 149,05 MIL (JANEIRO/2025)
RETRAÇÃO: 7,2%
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 7,93 BILHÕES (JANEIRO/2026)
- R$ 8,12 BILHÕES (JANEIRO/2025)
RETRAÇÃO: -2,3%
PARTICIPAÇÃO DOS CONSÓRCIOS EM CRÉDITOS CONCEDIDOS
PERCENTUAL DO TOTAL INCLUINDO FINANCIAMENTO*, LEASING* E CONSÓRCIO**
24,4% (JAN-DEZ/2025) - R$ 91,65 BILHÕES SOBRE R$ 375,06 BILHÕES
22,1% (JAN-DEZ/2024) - R$ 77,71 BILHÕES SOBRE R$ 351,47 BILHÕES
Fontes:
*) Banco Central do Brasil
**) ABAC
VEÍCULOS LEVES NOVOS (AUTOMÓVEIS, CAMIONETAS, UTILITÁRIOS)
EM JANEIRO, NEGÓCIOS AUMENTAM 12,5% COM AVANÇO DE 6,8% NAS ADESÕES
O consórcio de veículos leves, o maior setor em número de consorciados ativos no Sistema, atingiu 182 mil adesões em janeiro. Por decorrência, ocorreram mais de R$ 13 bilhões em negócios. Em paralelo, os créditos concedidos nas contemplações somaram quase R$ 5 bilhões, potencialmente injetados no mercado interno do país.
Trata-se de setor que inclui automóveis, camionetas e utilitários, cujos resultados anuais, neste início de ano, mostraram crescimento também em participantes ativos, contemplações e tíquete médio.

Os quase 70 mil consorciados contemplados em veículos leves injetaram potencialmente créditos no mercado que propiciaram 42,4% de participação nas comercializações internas cujo total chegou a 162,48 mil de unidades. Portanto, um veículo a cada dois vendidos, considerada a divulgação da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 5,35 MILHÕES (JANEIRO/2026)
- 4,91 MILHÕES (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 9,0%
VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 182,04 MIL (JANEIRO/2026)
- 170,45 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 6,8%
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 13,01 BILHÕES (JANEIRO/2026)
- R$ 11,56 BILHÕES (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 12,5%
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 71,49 MIL (JANEIRO/2026)
- R$ 67,82 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 5,4%
CONTEMPLAÇÕES* (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 68,95 MIL (JANEIRO/2026)
- 67,25 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 2,5%
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO.
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 4,93 BILHÕES (JANEIRO/2026)
- R$ 4,56 BILHÕES (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 8,1%
MOTOCICLETAS
NO PRIMEIRO MÊS DO ANO, NEGÓCIOS AVANÇAM QUASE 18,0%
Em janeiro, o consórcio de motocicletas, que ocupa o segundo lugar em volume de participantes ativos, mostrou progresso em quatro dos seis indicadores. Nos destaques positivos estiveram os participantes ativos, vendas de cotas, tíquete médio e créditos comercializados.
Na soma das vendas houve alta de 10,6% com decorrente avanço de 17,9% nos negócios, considerando inclusive mais 6,5% do tíquete médio de janeiro sobre o do mesmo mês de 2025.

Os mais de 61 mil consorciados contemplados em janeiro corresponderam a potencial compra de 34,4% do mercado interno, que totalizou 178,54 mil de unidades comercializadas, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O percentual correspondeu a uma moto a cada três vendidas no país.
PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 3,24 MILHÕES (JANEIRO/2026)
- 3,04 MILHÕES (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 6,6%
VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 133,20 MIL (JANEIRO/2026)
- 120,48 MILHÃO (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 10,6%
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 2,83 BILHÕES (JANEIRO/2026)
- R$ 2,40 BILHÕES (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 17,9%
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 21,22 MIL (JANEIRO/2026)
- R$ 19,92 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 6,5%
CONTEMPLAÇÕES* (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 61,34 MIL (JANEIRO/2026)
- 71,00 MIL (JANEIRO/2025)
RETRAÇÃO: 13,6%
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO.
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 1,30 BILHÃO (JANEIRO/2026)
- R$ 1,41 BILHÃO (JANEIRO/2025)
RETRAÇÃO: 7,8%
VEÍCULOS PESADOS (CAMINHÕES, ÔNIBUS, SEMIRREBOQUES, TRATORES, IMPLEMENTOS)
APESAR DAS RETRAÇÕES DE MERCADO, PARTICIPANTES ATIVOS AUMENTAM COM TÍQUETE DE JANEIRO MAIOR
O mês de janeiro mostrou continuidade das oscilações observadas durante 2025. Com as entidades representantes das montadoras, concessionárias e revendas comentando sobre as dificuldades verificadas no mercado como insegurança, endividamento, taxa de juros e expectativa de resultados inferiores ao ano passado, o segmento do consórcio também foi afetado. Mesmo com anúncio de recorde na próxima safra, a reação foi abaixo do desejado. Face a inter-relação das atividades nos setores do agronegócio e no transporte, especialmente os mais próximos à agricultura e à pecuária, os resultados estiveram aquém das perspectivas. Importante lembrar que passou apenas um mês de doze deste ano.
Apesar do cenário, o setor de Veículos Pesados, que reúne 51,0% de consorciados de máquinas agrícolas, 41,0% de caminhões e 8,0% de implementos rodoviários e agrícolas, aeronaves, embarcações, ônibus entre outros, registrou crescimento no valor do tíquete mensal e no número de participantes ativos.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 923,68 MIL (JANEIRO/2026)
- 859,19 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 7,5%
VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 12,98 MIL (JANEIRO/2026)
- 14,68 MIL (JANEIRO/2025)
RETRAÇÃO: 11,6%
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 2,74 BILHÕES (JANEIRO/2026)
- R$ 2,92 BILHÕES (JANEIRO/2025)
RETRAÇÃO: 6,1%
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 211,10 MIL (JANEIRO/2026)
- R$ 198,69 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 6,2%
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 8,03 MIL (JANEIRO/2026)
- 10,80 MIL (JANEIRO/2025)
RETRAÇÃO: 25,6%
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 1,69 BILHÃO (JANEIRO/2026)
- R$ 2,15 BILHÕES (JANEIRO/2025)
RETRAÇÃO: 21,4%
VEÍCULOS PESADOS (MÁQUINAS AGRÍCOLAS)
BALANÇO ESTIMADO DOS 51% RELATIVOS A MÁQUINAS AGRÍCOLAS
Os resultados apresentados refletem somente a proporção de 51,0% de participação dos consorciados de máquinas agrícolas no total dos Veículos Pesados. Desta forma, os dados a seguir retratam somente as vendas, mesmo em retração, volume de negócios, contemplações e créditos concedidos, além dos participantes ativos. O tíquete médio foi mantido.
PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 471,08 MIL (JANEIRO/2026)
- 438,19 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 7,5%
VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 6,62 MIL (JANEIRO/2026)
- 7,49 MIL (JANEIRO/2025)
RETRAÇÃO: 11,6%
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 1,40 BILHÃO (JANEIRO/2026)
- R$ 1,49 BILHÃO (JANEIRO/2025)
RETRAÇÃO: 6,0%
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 211,10 MIL (JANEIRO/2026)
- R$ 198,69 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 6,2%
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 4,10 MIL (JANEIRO/2026)
- 5,51 MIL (JANEIRO/2025)
RETRAÇÃO: 25,6%
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 861,90 MILHÕES (JANEIRO/2026)
- R$ 1,10 BILHÃO (JANEIRO/2025)
RETRAÇÃO: 21,6%
VEÍCULOS PESADOS (CAMINHÕES)
BALANÇO ESTIMADO DOS 41,0% RELATIVOS A CAMINHÕES
Os resultados apresentados refletem somente a proporção de 41,0% de participação dos consorciados de caminhões no total dos Veículos Pesados. Desta forma, os dados a seguir retratam somente as vendas, mesmo em retração, volume de negócios, contemplações e créditos concedidos, além dos participantes ativos. O tíquete médio foi mantido.

As 3,29 mil contemplações só de caminhões, relativas aos 41,0% dos Veículos Pesados, acontecidas em janeiro, corresponderam a potencial compra de 34,0% do mercado interno que, quando somadas às 6,38 mil divulgadas pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), totalizaram 9,67 mil unidades vendidas. O percentual equivaleria a um caminhão a cada três comercializados no país.
PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 378,71 MIL (JANEIRO/2026)
- 352,27 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 7,5%
VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 5,32 MIL (JANEIRO/2026)
- 6,02 MIL (JANEIRO/2025)
RETRAÇÃO: 11,6%
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 1,12 BILHÃO (JANEIRO/2026)
- R$ 1,20 BILHÃO (JANEIRO/2025)
RETRAÇÃO: 6,7%
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 211,10 MIL (JANEIRO/2026)
- R$ 198,69 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 6,2%
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 3,29 MIL (JANEIRO/2026)
- 4,43 MIL (JANEIRO/2025)
RETRAÇÃO: 25,7%
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 692,90 MILHÕES (JANEIRO/2026)
- R$ 881,50 MILHÕES (JANEIRO/2025)
RETRAÇÃO: 21,4%
VEÍCULOS PESADOS (DEMAIS BENS)
BALANÇO ESTIMADO DOS 8,0% RELATIVOS A OUTROS BENS COMO IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS E AGRÍCOLAS, ÔNIBUS, EMBARCAÇÕES E AERONAVES
Ao ponderar somente os estimados 8,0%, relativos à participação de consorciados de ônibus, aeronaves, embarcações, implementos rodoviários e agrícolas, entre outros, no total dos Veículos Pesados, foram observadas situações semelhantes às apresentadas nos dois comentários anteriores, face a diversificação de mercados. Assim, os resultados abaixo, proporcionais à presença, retratam somente as vendas, mesmo em retração, volume de negócios, contemplações e créditos concedidos, além dos participantes ativos destes bens. O tíquete médio foi mantido.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 73,89 MIL (JANEIRO/2026)
- 68,74 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 7,5%
VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 1,04 MIL (JANEIRO/2026)
- 1,17 MIL (JANEIRO/2025)
RETRAÇÃO: 11,1%
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 219,20 MILHÕES (JANEIRO/2026)
- R$ 233,60 MILHÕES (JANEIRO/2025)
RETRAÇÃO: 6,2%
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 211,10 MIL (JANEIRO/2026)
- R$ 198,69 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 6,2%
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 642 (JANEIRO/2026)
- 864 (JANEIRO/2025)
RETRAÇÃO: 25,7%
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 135,20 MILHÕES (JANEIRO/2026)
- R$ 172,00 MILHÕES (JANEIRO/2025)
RETRAÇÃO: 21,4%
IMÓVEIS
EM JANEIRO, NEGÓCIOS AUMENTAM MAIS DE 35,0% APOIADOS NOS MAIS DE 22,0% DE VENDAS DE COTAS E CRÉDITOS CONCEDIDOS SUPERAM 44,0%
Termina ano, começa ano, e a casa própria continua sendo o maior sonho do brasileiro. Pelo consórcio de imóveis, terceiro maior setor em número de participantes ativos, milhares de pessoas físicas têm realizado esse objetivo, nos últimos anos. Importante incluir as pessoas jurídicas que têm no mecanismo a melhor solução para atividades profissionais como empreendimentos empresariais.
Ao aumentar 22,4% nas adesões e 35,6% nos negócios realizados, o setor vem abrangendo também investimentos para formação ou ampliação de patrimônio. Simultaneamente, os créditos concedidos, potencialmente injetados no mercado imobiliário, atingiram 44,2%. A modalidade tem apresentado crescimento constante, ratificando a consciência do brasileiro em adquirir bens imóveis, planejando o futuro com parcelas mensais acessíveis e baixo custo final.
As mais de 145 mil contemplações, acumuladas nos doze meses de 2025, registraram a crescente procura com possível injeção financeira de pouco mais de R$ 30,2 bilhões. Com acréscimo dos dados de dezembro, houve potencial participação de 24,1% da modalidade no total de 603,07 mil imóveis financiados no período, incluindo os consórcios, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
UTILIZAÇÃO DO FGTS NO CONSÓRCIO DE IMÓVEIS – JANEIRO DE 2026
No primeiro mês do ano, janeiro de 2026, houve 350 consorciados-trabalhadores, participantes dos grupos de consórcios de imóveis, que utilizaram parcial ou totalmente seus saldos nas contas do FGTS para pagar parcelas, ou quitar débitos, bem como ofertar valores em lances ou complementar créditos, totalizando pouco mais de R$ 32,25 milhões, de acordo com o Gepas/Caixa.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 2,84 MILHÕES (JANEIRO/2026)
- 2,18 MILHÕES (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 30,3%
VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 122,41 MIL (JANEIRO/2026)
- 100,02 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 22,4%
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 24,17 BILHÕES (JANEIRO/2026)
- R$ 17,83 BILHÕES (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 35,6%
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 197,47 MIL (JANEIRO/2026)
- R$ 178,28 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 10,8%
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 15,85 MIL (JANEIRO/2026)
- 12,17 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 30,2%
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 3,13 BILHÕES (JANEIRO/2026)
- R$ 2,17 BILHÕES (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 44,2%
ELETROELETRÔNICOS E OUTROS BENS MÓVEIS DURÁVEIS
ENQUANTO NEGÓCIOS CRESCEM 193,3% APOIADOS NA EVOLUÇÃO DE 75,4% NAS VENDAS DE COTAS, CRÉDITOS CONCEDIDOS ATINGEM 144,3%, EM JANEIRO
No encerramento do primeiro mês do ano, o consórcio de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis apresentou o maior avanço percentual nos créditos comercializados: 193,3%. Os aumentos de 75,4% no tíquete médio e de 68,0% nas vendas de cotas foram mais dois destaques do setor em janeiro. Em paralelo, os créditos liberados, potencialmente injetados no mercado, atingiram 144,3%.
Participantes ativos, contemplações e créditos concedidos também anotaram resultados positivos evidenciando a forte demanda pela modalidade nos eletros mais modernos.

O consórcio de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis vem se atualizando com presença de novos produtos, especialmente atendendo a crescente inovação tecnológica e o desejo do consumidor de renovar ou atualizar seus eletrônicos e mobiliários.
Ao longo de janeiro aconteceu a continuidade da forte retomada ocorrida no final do ano passado. O maior interesse esteve nos telefones celulares entre os diversos tipos de bens móveis e duráveis disponíveis.
PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 301,16 MIL (JANEIRO/2026)
- 263,39 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 14,3%
VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 20,67 MIL (JANEIRO/2026)
- 12,30 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 68,0%
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 286,67 MILHÕES (JANEIRO/2026)
- R$ 97,75 MILHÕES (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 193,3%
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 13,87 MIL (JANEIRO/2026)
- R$ 7,95 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 74,5%
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 6,78 MIL (JANEIRO/2026)
- 4,85 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 39,9%
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 94,04 MILHÕES (JANEIRO/2026)
- R$ 38,50 MILHÕES (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 144,3%
SERVIÇOS
NEGÓCIOS FECHAM O MÊS COM MAIS DE R$ 111 MILHÕES E ALTA DE 35,0% E CRÉDITOS CONCEDIDOS AUMENTAM 20,7%
Os principais diferenciais do consórcio de serviços são a flexibilidade e a diversidade que permitem variações nas utilizações dos créditos por ocasião das contemplações. Em janeiro, houve continuidade na recuperação nas vendas de cotas e nos correspondentes negócios sobre o mesmo mês do ano passado, a exemplo do acontecido no bimestre final de 2025. Por decorrência, houve também crescimento dos demais indicadores.
Foram realizados mais de R$ 111,16 milhões em negócios, a partir da venda de 5,55 mil cotas no primeiro mês do ano. Os destaques do mês estiveram nos avanços de 35,0% nos créditos comercializados, de 25,9% nas adesões e de 20,7% nos créditos concedidos, potencialmente injetados no mercado consumidor.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 131,74 MIL (JANEIRO/2026)
- 122,59 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 7,5%
VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 5,55 MIL (JANEIRO/2026)
- 4,41 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 25,9%
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 111,16 MILHÒES (JANEIRO/2026)
- R$ 82,35 MILHÕES (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 35,0%
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 20,05 MIL (JANEIRO/2026)
- R$ 18,69 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 7,3%
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE CONTRATAR SERVIÇOS)
- 3,50 MIL (JANEIRO/2026)
- 3,11 MIL (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 12,5%
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 70,17 MILHÕES (JANEIRO/2026)
- R$ 58,14 MILHÕES (JANEIRO/2025)
CRESCIMENTO: 20,7%
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CARTILHA DIGITAL
A ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios disponibiliza a cartilha digital
Transforme Sonhos em Projetos – Planejamento, Poupança e Crédito Consciente.
Com conteúdo orientando a transformação de sonhos em projetos, a cartilha é baseada na essência da educação financeira, que ensina a gerenciar o dinheiro, planejar e poupar para o futuro, e, inclusive, se proteger contra fraudes.
Para acessar a cartilha digital, acesse o site https://abac.org.br e clique em Blog da ABAC – Educação Financeira.
SABER FINANCEIRO - UM SITE FOCADO EM EDUCAÇÃO FINANCEIRA
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios disponibiliza
um canal de comunicação para consumidores e investidores financeiros
Focado no tema "Educação Financeira".
O site https://saberfinanceiro.org.br - disponibiliza conteúdo exclusivo
sobre o assunto, que possibilita aos interessados testar seus conhecimentos
e melhorar sua compreensão sobre o mercado financeiro.
CONSÓRCIOS DE A A Z NA INTERNET
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios proporciona
vídeos e podcasts na internet com informações sobre a modalidade.
A ABAC, entidade representativa do Sistema de Consórcios, está disponibilizando mais informações
sobre a modalidade por meio de um exclusivo site: https://consorciodeaaz.org.br.
GUIA CONSÓRCIOS DE A A Z
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios coloca à disposição o
Guia Consórcios de A a Z.
Todas as informações sobre o Sistema de Consórcios, desde a adesão até o encerramento do grupo. Acesse: https://materiais.abac.org.br/guia-consorcio-de-a-a-z
PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO ABAC - PCA 10
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios oferece o Programa de Certificação ABAC, destinado aos profissionais de vendas e representantes de administradoras de consórcios, sejam associadas ou não à entidade de classe. Trata-se da primeira certificação exclusiva do Sistema de Consórcios, o PCA10.
Saiba mais em https://certificacaoabac.org.br.
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