Matéria de dezembro – Dados de outubro de 2011

VENDAS DE COTAS DE CONSÓRCIOS SUPERAM DOIS MILHÕES, NÚMERO DE CONSORCIADOS CHEGA AOS 4,6 MILHÕES E VOLUME DE NEGÓCIOS ULTRAPASSA R$ 62 BILHÕES

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Perspectiva para 2012 aponta crescimento entre 7% e 9%, se a crise internacional não gerar grande impacto na atividade econômica

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Sem ter completado o ano, o Sistema de Consórcios continuou apresentando crescimento nos dez primeiros meses de 2011. A venda de novas cotas, principal sinalizador do interesse do consumidor, apontou total acumulado superior a dois milhões, com alta de 20,7%. Há um ano, era 1,74 milhão. O volume de negócios superou R$ 62 bilhões, mais de 20% acima do registrado no mesmo período de 2010, quando atingiu R$ 51,2 bilhões.

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O total de participantes ativos chegou a 4,6 milhões, com destaque para o setor de veículos automotores, que representou 84,8%, com 3,90 milhões, seguido por imóveis com 612,3 mil, eletroeletrônicos e outros bens duráveis com 77,5 mil e serviços com 10,8 mil. Há doze meses, o número de consorciados ativos era de 4,04 milhões.

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As contemplações, momento em que os consorciados têm a oportunidade de realizar seu objetivo, somaram 898,8 mil, de janeiro a outubro de 2011. Em relação aos dez meses de 2010, o acumulado foi 10,6%, bem acima das 812,5 mil anteriores.

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Para Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, "os números obtidos nos estudos feitos pela assessoria econômica demonstram que o consumidor tem encontrado no consórcio uma forma inteligente de poupar, com objetivo definido. Caso não tenha pressa em adquirir seu bem ou serviço, o consórcio se transforma numa das melhores alternativas para realizar seu sonho de consumo, mas de forma responsável. Ao participar de um grupo, o consorciado torna-se poupador, comprometido com o pagamento das parcelas mensais e podendo ser contemplado por sorteio ou lance. Com o crédito em mãos, passa a ter o poder de compra à vista. Nesse perfil de negócio, o consórcio torna-se a melhor opção. Isso tem feito com que o Sistema cresça gradativamente e de forma consolidada".

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Ao comentar as perspectivas para o próximo ano, considerando as informações sobre eventual influência da crise internacional na economia brasileira, Rossi mostrou-se otimista e ao mesmo tempo conservador. Esclareceu que "o segmento está confiante nas ações das autoridades econômicas, especialmente as do Banco Central do Brasil. Entendemos que o Sistema de Consórcios continuará crescendo, mesmo com a perspectiva de um cenário instável. Importante lembrar também que o brasileiro é hoje um consumidor mais responsável. Ao antever o consórcio como poupança e formador de patrimônio pessoal, familiar ou empresarial, tem sido escolhido como opção de custo mais baixo entre os mecanismos disponíveis no mercado. Por isso, projetamos crescimento de 7% a 9% para 2012."

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A justificativa do presidente executivo da ABAC se baseia na forte evolução que o PIB brasileiro apresentou nos últimos anos. Segundo dados publicados no relatório FOCUS do Banco Central, o PIB brasileiro saltou de R$ 1,9 trilhão em 2005 para quase R$ 4 trilhões em 2011, gerando aumento de 110%. Essa alta do PIB elevou a renda bruta do brasileiro e, consequentemente, alavancou os negócios no Sistema de Consórcios nos últimos anos.

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rnrnFonte: Assessoria de Imprensa - São Paulo - SP



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