Consórcio



Press Releases

01/10/2021

Matéria de setembro 2021 - Dados de agosto de 2021

Sistema de Consórcios registra recuo na inadimplência, nos últimos seis anos
Apesar das consequências provocadas pela pandemia, índice cai 32% de 2015 para 2020

Próximo a completar 60 anos, o Sistema de Consórcios vem apresentando gradativo decréscimo no índice de inadimplência de 2015 até o ano passado.

Em contrapartida neste período houve crescimento de 9,2% no total de participantes ativos, saltando de 7,17 milhões, no final de 2015, para 7,83 milhões, em dezembro de 2020.

"A relação entre o aumento de consorciados ativos e a redução na inadimplência nos seis últimos anos evidenciou a mudança de postura dos interessados em adquirirem bens ou serviços de forma planejada e pelo consórcio", diz Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios.

Na recente divulgação feita no Panorama do Sistema de Consórcios, publicado pelo Banco Central do Brasil, observaram-se resultados animadores por parte das administradoras. 

"Ao analisar o período de 2015 a 2020, verificou-se tendência de queda persistente do indicador", comenta Luiz Antonio Barbagallo, economista da ABAC. 

Os números da inadimplência, considerando os valores não pagos pelos consorciados contemplados há mais de 90 dias e menos de um ano, reduziram-se de 3,74%, em 2015, para 2,54%, em 2020, anotando queda de 32,1% no índice.

Paralelamente, os da pré-inadimplência, incluindo valores em atraso pelos consorciados contemplados há no máximo 90 dias, a retração foi de 5,10%, em 2015, para 3,11%, em 2020, isto é, 39% menos.
 



"Embora o índice de inadimplência, ou seja, ação ou efeito de não cumprir um compromisso, tenha tido pequena elevação no ano passado com relação ao anterior, 2019, o da pré-inadimplência recuou", diz Barbagallo, "o que mostrou a tendência de queda futura na inadimplência", complementa.

Em levantamento feito sobre as razões que levam as pessoas a ficarem inadimplentes, verificou-se que a maior causa está no desemprego, uma situação que obriga o consumidor a mudar seu comportamento, priorizando certas despesas em detrimento de outras.

O agravamento da inflação com a consequente redução do rendimento mensal do trabalhador, que reduz seu poder de compra, também é um fator que contribui para a o aumento da inadimplência.

Outra situação que contribui para a ampliação do total de inadimplentes, está na ausência de conhecimento sobre educação financeira. "Este motivo, comum tanto em períodos de crescimento quanto em períodos de recessão da economia, determina a falta de critério por parte do consumidor e o leva, em muitas oportunidades, ao superendividamento e ao consequente descontrole das finanças", explica o economista.

Como continuidade, o desconhecimento da essência da educação financeira pode ser mais um motivo gerador de inadimplência: ausência de planejamento financeiro. "Não se planejar é não definir objetivos claros para uma boa saúde financeira, pessoal ou familiar, e, quando não sabemos onde queremos chegar, a possibilidade de se perder é muito grande", esclarece Barbagallo.

Por vezes, a facilidade na obtenção de crédito torna-se mais um agravante para aumento dos inadimplentes. "Existem várias opções de linhas de crédito disponíveis no mercado e a tentação de parcelar desejos imediatos pode ser uma armadilha com custos elevados", diz o economista.

A inadimplência e o PIB

Em termos macroeconômicos, há uma estreita relação da inadimplência com o PIB. Recessões econômicas trazem a reboque todas as consequências já conhecidas, sendo que alguns setores são mais afetados do que outros, mas, de forma geral, todos são atingidos.

Para o Sistema de Consórcios não tem sido diferente. "Ao analisar a evolução do PIB e da inadimplência geral de 2010 a 2020, que é calculada entre todos os consorciados contemplados ativos e não somente para aqueles em débito há até 1 ano, constata-se essa estreita relação", adianta Barbagallo. 


 
A relação entre PIB e inadimplência no período de 2010 a 2019 leva a uma correlação negativa de - 70%, reafirmando que índices de inadimplência são influenciados pelo desempenho da economia. 
Nos anos de 2015 e 2016, essa relação ficou mais evidente, como confirmam os indicadores de PIB negativo, -3,5% em ambos, e a inadimplência saindo de 5,03%, em 2014, para 6,42%, em 2015, e para 7,09%, em 2016. "O fato curioso é que o ano de 2020 fugiu à regra, pois a inadimplência caiu mesmo com o PIB registrando queda de 4,58%, quando deveria subir", diz Barbagallo. "Se incluirmos esse ano no cálculo, o percentual de correlação se modificará para -46%, o que claramente mostra a contaminação do cálculo pela relação atípica dos indicadores em 2020", conclui. 

Com a pandemia vivenciada no ano passado, surgiram várias decorrências. A principal foi o impacto inicial, amortecido pela rápida recuperação do Sistema de Consórcios nos meses seguintes. 

"Vale destacar também, como apontado no relatório do Banco Central, a contribuição dos esforços das administradoras em suas campanhas de renegociação, parcelamentos e recebimentos futuros", justifica o economista. "Some-se as parcerias com seguradoras e as fundamentais flexibilizações permitidas pela Circular do Banco Central 4.009, de 2020", aponta.

Outros fatores, que também colaboraram na recuperação, foram, primeiro, o auxílio emergencial, um benefício para garantir uma renda mínima aos brasileiros em situação mais vulnerável durante a pandemia do Covid-19, distribuído pelo governo. Houve também o aquecimento de setores ligados ao agronegócio, com inclusão do transporte rodoviário de carga com os veículos pesados e pelas máquinas e implementos destinados à agricultura. Outro importante setor foi o dos serviços de entregas, realizados com o delivery, feito especialmente por motociclistas.

O presidente executivo da ABAC sintetiza afirmando que "o consórcio é um produto em linha com as boas práticas de educação financeira". Rossi complementa ao explicar que "os consorciados são consumidores que optam por um Sistema de autofinanciamento com custos baixos, facilitado pelo planejamento, que por si só já contribui para a baixa inadimplência".

CONSÓRCIOS REPETEM SUCESSO DE CRESCIMENTO NO ANO.    COM 2,31 MILHÕES DE NOVOS CONSORCIADOS E R$ 145 BILHÕES EM NEGÓCIOS, BATEM RECORDES ATÉ AGOSTO 
Mais um recorde de vendas mensal no ano: 329 mil novas cotas em agosto

Ao completar oito meses, o Sistema de Consórcios seguiu repetindo o sucesso de crescimento das vendas de novas cotas anotado desde o início da pandemia, em abril de 2020. No fechamento de agosto, houve novamente recorde mensal de adesões em 2021, com 329,36 mil cotas comercializadas. Decorrentes desta boa performance, a modalidade totalizou R$ 145,79 bilhões em negócios, realizados de janeiro a agosto, e acumulou 2,31 milhões de novos consorciados, que adquiriram cotas com tíquete médio de R$ 68,90 mil reais.

Houve aumento de 58,0% nos créditos comercializados em relação aos R$ 92,28 bilhões nos mesmos meses do ano passado, e o consórcio cresceu ainda 26,2% sobre o total das vendas daqueles mesmos oito meses, quando somou 1,83 milhão de cotas comercializadas.

 

Para o presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, Paulo Roberto Rossi, "o Sistema de Consórcios vem ampliando sua presença entre os mecanismos que possibilitam melhor aquisição de bens e serviços.  Além de contribuir para o crescimento da economia, possibilita a realização dos objetivos dos consumidores. Um dos destaques do ano está na potencial participação das contemplações nas vendas de motocicletas no mercado interno, com 52,7%, isto é, pouco mais de uma venda a cada duas efetivadas, de janeiro a agosto. O mesmo acontece no setor automobilístico, com 32,0%, marca potencial presença de um veículo comercializado a cada três no país, no mesmo período". 

A importância do consórcio pode ser observada pelos valores potencialmente injetados pelos consorciados contemplados nos mercados automotivo, imobiliário, eletroeletrônicos e serviços. No Sistema de Consórcios, houve quase um milhão de contemplações. Os 905,39 mil contemplados, acumulados nos oito meses, foram 15,1% superiores que os 786,59 mil do mesmo período em 2020. Foram injetados R$ 41,82 bilhões (jan.-ago./2021), 23,7% acima dos R$ 33,80 bilhões (jan.-ago./2020) anteriores.
 

As 2,31 milhões de adesões resultaram dos acumulados setoriais, onde os consórcios estão presentes, considerando 982,43 mil vendas de novas cotas de veículos leves; 744,64 mil de motocicletas; 336,20 mil de imóveis; 112,97 mil de veículos pesados, 72,69 mil de eletroeletrônicos; e 57,49 mil de serviços. A média mensal de 288,75 mil, registrada nos oito meses, ficou 26,2% acima da obtida no ano passado, quando chegou a 228,75 mil vendas.

De janeiro a agosto, o mais novo recorde, conquistado pelos acumulados nos negócios dentro do total de R$ 145,79 bilhões, ficou para os R$ 22,69 bilhões atingidos em agosto, o maior também nos últimos dez anos.
 

Nos 8,19 milhões de participantes ativos, o consórcio registrou aumentos de 43,2% nos eletroeletrônicos e outros bens duráveis; 33,8% nos serviços; 20,8% nos veículos pesados; 20,7% nos imóveis; 7,6%, nas motocicletas; e 4,3% nos veículos leves.

"Os bons resultados registrados pelo Sistema de Consórcios ao longo dos oito meses deste ano", explica Rossi, "tem sido em razão do crescente conhecimento do consumidor sobre educação financeira. Mais consciente e evitando as chamadas compras por impulso, os interessados em adquirir bens ou contratar serviços têm optado pelo mecanismo, somente assumindo novos compromissos financeiros com planejamento dentro de seus orçamentos mensais".

Nos acumulados dos oito meses, nos últimos dez anos, notou-se que o de 2021, com 2,31 milhões de novas cotas comercializadas, foi o melhor da década.
 

Ao analisar os acumulados de contemplações dos oito meses, durante a década, pode-se constatar que o recorde permaneceu ainda em 2015, com 948,10 mil. O acumulado deste ano, 905,39 mil, foi o segundo melhor do período. Houve ainda somatórias próximas ou acima das 800 mil cotas ano, com correspondentes créditos potencialmente inseridos nos diversos elos da cadeia produtiva brasileira. 

No total de consorciados contemplados acumulados de janeiro a agosto, 905,39 mil, estão incluídas as 386,39 mil de motocicletas; 376,53 mil de veículos leves; 56,29 mil de imóveis; 33,29 mil de veículos pesados; 32,30 mil de serviços; e 20,61 mil de eletroeletrônicos. A média mensal chegou a 113,17 mil, 15,1% superior ao alcançado no ano passado, com 98,32 mil consorciados contemplados.

 

O tíquete médio de agosto, R$ 68,90 mil, foi o mais alto do ano. Ao contribuir para o crescimento dos negócios, foi também superior em 22,2% sobre os R$ 56,36 mil, do mesmo mês do ano passado. Na comparação com o do mês julho último, superou em 12,6% os R$ 61,21 mil. Em relação ao primeiro mês deste ano, R$ 57,28 mil (jan./21), ficou 20,3% maior. 

 

No encerramento do oitavo mês de 2021, o Sistema de Consórcios atingiu 8,19 milhões de participantes ativos, o maior nos quase 60 anos de história, 9,2% maior que a marca de agosto do ano passado, quando esteve em 7,50 milhões. 
 

Apesar das oscilações observadas na economia brasileira, com inflação acima do limite estabelecido para ano, com o desemprego mantendo-se na casa dos 14,1%, o que corresponde a 14,4 milhões de brasileiros sem ocupação, pela desvalorização do real perante o dólar, pela pandemia, e com a maioria da população sem completar o ciclo de vacinação, o Sistema de Consórcios segue na contramão do PIB, atingindo crescentes aumentos.

"A situação econômica atual, resultante também das diferenças políticas, tem despertado maior atenção do brasileiro com o futuro", adianta Rossi. "Alerta e com comportamento cauteloso e conservador, o consumidor tem agido dentro dos seus limites orçamentários, considerando principalmente a gestão de finanças pessoais, não se deixando levar por promoções surpreendentes, geralmente fora do planeamento mensal ou anual. O Sistema de Consórcios, criado em 1962, está cada vez mais perto desse consumidor, sendo, em muitas oportunidades, escolhido como meio para compra de bens ou utilização de serviços, sem extravagâncias impulsivas", complementa.

NÚMEROS DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS 
ESTIMATIVAS SEGUNDO A ASSESSORIA ECONÔMICA DA ABAC 
 
Resumo geral e setorial das vendas de novas cotas 
  
O Sistema de Consórcios seguiu apresentando resultados progressivos, com recordes nas adesões e nos negócios realizados, considerando o mais alto tíquete médio mensal, nos oito meses de 2021. Agosto, incluindo todos os setores, destacou-se com mais de 329 mil novas cotas vendidas. 

Dos seis indicadores, cinco registraram crescimento nos acumulados de comercializações: veículos pesados, com 78,5%; eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, com 62,6%; imóveis, com 62,5%; veículos leves, com 23,5%; e, motocicletas, com 14,7%. Somente um anotou retração: serviços, com -14,8%, que pouco interferiu no avanço geral de 26,2% nas adesões acumuladas de janeiro a agosto.

O SISTEMA DE CONSÓRCIOS - GERAL 
 
- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS EM GRUPOS EM ANDAMENTO)
- 8,19 MILHÕES (AGOSTO/2021)
- 7,50 MILHÕES (AGOSTO/2020)
  CRESCIMENTO: 9,2%
 
- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
- 2,31 MILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2021)
- 1,83 MILHÃO (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
   CRESCIMENTO: 26,2%
 
- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS
- R$ 145,79 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2021)
- R$   92,28 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2020)   
  CRESCIMENTO: 58,0%
 
- TÍQUETE MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
- R$ 68,90 MIL (AGOSTO/2021)
- R$ 56,36 MIL (AGOSTO/2020)
  CRESCIMENTO: 22,2 %

- CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 905,39 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2021)
- 786,59 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2020)   
  CRESCIMENTO: 15,1%

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS
- R$ 41,82 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2021)
- R$ 33,80 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2020)
  CRESCIMENTO: 23,7%
 
ATIVOS ADMINISTRADOS E PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO DOS CONSÓRCIOS  

O constante crescimento das vendas de novas cotas e dos tíquetes médios, contabilizados no final do primeiro semestre deste ano, quando comparados aos de 2020, propiciou consequentes altas nos Ativos Administrados (AA) e no Patrimônio Líquido Ajustado (PLA), com mais 11,0% e 15,4%, respectivamente. 

Enquanto os Ativos Administrados alcançaram R$ 281 bilhões em junho de 2021 versus R$ 254 bilhões no mesmo mês de 2020, o PLA de 2021 atingiu R$ 20,06 bilhões contra R$ 17,38 bilhões do ano passado.

Em paralelo, também a soma dos Tributos e Contribuições Pagos registrou aumento de 22,1%, totalizando quase 2 bilhões de reais.

ATIVOS ADMINISTRADOS*
- R$ 254 BILHÕES (JUNHO/2020)
- R$ 281 BILHÕES (JUNHO/2021)
  CRESCIMENTO: 11,0%
 
PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO*
- R$ 17,38 BILHÕES (JUNHO/2020)
- R$ 20,06 BILHÕES (JUNHO/2021)
  CRESCIMENTO: 15,4%

PARTICIPAÇÃO NO PIB DE 2020
 - 3,9%
 
TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES PAGOS*
 - R$ 1,58 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2020)
 - R$ 1,93 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2021)
   CRESCIMENTO: 22,1%

EMPREGOS GERADOS DIRETOS E INDIRETOS
   - MAIS DE 250 MIL**

Fontes:  
  *) Banco Central do Brasil   
**) ABAC 

O SISTEMA DE CONSÓRCIOS - SETORES  
 
VEÍCULOS AUTOMOTORES EM GERAL (LEVES, PESADOS E MOTOS) 
COM ADESÕES AVANÇANDO 21,9%, NEGÓCIOS EVOLUEM 46,4%, DE JANEIRO ATÉ AGOSTO

Nos oito meses, as vendas de novas cotas nos grupos de consórcios de automotores, incluindo veículos leves, motocicletas e veículos pesados, avançaram 21,9%. O acumulado contribuiu também para o aumento dos 8,19 milhões de participantes ativos do Sistema de Consórcios de agosto.

Enquanto as contemplações aumentaram 15,0%, os correspondentes créditos concedidos tiveram alta de 25,8%, potencialmente injetados no mercado consumidor dos diversos segmentos.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)  
- 6,66 MILHÕES (AGOSTO/2021) 
- 6,26 MILHÕES (AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 6,4%
 
VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS) 
- 1,84 MILHÃO (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- 1,51 MILHÃO (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 21,9%
 
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 82,01 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- R$ 56,00 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 46,4%
  
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM POSSIBILIDADE DE COMPRAR BENS) 
- 796,20 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- 692,10 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 15,0% 

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 30,83 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- R$ 24,51 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 25,8%

PARTICIPAÇÃO DOS CONSÓRCIOS EM CRÉDITOS CONCEDIDOS
PERCENTUAL DO TOTAL INCLUINDO FINANCIAMENTO*, LEASING* E CONSÓRCIO**
 21,8% (JULHO/2021 - R$ 30,83 BILHÕES SOBRE R$ 141,58 BILHÕES)
- 24,0% (JULHO/2020 - R$ 24,51 BILHÕES SOBRE R$ 102,33 BILHÕES)

Fontes:  
  *) Banco Central do Brasil   
**) ABAC 

VEÍCULOS LEVES (AUTOMÓVEIS, CAMIONETAS, UTILITÁRIOS)  
NO FECHAMENTO DO OITAVO MÊS DO ANO, ADESÕES CRESCEM 23,5% COM NEGÓCIOS EVOLUINDO 38,5%

O consórcio de veículos leves, mais antigo e líder em número de participantes, com 3,89 milhões de consorciados, fechou o oitavo mês apontando aumento de 23,5% nas vendas de novas cotas no período.

Nesse setor, onde há automóveis, camionetas e utilitários, foram observadas altas nos créditos comercializados, tíquete médio, contemplações e créditos concedidos.

Houve alta de 3,7% nas vendas de novas cotas de veículos leves em agosto (142,81 mil) quando comparadas com as 137,78 mil cotas vendidas no mesmo mês do ano passado. Ao comparar com janeiro e julho deste ano, que somaram 108,51 mil e 135,57 mil, respectivamente, verificaram-se crescimentos de 31,6% e de 5,3%.
  

As mais de 376 mil contemplações em veículos leves potencialmente injetadas no mercado nacional, propiciaram 32,0% de participação nas comercializações do mercado interno, que totalizaram 1,18 milhão. Portanto, um veículo a cada três vendidos, considerada a divulgação da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). 
 
PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
- 3,89 MILHÕES (AGOSTO/2021) 
- 3,73 MILHÕES (AGOSTO/2020)
  CRESCIMENTO: 4,3% 
 
VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS) 
- 982,43 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- 795,54 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2020)  
CRESCIMENTO: 23,5% 
 
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 48,56 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- R$ 35,75 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 35,8% 

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA) 
- R$ 50,78 MIL (AGOSTO/2021) 
- R$ 49,04 MIL (AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 3,5%  

CONTEMPLAÇÕES* (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS) 
- 376,53 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- 354,77 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 6,1%   
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO.  
 
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 18,57 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- R$ 15,64 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 18,7%

MOTOCICLETAS 
COM 14,7% DE ALTA NAS VENDAS, SETOR DAS DUAS RODAS CRESCE 19,7% NOS NEGÓCIOS, EM OITO MESES DO ANO
 
O consórcio de motocicletas e motonetas, o segundo maior em consorciados ativos, houve crescimento de 14,7% nas adesões, nos oito meses do ano. Os negócios realizados anotaram alta de 19,7%, enquanto o número de participantes ativos ampliou 7,6% sobre o ano passado.

No fechamento de janeiro a agosto, foram registrados aumentos nas contemplações, créditos concedidos, créditos comercializados e tíquete médio, confirmando os bons resultados alcançados pelo setor das duas rodas. 

As 100,95 mil cotas vendidas em agosto representaram uma retração de 11,8% em relação ao mesmo mês do ano passado, com 114,50 mil cotas. Na comparação com janeiro e julho deste ano, que somaram 93,95 mil e 100,05 mil, respectivamente, verificaram-se crescimento de 7,5% e estabilidade.


As quase 390 mil contemplações, acumuladas de janeiro a agosto, significaram potencial de compra de 52,7% do mercado interno, que totalizou 732,57 mil unidades vendidas, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Aquele percentual correspondeu a pouco mais de uma moto a cada duas comercializadas no país.  

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
- 2,33 MILHÕES (AGOSTO/2021) 
- 2,16 MILHÕES (AGOSTO/2020) 
CRESCIMENTO: 7,9%
 
VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS) 
- 744,64 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- 649,01 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
CRESCIMENTO: 14,7%
 
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 10,80 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- R$   9,02 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 19,7% 
 
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA) 
- R$ 14,94 MIL (AGOSTO/2021) 
- R$ 14,55 MIL (AGOSTO/2020) 
 CRESCIMENTO: 2,7%

CONTEMPLAÇÕES* (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS) 
- 386,39 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- 311,06 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
   CRESCIMENTO: 24,2%
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO.  
 
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 5,60 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- R$ 4,29 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 30,5% 

VEÍCULOS PESADOS (CAMINHÕES, ÔNIBUS, SEMIRREBOQUES, TRATORES, IMPLEMENTOS) 
NO CONSÓRCIO DE PESADOS, NEGÓCIOS CRESCEM MAIS DE 100% ENQUANTO ADESÕES AUMENTAM EM QUASE 80%, EM OITO MESES 
 
No consórcio de veículos pesados, onde estão incluídos caminhões, tratores, implementos rodoviários e agrícolas, voltados ao transporte rodoviário de cargas e de passageiros, além da agricultura, houve a superação da marca de 100% nos negócios com a entrada de quase 80% em novos consorciados, resultado das boas perspectivas para o agronegócio interna e externamente.

No acumulado dos 8 meses de 2021, todos os indicadores setoriais - participantes, adesões, tíquete, contemplações, créditos concedidos e comercializados - registraram crescimentos. 

Ao analisar o comportamento das vendas de novas cotas de pesados em agosto, com 15,31 mil, em relação ao mesmo mês do ano passado, observou-se alta de 49,7%. Na comparação com janeiro e julho deste ano, com 8,66 mil e 16,56 mil, respectivamente, verificaram-se crescimento de 76,8% e retração de 7,4%.
 

O segmento de veículos pesados continuou contribuindo para a atividade do agronegócio dentro da economia nacional. Nos meses de janeiro a agosto, entre os diversos produtos disponibilizados pela modalidade, voltou a participar por meio de parcela importante no crescimento das contemplações.
   
PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
- 437,76 MIL (AGOSTO/2021) 
- 362,34 MIL (AGOSTO/2020) 
CRESCIMENTO: 20,8%  

VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS) 
- 112,97 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
-   63,28 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 78,5%  
 
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 22,65 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- R$ 11,22 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 101,9%  
 
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA) 
- R$ 256,89 MIL (AGOSTO/2021) 
- R$ 205,41 MIL (AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 25,1%   
 
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS) 
- 33,29 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- 26,27 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 26,7%   

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 6,67 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- R$ 4,58 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 45,6%  
   
IMÓVEIS 
NOS IMÓVEIS, AS VENDAS DE NOVAS COTAS CRESCEM MAIS DE 60% E NEGÓCIOS ULTRAPASSAM 75%, DE JANEIRO A AGOSTO

O consórcio de imóveis, cujo objetivo principal é realizar o maior sonho do brasileiro - a casa própria -, apresentou resultados positivos em todos os seus indicadores, com destaque para as altas de 62,5% nas adesões e de 76,8% nos negócios realizados. Acrescente-se o tíquete médio mensal que chegou a R$ 195,76 mil.

Reafirma-se assim o grande interesse dos consumidores em investimentos econômicos que geram renda, ou para formação e ampliação de patrimônio. 

O comportamento das vendas de novas cotas de imóveis em agosto foi bastante expressivo.  As 49,93 mil cotas comercializadas representaram um crescimento de 33,4% em relação às 37,44 mil cotas do mesmo mês de 2020. Na comparação com janeiro e julho deste ano, com 32,39 mil e 47,88 mil, respectivamente, verificaram-se crescimentos de 54,2% e de 4,3%.

As 56,29 mil contemplações, acumuladas de janeiro a agosto, representaram potenciais 8,0% de participação no total de 702,00 mil imóveis financiados no período, incluindo os consórcios, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

 

UTILIZAÇÃO DO FGTS NO CONSÓRCIO DE IMÓVEIS - JANEIRO A AGOSTO

Nos oito meses de 2021, 2.393 consorciados-trabalhadores, participantes dos grupos de consórcios de imóveis, utilizaram parcial ou totalmente seus saldos nas contas do FGTS para pagar parcelas, ou quitar débitos, bem como ofertar valores em lances ou complementar créditos, totalizando acima de R$ 116,53 milhões, de acordo com o Cepas/Caixa.

 
 
 PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
- 1,19 MILHÃO (AGOSTO/2021) 
-    988,55 MIL (AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 20,4%
 
VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVO CONSORCIADOS) 
- 336,20 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- 206,91 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 62,5% 

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 62,49 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- R$ 35,35 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
   CRESCIMENTO: 76,8%  

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA) 
- R$ 195,76 MIL (AGOSTO/2021) 
- R$ 187,92 MIL (AGOSTO/2020) 
 CRESCIMENTO: 4,2%

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS) 
- 56,29 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- 50,54 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
 CRESCIMENTO: 11,4%  

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 10,45 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- R$   8,90 BILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 17,4% 

SERVIÇOS 
APESAR DA RETRAÇÃO DAS ADESÕES, NEGÓCIOS AVANÇAM NOS OITO MESES DO ANO 

Com características como diversidade e flexibilidade de utilização dos créditos, o consórcio de serviços tem sido bastante procurado sinalizando recuperação setorial. Apesar das adesões ainda anotarem retrações, o tíquete médio mensal já apresentou estabilidade e o acumulado dos negócios cresceram 4,6%, nos oito meses do ano.

Também os acumulados de consorciados contemplados e dos respectivos créditos concedidos apontaram altas, com 26,8% e 40,8%, respectivamente.
 
Em agosto, as vendas de novas cotas de serviços somaram 7,35 mil. Em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram vendidas 7,76 mil cotas, houve retração de 5,3%. Na comparação com janeiro e julho deste ano, com 8,03 mil e 9,09 mil, respectivamente, verificaram-se retrações de 8,5% e de 19,1%.


Com 33,8% de aumento, o total de participantes ativos confirma que, face às peculiaridades deste setor e as demais vantagens do Sistema de Consórcios, o interesse dos consumidores continua crescente, especialmente quando são considerados ainda os prazos mais longos oferecidos, a baixa taxa mensal de administração com consequente custo final menor, a manutenção do poder de compra, as parcelas mensais acessíveis aos orçamentos individuais, familiares ou empresariais.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
- 193,82 MIL (AGOSTO/2021) 
- 144,82 MIL (AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 33,8%  
 
VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS) 
- 57,49 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- 67,48 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  RETRAÇÃO: 14,8% 

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 649,54 MILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- R$ 620,88 MILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 4,6%  
 
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA) 
- R$ 14,48 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- R$ 14,59 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  ESTÁVEL  
 
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE CONTRATAR SERVIÇOS) 
- 32,30 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- 25,47 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 26,8%  
 
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 358,37 MILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- R$ 254,44 MILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 40,8%  

ELETROELETRÔNICOS E OUTROS BENS MÓVEIS DURÁVEIS 
ELETROS FECHAM OS OITO MESES COM MAIS DE 110% DE ALTA NOS NEGÓCIOS E MAIS DE 60% NAS ADESÕES E NO TÍQUETE MÉDIO 
 
Nos oito meses, o consórcio de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis apresentou crescimentos de 110% nos negócios realizados, 62,6% nas vendas de novas cotas, com 64,7% no tíquete médio mensal.

Houve ainda altas nas contemplações e nos créditos concedidos, sinalizando boas perspectivas para o final do ano.
 
Ao analisar o comportamento das vendas de novas cotas em agosto, com 13,01 mil, em relação ao mesmo mês do ano passado, com 6,53 mil, observou-se crescimento de 99,23%. Na comparação com janeiro e julho deste ano, com 4,13 mil e 13,66 mil, respectivamente, verificaram-se avanço de 215,01% e retração de 4,8%.
 

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
- 148,69 MIL (AGOSTO/2021) 
- 103,86 MIL (AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 43,2% 
  
VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS) 
- 72,69 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- 44,71 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 62,6%  
 
VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 640,90 MILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- R$ 304,17 MILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 110,7%  
 
TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO ANO) 
- R$ 9,14 MIL (AGOSTO/2021) 
- R$ 5,55 MIL (AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 64,7%  
 
CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS) 
- 20,61 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- 18,48 MIL (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 11,5%  
 
VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO) 
- R$ 182,60 MILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2021) 
- R$ 135,63 MILHÕES (JANEIRO-AGOSTO/2020) 
  CRESCIMENTO: 34,6% 
............................................................................................................................. 

SABER FINANCEIRO - UM SITE FOCADO EM EDUCAÇÃO FINANCEIRA
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios coloca à disposição 
Um canal de comunicação para consumidores e investidores financeiros 
Focado no tema "Educação Financeira".

O novo site da entidade - https://saberfinanceiro.org.br - disponibiliza conteúdo exclusivo 
Sobre o assunto, que possibilita aos interessados testar seus conhecimentos 
E melhorar sua compreensão sobre o mercado financeiro.

NOVIDADE - CONSÓRCIOS DE A A Z NA INTERNET
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios está colocando 
vídeos e podcasts na internet com informações sobre a modalidade.
A ABAC, entidade representativa do Sistema de Consórcios, está disponibilizando mais informações 
sobre a modalidade por meio de um novo e exclusivo site: https://consorciodeaaz.org.br.

GUIA CONSÓRCIOS DE A A Z 
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios disponibiliza o 
Guia Consórcios de A a Z. 
Todas as informações sobre o Sistema de Consórcios, desde a adesão até o encerramento do grupo.

 

Assessoria Abac

Rua Avanhandava, 126 - 5º andar

São Paulo - SP - CEP 01306-901

Tel.:(11) 3155-5252 - e-mail: assessoriadeimprensa@abac.org.br