Matéria de janeiro de 2026 – Dados de dezembro 2025

SISTEMA DE CONSÓRCIOS QUEBRA RECORDES HISTÓRICOS EM 2025


Vendas de cotas somam 5,16 milhões de adesões e negócios superam R$ 500 bilhões enquanto consorciados ativos atingem 12,76 milhões


Perspectivas de crescimento sinalizam 11,0% para 2026


 

O Sistema de Consórcios fechou 2025 registrando quebra de vários recordes históricos nos indicadores nacionais e setoriais. Ao ratificar a crescente confiança do brasileiro, a modalidade comprovou também sua importante presença nos segmentos produtivos.

Os avanços nos acumulados de vendas de cotas confirmaram as projeções, geral e setoriais, feitas pela assessoria econômica da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios no final do ano passado. Ao resultar em 15,0%, acima do dobro do previsto de 6,0% para 2025, validou os estudos, levantamentos e indicativos do Índice de Confiança do Setor de Consórcios (ICSC) divulgados no decorrer do ano.

Mesmo em um ano marcado por oscilações na economia devido a fatores endógenos e exógenos, o mecanismo demonstrou solidez consolidando seu market share entre as várias linhas de crédito disponíveis no mercado para aquisição de bens ou contratação de serviços.

O progresso constante do consórcio no cenário econômico está principalmente apoiado na consciência do consumidor que busca aplicar e ampliar o conhecimento sobre a essência da educação financeira, na qual o planejamento é o principal fundamento.

Presente nos mais diversos segmentos, o consórcio, alternativa para quem deseja adquirir bens móveis e imóveis e contratar serviços de forma planejada, proporcionou aos consumidores a concretização de inúmeros objetivos.

De janeiro a dezembro, o consórcio acumulou vendas no total de 5,16 milhões de cotas, mais uma vez um novo recorde histórico. Houve aumento de 15,0% sobre as 4,49 milhões de adesões de 2024. Os créditos comercializados, resultantes dos negócios concretizados, também bateram recorde. O volume ultrapassou a marca de R$ 500,27 bilhões, 32,1% maior que os R$ 378,73 bilhões do ano de 2024.

         

 

 

 

 

 

 

Crescente, os participantes ativos atingiram total inédito de 12,76 milhões em dezembro de 2025. Foram registrados 13,8% acima dos 11,21 milhões de consorciados daquele mês em 2024. Desde janeiro de 2022, mês após mês, foram registrados 47 recordes consecutivos, com exceção de abril de 2023, até dezembro do ano passado, anotando um avanço de 55,4%.

Paralelamente, a somatória de consorciados contemplados, momento em que as contemplações podem ter seus créditos transformados em bens e serviços, chegou a 1,77 milhão, 4,1% acima das 1,70 milhão de 2024. A liberação de créditos totalizou R$ 123,16 bilhões, potencialmente injetados na economia, sendo 22,4% superior aos R$ 100,58 bilhões de um ano antes.

       

 

 

 

 

 

 

O tíquete médio de dezembro alcançou R$ 86,74 mil. Cravou alta de 10,7% sobre o do mesmo mês de 2024, que na ocasião apontou o valor de R$ 78,35 mil. O aumento confirmou o interesse do brasileiro por cotas de maior valor, que, a despeito de os créditos serem cada vez mais altos, o valor das prestações mensais foi compatível com o bolso dos consorciados.

“Em 2025 registramos efetivamente um dos melhores resultados do Sistema de Consórcios ao longo de sua história.  O desempenho anotado, comparado a 2024, foi positivo especialmente no crescimento do número de consorciados, considerado o aumento de conhecimento da essência da educação financeira. Apoiados no planejamento, os participantes vêm conquistando seus objetivos pessoais, evolução patrimonial, melhoria da qualidade de vida, entre outros”, aponta Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios.

“Ao estar cada vez mais presente na cultura financeira do brasileiro, o Sistema de Consórcios, por consequência, tem contribuído diretamente para o controle das finanças pessoais de forma responsável e consciente, sem imediatismos, com a tranquilidade que decisões equilibradas proporcionam”, complementa.

DETALHES DOS INDICADORES

VENDAS DE COTAS – RECORDE NOS ÚLTIMOS DEZ ANOS

No total das vendas, 5,16 milhões, a distribuição por segmento ficou assim: 1,91 milhão de veículos leves; 1,44 milhão de motocicletas; 1,35 milhão de imóveis; 197,93 mil de veículos pesados, 200,80 mil de eletroeletrônicos; e 61,73 mil de serviços. A média mensal de 430,00 mil, anotada nos doze meses, foi 15,0% acima da obtida no mesmo período de 2024, quando chegou a 373,78 mil cotas comercializadas.

Registramos em outubro o maior volume de adesões entre todos os segmentos, quando atingimos 518,18 mil. Um mês antes, em setembro, a soma chegou a 507,14 mil vendas, a segunda melhor marca.

Percentualmente nos seis segmentos, cinco registraram alta nos acumulados de comercializações: eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, com 51,0%; imóveis, com 36,2%; serviços, com 16,9%; veículos leves, com 9,4%; e motocicletas, com 8,3%. Somente um apontou retração: veículos pesados, com (-15,0%). Considerando que os anos de 2023 e 2024 tiveram volume de vendas de cotas acima da média, o resultado negativo em relação ao ano anterior pode ser considerado dentro dos parâmetros normais da média de vendas ao longo dos anos e pouco interferiu no avanço de 15,0% anotado no acumulado geral de vendas, incluindo todos os segmentos verificados de janeiro a dezembro.

CONTEMPLAÇÕES

Nos doze meses, os 1,77 milhão de consorciados contemplados incluiu: 764,11 mil de veículos leves; 675,77 mil de motocicletas; 145,37 mil de imóveis; 96,08 mil de veículos pesados; 56,53 mil de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis; e 36,60 mil de serviços. A média mensal chegou a 147,50 mil, 4,1% acima do atingido no ano passado, com 141,66 mil contemplações.

PARTICIPANTES ATIVOS

A presença de consorciados ativos em cada segmento esteve assim distribuída: 42,2% nos veículos leves; 25,2% nas motocicletas; 22,2% nos imóveis; 7,2% nos veículos pesados; 2,2% nos eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis; e 1,0% nos serviços.

Em cada segmento no qual o consórcio está presente, dos 12,76 milhões de participantes ativos, o total ficou assim dividido: 5,38 milhões em veículos leves; 3,22 milhões em motocicletas; 2,83 milhões em imóveis; 916,13 mil em veículos pesados; 285,83 mil em eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis; e 128,53 mil em serviços.

TÍQUETE MÉDIO EM CINCO ANOS

Ao analisar o desempenho dos tíquetes nos meses de dezembro nos intervalos dos últimos cinco anos, observou-se aumento nominal de 28,2% na evolução dos valores médios registrados. Ao descontar a inflação (IPCA) de 21,5% do período, na relação da diferença de R$ 67,64 mil, em dezembro de 2021, para R$ 86,74 mil, no mesmo mês de 2025, houve valorização real de 5,5%.

PERSPECTIVAS PARA 2026

Ao projetar o Sistema de Consórcios para este ano, o economista da ABAC, Luiz Antônio Barbagallo, mostrou boas perspectivas, baseadas em estudos realizados na entidade. “Em 2026, acreditamos na possibilidade de obtenção de desempenhos setoriais semelhantes ou até maiores que os alcançados no ano passado. As expectativas apoiam-se principalmente na continuidade do crescimento, mesmo em épocas de conjunturas econômicas desfavoráveis, e na  conscientização do brasileiro sobre planejamento financeiro, que colocam o consórcio como uma das principais opções racionais e seguras para consumidores e investidores”.

Ao ponderar a possível estabilização da inflação, eventualmente refletida na baixa da taxa Selic, a continuidade da redução do desemprego, que em novembro último chegou a 5,2%, e com alguma desaceleração da economia, Barbagallo entende que “2026 seja um ano de superação de desafios. Há possibilidade de obtenção de novos recordes de adesões, negócios e participantes. Calculamos, que, a exemplo de 2025, o Sistema de Consórcios possa crescer um pouco mais e atingir até 11,0%, cinco pontos percentuais maior que o estimado para o ano passado.”

No ano passado, a meta estimada em 8,0% para o crescimento do acumulado de vendas de cotas foi superada. Alcançou 15,0%, quase o dobro do previsto.

Nos segmentos, os percentuais poderão variar de acordo com os comportamentos de cada mercado. No de imóveis, por exemplo, a estimativa é para 25,0%, considerando a boa evolução ocorrida nos últimos anos. Desde 2019, a média anual de aumento tem sido 21,0%. Somente no ano passado, a evolução foi de 36,0%, quase o dobro dos estimados 20,0%. Com o segmento imobiliário em plena expansão, não há sinalização de alteração nesse quadro para 2026.

No de veículos automotores, enquanto para os consórcios de motocicletas a projeção é de avanço de 7,0%, para veículos leves a perspectiva aponta para uma repetição de 6,0%, presumidos e superados em 2025. No ano passado, veículos leves chegou 9,4% de aumento, 3,4 pontos percentuais acima do estimado. Motocicletas alcançou 8,3% de alta, pouco mais de quatro vezes os 2,0% projetados.

Especificamente em veículos pesados, considerando a divisão de 51,0% para máquinas agrícolas, 41,0% para caminhões e 8,0% para outros bens como implementos rodoviários e agrícolas, ônibus, aeronaves, embarcações, entre outros, face as oscilações do ano passado com predominância de retrações, a projeção é de estabilidade em 2026, apesar da retração de 15,0% observada no ano passado.

O bom desempenho do segmento de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, registrado em 2025, apontou crescimento de 51,0%, mais que o dobro do programado em 23,0%. Para 2026, conservadoramente o economista da ABAC prevê evolução de 20% para esse segmento.

A recuperação observada no setor de serviços a partir de 2023, após os impactos da pandemia, foi reafirmada em 2024 e 2025. Neste último, os 10,0% projetados foram superados com a obtenção de 16,9%. Para os próximos doze meses, a perspectiva é de alta de 8,5%.

A IMPORTÂNCIA DOS CONSÓRCIOS NA CADEIA PRODUTIVA

O Sistema de Consórcios tem sido a alternativa mais simples e econômica para o consumidor viabilizar seus objetivos de consumo com planejamento e economia. No ano passado, a potencial presença esteve em um a cada três veículos leves vendidos no país.

Além de contribuir com a programação da produção industrial em diversos segmentos onde está presente, o consórcio tem despertado a atenção de fabricantes e usuários de novos produtos.

Presente em outros setores como o das duas rodas, o mecanismo também evoluiu. Nos doze meses de 2025, as contemplações possibilitaram a potencial aquisição de uma moto a cada três comercializadas no mercado interno.

No campo dos veículos pesados, a modalidade sinalizou uma a cada três comercializações de caminhões negociados para ampliação ou renovação de frotas para o setor de transportes, com destaque especial para utilização no agronegócio.

Ao resumir a participação das contemplações do consórcio, durante o ano passado, pode ser conferido pelos mais de R$ 123 bilhões potencialmente disponibilizados ao mercado. O Sistema atingiu 30,0% de possível presença no setor de automóveis, utilitários e camionetas. No de motocicletas, houve 30,8% de possível participação, e no de veículos pesados, a relação para caminhões foi de 28,0%, no período.

                             

No segmento imobiliário, somente em onze meses de 2025, as contemplações representaram potenciais 24,2% de participação no total de 538,37 mil imóveis financiados, incluindo recursos das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e os consórcios, potencialmente um imóvel a cada quatro comercializados.

“Importante lembrar que, ao longo do ano, muitos créditos liberados por ocasião das contemplações no Sistema de Consórcios não são transformados em bens ou em contratação de serviços de imediato”, explica Rossi. “Há valores de consorciados contemplados que ainda estão pendentes de utilização em vários segmentos. Por esta razão, divulgamos dois tipos de classificações: primeiro, as estimativas de potenciais transformações dos créditos em bens nos mercados de cada setor e, na sequência, as relativas às aquisições realizadas”, completa.

AQUISIÇÕES DE VEÍCULOS VIA CONSÓRCIO MANTÉM SUA PARTICIPAÇÃO NAS VENDAS NO MERCADO INTERNO EM 2025

Ao utilizar os dados divulgados pela B3 de janeiro a dezembro do ano passado, os percentuais de aquisição de veículos automotores realizados via consórcio reafirmaram a presença e o gradativo crescimento do mecanismo nas vendas no mercado interno, nos doze meses.

A participação dos consórcios, incluindo leves, motos, caminhões, implementos rodoviários e ônibus, considerando os indicativos de novos e seminovos, variaram de 7,3% a 35,9% entre os totais individuais no período. Cada percentual registrou o interesse dos consumidores, pessoas físicas e jurídicas, pela modalidade como forma de usufruir das características básicas como parcelas acessíveis, não cobrança de juros, prazos longos, poder de compra à vista, isento de cobranças retroativas e de IOF, entre outros.

No segmento de veículos leves, observou-se que, do total geral, 8,7% foram realizados com créditos concedidos por contemplações, enquanto 91,3% originaram-se dos financiamentos.

Na divisão entre novos e usados, verificou-se que 10,0% dos veículos zero km foram comercializados via consórcio enquanto 90,0% foram por financiamentos. Nos seminovos, houve 8,3% pelo consórcio e 91,7% por financiamentos.

No segmento das duas rodas, observou-se que, do volume comercializado no mercado nacional, 28,2% foram utilizados a partir de créditos concedidos por consórcio, e 71,8% provenientes de financiamentos.

Ao separar em novas e usadas, 35,9% foram registrados nas motos zero via consórcio e 64,1% foram por financiamentos. Nas seminovas, houve 7,3% pela modalidade consorcial e 92,7% por financiamentos.

No segmento dos veículos pesados, os caminhões mostraram que do total vendido internamente, 12,7% foram com uso de créditos liberados por consórcio e 87,3% procedentes de financiamentos.

Na separação entre novos e usados, houve 12,3% de caminhões zero comercializados via consórcio e 87,7% por financiamentos. Os seminovos somaram 13,0% via Sistema de Consórcios, enquanto 87,0% foram por financiamentos.

Ainda em veículos pesados, os implementos rodoviários totalizaram 20,8% de vendas pelo consórcio e 79,2% resultante de outras linhas de crédito, no mercado interno.

Na análise entre novos e usados, houve 19,8% de semirreboques zero comercializados via consórcio e 80,2% pelos vários tipos de financiamentos. Paralelamente, os seminovos atingiram 22,0% pelas contemplações e 78,0% por empréstimos variados.

Ainda em veículos pesados, os ônibus totalizaram 11,0% de vendas pelo consórcio e 89,0% foram resultantes de outras linhas de crédito, no mercado interno.

Na análise entre novos e usados, houve 10,7% de ônibus zero emplacados via consórcio e 89,3% pelos vários tipos de financiamentos. Paralelamente, os seminovos atingiram 11,1% pelas contemplações e 88,9% por empréstimos variados.

 

O MOMENTO DO CONSÓRCIO NA ECONOMIA NACIONAL

Passados mais de 63 anos, o Sistema de Consórcios está presente praticamente em todos os segmentos da economia brasileira como o de automotores, que incluem veículos leves, motocicletas e veículos pesados; imóveis, serviços e eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, e vem ampliando gradualmente seu market share no mercado financeiro. Por decorrência, além de proporcionar a realização de inúmeros objetivos, o mecanismo vem alavancando a produção industrial, sem gerar inflação.

Inserido neste cenário, o consórcio vivencia e estimula as mutações do mercado consumidor. Entre os principais fatores indutores está o crescimento da renda do brasileiro, que em dezembro do ano passado aproximou-se de R$ 3.500,00, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Também a inflação em 2025 indicada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), atingiu 4,26% - um pouco abaixo do teto da meta -, divulgada pelo IBGE. Some-se outro destaque deste instituto que, também no final do ano passado: a inédita redução da taxa de desemprego para 5,2%, menor da série histórica, iniciada em 2012. Há ainda a expectativa de crescimento do PIB para 2025 em aproximadamente 2,3% / 2,4%, segundo revisões para cima de instituições como o Banco Central e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

Com este panorama, Rossi complementa suas observações lembrando que “os bons desempenhos registrados pelos diversos indicadores consorciais foram produtos das decisões daqueles que, ao optarem pelo mecanismo, vêm participando e propiciando resultados crescentes e significativos nos totais mensais de adesões e nos negócios financeiros, inclusive com vários recordes, e, por decorrência, com maior presença na economia.”

NA DÉCADA, DE 2016 A 2025, O CRESCIMENTO DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS

Nos últimos dez anos, somente em meses de dezembro, os 12,76 milhões de participantes ativos de 2025 ultrapassaram os totais contabilizados no período de 2016 até 2024, assinalando recorde histórico.

No indicador de vendas de cotas, também de janeiro a dezembro, houve resultado inédito em 2025. O recorde de 5,16 milhões de adesões foi o maior volume alcançado na década de 2016 a 2025.

Entre os acumulados de consorciados contemplados, considerado o período de janeiro a dezembro dos últimos dez anos, a marca de 1,77 milhão de 2025 foi a melhor do período, mais um recorde histórico.

NÚMEROS DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS
ESTIMATIVAS SEGUNDO A ASSESSORIA ECONÔMICA DA ABAC 

RESUMO DOS INDICADORES - GERAL E SETORIAIS  

O SISTEMA DE CONSÓRCIOS - GERAL 

O Sistema de Consórcios obteve marcas expressivas nos indicadores, durante 2025 em relação a 2024, considerada a avaliação de dados fornecidos pela maioria significativa das associadas da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, feita pela assessoria econômica da entidade.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS EM GRUPOS EM ANDAMENTO)
- 12,76 MILHÕES (DEZEMBRO/2025)
- 11,21 MILHÕES (DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 13,8%

VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 5,16 MILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- 4,49 MILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 15,0%

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS
- R$ 500,27 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- R$ 378,73 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 32,1%

TÍQUETE MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
- R$ 86,74 MIL (DEZEMBRO/2025)
- R$ 78,35 MIL (DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 10,7%

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 1,77 MILHÃO (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- 1,70 MILHÃO (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 4,1%

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS
- R$ 123,16 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- R$ 100,58 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 22,4%

Com a divulgação do PIB brasileiro de 2024 que alcançou R$ 11,7 trilhões, a participação dos R$ 719,0 bilhões dos ativos administrados no Sistema de Consórcios, em 2024, atingiu 6,1%, crescendo 0,8 ponto percentual sobre a de 2023.

ATIVOS ADMINISTRADOS*
- R$ 719 BILHÕES (DEZEMBRO/2024)
- R$ 574 BILHÕES (DEZEMBRO/2023)
CRESCIMENTO: 25,3%

Ainda em 2024, o Patrimônio Líquido Ajustado (PLA) do Sistema de Consórcios alcançou R$ 20,92 bilhões, 8,6% maior que os R$ 19,27 bilhões obtidos em 2023, proporcionando maior segurança. 

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO*
- R$ 20,92 BILHÕES (DEZEMBRO/2024)
- R$ 19,27 BILHÕES (DEZEMBRO/2023)
CRESCIMENTO: 8,6%

PARTICIPAÇÃO NO PIB DE 2024
6,1% - Calculado com base no valor de R$ 719 bilhões (Ativos Administrados de dez/24).

TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES PAGOS*
- R$ 3,48 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
- R$ 2,84 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2023)
CRESCIMENTO: 22,5%

Fontes:
  *) Banco Central do Brasil
**) ABAC 

O SISTEMA DE CONSÓRCIOS - SETORES  

VEÍCULOS AUTOMOTORES EM GERAL (LEVES, PESADOS E MOTOS)
SEGMENTO CRESCE E INJETA POTENCIALMENTE MAIS DE R$ 90 BILHÕES NO MERCADO AUTOMOTIVO

No ano passado, as vendas de cotas nos grupos de consórcio de automotores, que inclui veículos leves, motocicletas e veículos pesados, mostraram crescimento de 7,3%. Paralelamente, os demais indicadores também apresentaram resultados positivos, com destaque para o valor dos créditos concedidos que ultrapassaram R$ 90 bilhões injetados potencialmente no setor automotivo.

Os créditos liberados pelo Sistema de Consórcios no total entre financiamentos, leasing e consórcios do setor automotivo, divulgado pelo Banco Central do Brasil, apresentou avanço de 2,8 pontos percentuais, subindo de 22,0% para 24,8%, de janeiro a novembro de 2024 para o mesmo período do ano passado.

Dos 9,51 milhões de consorciados ativos em veículos automotores, 56,6% participavam dos grupos de veículos leves, 33,9% nos de motocicletas e 9,5% nos de veículos pesados.

PERSPECTIVAS PARA 2026 

Segundo estudos da assessoria econômica da ABAC, considerando a sequência na redução do desemprego, a possível estabilização da inflação, com reflexos em baixa da taxa Selic, eventuais oscilações do mercado internacional, entre outros, as perspectivas para o setor de automotores, em 2026, sinalizam crescimento de 7,0% para as motocicletas, os mesmos 6,0% estimados para 2025 para veículos leves e estabilidade para os veículos pesados.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 9,51 MILHÕES (DEZEMBRO/2025)
- 8,71 MILHÕES (DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 9,2%

VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 3,55 MILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- 3,31 MILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 7,3%

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 213,28 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- R$ 185,75 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 14,8%

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM POSSIBILIDADE DE COMPRAR BENS)
- 1,54 MILHÃO (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- 1,49 MILHÃO (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 3,4%

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 91,65 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
- R$ 77,71 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 17,9%

PARTICIPAÇÃO DOS CONSÓRCIOS EM CRÉDITOS CONCEDIDOS
PERCENTUAL DO TOTAL INCLUINDO FINANCIAMENTO*, LEASING* E CONSÓRCIO**
24,8% (JAN-NOV/2025) - R$ 84,03 BILHÕES SOBRE R$ 338,41 BILHÕES
22,0% (JAN-NOV/2024) - R$ 70,49 BILHÕES SOBRE R$ 320,00 BILHÕES

Fontes:
  *) Banco Central do Brasil
**) ABAC 

VEÍCULOS LEVES NOVOS (AUTOMÓVEIS, CAMIONETAS, UTILITÁRIOS)
NEGÓCIOS REALIZADOS TOTALIZAM MAIS DE R$ 132 BILHÕES, EM 2025
PERSPECTIVA: REPETIR 6,0% DE CRESCIMENTO EM 2026

O consórcio de veículos leves, o maior setor em número de consorciados ativos no Sistema, alcançou 1,91 milhão de adesões no ano passado. Por decorrência, foram gerados mais de R$ 132 bilhões em negócios. No ano passado, os créditos concedidos aos contemplados somaram mais de R$ 53 bilhões, potencialmente injetados no mercado interno do país.

Trata-se de setor que inclui automóveis, camionetas e utilitários, cujos resultados anuais mostraram crescimento também em participantes ativos, contemplações e tíquete médio.

Os mais de 764 mil consorciados contemplados em veículos leves injetaram potencialmente no mercado créditos que propiciaram 30,0% de participação nas comercializações internas cujo total chegou a 2,55 milhões de unidades. Portanto, um veículo a cada três vendidos, considerada a divulgação da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

PERSPECTIVAS PARA 2026

As avaliações mercadológicas levantadas e analisadas pela assessoria econômica da ABAC, considerando a sequência na redução do desemprego, atualmente em 5,2%; a possível estabilização da inflação, com reflexos em baixa da taxa Selic, ainda em 15,0% a.a.; eventuais oscilações do mercado internacional; aumento da renda familiar; entre outros, projetam a repetição do crescimento para 2026 dos mesmos 6,0% propostos para 2025 para o setor de Veículos Leves.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 5,38 MILHÕES (DEZEMBRO/2025)
- 4,84 MILHÕES (DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 11,2%

VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 1,91 MILHÃO (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- 1,75 MILHÃO (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 9,1%

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 132,86 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- R$ 116,21 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 14,3%

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 70,36 MIL (DEZEMBRO/2025)
- R$ 61,32 MIL (DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 14,7%

CONTEMPLAÇÕES* (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 764,11 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- 708,20 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 7,9%
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO.

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 53,23 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- R$ 46,75 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 13,9%

MOTOCICLETAS
UMA A CADA TRÊS MOTOS FORAM POTENCIALMENTE VENDIDAS POR CONSÓRCIO NO MERCADO INTERNO, EM 2025
PERSPECTIVA: CRESCER 8,0% EM 2026

O consórcio de motocicletas, que anota o segundo maior volume de participantes ativos, terminou 2025 progredindo em todos os indicadores menos um, o de contemplações. Entre os destaques positivos estiveram o tíquete médio, os créditos comercializados e os concedidos.

Na somatória das adesões, houve alta de 8,3% sobre o atingido em 2024. Também o tíquete médio apontou aumento, 6,9%, sobre o ano anterior.

Os mais de 675 mil consorciados contemplados, acumulados de janeiro a dezembro, corresponderam a potencial compra de 30,8% do mercado interno, que totalizou 2,20 milhões de unidades comercializadas, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O percentual correspondeu a uma moto a cada três vendidas no país.

PERSPECTIVAS PARA 2026

Considerando as análises feitas pela assessoria econômica da ABAC, tendo em vista diversos fatores como, por exemplo, a mais recente pesquisa feita pelo Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) em julho de 2025, que estima haver 455,6 mil entregadores por aplicativo. Acrescente-se aqueles que se deslocam individualmente tendo a moto como solução para o trânsito caótico nas principais cidades do país, especialmente para os profissionais de emergência. As perspectivas para o setor de Motocicletas apontam o incremento consorcial de 7,0% para 2026.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 3,22 MILHÕES (DEZEMBRO/2025)
- 3,03 MILHÕES (DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 6,3%

VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 1,44 MILHÃO (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- 1,33 MILHÃO (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 8,3%

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 30,48 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- R$ 25,82 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)}
CRESCIMENTO: 18,0%

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 21,14 MIL (DEZEMBRO/2025)
- R$ 19,77 MIL (DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 6,9%

CONTEMPLAÇÕES* (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 675,77 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- 693,63 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
RETRAÇÃO: 2,6%
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO.

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 14,25 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- R$ 13,46 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 5,9%

VEÍCULOS PESADOS (CAMINHÕES, ÔNIBUS, SEMIRREBOQUES, TRATORES, IMPLEMENTOS)
QUASE R$ 50 BILHÕES FORAM POTENCIALMENTE INJETADOS NOS MERCADOS DE ATUAÇÃO DOS PESADOS EM 2025
PERSPECTIVA: ESTABILIDADE EM 2026

O ano de 2025 foi caracterizado por oscilações na economia que afetaram diversos segmentos. Um deles foi o do agronegócio e outro o de transportes, principalmente os mais próximos à agricultura e à pecuária. Entre as razões estão a elevada taxa Selic que encareceu o crédito, bem como o endividamento dos empresários do setor, que implicou na desaceleração das vendas de caminhões, máquinas agrícolas e implementos.

Tal retração esteve também na comercialização de cotas de Veículos Pesados gerada pela insegurança dos players setoriais. A média mensal ficou próxima a 16,5 mil adesões, com pico positivo de quase 21 mil vendas, em maio, e negativo de 13 mil, em novembro.

Apesar do cenário, o setor de Veículos Pesados, que reúne 51,0% de consorciados de máquinas agrícolas, 41,0% de caminhões e 8,0% de implementos rodoviários e agrícolas, aeronaves, embarcações, ônibus entre outros, registrou avanço de 38,1% nos créditos concedidos, potencialmente injetados no mercado interno. Houve ainda aumento de 14,2% no acumulado dos negócios realizados que atingiu quase R$ 50 bilhões.

As pouco mais de 39 mil contemplações só de caminhões, relativas aos 41,0% dos Veículos Pesados, acumuladas de janeiro a dezembro, corresponderam a potencial compra de 28,0% do mercado interno que, quando somadas às 111,37 mil unidades, divulgadas pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), totalizaram acima de 140 mil vendas. O percentual equivaleria a um caminhão a cada três comercializados no país.

PERSPECTIVAS PARA 2026

Em análises desenvolvidas pela assessoria econômica da ABAC, levando em conta que o setor de veículos pesados se subdivide em 51,0% para máquinas agrícolas, 41,0% para caminhões e 8,0% para ônibus, aeronaves, embarcações, implementos rodoviários e agrícolas, entre outros, a previsão para 2026 considerou basicamente o comportamento e projeções feitas, com cautela, pelas montadoras do setor. As perspectivas para o setor de Veículos Pesados sinalizam estabilidade na comercialização de cotas para 2026 em relação ao ano passado.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 916,13 MIL (DEZEMBRO/2025)
- 850,28 MIL (DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 7,7%

VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 197,93 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- 232,89 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
RETRAÇÃO: 15,0%

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 49,93 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- R$ 43,72 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 14,2%

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 225,63 MIL (DEZEMBRO/2025)
- R$ 248,81 MIL (DEZEMBRO/2024)
RETRAÇÃO: 9,3%

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 96,08 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- 90,80 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 5,8%

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 24,17 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
- R$ 17,50 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 38,1%

VEÍCULOS PESADOS (MÁQUINAS AGRÍCOLAS)
BALANÇO ESTIMADO DOS 51% RELATIVOS A MÁQUINAS AGRÍCOLAS
PERSPECTIVA: ESTABILIDADE EM 2026

Os resultados apresentados refletem somente a proporção de 51,0% de participação dos consorciados de máquinas agrícolas no total dos veículos pesados. Desta forma, os dados a seguir retratam somente os acumulados de vendas, mesmo em retração, volume de negócios, contemplações e créditos concedidos, além dos participantes ativos. O tíquete médio foi mantido.

PERSPECTIVAS PARA 2026

Os estudos realizados pela assessoria econômica da ABAC, levando em conta os 51,0% que máquinas agrícolas representam para o setor de veículos pesados, prenunciam estabilidade para 2026 ao considerar basicamente os anúncios feitos pelos fabricantes sobre crescimento moderado e uma retomada gradual ainda dependente de juros mais baixos e crédito facilitado para grandes investimentos.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 467,22 MIL (DEZEMBRO/2025)
- 433,64 MIL (DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 7,7%

VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 100,94 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- 118,77 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
RETRAÇÃO: 15,0%

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 25,46 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- R$ 22,30 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 14,2%

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 225,63 MIL (DEZEMBRO/2025)
- R$ 248,81 MIL (DEZEMBRO/2024)
RETRAÇÃO: 9,3%

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 12,33 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
- R$ 8,93 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 38,1%

VEÍCULOS PESADOS (CAMINHÕES)
BALANÇO ESTIMADO DOS 41,0% RELATIVOS A CAMINHÕES
PERSPECTIVA: ESTABILIDADE EM 2026

Os resultados apresentados refletem somente a proporção de 41,0% de participação dos consorciados de caminhões no total dos veículos pesados. Desta forma, os dados a seguir retratam somente os acumulados de vendas, mesmo em retração, volume de negócios, contemplações e créditos concedidos, além dos participantes ativos. O tíquete médio foi mantido.

 

PERSPECTIVAS PARA 2026

Os levantamentos considerados pela assessoria econômica da ABAC levaram em conta os 41,0% que caminhões representam para o setor de veículos pesados, e preveem estabilidade para 2026 ao considerar basicamente os anúncios feitos pelas montadoras ao apontar volatilidade econômica, juros ainda altos e desafios de crédito na expectativa de um cenário semelhante ao ano passado, com crescimento discreto e foco em eletrificação.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 375,61 MIL (DEZEMBRO/2025)
- 348,61 MIL (DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 7,7%

VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 81,15 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- 95,48 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
RETRAÇÃO: 15,0%

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 20,50 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- R$ 17,93 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 14,3%

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 225,63 MIL (DEZEMBRO/2025)
- R$ 248,81 MIL (DEZEMBRO/2024)
RETRAÇÃO: 9,3%

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 39,39 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- 37,23 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 5,8%

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 9,91 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
- R$ 7,18 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 38,0%

VEÍCULOS PESADOS (DEMAIS BENS)
BALANÇO ESTIMADO DOS 8,0% RELATIVOS A OUTROS BENS COMO IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS E AGRÍCOLAS, ÔNIBUS, EMBARCAÇÕES E AERONAVES
PERSPECTIVA ANUNCIA ESTABILIDADE PARA 2026

Ao ponderar somente os estimados 8,0%, relativos à participação de consorciados de ônibus, aeronaves, embarcações, implementos rodoviários e agrícolas, entre outros, no total dos veículos Pesados, foram observadas situações semelhantes às apresentadas nos dois comentários anteriores, face a diversificação de mercados. Assim, os resultados abaixo, proporcionais à presença, retratam somente acumulados de vendas, mesmo em retração, volume de negócios, contemplações e créditos concedidos, além dos participantes ativos destes bens. O tíquete médio foi mantido.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 73,29 MIL (DEZEMBRO/2025)
- 68,02 MIL (DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 7,7%

VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 15,83 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- 18,63 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
RETRAÇÃO: 15,0%

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 3,99 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- R$ 3,49 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 14,3%

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 225,63 MIL (DEZEMBRO/2025)
- R$ 248,81 MIL (DEZEMBRO/2024)
RETRAÇÃO: 9,3%

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 7,69 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- 7,26 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 5,9%

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 1,93 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- R$ 1,40 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 37,9%

IMÓVEIS
VENDAS DE COTAS CRESCEM 48,4% E NEGÓCIOS AVANÇAM 36,0% EM 2025
PERSPECTIVA: CRESCIMENTO DE 25,0% EM 2026

Com a casa própria continuando a ser o maior sonho do brasileiro, o consórcio de imóveis, terceiro maior setor em número de participantes ativos, tem realizado esse objetivo e registrado bons resultados no ano passado. Importante incluir aqueles bens voltados a atividades profissionais como empreendimentos pessoais e/ou empresariais.

Com 36,0% de aumento nas vendas de cotas e 48,4% de avanço nos negócios realizados, o setor abrangeu também investimentos para formação ou ampliação de patrimônio. O mecanismo tem mostrado crescimento constante, comprovando a consciência do brasileiro em adquirir bens imóveis, planejando o futuro com parcelas mensais acessíveis e baixo custo final

As mais de 130 mil contemplações, acumuladas em onze meses do ano, evidenciaram a grande procura com possível injeção financeira de pouco mais de R$ 27 bilhões. Com dados de novembro, houve potencial participação de 24,2% da modalidade no total de 538,87 mil imóveis financiados no período, incluindo os consórcios, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

PERSPECTIVAS PARA 2025

Ao ponderar fatores e tendências notados no mercado imobiliário, a assessoria econômica da ABAC, visando traçar as perspectivas para 2026, levou em conta aspectos como a atual taxa Selic, funding a partir do FGTS, a poupança com baixa rentabilidade, as atuais regras e limites do financiamento de imóveis, inflação, entre outros. Também considerou as oportunidades decorrentes da redução de taxa de desemprego para 5,2%, a potencialidade do consórcio para os jovens solteiros de 18 a 30 anos, bem como a aposentadoria tardia, déficit previdenciário, construção de patrimônio pessoal para geração de renda futura. Com este panorama, as projeções para o setor de imóveis apontaram 25,0% de crescimento para este ano.

UTILIZAÇÃO DO FGTS NO CONSÓRCIO DE IMÓVEIS – JANEIRO A DEZEMBRO

No acumulado de janeiro a dezembro de 2025 houve 4.337 consorciados-trabalhadores, participantes dos grupos de consórcios de imóveis, que utilizaram parcial ou totalmente seus saldos nas contas do FGTS para pagar parcelas, ou quitar débitos, bem como ofertar valores em lances ou complementar créditos, totalizando pouco mais de R$ 357 milhões, de acordo com o Gepas/Caixa.

 

USO DO FGTS, POR MAIS DE 18,5 MIL CONSORCIADOS TRABALHADORES, TOTALIZA R$ 1,2 BILHÃO, NOS ÚLTIMOS CINCO ANOS   

Nos últimos cinco anos, de 2021 a 2025, 18.564 trabalhadores, consorciados de imóveis, utilizaram parcial ou totalmente seus saldos nas contas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para pagar parcelas ou quitar débitos, bem como ofertar valores em lances ou complementar créditos.

No total, foi R$ 1,20 bilhão investidos no mercado imobiliário a partir do Sistema de Consórcios. No período, foi registrado ainda o crescimento de 99,4%, do primeiro ao quinto ano, evidenciando o aproveitamento das oportunidades pelos consorciados para realização total ou parcial de objetivos pessoais ou profissionais no mercado imobiliário.

 

   

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 2,83 MILHÕES (DEZEMBRO/2025)
- 2,13 MILHÕES (DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 32,9%

VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 1,35 MILHÃO (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- 992,73 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 36,0%

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 283,53 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- R$ 191,11 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 48,4% 

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 192,33 MIL (DEZEMBRO/2025)
- R$ 188,46 MIL (DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 2,1% 

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 145,37 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- 115,41 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 26,0%

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 30,24 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- R$ 21,84 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 38,5%

ELETROELETRÔNICOS E OUTROS BENS MÓVEIS DURÁVEIS
EM 2025, NEGÓCIOS CRESCEM 141,3% COM ALTA DE 183,4% NO TÍQUETE MÉDIO
PERSPECTIVA: CRESCER 20,0% EM 2026

No encerramento do ano passado, o consórcio de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis apresentou avanço de 10,2% no total de participantes ativos. Os demais indicadores do setor mostraram-se positivos em mais quatro com apenas um anotando retração.

O principal destaque foi o salto de 183,4% no valor do tíquete médio de dezembro que contribuiu para a alta de 141,3% no volume acumulado de negócios realizados.

 

O consórcio de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis vem se atualizando com presença de novos produtos, especialmente atendendo a crescente inovação tecnológica e o desejo do consumidor de renovar ou atualizar seus eletrônicos e mobiliários.

Ao longo dos doze meses, de janeiro a dezembro, aconteceu forte retomada, com destaque para o último bimestre. A média mensal de adesões, que se mantinha ao redor de 14,5 mil até outubro, cresceu em novembro e dezembro para 28,7 mil/mês, quase o dobro, decorrente da motivação provocada pelas promoções da Black Friday e do Natal. O maior interesse esteve nos telefones celulares entre os diversos tipos de bens móveis e duráveis disponíveis.

PERSPECTIVAS PARA 2026

As novidades avaliadas pela assessoria econômica da ABAC, considerando a influência do avanço da Inteligência Artificial (IA), as projeções para o mercado de eletrônicos no Brasil são mistas, com fabricantes esperando novos desafios com otimismo em segmentos no comércio eletrônico em geral. Trata-se de novos nichos explorados como, por exemplo, os convênios com operadoras de telefonia, a implantação de drones no agronegócio, a evolução tecnológica agregada a eletrodomésticos e equipamentos eletrônicos. Paralelamente, há ainda a recuperação de emprego com baixa taxa de desemprego, 5,2%, melhoria na renda que sugerem boas perspectivas para o setor de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis com avanço de 20,0% em 2026. 

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 285,83 MIL (DEZEMBRO/2025)
- 259,36 MIL (DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 10,2%

VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 200,80 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- 132,98 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 51,0%

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 2,33 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- R$ 965,45 MILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 141,3%

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 21,62 MIL (DEZEMBRO/2025)
- R$ 7,63 MIL (DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 183,4%

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
- 56,53 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- 57,94 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
RETRAÇÃO: 2,4%

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 595,79 MILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- R$ 419,64 MILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 42,0% 

SERVIÇOS
NEGÓCIOS FECHAM ANO COM R$ 1,13 BILHÃO E ALTA DE 26,1%
PERSPECTIVA: 8,5% DE CRESCIMENTO PARA 2026

As características de flexibilidade e diversidade são os principais diferenciais do consórcio de serviços quando das contemplações e consequente utilizações dos créditos. Houve recuperação nas vendas de cotas e correspondentes negócios de 2024 para 2025. Por consequência, ocorreu crescimento dos demais indicadores com exceção das contemplações que mostraram estabilidade.

Realizaram-se mais de R$ 1,13 bilhão em negócios, apoiados em 61 mil cotas comercializadas de janeiro a dezembro do ano passado.

O destaque esteve no crescimento de 26,1% nos créditos comercializados, considerando o aumento de 14,3% no tíquete médio de dezembro.

 

PERSPECTIVAS PARA 2026

Os estudos preparados pela assessoria econômica da ABAC consideraram um cenário nacional com a redução da taxa de desemprego em novembro para 5,2%, melhoria da renda do brasileiro, controle da inflação, provável expansão do turismo, mais reformas residenciais, aprimoramentos profissionais, procedimentos na saúde, entre outros. Por se tratar de um dos maiores segmentos econômicos do país, as tendências projetam crescimento de 8,5% para este ano.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
- 128,53 MIL (DEZEMBRO/2025)
- 107,57 MIL (DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 19,5%

VENDAS DE COTAS (ADESÕES)
- 61,73 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- 52,80 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 16,9% 

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 1,13 BILHÃO (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- R$ 896,15 MILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 26,1%

TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA)
- R$ 17,44 MIL (DEZEMBRO/2025)
- R$ 15,26 MIL (DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 14,3%

CONTEMPLAÇÕES (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE CONTRATAR SERVIÇOS)
- 36,60 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- 36,29 MIL (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
ESTÁVEL

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
- R$ 673,75 MILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2025)
- R$ 610,27 MILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2024)
CRESCIMENTO: 10,4%

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CARTILHA DIGITAL
A ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios disponibiliza a cartilha digital
Transforme Sonhos em Projetos – Planejamento, Poupança e Crédito Consciente.
Com conteúdo orientando a transformação de sonhos em projetos, a cartilha é baseada na essência da educação financeira, que ensina a gerenciar o dinheiro, planejar e poupar para o futuro, e, inclusive, se proteger contra fraudes.
Para acessar a cartilha digital, acesse o site https://abac.org.br e clique em Blog da ABAC – Educação Financeira.
https://consorciodeaaz.org.br

 

SABER FINANCEIRO - UM SITE FOCADO EM EDUCAÇÃO FINANCEIRA
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios disponibiliza
um canal de comunicação para consumidores e investidores financeiros
Focado no tema "Educação Financeira".

O site https://saberfinanceiro.org.br - disponibiliza conteúdo exclusivo
sobre o assunto, que possibilita aos interessados testar seus conhecimentos
e melhorar sua compreensão sobre o mercado financeiro.

 

CONSÓRCIOS DE A A Z NA INTERNET
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios proporciona
vídeos e podcasts na internet com informações sobre a modalidade.
A ABAC, entidade representativa do Sistema de Consórcios, está disponibilizando mais informações
sobre a modalidade por meio de um exclusivo site: https://consorciodeaaz.org.br.

GUIA CONSÓRCIOS DE A A Z
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios coloca à disposição o
Guia Consórcios de A a Z.
Todas as informações sobre o Sistema de Consórcios, desde a adesão até o encerramento do grupo. Acesse: https://materiais.abac.org.br/guia-consorcio-de-a-a-z

 

PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO ABAC - PCA 10
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios oferece o Programa de Certificação ABAC, destinado aos profissionais de vendas e representantes de administradoras de consórcios, sejam associadas ou não à entidade de classe. Trata-se da primeira certificação exclusiva do Sistema de Consórcios, o PCA10.
Saiba mais em https://certificacaoabac.org.br.

 

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