Consórcio



Press Releases

24/09/2018

Matéria de setembro de 2018 - Dados de julho de 2018

NEGÓCIOS CONSORCIAIS CRESCEM 7% E APROXIMAM-SE DOS R$ 60 BILHÕES COM ADESÕES ACIMA DE 1,4 MILHÃO EM SETE MESES
Vendas de novas cotas de motocicletas batem recorde do ano em julho 
com 86 mil adesões
Patrimônio Líquido Ajustado e Ativos dos consórcios crescem e proporcionam mais solidez e segurança aos participantes


No sétimo mês do ano, o Sistema de Consórcios apresentou resultados positivos nos diversos setores onde está presente, em continuidade ao conquistado no primeiro semestre. Os negócios realizados registraram R$ 57,08 bilhões em contratos comercializados, 7% acima dos R$ 53,33 bilhões do ano passado, decorrentes das vendas que acumularam 1,43 milhão de adesões de janeiro a julho. Na comparação com o mesmo período de 2017, o crescimento foi significativo: foram registrados 10% de alta entre o total de novas cotas comercializadas neste ano contra as 1,30 milhão anteriores.

A soma de cotas nesses sete meses é mais uma vez o maior volume quando comparada aos acumulados no mesmo período, desde 2014. O destaque em julho foi a entrada de 213,9 mil novos consorciados, a segunda maior do ano, incluindo-se o recorde anual do setor de motocicletas, com 86 mil adesões.
   

O tíquete médio em julho último foi de R$ 41,1 mil, 11,6% inferior aos R$ 46,5 mil anotados no mesmo mês do ano passado. Em relação a janeiro de 2018, houve aumento de 6,8% sobre os R$ 38,5 mil.
   

Com 147 dias úteis nos sete primeiros meses, um a mais que os trabalhados há um ano, a média diária das adesões atingiu 9,7 mil, 9% mais que as 8,9 mil anteriores. Só em julho, quando foram comercializadas 9,7 mil cotas/dia, o aumento foi de 1% sobre as 9,6 mil/dia em relação ao mesmo mês do ano passado.
 

Em julho, o total de consorciados ativos alcançou 7,034 milhões, 2% maior que os 6,896 milhões do mesmo mês de 2017. O crescimento tem sido constante e permanente nos últimos dez meses: enquanto em outubro último eram 6,860 milhões, atualmente são 7,034 milhões, 2,5% superior.

 
O acumulado de contemplações de janeiro a julho deste ano foi de 694,1 mil, 1,9% abaixo das 707,5 mil (jan-jul/2017) anteriores. Os créditos concedidos correspondentes a esses contemplados, cujo valor pode ter sido potencialmente injetado nos diversos segmentos da economia nacional onde o mecanismo está presente, assinalaram aumento de 3,8%. Enquanto em 2017 totalizaram R$ 22,58 bilhões (jan-jul), neste ano chegaram a R$ 23,45 bilhões (jan-jul), comprovando a importância da modalidade como impulso à cadeia produtiva.


CONSÓRCIO SEGUE CRESCENDO APESAR DA ECONOMIA AINDA NÃO TER ACELERADO SUAS ATIVIDADES

Ao avaliarmos o comportamento da economia brasileira, houve mais desafios que soluções, reafirmando a necessidade de rápidas decisões com vistas a alavancar a efetiva retomada do crescimento do país. Em seu informativo, o Banco Central do Brasil apresentou crescimento de 0,57% nas atividades econômicas de julho em relação ao mês anterior e 1,46% em comparação ao mesmo do ano passado.

Ao demonstrar um progresso lento e sem aceleração, o IEDI Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial comentou que, devido aos efeitos integrados estabelecidos com os demais setores, a indústria tem sido capaz de influenciar sua performance para o conjunto da economia. Assim, quando a indústria cresce, o PIB tende a avançar e, quando a indústria recua, o PIB patina. Nos três meses iniciais de 2018, depois de não ter avançado quase nada no período (+0,1%), o PIB da Indústria Total voltou ao terreno negativo nos três seguintes: -0,6%. O quadro esteve ainda mais grave na Indústria de Transformação, que já acumula dois trimestres seguidos de retração: -0,4 no primeiro e -0,8% no segundo.
 

Como consequência, o investimento encontrou dificuldades para reagir de modo consistente, devido aos baixos níveis de utilização da capacidade instalada, às incertezas políticas, às condições de financiamento, e ainda em razão da paralisação dos caminhoneiros no final de maio.

A situação se repetiu no comércio varejista, cujo desempenho em seu conceito ampliado, foi insuficiente: + 2,5% contra anteriores - 5,1%. Isso, contudo, se deveu a apenas dois de seus segmentos: supermercados, alimentos, bebidas e fumo, bem como combustíveis e lubrificantes, que inclusive evitaram que o resultado das vendas reais do varejo restrito saísse do negativo. O mesmo não ocorreu com os serviços, cujo faturamento real havia caído 5,5% e agora cresceu 6,6%. 

Paralelamente, o Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1) de julho subiu 0,25%, ficando 1,27 ponto percentual abaixo de junho, quando o índice havia registrado variação de 1,52%. Com o resultado, o indicador da Fundação Getúlio Vargas (FGV) acumulou alta de 3,29% no ano e 3,53% nos últimos 12 meses. 

Já o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI), também da FGV, variou 0,44% em julho, contra 1,48% em junho. Por consequência, o índice acumulou alta de 5,92% no ano e de 8,59% em 12 meses. Em julho de 2017, o índice havia caído 0,30% e acumulava queda de 1,42% em 12 meses. 

"Com esse cenário, a atividade econômica seguiu apresentando oscilações", diz Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. "Todavia, o Sistema de Consórcios, que também vivenciou parcela das consequências, anotou o segundo melhor mês do ano nas vendas de novas cotas, inclusive com recorde anual das adesões do setor de motocicletas. Depreende-se um consumidor mais bem informado, com conhecimento sobre a modalidade e, especialmente, considerando os conceitos da educação financeira para tomada de decisões em futuros compromissos dentro dos limites dos orçamentos pessoais ou familiares, visando aquisição de bens ou contratação de serviços". 

Visando nortear os consumidores sobre uma melhor gestão de suas finanças pessoais, a ABAC disponibiliza para download, em seu site www.abac.org.br, a cartilha "NA CORDA BAMBA - COMO A EDUCAÇÃO FINANCEIRA PODE MELHORAR SUA VIDA", um verdadeiro bê-á-bá da educação financeira, cujo conteúdo está em acordo com as características incentivadas pelo Banco Central em sua agenda BC+.

"Trata-se de uma publicação digital didática, com orientações sobre a importância do controle responsável do orçamento mensal, que possibilitam o consumidor optar, em várias ocasiões, por compromissos financeiros para aquisição de bens ou contratação de serviços pelo consórcio", finaliza Rossi. Ao partir de três questões básicas: "Quanto ganha? Quanto gasta? Em que gasta?", a cartilha discorre sobre o seu Eu financeiro, procurando mostrar e explicar qual é sua real situação, classificando-o como: investidor, equilibrado financeiramente ou endividado.

PESQUISA MOSTRA CRITÉRIOS ADOTADOS PELOS CONSORCIADOS PARA ADESÃO

Em pesquisa realizada pela Quorum Brasil, a pedido da ABAC, os consorciados que foram abordados apontaram diversos motivos para escolha do mecanismo, com o objetivo de adquirir bens ou contratar serviços. 

Ao atingir média de 8,11 no nível de satisfação, boa nota em relação a outros mercados, e divididos em três grupos de relevância, pode-se observar que, de forma decrescente, o principal atrativo foi a garantia de entrega do bem com 17,4%, seguida do valor da parcela com 14,4%, evidenciando a preocupação do consumidor com o recebimento do bem e a adequação da responsabilidade de pagamento com o orçamento mensal. 

Na sequência, foram apontados outros aspectos do critério para adesão, ficando a taxa de administração ou custo do consórcio em penúltimo lugar com 5,7%, confirmando que é, efetivamente baixa, não se tratando de item decisivo para participação no Sistema de Consórcios.

OS PRINCIPAIS CRITÉRIOS
 

Mais informações sobre a pesquisa, acesse: http://www.abac.org.br/imprensa/press-releases-detalhe&id=238.

RESUMO GERAL E SETORIAL DAS VENDAS DE NOVAS COTAS
JANEIRO A JULHO DE 2018 X 2017

Os resultados setoriais e global das vendas de novas cotas nos sete primeiros meses do ano apontaram a crescente demanda com consequente adesão do consumidor ao consórcio, tanto para aquisição de bens imóveis ou móveis duráveis como na contratação de serviços, para realização de vários objetivos.

Os desempenhos setoriais apontaram 647 mil novas cotas vendidas de veículos leves, 561,75 mil de motocicletas, 144,75 mil de imóveis, 36,60 mil de veículos pesados, 25,15 mil de serviços e 14,60 mil de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, acumulando 1,43 milhão de adesões.

Esses resultados determinaram altas em todos os setores: serviços (52,9%), eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis (35,8%), veículos pesados (26,4%), motocicletas (14,4%), veículos leves (5,4%) e imóveis (2,2%). Com os aumentos anotados em leves, pesados e o recorde em motos, o segmento de automotores apresentou aumento de 9,8%.
 

RESUMO DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS

NÚMEROS DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS
ESTIMATIVAS SEGUNDO A ASSESSORIA ECONÔMICA DA ABAC 

DE JANEIRO A JULHO, NEGÓCIOS CONSORCIAIS E ADESÕES AUMENTARAM

NOS SETE PRIMEIROS MESES DO ANO, OS NEGÓCIOS SOMARAM MAIS DE R$ 57 BILHÕES COM ALTA DE 7%, ENQUANTO AS VENDAS, COM ALTA DE 10%, ANOTARAM 1,43 MILHÃO DE NOVAS COTAS.

NO MÊS DE JULHO, FOI OBSERVADO UM RECORDE SETORIAL: MOTOCICLETAS, COM 86 MIL UNIDADES.
   

A SOMA DAS CONTEMPLAÇÕES NESSE PERÍODO ALCANÇOU 694,1 MIL, 1,9% INFERIOR ÀS 707,5 MIL DOS MESMOS MESES EM 2017. ENQUANTO ISSO, OS CRÉDITOS CONCEDIDOS AVANÇARAM 3,8% ULTRAPASSANDO R$ 23 BILHÕES.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS
  (CONSORCIADOS EM GRUPOS EM ANDAMENTO)
  - 7,034 MILHÕES (JULHO/2018)
  - 6,896 MILHÕES (JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 1,2%

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
   - 1,43 MILHÃO (JANEIRO-JULHO/2018)
   - 1,30 MILHÃO (JANEIRO-JULHO/2017)
   CRESCIMENTO: 10%

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS
 - R$ 57,08 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2018)
 - R$ 53,33 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2017)
   CRESCIMENTO: 7%

- TÍQUETE MÉDIO GERAL (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 41,1 MIL (JULHO/2018)
  - R$ 46,5 MIL (JULHO/2017)
  RETRAÇÃO: 11,6%

- CONTEMPLAÇÕES
   (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
   R$ 694,1 MIL (JANEIRO-JULHO/2018)
   R$ 707,5 MIL (JANEIRO-JULHO/2017)
   RETRAÇÃO: 1,9%

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS
 - R$ 23,45 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2018)
 - R$ 22,58 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2017)
CRESCIMENTO: 3,8%

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO E ATIVOS DOS CONSÓRCIOS CRESCEM E PROPORCIONAM SOLIDEZ E SEGURANÇA AOS PARTICIPANTES 

O Sistema de Consórcios apontou crescimento de 25,2% no Patrimônio Líquido Ajustado (PLA), soma do capital mais reservas, das administradoras de consórcios em junho deste ano versus o registrado no mesmo mês do ano passado, propiciando, em conjunto com o aumento dos Ativos Administrados, mais segurança e solidez aos seus participantes ativos. Segundo dados disponibilizados pelo Banco Central do Brasil, a evolução foi de R$ 10,48 bilhões (jun/2017) para R$ 13,12 bilhões (jun/2018).

Paralelamente, os Ativos Administrados dos grupos de consórcios em andamento, soma dos recebíveis e das disponibilidades e aplicações financeiras, mostraram avanço de 12,1% no comparativo dos primeiros semestres, saltando de R$ 190 bilhões (jun/2017) para R$ 213 bilhões (jun/2018). 

A arrecadação de tributos e das contribuições sociais pelas administradoras de consórcios acompanharam o avanço das atividades consorciais, apontando mais 5,2% na comparação entre os primeiros seis meses de 2018 sobre 2017. No ano passado, foram contabilizados R$ 1,41 bilhão em impostos contra R$ 1,34 bilhão anteriores. 

ATIVOS ADMINISTRADOS*
- R$ 213 BILHÕES (JUNHO/2018)
- R$ 190 BILHÕES (JUNHO/2017)
CRESCIMENTO: 12,1%

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO*
- R$ 13,12 BILHÕES (JUNHO/2018)
- R$ 10,48 BILHÕES (JUNHO/2017)
CRESCIMENTO: 25,2%

NEGÓCIOS REALIZADOS GERAM EMPREGOS
E ARRECADAÇÃO DE TRIBUTOS
 
TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES PAGOS*
 - R$ 1,41 BILHÃO (JANEIRO-JUNHO/2018)
 - R$ 1,34 BILHÃO (JANEIRO-JUNHO/2017)
 CRESCIMENTO: 5,2%

EMPREGOS GERADOS DIRETOS E INDIRETOS
   - MAIS DE 250 MIL**

Fontes: 
*  Banco Central do Brasil  
** ABAC


O SISTEMA DE CONSÓRCIOS DIVIDIDO POR SETORES 

VEÍCULOS AUTOMOTORES EM GERAL 
RECORDE DE VENDAS DE NOVAS COTAS NO SETOR DE MOTOS ALAVANCOU RESULTADO DOS AUTOMOTORES 

AS SOMATÓRIAS DAS VENDAS DE NOVAS COTAS E DOS CORRESPONDENTES CRÉDITOS COMERCIALIZADOS EVOLUÍRAM 9,8% E 8,7%, RESPECTIVAMENTE, DE JANEIRO A JULHO DESTE ANO EM RELAÇÃO AOS MESMOS SETE MESES DE 2017. TRATA-SE DE RESULTADOS DOS AUMENTOS APURADOS EM TODOS OS SETORES E DO RECORDE EM MOTOCICLETAS.
   

NOS INDICADORES DE JANEIRO A JULHO, A PRESENÇA DOS CRÉDITOS CONCEDIDOS NA SOMA DE VALORES DISPONIBILIZADOS POR FINANCIAMENTO, LEASING E CONSÓRCIO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES ATINGIU 21,9% DO TOTAL DE R$ 87,63 BILHÕES COM R$ 19,23 BILHÕES.

AO VERIFICARMOS OS DADOS DIVULGADOS PELO BANCO CENTRAL E DEPOIS DE AVALIADOS PELA ASSESSORIA ECONÔMICA DA ABAC, OBSERVAMOS UMA RETRAÇÃO DE 3,5 PONTOS NA COMPARAÇÃO COM O PERCENTUAL ATINGIDO NAQUELE MESMO PERÍODO DE 2017.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
  - 6,06 MILHÕES (JULHO/2018)
  - 6,02 MILHÕES (JULHO/2017)
  ESTÁVEL 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
   - 1,245 MILHÃO (JANEIRO-JULHO/2018)
   - 1,134 MILHÃO (JANEIRO-JULHO/2017)
   CRESCIMENTO: 9,8% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
   - R$ 37,17 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2018)
   - R$ 34,21 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2017)
   CRESCIMENTO: 8,7% 
 
- CONTEMPLAÇÕES
   (CONSORCIADOS QUE TIVERAM POSSIBILIDADE DE COMPRAR BENS)
   - 636,8 MIL (JANEIRO-JULHO/2018)
   - 655,5 MIL (JANEIRO-JULHO/2017)
   RETRAÇÃO: 2,9% 
 
- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
   - R$ 19,23 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2018)
   - R$ 18,47 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2017)
   CRESCIMENTO: 4,1% 

- PARTICIPAÇÃO DOS CONSÓRCIOS EM CRÉDITOS CONCEDIDOS
  (PERCENTUAL DO TOTAL INCLUINDO FINANCIAMENTO*, LEASING* E CONSÓRCIO**)
  - 21,9% (JANEIRO-JULHO 2018) - R$ 19,23 BILHÕES SOBRE R$ 74,69 BILHÕES
  - 25,4% (JANEIRO-JULHO 2017) - R$ 18,47 BILHÕES SOBRE R$ 72,60 BILHÕES
REDUÇÃO: 3,5 PONTOS PERCENTUAIS

Fontes: 
  *) Banco Central do Brasil  
**) ABAC


VEÍCULOS LEVES (AUTOMÓVEIS, CAMIONETAS, UTILITÁRIOS) 
ADESÕES E NEGÓCIOS AVANÇARAM DE JANEIRO A JULHO

AS VENDAS DE NOVAS COTAS E OS CORRESPONDENTES CONTRATOS COMERCIALIZADOS NO SETOR DE VEÍCULOS LEVES, ACUMULADOS NOS SETE PRIMEIROS MESES DO ANO, CRESCERAM 5,4% E 4,7%, RESPECTIVAMENTE, SOBRE O MESMO PERÍODO DE 2017. O TÍQUETE MÉDIO APONTOU RETRAÇÃO DE 2,8% SOBRE O ANO PASSADO.

OS DEMAIS INDICADORES DESSE SETOR, QUE INCLUI AUTOMÓVEIS, UTILITÁRIOS E CAMIONETAS, COMO PARTICIPANTES ATIVOS, CONTEMPLAÇÕES E CRÉDITOS CONCEDIDOS, REGISTRARAM ALTAS. 
   

NO PERÍODO COMPREENDIDO ENTRE JANEIRO E JULHO, A POTENCIAL PARTICIPAÇÃO DAS CONTEMPLAÇÕES NAS VENDAS DO MERCADO INTERNO FOI DE 28%. ESSE PERCENTUAL CORRESPONDEU A QUASE UM TERÇO DOS VEÍCULOS LEVES COMERCIALIZADOS NO PAÍS POR MEIO DO MECANISMO.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 3,59 MILHÕES (JULHO/2018)
  - 3,44 MILHÕES (JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 4,4% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 647,0 MIL (JANEIRO-JULHO/2018)
  - 614,1 MIL (JANEIRO-JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 5,4% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 26,95 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2018)
  - R$ 25,73 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 4,7% 

- TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 42,0 MIL (JULHO/2018)
  - R$ 43,2 MIL (JULHO/2017)
  RETRAÇÃO: -2,8%

- CONTEMPLAÇÕES*
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 327,8 MIL (JANEIRO-JULHO/2018)
  - 307,0 MIL (JANEIRO-JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 6,8% 
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO. 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 13,37 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2018)
  - R$ 12,52 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 6,8% 

MOTOCICLETAS E MOTONETAS
NEGÓCIOS E VENDAS DE NOVAS COTAS CRESCERAM DE JANEIRO A JULHO 

NO ENCERRAMENTO DO SÉTIMO MÊS DO ANO, O SETOR DE MOTOCICLETAS E MOTONETAS CONTINUOU MOSTRANDO REAÇÃO NOS NEGÓCIOS, COM ALTAS NAS VENDAS DE NOVAS COTAS E NOS RESPECTIVOS CRÉDITOS COMERCIALIZADOS, REGISTRANDO AUMENTOS ACIMA DOS 14% E DE 12%, RESPECTIVAMENTE, EM RELAÇÃO AO MESMO PERÍODO DE 2017.

EM JULHO, HOUVE NOVO RECORDE DE ADESÕES NO ANO.
  

DE JANEIRO A JULHO DESTE ANO, A POTENCIAL PARTICIPAÇÃO DAS CONTEMPLAÇÕES NAS VENDAS DO MERCADO INTERNO FOI DE 53,6%, PERCENTUAL QUE CORRESPONDEU A POUCO MAIS DE CINCO MOTOS A CADA DEZ VENDIDAS NO MERCADO INTERNO POR MEIO DO SEGMENTO.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 2,19 MILHÕES (JULHO/2018)
  - 2,30 MILHÕES (JULHO/2017)
  RETRAÇÃO: 4,8% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 561,75 MIL (JANEIRO-JULHO/2018)
  - 491,10 MIL (JANEIRO-JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 14,4% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 4,68 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2018)
  - R$ 4,18 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 12%

- TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 8,4 MIL (JULHO/2018)
  - R$ 8,8 MIL (JULHO/2017)
  RETRAÇÃO: 4,5%

- CONTEMPLAÇÕES*
   (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 289,5 MIL (JANEIRO-JULHO/2018)
  - 331,5 MIL (JANEIRO-JULHO/2017)
  RETRAÇÃO: 12,7%
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO. 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - 3,10 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2018)
  - 3,55 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2017)
  RETRAÇÃO: 12,7%

VEÍCULOS PESADOS 
(CAMINHÕES, ÔNIBUS, SEMIRREBOQUES, TRATORES, IMPLEMENTOS)
EM JULHO, SETOR REGISTROU SEGUNDO MELHOR MÊS NO VOLUME DE ADESÕES

NOS ACUMULADOS DOS SETE PRIMEIROS MESES DE 2018, AS VENDAS DE NOVAS COTAS E OS CORRESPONDENTES CRÉDITOS COMERCIALIZADOS DO CONSÓRCIO DE VEÍCULOS PESADOS, QUE INCLUI CAMINHÕES, ÔNIBUS, TRATORES, IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS E RODOVIÁRIOS, ANOTARAM AVANÇOS ACIMA DE 26% E 28%, RESPECTIVAMENTE, EM COMPARAÇÃO AOS TOTAIS ALCANÇADOS EM 2017. 

MESMO COM O TÍQUETE MÉDIO DO MÊS DE JULHO MANTENDO-SE ESTÁVEL EM RELAÇÃO AO DO MESMO MÊS NO ANO PASSADO, O VOLUME DE ADESÕES FOI O SEGUNDO MELHOR DO ANO.
   

OS OUTROS INDICADORES DE VEÍCULOS PESADOS - PARTICIPANTES, CONTEMPLAÇÕES E CRÉDITOS CONCEDIDOS - TAMBÉM APRESENTARAM ALTAS.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 293 MIL (JULHO/2018)
  - 275 MIL (JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 6,5% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 36,60 MIL (JANEIRO-JULHO/2018)
  - 28,95 MIL (JANEIRO-JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 26,4% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 5,53 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2018)
  - R$ 4,30 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 28,6% 

- TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 152,1 MIL (JULHO/2018)
  - R$ 153,2 MIL (JULHO/2017)
  ESTÁVEL 

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 19,55 MIL (JANEIRO-JULHO/2018)
  - 17,00 MIL (JANEIRO-JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 15%  

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 2,76 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2018)
  - R$ 2,40 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2017)
 CRESCIMENTO: 15% 

IMÓVEIS
PRINCIPAIS INDICADORES DO SETOR IMOBILIÁRIO APONTARAM ALTAS

DE JANEIRO A JULHO DESTE ANO, O SETOR DE IMÓVEIS APRESENTOU ALTA NAS VENDAS DE NOVAS COTAS E NOS RESPECTIVOS CRÉDITOS COMERCIALIZADOS, REAFIRMANDO QUE OS CONSUMIDORES CONTINUAM PLANEJANDO A AQUISIÇÃO DE IMÓVEIS PELA MODALIDADE.

O TOTAL DE CONSORCIADOS ATIVOS E OS ACUMULADOS DE CONTEMPLAÇÕES E DE CRÉDITOS CONCEDIDOS TAMBÉM APRESENTARAM CRESCIMENTOS. O TÍQUETE MÉDIO DE JULHO MANTEVE ESTABILIDADE EM COMPARAÇÃO AO DO ANO PASSADO.

OS INDICADORES ASSINALARAM QUE A AQUISIÇÃO DE IMÓVEIS RESIDENCIAIS E COMERCIAIS CONTINUOU EM ALTA. DEVE-SE ACRESCER AINDA AQUELES QUE ALMEJAM CONSTRUIR OU AMPLIAR PATRIMÔNIO OU VISAM UMA APOSENTADORIA MAIS TRANQUILA COM UMA RENDA EXTRA, ORIGINÁRIA DA LOCAÇÃO DE IMÓVEIS ADQUIRIDOS PELO MECANISMO. 

   
NOS SETE PRIMEIROS MESES DESTE ANO, 2.027 CONSORCIADOS-TRABALHADORES, PARTICIPANTES DOS GRUPOS DE CONSÓRCIOS DE IMÓVEIS, UTILIZARAM PARCIAL OU TOTALMENTE SEUS SALDOS NAS CONTAS DO FGTS, SOMANDO POUCO MAIS R$ 88,2 MILHÕES.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 870 MIL (JULHO/2018)
  - 806 MIL (JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 7,9% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 144,75 MIL (JANEIRO-JULHO/2018)
  - 141,65 MIL (JANEIRO-JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 2,2% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 19,65 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2018)
  - R$ 18,95 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 3,7% 

- TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 136,8 MIL (JULHO/2018)
  - R$ 137,9 MIL (JULHO/2017)
  ESTÁVEL 

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 41,3 MIL (JANEIRO-JULHO/2018)
  - 40,4 MIL (JANEIRO-JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 2,2% 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 4,13 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2018)
  - R$ 4,04 BILHÕES (JANEIRO-JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 2,2% 

FGTS NO CONSÓRCIO DE IMÓVEIS
DE JANEIRO A JULHO DESTE ANO, CONSORCIADOS-TRABALHADORES UTILIZARAM POUCO MAIS DE R$ 88,2 MILHÕES DE SUAS CONTAS DO FGTS NO CONSÓRCIO DE IMÓVEIS

O uso parcial ou total dos saldos das contas do FGTS somou pouco mais de R$ 88,2 milhões, feitos por 2.027 trabalhadores-participantes do consórcio de imóveis.

Fonte: CAIXA-Gepas

SERVIÇOS
EM SETE MESES, SETOR REGISTROU AUMENTO EM TODOS OS INDICADORES

COM CRESCIMENTO ACIMA DE 50% NOS CRÉDITOS COMERCIALIZADOS E NAS ADESÕES, O CONSÓRCIO DE SERVIÇOS AMPLIOU SEU SUCESSO NO FECHAMENTO DO SÉTIMO MÊS DESTE ANO EM RELAÇÃO AO MESMO PERÍODO DE 2017. 

O TÍQUETE MÉDIO DE JULHO MOSTROU ALTA DE 1,3%, ENQUANTO OS ACUMULADOS DE CONTEMPLAÇÕES E CRÉDITOS CONCEDIDOS, BEM COMO O TOTAL DE PARTICIPANTES ATIVOS, ULTRAPASSARAM 40%.
   

COM UMA HISTÓRIA DE QUASE DEZ ANOS, O CONSÓRCIO DE SERVIÇOS CONFIRMOU SUA IMPORTÂNCIA JUNTO AOS CONSUMIDORES, PESSOAS FÍSICAS OU JURÍDICAS, EM RAZÃO DE SUA VERSATILIDADE NA REALIZAÇÃO DE DIVERSOS OBJETIVOS.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 65,5 MIL (JULHO/2018)
  - 45,5 MIL (JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 44% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 25,15 MIL (JANEIRO-JULHO/2018)
  - 16,45 MIL (JANEIRO-JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 52,9% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 186,03 MILHÕES (JANEIRO-JULHO/2018)
  - R$ 117,73 MILHÕES (JANEIRO-JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 58% 

- TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 7,5 MIL (JULHO/2018)
  - R$ 7,4 MIL (JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 1,3%

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE CONTRATAR SERVIÇOS)
  - 10,33 MIL (JANEIRO-JULHO/2018)
  -   7,31 MIL (JANEIRO-JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 41,3% 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 57,49 MILHÕES (JANEIRO-JULHO/2018)
  - R$ 40,67 MILHÕES (JANEIRO-JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 41,4% 

ELETROELETRÔNICOS E OUTROS BENS MÓVEIS DURÁVEIS
ELETROS ENCERRARAM OS SETE PRIMEIROS MESES DO ANO APONTANDO ALTA NOS PRINCIPAIS INDICADORES 

DE JANEIRO A JULHO DESTE ANO, O SETOR DE ELETROELETRÔNICOS E OUTROS BENS MÓVEIS DURÁVEIS REGISTROU QUASE TODOS OS INDICADORES EM ALTA, RATIFICANDO A RETOMADA DOS BONS RESULTADOS DESDE O ANO PASSADO. 

OS PRINCIPAIS AUMENTOS OCORRERAM NAS VENDAS DE NOVAS COTAS, COM POUCO MAIS DE 35%, E NOS CRÉDITOS COMERCIALIZADOS, ACIMA DOS 40%.
   

AS ALTAS TAMBÉM FORAM ANOTADAS NOS INDICADORES DE CONTEMPLAÇÕES, CRÉDITOS CONCEDIDOS E PARTICIPANTES ATIVOS DE JULHO, QUANDO COMPARADOS AOS DE 2017. O TÍQUETE MÉDIO FICOU ESTÁVEL.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 35,5 MIL (JULHO/2018)
  - 27,5 MIL (JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 29,1%

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 14,60 MIL (JANEIRO-JULHO/2018)
  - 10,75 MIL (JANEIRO-JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 35,8%

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 73,69 MILHÕES (JANEIRO-JULHO/2018)
  - R$ 52,56 MILHÕES (JANEIRO-JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 40,2%

- TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 5,1 MIL (JULHO/2018)
  - R$ 5,1 MIL (JULHO/2017)
  ESTÁVEL

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  -  5,69 MIL (JANEIRO-JULHO/2018)
  -  4,37 MIL (JANEIRO-JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 30,2%

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 30,45 MILHÕES (JANEIRO-JULHO/2018)
  - R$ 23,38 MILHÕES (JANEIRO-JULHO/2017)
  CRESCIMENTO: 30,2%

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