Consórcio



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07/08/2018

Matéria de agosto de 2018 - Dados de junho de 2018

COM NEGÓCIOS PRÓXIMOS A R$ 50 BILHÕES E ADESÕES ACIMA DE 1,2 MILHÃO, CONSÓRCIOS CRESCEM 10% NO PRIMEIRO SEMESTRE
Vendas de novas cotas de motocicletas, imóveis e veículos pesados batem recordes do ano em junho

O Sistema de Consórcios fechou o primeiro semestre do ano com vendas de 1,22 milhão de novas cotas, totalizando R$ 48,30 bilhões em créditos contratados. Quando aferidos com os mesmos seis meses de 2017, as altas superaram as expectativas. As adesões cresceram 10,9% sobre as 1,10 milhão do ano passado, enquanto os negócios aumentaram 10% em relação aos R$ 43,92 bilhões do mesmo período.

A exemplo dos meses anteriores, a soma de cotas no semestre é novamente o maior volume quando comparada aos acumulados no mesmo período desde 2014. Somente em junho, houve entrada de 208 mil novos consorciados, com três recordes do ano: motocicletas, com 85 mil adesões; imóveis, com 23,25 mil; e veículos pesados, com 7,25 mil.
   

O tíquete médio em junho foi de R$ 41,8 mil, sendo 3,2% acima dos R$ 40,5 mil anotados no mesmo mês do ano passado. O aumento em relação a janeiro foi de 8,6% sobre os R$ 38,5 mil.


Com 125 dias úteis no primeiro semestre, os mesmos trabalhados há um ano, a média diária das adesões alcançou 9,8 mil, 11,4% mais que as anteriores 8,8 mil. Em junho, quando foram comercializadas 9,9 mil cotas/dia, a alta foi de 16,5% sobre as 8,5 mil/dia em relação ao mesmo mês do ano passado.


Em junho, o total de participantes ativos somou 7,012 milhões, 1,2% maior que os 6,931 milhões daquele mês em 2017. O crescimento tem sido constante nos últimos nove meses: enquanto em outubro último eram 6,860 milhões, atualmente são 7,012 milhões, 2,2% maior.


O acumulado de contemplações apontou baixa de 1,5%. O total de janeiro a junho deste ano foi de 595,1 mil, inferior às 604 mil (jan-jun/2017) anteriores. Os correspondentes créditos concedidos, que potencialmente podem ter sido injetados nos diversos segmentos da economia onde o consórcio está presente, apontaram crescimento de 5,2%. Em 2017, somaram R$ 19,12 bilhões (jan-jun), enquanto neste ano atingiram R$ 20,12 bilhões, ratificando a boa presença da modalidade nos elos da cadeia produtiva.


CONSÓRCIO MANTEVE RITMO DE ALTA NO SEMESTRE

No encerramento do primeiro semestre do ano, o desempenho da economia apresentou forte retração ainda em razão dos prejuízos provocados com a paralisação do transporte rodoviário de carga, gerando, inclusive, revisão para baixo na expectativa do crescimento anual do PIB. 

Apesar de os grandes setores da economia estarem voltando ao vermelho, os efeitos negativos não foram sentidos da mesma forma. A indústria foi quem mais perdeu, registrando um recuo da produção física de nada menos do que 10,9% entre maio e abril, já descontados os efeitos sazonais, segundo o IEDI Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial.

O Indicador Movimento do Comércio, depois de mostrar recuo em maio, sinalizou recuperação no desempenho das vendas no varejo em todo o Brasil e avançou 3,1% no acumulado do 1º semestre de 2018, de acordo com os dados apurados pela Boa Vista SCPC.

O volume de serviços, setor de maior participação nas atividades econômicas, também em razão da greve ocorrida nos últimos dez dias do mês, apresentou queda de 3,8% em maio sobre abril, com ajuste sazonal, segundo o IBGE.

Deste modo, o nível de atividade econômica, que parecia se livrar do baixo dinamismo do primeiro trimestre do ano, com um crescimento um pouco mais substancial em abril, sofreu oscilações e forte dano posterior. O indicador IBC-Br, do Banco Central, ilustra bem essa piora: caiu 3,3%. Em contrapartida, o governo federal anunciou aumento da arrecadação tributária, sinalizando que houve crescimento dos negócios com consequente maior receita.
 
Destaque-se que os efeitos da parada dos caminhoneiros apenas aprofundaram perdas que já vinham ocorrendo há mais tempo, isto é, os eventos atípicos de maio podem não ter sido a única causa da retração da economia. 

"Ao seguir avançando, o Sistema de Consórcios, que também sentiu os efeitos dessas turbulências, obteve bons resultados em junho, como os recordes nas vendas de novas cotas em veículos pesados e em imóveis. Ao reafirmar a tendência de o consumidor procurar por mais informações e por maior conhecimento sobre o mecanismo - em perfeita consonância com os conceitos da educação financeira -, as decisões de comprometimentos financeiros foram possíveis com consequente aumento das adesões à modalidade, para aquisição de bens ou contratação de serviços", diz Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios.

Com o final da copa do mundo de futebol e com os movimentos políticos relativos às próximas eleições, o ano parece seguir sua atipicidade, acrescido de altas e baixas setoriais, incluindo as oscilações cambiais, geralmente provocadas pelo mercado externo e pela insegurança interna. Rossi comenta que, apesar desse panorama, "o consumidor mais amadurecido tem demonstrado maior consciência e responsabilidade de como administrar suas finanças pessoais ao aderir ao consórcio como forma de atingir seus objetivos, ao poupar investindo em bens que resultem na formação ou ampliação de patrimônio ou, ainda, na contratação de serviços que ampliem a qualidade de vida pessoal ou familiar".

Para contribuir com a formação da cidadania financeira, de acordo com as características incentivadas pelo Banco Central em sua agenda BC+, a ABAC preparou e disponibiliza em seu site - www.abac.org.br - para download a cartilha "NA CORDA BAMBA - COMO A EDUCAÇÃO FINANCEIRA PODE MELHORAR SUA VIDA", um verdadeiro bê-á-bá da educação financeira. 

Trata-se de uma publicação didática, em formato digital, destinada aos que planejam o orçamento mensal responsável, optando, em diversas ocasiões, pelo consórcio para a realização de objetivos", finaliza Rossi. Ao partir de três questões básicas: "Quanto ganha? Quanto gasta? Em que gasta?", a cartilha discorre sobre o seu Eu financeiro, procurando mostrar e explicar qual é sua real situação financeira, classificando-o como: investidor, equilibrado financeiramente ou endividado.

PESQUISA MOSTRA A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO FUTURO

As vendas de novas cotas do Sistema de Consórcios têm contabilizado expressivos avanços entre aqueles que, considerando a essência da educação financeira, planejaram e planejam o futuro por meio da modalidade, pensando em adquirir bens ou contratar serviços, ao assumir compromissos dentro de suas capacidades financeiras.

Antes de aderirem à modalidade, os consorciados têm projetado sua adesão buscando informações de várias formas. A maioria, com 38%, apoiou-se nos subsídios junto a familiares e amigos. Outras fontes, bastante fortes, foram os sites das administradoras de consórcio, com 25%. As redes sociais, incluindo as próprias e aquelas vinculadas às empresas, somaram 15%. Os restantes 22% dividiram-se em sites de reclamações (10%), do Banco Central e lojas (3% cada) e dos bancos, blogs, profissionais de vendas (2% cada).
 

Todavia, quando se tratou de esclarecer dúvidas, a maioria dos interessados (55%) procurou os vendedores ou representantes, seguida das pesquisas na internet (27%). Os demais pesquisados se dirigiram aos escritórios das administradoras ou dos representantes (8%), ou recorreram a amigos e familiares (6%) e gerentes de agências bancárias (4%).


Os acessos à internet têm sido um dos fatores de conscientização ou esclarecimentos de eventuais dúvidas sobre as características e o funcionamento do Sistema de Consórcios. Porém, no momento da decisão, a maioria dos interessados foi influenciada pelos familiares e amigos (45%), vendedores e corretores (23%), gerente do banco (3%) e outros (1%). Houve quem não se lembrasse (4%), bem como 24% disseram ter decidido sozinhos.

Paralelamente, 85% do total consultado adiantou que o fizeram pessoalmente para fechar o negócio, enquanto 7% recorreram ao telefone, 5% on-line e 3% por e-mail.


RESUMO GERAL E SETORIAL DAS VENDAS DE NOVAS COTAS
JANEIRO A JUNHO DE 2018 X 2017

Os resultados setoriais e global das vendas de novas cotas no primeiro semestre do ano anotaram a crescente procura com consequente adesão do consumidor ao consórcio, tanto para aquisição de bens imóveis ou móveis duráveis como na contratação de serviços visando diversas finalidades.

As performances setoriais apontaram 554,5 mil novas cotas vendidas de veículos leves, 475,75 mil de motocicletas, 122,25 mil de imóveis, 29,65 mil de veículos pesados, 21,40 mil de serviços e 12,45 mil de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, acumulando 1,22 milhão de adesões.

Esses volumes geraram crescimento em todos os setores: serviços (55,1%), eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis (39,9%), veículos pesados (26,4%), motocicletas (12,4%), veículos leves (7,3%) e imóveis (6,6%). Com o crescimento em leves, pesados e motos, o segmento de automotores apresentou evolução de 10%.


RESUMO DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS

NÚMEROS DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS
ESTIMATIVAS SEGUNDO A ASSESSORIA ECONÔMICA DA ABAC 


SEMESTRE FECHOU COM ALTA NOS NEGÓCIOS E NAS ADESÕES

NO ENCERRAMENTO DO PRIMEIRO SEMESTRE, OS NEGÓCIOS SOMARAM MAIS DE R$ 48 BILHÕES COM ALTA DE 10%, ENQUANTO AS ADESÕES, COM AUMENTO DE 10,9%, ACUMULARAM 1,22 MILHÃO DE UNIDADES.

NO MÊS DE JUNHO FORAM REGISTRADOS TRÊS RECORDES SETORIAIS: MOTOS, COM 85 MIL NOVAS COTAS, IMÓVEIS, COM 23,25 MIL E PESADOS, COM 7,25 MIL.
   

O ACUMULADO DE CONTEMPLAÇÕES NOS SEIS MESES ATINGIU 595,1 MIL, 1,5% INFERIOR AO DO MESMO PERÍODO EM 2017. ENQUANTO ISSO, OS CRÉDITOS CONCEDIDOS, AVANÇARAM 5,2% COM POUCO MAIS DE R$ 20 BILHÕES.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS
  (CONSORCIADOS EM GRUPOS EM ANDAMENTO)
  - 7,012 MILHÕES (JUNHO/2018)
  - 6,931 MILHÕES (JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 1,2%

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
   - 1,22 MILHÃO (JANEIRO-JUNHO/2018)
   - 1,10 MILHÃO (JANEIRO-JUNHO/2017)
   CRESCIMENTO: 10,9%

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS
 - R$ 48,30 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2018)
 - R$ 43,90 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2017)
   CRESCIMENTO: 10%

- TÍQUETE MÉDIO GERAL (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 41,8 MIL (JUNHO/2018)
  - R$ 40,5 MIL (JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 3,2%


- CONTEMPLAÇÕES
   (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
   R$ 595,1 MIL (JANEIRO-JUNHO/2018)
   R$ 604,0 MIL (JANEIRO-JUNHO/2017)
   RETRAÇÃO: 1,5%

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS
 - R$ 20,12 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2018)
 - R$ 19,12 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2017)
CRESCIMENTO: 5,2%

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO E ATIVOS MAIORES REVELAM CONFIANÇA E CREDIBILIDADE DO CONSUMIDOR NO SISTEMA DE CONSÓRCIOS

ATIVOS ADMINISTRADOS*
- R$ 206 BILHÕES (DEZEMBRO/2017)
- R$ 184 BILHÕES (DEZEMBRO/2016)
CRESCIMENTO: 11,9%

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO*
- R$ 12,19 BILHÕES (DEZEMBRO/2017)
- R$   9,61 BILHÕES (DEZEMBRO/2016)
CRESCIMENTO: 26,8%

NEGÓCIOS REALIZADOS GERAM EMPREGOS
E ARRECADAÇÃO DE TRIBUTOS
 
TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES PAGOS*
 - R$ 2,65 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2017)
 - R$ 2,45 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2016)
 CRESCIMENTO: 8,2%

EMPREGOS GERADOS DIRETOS E INDIRETOS
   - MAIS DE 250 MIL**

Fontes: 
*  Banco Central do Brasil  
** ABAC


O SISTEMA DE CONSÓRCIOS DIVIDIDO POR SETORES 

VEÍCULOS AUTOMOTORES EM GERAL 
DOIS RECORDES DE VENDAS REGISTRADOS EM MOTOS E PESADOS

OS ACUMULADOS DE ADESÕES E DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS CRESCERAM 10% NO PRIMEIRO SEMESTRE DESTE ANO EM RELAÇÃO AOS MESMOS SEIS MESES DE 2017, RESULTANTES DAS ALTAS VERIFICADAS EM TODOS OS SETORES E DOS RECORDES EM VEÍCULOS PESADOS E MOTOCICLETAS.
   

NOS INDICADORES DO SEMESTRE, A PRESENÇA DOS CRÉDITOS CONCEDIDOS NA SOMA DE VALORES DISPONIBILIZADOS POR FINANCIAMENTO, LEASING E CONSÓRCIO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES ATINGIU 22,1% DO TOTAL DE R$ 74,69 BILHÕES COM R$ 16,50 BILHÕES.

AO VERIFICARMOS OS DADOS DIVULGADOS PELO BANCO CENTRAL E DEPOIS DE AVALIADOS PELA ASSESSORIA ECONÔMICA DA ABAC, OBSERVAMOS UMA RETRAÇÃO DE 3,4 PONTOS NA COMPARAÇÃO COM O PERCENTUAL ATINGIDO NAQUELE MESMO PERÍODO DE 2017.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
  - 6,05 MILHÕES (JUNHO/2018)
  - 6,06 MILHÕES (JUNHO/2017)
  ESTÁVEL 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
   - 1,06 MILHÃO (JANEIRO-JUNHO/2018)
   -    963,2 MIL   (JANEIRO-JUNHO/2017)
   CRESCIMENTO: 10% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
   - R$ 31,51 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2018)
   - R$ 28,55 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2017)
   CRESCIMENTO: 10,4% 
 
- CONTEMPLAÇÕES
   (CONSORCIADOS QUE TIVERAM POSSIBILIDADE DE COMPRAR BENS)
   - 546,1 MIL (JANEIRO-JUNHO/2018)
   - 560,4 MIL (JANEIRO-JUNHO/2017)
   RETRAÇÃO: 2,6% 
 
- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
   - R$ 16,50 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2018)
   - R$ 15,68 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2017)
   CRESCIMENTO: 5,2% 

- PARTICIPAÇÃO DOS CONSÓRCIOS EM CRÉDITOS CONCEDIDOS
  (PERCENTUAL DO TOTAL INCLUINDO FINANCIAMENTO*, LEASING* E CONSÓRCIO**)
  - 22,1% (JANEIRO-JUNHO 2018) - R$ 16,50 BILHÕES SOBRE R$ 74,69 BILHÕES
  - 25,5% (JANEIRO-JUNHO 2017) - R$ 15,68 BILHÕES SOBRE R$ 61,63 BILHÕES
REDUÇÃO: 4 PONTOS PERCENTUAIS

Fontes: 
  *) Banco Central do Brasil  
**) ABAC

VEÍCULOS LEVES (AUTOMÓVEIS, CAMIONETAS, UTILITÁRIOS) 
NEGÓCIOS E VENDAS DE NOVAS COTAS CRESCERAM MAIS DE 7% NO SEMESTRE

AS ADESÕES E OS NEGÓCIOS NO SETOR DE VEÍCULOS LEVES, ACUMULADOS NO PRIMEIRO SEMESTRE, AVANÇARAM 7,3% SOBRE O MESMO PERÍODO DE 2017, COM ESTABILIDADE NO TÍQUETE MÉDIO DE JUNHO.

OS OUTROS INDICADORES DESSE SETOR, QUE INCLUI AUTOMÓVEIS, UTILITÁRIOS E CAMIONETAS, COMO PARTICIPANTES ATIVOS, CONTEMPLAÇÕES E CRÉDITOS CONCEDIDOS, TAMBÉM APRESENTARAM AUMENTOS. 
  

NO SEMESTRE, A PARTICIPAÇÃO DAS CONTEMPLAÇÕES NAS VENDAS DO MERCADO INTERNO FOI DE 28,5%. ESSE PERCENTUAL CORRESPONDEU A, POTENCIALMENTE, QUASE UM TERÇO DOS VEÍCULOS LEVES COMERCIALIZADOS NO PAÍS POR MEIO DO MECANISMO.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 3,57 MILHÕES (JUNHO/2018)
  - 3,44 MILHÕES (JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 3,8% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 554,5 MIL (JANEIRO-JUNHO/2018)
  - 516,6 MIL (JANEIRO-JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 7,3% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 23,07 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2018)
  - R$ 21,51 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 7,3% 

- TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 41,9 MIL (JUNHO/2018)
  - R$ 41,9 MIL (JUNHO/2017)
  ESTÁVEL 

- CONTEMPLAÇÕES*
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 281,3 MIL (JANEIRO-JUNHO/2018)
  - 259,5 MIL (JANEIRO-JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 8,4% 
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO. 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 11,47 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2018)
  - R$ 10,59 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 8,3% 

MOTOCICLETAS E MOTONETAS
ADESÕES E NEGÓCIOS CORRESPONDENTES AUMENTARAM NO PRIMEIRO SEMESTRE 

NO FECHAMENTO DO PRIMEIRO SEMESTRE DO ANO, O SETOR DE MOTOCICLETAS E MOTONETAS SEGUIU ANOTANDO AUMENTOS NOS ACUMULADOS DE ADESÕES E DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS, COM AS ALTAS SUPERIORES A 10% EM RELAÇÃO AOS MESMOS MESES DE 2017.

EM JUNHO, FOI REGISTRADO RECORDE DE VENDAS DE NOVAS COTAS NO ANO.
   

DE JANEIRO A JUNHO DESTE ANO, A POTENCIAL PARTICIPAÇÃO DAS CONTEMPLAÇÕES NAS VENDAS DO MERCADO INTERNO FOI DE 55%. O PERCENTUAL CORRESPONDEU A POUCO MAIS DE CINCO MOTOS A CADA DEZ VENDIDAS NO MERCADO INTERNO POR MEIO DO MECANISMO.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 2,19 MILHÕES (JUNHO/2018)
  - 2,34 MILHÕES (JUNHO/2017)
  RETRAÇÃO: 6,4% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 475,75 MIL (JANEIRO-JUNHO/2018)
  - 423,10 MIL (JANEIRO-JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 12,4% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 3,96 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2018)
  - R$ 3,58 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 10,6%

- TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 8,4 MIL (JUNHO/2018)
  - R$ 8,6 MIL (JUNHO/2017)
  RETRAÇÃO: 2,3%


- CONTEMPLAÇÕES*
   (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 248,0 MIL (JANEIRO-JUNHO/2018)
  - 286,5 MIL (JANEIRO-JUNHO/2017)
  RETRAÇÃO: 13,4%
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E B3, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO. 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - 2,65 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2018)
  - 3,06 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2017)
  RETRAÇÃO: 13,4%

VEÍCULOS PESADOS 
(CAMINHÕES, ÔNIBUS, SEMIRREBOQUES, TRATORES, IMPLEMENTOS)
SETOR EM ALTA REGISTROU RECORDE DE VENDAS EM JUNHO

NA SOMATÓRIA DOS SEIS PRIMEIROS MESES DESTE ANO, OS ACUMULADOS DE ADESÕES E OS RESPECTIVOS CRÉDITOS COMERCIALIZADOS DO CONSÓRCIO DE VEÍCULOS PESADOS, QUE INCLUI CAMINHÕES, TRATORES, IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS E RODOVIÁRIOS, REGISTRARAM ALTAS SUPERIORES A 25% EM COMPARAÇÃO AOS VOLUMES DE 2017. 

EM JUNHO, FOI ANOTADO RECORDE DE VENDAS DE NOVAS COTAS NO ANO, ACOMPANHANDO O AUMENTO DO VALOR DO TÍQUETE MÉDIO.
  

OS DEMAIS INDICADORES DE VEÍCULOS PESADOS - PARTICIPANTES, CONTEMPLAÇÕES E CRÉDITOS CONCEDIDOS - TAMBÉM ASSINALARAM CRESCIMENTO.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 291,5 MIL (JUNHO/2018)
  - 276,0 MIL (JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 5,6% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 29,65 MIL (JANEIRO-JUNHO/2018)
  - 23,45 MIL (JANEIRO-JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 26,4% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 4,48 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2018)
  - R$ 3,46 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 29,5% 

- TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 151,9 MIL (JUNHO/2018)
  - R$ 147,7 MIL (JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 2,8% 

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 16,80 MIL (JANEIRO-JUNHO/2018)
  - 14,35 MIL (JANEIRO-JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 17,1%  

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 2,37 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2018)
  - R$ 2,03 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2017)
 CRESCIMENTO: 16,7% 

IMÓVEIS
SEMESTRE MOSTRA AUMENTO EM TODOS OS INDICADORES   

NOS SEIS PRIMEIROS MESES DO ANO, O SETOR DE IMÓVEIS APRESENTOU ALTAS NAS ADESÕES E NOS RESPECTIVOS CRÉDITOS COMERCIALIZADOS, CONFIRMANDO QUE OS CONSUMIDORES PROSSEGUIRAM PLANEJANDO A AQUISIÇÃO DESSE TIPO DE BEM POR MEIO DO CONSÓRCIO.

HOUVE RECORDE ANUAL DE ADESÕES EM JUNHO.

O VOLUME DE PARTICIPANTES E OS ACUMULADOS DE CONTEMPLAÇÕES E DE CRÉDITOS CONCEDIDOS TAMBÉM MOSTRARAM AVANÇOS. O TÍQUETE MÉDIO DE JUNHO APONTOU ALTA EM RELAÇÃO AO DO ANO PASSADO.

OS INDICADORES SINALIZARAM QUE A AQUISIÇÃO DE IMÓVEIS RESIDENCIAIS E COMERCIAIS CONTINUA EM ALTA. SOME-SE AINDA OS QUE PRETENDEM FORMAR OU AMPLIAR PATRIMÔNIO OU BUSCAM UMA APOSENTADORIA MAIS TRANQUILA, COM UMA RENDA EXTRA, ORIGINÁRIA DA LOCAÇÃO DE IMÓVEIS COMPRADOS PELA MODALIDADE.
   

DE JANEIRO A JUNHO DESTE ANO, 1.672 CONSORCIADOS-TRABALHADORES, PARTICIPANTES DOS GRUPOS DE CONSÓRCIOS DE IMÓVEIS, UTILIZARAM PARCIAL OU TOTALMENTE SEUS SALDOS NAS CONTAS DO FGTS, EM POUCO MAIS R$ 73,6 MILHÕES.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 862,5 MIL (JUNHO/2018)
  - 804 MIL (JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 7,3% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 122,25 MIL (JANEIRO-JUNHO/2018)
  - 114,65 MIL (JANEIRO-JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 6,6% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 16,57 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2018)
  - R$ 15,22 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 8,9% 

- TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 136,5 MIL (JUNHO/2018)
  - R$ 132,5 MIL (JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 3% 

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 35,4 MIL (JANEIRO-JUNHO/2018)
  - 33,9 MIL (JANEIRO-JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 4,4% 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 3,54 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2018)
  - R$ 3,39 BILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 4,4% 

FGTS NO CONSÓRCIO DE IMÓVEIS
NO PRIMEIRO SEMESTRE DESTE ANO, CONSORCIADOS-TRABALHADORES UTILIZARAM POUCO MAIS DE R$ 73,6 MILHÕES DE SUAS CONTAS DO FGTS NO CONSÓRCIO DE IMÓVEIS

A utilização parcial ou total dos saldos das contas do FGTS somou pouco mais de R$ 73,6 milhões, feitos por 1.672 trabalhadores-participantes do consórcio de imóveis.

                   Fonte: CAIXA-Gepas

SERVIÇOS
SÓ HOUVE ALTAS NO FECHAMENTO DO PRIMEIRO SEMESTRE

COM ALTA SUPERIOR A 60% NOS CRÉDITOS COMERCIALIZADOS E MAIS DE 55% NAS VENDAS DE NOVAS COTAS, O CONSÓRCIO DE SERVIÇOS PROSSEGUIU SUA CAMINHADA DE SUCESSO NO ENCERRAMENTO DO PRIMEIRO SEMESTRE DESTE ANO VERSUS O MESMO PERÍODO DE 2017. 

O TÍQUETE MÉDIO DE JUNHO CRESCEU 4,2%, ENQUANTO OS ACUMULADOS DE CONTEMPLAÇÕES E CRÉDITOS CONCEDIDOS, BEM COMO O TOTAL DE PARTICIPANTES ATIVOS SUPERARAM OS 40%.
   

O CONSÓRCIO DE SERVIÇOS, COM UMA HISTÓRIA DE POUCO MAIS DE NOVE ANOS, REAFIRMOU SUA FORTE PRESENÇA JUNTO AOS CONSUMIDORES, PESSOAS FÍSICAS OU JURÍDICAS, ESPECIALMENTE POR SUA FLEXIBILIDADE PARA REALIZAÇÃO DE DIVERSOS OBJETIVOS.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 63,3 MIL (JUNHO/2018)
  - 44,5 MIL (JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 42,2% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 21,40 MIL (JANEIRO-JUNHO/2018)
  - 13,80 MIL (JANEIRO-JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 55,1% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 158,08 MILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2018)
  - R$   98,21 MILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 61% 

- TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 7,4 MIL (JUNHO/2018)
  - R$ 7,1 MIL (JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 4,2%

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE CONTRATAR SERVIÇOS)
  - 8,83 MIL (JANEIRO-JUNHO/2018)
  - 6,16 MIL (JANEIRO-JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 43,3% 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 49,13 MILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2018)
  - R$ 34,27 MILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 43,4% 

ELETROELETRÔNICOS E OUTROS BENS MÓVEIS DURÁVEIS
ELETROS ENCERRARAM SEMESTRE APONTANDO ALTAS EM TODOS OS INDICADORES 

AO FINAL DO SEMESTRE, O SETOR DE ELETROELETRÔNICOS E OUTROS BENS MÓVEIS DURÁVEIS APRESENTOU A TOTALIDADE DOS INDICADORES EM ALTA, CONFIRMANDO A SEQUÊNCIA DE BONS RESULTADOS DESDE O ANO PASSADO. 

OS PRINCIPAIS AVANÇOS FORAM APONTADOS NAS ADESÕES, COM QUASE 40%, E NOS CRÉDITOS COMERCIALIZADOS, COM POUCO MAIS DE 45%.
   

OS AUMENTOS TAMBÉM OCORRERAM NOS INDICADORES DE ACUMULADOS DE CONTEMPLAÇÕES E CRÉDITOS CONCEDIDOS, NO TÍQUETE MÉDIO E PARTICIPANTES DE JUNHO, QUANDO COMPARADOS AOS DE 2017.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 34,8 MIL (JUNHO/2018)
  - 26,5 MIL (JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 31,3%

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 12,45 MIL (JANEIRO-JUNHO/2018)
  -   8,90 MIL (JANEIRO-JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 39,9%

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 62,75 MILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2018)
  - R$ 43,24 MILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 45,1%

- TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 5,1 MIL (JUNHO/2018)
  - R$ 4,9 MIL (JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 4,1%

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  -  4,84 MIL (JANEIRO-JUNHO/2018)
  -  3,67 MIL (JANEIRO-JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 31,9%

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 25,90 MILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2018)
  - R$ 19,64 MILHÕES (JANEIRO-JUNHO/2017)
  CRESCIMENTO: 31,9%

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