Consórcio



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09/05/2017

Matéria de maio de 2017 - Dados de março de 2017

VENDAS DE CONSÓRCIOS AUMENTAM 4,7%, TÍQUETE MÉDIO CRESCE 21,1% E NEGÓCIOS TÊM ALTA DE 20,7% NO PRIMEIRO TRIMESTRE

Patrimônio líquido ajustado dos consórcios cresce mais de 65% e ativos aumentam quase 50% em cinco anos

No fechamento do primeiro trimestre do ano, o Sistema de Consórcios continuou ampliando suas vendas. Com tíquete médio maior em relação ao mesmo mês do ano passado, subindo de R$ 33,20 mil para R$ 40,20 mil e alta de 21,1%, os negócios contratados registraram aumento de 20,7%, avançando de R$ 16,94 bilhões (jan-mar/2016) para R$ 20,45 bilhões (jan-mar/2017).

A procura por cotas em todos os setores - veículos automotores, imóveis, serviços e eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis - apontou crescimento de 4,7%, saltando de 508,6 mil para 532,5 mil unidades e mostrou que o mecanismo tem sido a melhor alternativa para quem quer adquirir bens ou contratar serviços, apesar das dificuldades econômicas atuais, como o alto índice de desemprego.

"Ao comprovar que a modalidade vem se tornando gradativamente importante fator na gestão das finanças próprias ou individuais, o consórcio contribui para realização de metas pessoais, familiares e, até mesmo, empresariais, apoiado na essência da educação financeira", esclarece Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios.

Mesmo com indicadores positivos, não houve reflexo no volume de participantes ativos que, a exemplo do já ocorrido em janeiro e fevereiro, repetiu em março uma pequena retração de 2% dos anteriores. O total mostrou retração de 7,11 milhões (2016) para 6,97 milhões (2017).

Na análise dos seis setores nos quais os consórcios estão presentes, cinco marcaram resultados positivos na relação trimestral das adesões. O consórcio de serviços manteve a liderança com alta de 86,9%; na sequência vieram eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis com 23%; veículos leves com 16,1%; imóveis com 12% e veículos pesados com 8%. Apenas o setor de motocicletas teve percentual negativo de - 9,2%.
 

As contemplações no trimestre totalizaram 302,7 mil, sendo 14% inferiores que as 351,8 mil computadas nos mesmos três meses de 2016. Também nos créditos concedidos houve 8,6% de redução, baixando de R$ 10,52 bilhões para R$ 9,62 bilhões.

ALTA NAS VENDAS DE NOVAS COTAS, NO TÍQUETE MÉDIO E NOS NEGÓCIOS CONFIRMAM CRESCIMENTO NO TRIMESTRE 

A média mensal das vendas de novas cotas nos três primeiros meses esteve em 177,5 mil, sendo 4,7% maior que a de 169,5 mil do ano passado. Análise paralela revelou que tanto o tíquete médio como os créditos comercializados mensais apresentaram crescimento de janeiro a março deste ano em relação ao mesmo período de 2016.


Ao saltar de R$ 36,8 mil (jan/2016) para R$ 40,2 mil (mar/2017), o tíquete médio do primeiro trimestre deste ano apontou contínua evolução, registrando alta de 9,2%. Em contrapartida, no ano passado, houve estabilidade com viés de baixa, quando a média se fixou em R$ 33,3 mil.

 
Já os créditos comercializados, nos mesmos períodos relacionados, mostraram avanço de R$ 6,47 bilhões (jan/2017) até R$ 7,11 bilhões (mar/2017), com alta de 9,9%, enquanto um ano antes foram de R$ 5,67 bilhões a R$ 6 bilhões, também com alta de 5,8%.


ECONOMIA DÁ SINAIS DE RECUPERAÇÃO

Com a economia apresentando, ainda que timidamente, evoluções setoriais positivas como a inadimplência das empresas caindo 0,3% ou o aumento do movimento do comércio em 2,5% em março, segundo informações da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), as expectativas são animadoras pois se tratam de situações resultantes do maior equilíbrio financeiro do perfil do consumidor.

"Quando vislumbramos um cenário que nos remete para um entusiasmo, ainda comedido, que não tínhamos há poucos meses, acreditamos que poderemos voltar a patamar mais alto, gradualmente, pois o consumidor vem assumindo boas práticas financeiras quando, por exemplo, opta pelo consórcio para suas realizações", diz Rossi. "Cientes do elevado número de desempregados, acreditamos na reversão dessa tendência o que possibilitaria mais pessoas empregadas com mais consorciados ao longo do ano, inclusive como parte da recuperação econômica do país", completa.

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO DOS CONSÓRCIOS CRESCE MAIS DE 65% E ATIVOS AUMENTAM QUASE 50% EM CINCO ANOS

Nos últimos cinco anos, o Sistema de Consórcios registrou crescimento de 65,7% no Patrimônio Líquido Ajustado (PLA), soma do capital mais reservas, das administradoras de consórcios. Segundo dados disponibilizados pelo Banco Central do Brasil, a evolução partiu de R$ 5,80 bilhões em dezembro de 2012 atingindo R$ 9,61 bilhões no final de 2016, em valores correntes anuais.

Na comparação dos resultados do PLA de 2016 versus 2015, houve alta de 21,2%, resultado do avanço de R$ 7,93 bilhões para R$ 9,61 bilhões.

 
Paralelamente, os Ativos Administrados (AA) dos grupos de consórcios em andamento, soma dos recebíveis e das disponibilidades e aplicações financeiras, mostraram avanço de 49,6% no mesmo período. De R$ 123 bilhões no final de 2012 chegou aos R$ 184 bilhões em dezembro do ano passado, em valores correntes à época. 

Também o balanço dessas contas dos consórcios, fechado no final do ano passado, apresentou valores superiores aos alcançados em 2015. No total de R$ 184 bilhões houve evolução de 5,8% sobre os R$ 174 bilhões registrados anteriormente.

 
Para Rossi, "o crescimento dos indicadores evidencia segurança e liquidez da modalidade, mesmo atravessando períodos de turbulência na economia nacional, o que expressa a confiança do consumidor no Sistema, ano após ano".

A arrecadação de tributos e as contribuições sociais pelas administradoras de consórcios acompanharam o crescimento das atividades consorciais, assinalando mais 14% na comparação entre 2016 sobre 2015. No ano passado, o volume atingiu R$ 2,45 bilhões contra R$ 2,15 bilhões de um ano antes. 

RESUMO DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS

NÚMEROS DO SISTEMA DE CONSÓRCIOS
ESTIMATIVAS SEGUNDO A ASSESSORIA ECONÔMICA DA ABAC 

VENDAS EM ALTA COM TÍQUETE MÉDIO SUPERIOR GERAM MAIS NEGÓCIOS CONSORCIAIS NO PRIMEIRO TRIMESTRE  

NO PRIMEIRO TRIMESTRE DO ANO, OS 4,7% DE CRESCIMENTO DAS VENDAS DE NOVAS COTAS DE CONSÓRCIOS, COM ALTA DO TÍQUETE ACIMA DOS 20%, RESULTARAM EM TOTAL DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS SUPERIOR AO MESMO PERÍODO DE 2016.


O ACUMULADO TRIMESTRAL DAS CONTEMPLAÇÕES E DOS RESPECTIVOS CRÉDITOS CONCEDIDOS DE 2017 REGISTROU BAIXA EM RELAÇÃO AO ANO PASSADO. O NÚMERO DE PARTICIPANTES ATIVOS TAMBÉM FICOU MENOR.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS 
  (CONSORCIADOS EM GRUPOS EM ANDAMENTO)
  - 6,97 MILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - 7,11 MILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2016)
   RETRAÇÃO: 2%

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
   - 532,5 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
   - 508,5 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
   CRESCIMENTO: 4,7%

VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS
 - R$ 20,45 BILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2017)
 - R$ 16,94 BILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2016)
   CRESCIMENTO: 20,7%

- TÍQUETE MÉDIO GERAL (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 40,2 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - R$ 33,2 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
  CRESCIMENTO: 21,1%

- CONTEMPLAÇÕES
   (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
   - 302,7 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
   - 351,8 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
  RETRAÇÃO: 14%

VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS
 - R$   9,62 BILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2017)
 - R$ 10,52 BILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2016)
  RETRAÇÃO: 8,6%

ATIVOS ADMINISTRADOS E PATRIMÔNIO LÍQUIDO 
REPRESENTAM MAIS SOLIDEZ E SEGURANÇA AO SISTEMA

ATIVOS ADMINISTRADOS*
- R$ 184 BILHÕES (DEZEMBRO/2016)
- R$ 174 BILHÕES (DEZEMBRO/2015)
  CRESCIMENTO: 5,7%

PATRIMÔNIO LÍQUIDO AJUSTADO*
- R$ 9,61 BILHÕES (DEZEMBRO/2016)
- R$ 7,93 BILHÕES (DEZEMBRO/2015)
  CRESCIMENTO: 21,2%

NEGÓCIOS REALIZADOS GERAM EMPREGOS
E ARRECADAÇÃO DE TRIBUTOS

TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES PAGOS*
 - R$ 2,45 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2016) 
 - R$ 2,15 BILHÕES (JANEIRO-DEZEMBRO/2015)
   CRESCIMENTO: 14% 

EMPREGOS GERADOS DIRETOS E INDIRETOS
   - MAIS DE 250 MIL**

Fontes: 
*  Banco Central do Brasil  
** ABAC

O SISTEMA DE CONSÓRCIOS DIVIDIDO POR SETORES 

VEÍCULOS AUTOMOTORES EM GERAL 
CRESCIMENTO NAS ADESÕES E NOS NEGÓCIOS DO SETOR 

AS ADESÕES NO CONSÓRCIO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES ASSINALARAM AUMENTO DE 3,3% NO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2017, EM RELAÇÃO AOS MESMOS TRÊS MESES DE 2016.


IMPULSIONADA PELAS ALTAS DAS VENDAS DE NOVAS COTAS NOS VEÍCULOS LEVES E NOS PESADOS, APESAR DA RETRAÇÃO OCORRIDA NAS MOTOS, A PERFORMANCE DOS CRÉDITOS COMERCIALIZADOS TAMBÉM APONTOU ALTA DE 16,3%, QUANDO COMPARADOS COM 2016.

NA RELAÇÃO DOS MESMOS PERÍODOS, AS CONTEMPLAÇÕES, CRÉDITOS CONCEDIDOS E PARTICIPANTES ATIVOS NÃO ACOMPANHARAM OS OUTROS DOIS INDICADORES E FECHARAM EM BAIXA.

A PARTICIPAÇÃO DOS CRÉDITOS CONCEDIDOS NOS CONSÓRCIOS NA SOMA DE VALORES DISPONIBILIZADOS POR FINANCIAMENTO, LEASING E CONSÓRCIO EM VEÍCULOS AUTOMOTORES, NO PRIMEIRO TRIMESTRE DO ANO, ATINGIU 26,1%, RESPONDENDO POR R$ 8,64 BILHÕES DO TOTAL DE R$ 27,88 BILHÕES.

O RESULTADO PODE SER CLASSIFICADO COMO BOM, SE CONSIDERARMOS QUE NO MOMENTO ECONÔMICO VIVIDO NOS TRÊS PRIMEIROS MESES DO ANO NÃO HOUVE AINDA UMA REVERSÃO SIGNIFICATIVA DA TENDÊNCIA.

AO OBSERVARMOS OS NÚMEROS DIVULGADOS PELO BANCO CENTRAL E AVALIADOS PELA ASSESSORIA ECONÔMICA DA ABAC, NOTAMOS QUE HOUVE RETRAÇÃO DE 4,9 PONTOS NA COMPARAÇÃO DO PERCENTUAL ATINGIDO ESTE ANO COM O MESMO PERÍODO DE 2016.

PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS) 
  - 6,11 MILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - 6,25 MILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2016)
  RETRAÇÃO: 2,2% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
   - 471,6 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
   - 456,6 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
   CRESCIMENTO: 3,3% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
   - R$ 13,60 BILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2017)
   - R$ 11,69 BILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2016)
   CRESCIMENTO: 16,3% 
 
- CONTEMPLAÇÕES
   (CONSORCIADOS QUE TIVERAM POSSIBILIDADE DE COMPRAR BENS)
   - 281,1 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
   - 328,7 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
   RETRAÇÃO: 14,5% 
 
- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
   - R$ 7,91 BILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2017)
   - R$ 8,64 BILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2016)
  RETRAÇÃO: 8,4% 

- PARTICIPAÇÃO DOS CONSÓRCIOS EM CRÉDITOS CONCEDIDOS
  (PERCENTUAL DO TOTAL INCLUINDO FINANCIAMENTO*, LEASING* E CONSÓRCIO**)
  - 26,1% (JANEIRO-MARÇO 2017) - R$ 8,64 BILHÕES SOBRE R$ 27,88 BILHÕES
  - 31,0% (JANEIRO-MARÇO 2016) - R$ 7,91 BILHÕES SOBRE R$ 30,32 BILHÕES
   REDUÇÃO: 4,9 PONTOS PERCENTUAIS
 
 Fontes: 
  *) Banco Central do Brasil  
  **) ABAC

VEÍCULOS LEVES (AUTOMÓVEIS, CAMIONETAS, UTILITÁRIOS) 
ADESÕES AUMENTAM COM TÍQUETE MÉDIO EM ALTA E PROVOCAM CRESCIMENTO DOS NEGÓCIOS E DOS PARTICIPANTES NO TRIMESTRE

NO PRIMEIRO TRIMESTRE DO ANO, OS INDICADORES DE VENDAS, NEGÓCIOS, TÍQUETE MÉDIO E PARTICIPANTES APONTARAM CRESCIMENTO NO SETOR DE VEÍCULOS LEVES EM RELAÇÃO AO MESMO PERÍODO DE 2016.

NO ACUMULADO TRIMESTRAL, AS ADESÕES E OS CRÉDITOS COMERCIALIZADOS CHEGARAM A 16,1% E 21,6%, RESPECTIVAMENTE, SINALIZANDO A PROCURA E O PLANEJAMENTO DOS CONSUMIDORES NA COMPRA PLANEJADA DE AUTOMÓVEIS, CAMIONETAS OU UTILITÁRIOS.

     
OS TOTAIS DAS CONTEMPLAÇÕES E DOS CRÉDITOS CONCEDIDOS FICARAM ABAIXO DO MESMO TRIMESTRE DE 2016. A POTENCIAL PARTICIPAÇÃO DAS CONTEMPLAÇÕES NAS VENDAS DO MERCADO INTERNO APONTOU 47,9% NO TRIMESTRE, LIGEIRAMENTE ACIMA DOS 47% DE IGUAL PERÍODO DE 2016.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 3,42 MILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - 3,22 MILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2016)
  CRESCIMENTO: 6,2% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 254,6 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - 219,3 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
  CRESCIMENTO: 16,1% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 10,54 BILHÕES (JANEIRO-MARÇOO/2017)
  - R$   8,67 BILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2016)
  CRESCIMENTO: 21,6% 

- TÍQUETE MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 42,7 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - R$ 39,3 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
  CRESCIMENTO: 8,7% 

- CONTEMPLAÇÕES*
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 132,5 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - 137,3 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
  RETRAÇÃO: 3,5% 
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E CETIP, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO. 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 5,41 BILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - R$ 5,52 BILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2016)
  RETRAÇÃO: 2% 

MOTOCICLETAS E MOTONETAS
TÍQUETE MÉDIO AUMENTA, MAS ADESÕES E NEGÓCIOS PERMANECEM ABAIXO DE 2016

AO MANTER A TENDÊNCIA DE RECUPERAÇÃO OBSERVADA DESDE JANEIRO, AS ADESÕES NOS TRÊS PRIMEIROS MESES DO ANO ATINGIRAM NÍVEL PRÓXIMO AO DE 2016, PORÉM AINDA SEM REFLEXOS POSITIVOS NO TOTAL DE PARTICIPANTES ATIVOS.

O TÍQUETE NOVAMENTE MAIOR, ALIADO A ESSAS VENDAS DE NOVAS COTAS, PROPICIOU TOTAL DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS, POUCO MENOR QUE O REGISTRADO NO ANO PASSADO.

     
AS RETRAÇÕES VERIFICADAS NOS OUTROS INDICADORES DO CONSÓRCIO DE MOTOS - PARTICIPANTES, CONTEMPLAÇÕES E CRÉDITOS CONCEDIDOS - FECHARAM EM PATAMAR MENOR QUE 2016.

NESTE TRIMESTRE, A PARTICIPAÇÃO POTENCIAL DAS CONTEMPLAÇÕES NAS VENDAS DO MERCADO INTERNO FOI DE 65,6%. A POTENCIALIDADE PARA COMPRA CORRESPONDEU A SETE A CADA DEZ COMERCIALIZADAS NO PAÍS POR MEIO DOS CONSÓRCIOS.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 2,41 MILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - 2,75 MILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2016)
  RETRAÇÃO: 12,4% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 208 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - 229 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
   RETRAÇÃO: 9,2% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 1,74 BILHÃO (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - R$ 1,77 BILHÃO (JANEIRO-MARÇO/2016)
  RETRAÇÃO: 1,7%

- TÍQUETE MÉDIO DO MÊS (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 8,7 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - R$ 7,7 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
 CRESCIMENTO: 13%

- CONTEMPLAÇÕES*
   (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 141,5 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - 183,4 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
   RETRAÇÃO: 22,8%
* EM RAZÃO DE PARCERIA ENTRE ABAC E CETIP, ESTE INDICADOR PODERÁ SER DESDOBRADO POR REGIÕES E POR ALGUNS ESTADOS, BASEADO NAS UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS NO PERÍODO MENCIONADO. 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - 1,51 BILHÃO (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - 1,95 BILHÃO (JANEIRO-MARÇO/2016)
    RETRAÇÃO: 22,6%

VEÍCULOS PESADOS 
(CAMINHÕES, ÔNIBUS, SEMIRREBOQUES, TRATORES, IMPLEMENTOS)
VENDAS DE NOVAS COTAS E NEGÓCIOS AUMENTAM

AS ADESÕES CONTABILIZADAS NO PRIMEIRO TRIMESTRE DESTE ANO NO CONSÓRCIO DE VEÍCULOS PESADOS REGISTRARAM ALTA DE 8%, PERCENTUAL MAIOR QUE OS MESMOS MESES DE 2016.

   
NOS CRÉDITOS COMERCIALIZADOS CORRESPONDENTES HOUVE AUMENTO DE 5,6%, ENQUANTO OS OUTROS QUATRO INDICADORES - PARTICIPANTES, TÍQUETE MÉDIO, CONTEMPLAÇÕES E CRÉDITOS CONCEDIDOS - APRESENTARAM REDUÇÕES.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 278,5 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - 282,0 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
  RETRAÇÃO: 1,2%

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 9,00 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - 8,33 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
  CRESCIMENTO: 8% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 1,32 BILHÃO (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - R$ 1,25 BILHÃO (JANEIRO-MARÇO/2016)
  CRESCIMENTO: 5,6% 

- TÍQUETE MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 151,4 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - R$ 153,4 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
   RETRAÇÃO: 1,3% 

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 7,05 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - 8,05 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
  RETRAÇÃO: 12,4% 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$    995,78 MILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - R$ 1,12 BILHÃO (JANEIRO-MARÇO/2016)
  RETRAÇÃO: 11,1% 

IMÓVEIS
COM TÍQUETE 22% MAIS ALTO, VENDAS E NEGÓCIOS AUMENTAM NO PRIMEIRO TRIMESTRE

O CONSÓRCIO DE IMÓVEIS APONTOU ALTA NAS VENDAS DE NOVAS COTAS E CRÉDITOS COMERCIALIZADOS, BASEADOS NO AUMENTO DO VALOR DO TÍQUETE MÉDIO NO PRIMEIRO TRIMESTRE DESTE ANO CONTRA O DO ANO PASSADO.

    
AS CONTEMPLAÇÕES E OS CRÉDITOS CONCEDIDOS CORRESPONDENTES ESTIVERAM EM BAIXA, PRÓXIMOS AOS 10%.

NO PRIMEIRO TRIMESTRE DESTE ANO, 793 CONSORCIADOS-TRABALHADORES PARTICIPANTES DOS GRUPOS DE CONSÓRCIOS DE IMÓVEIS UTILIZARAM PARCIAL OU TOTALMENTE SEUS SALDOS NAS CONTAS DO FGTS, ATINGINDO A MARCA DOS R$ 31,955 MILHÕES.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 792,0 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - 808,5 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
 RETRAÇÃO: 2% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 51,4 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - 45,9 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
  CRESCIMENTO: 12% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 6,79 BILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - R$ 5,21 BILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2016)
  CRESCIMENTO: 30,3% 

- TÍQUETE MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 136,4 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - R$ 111,7 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
   CRESCIMENTO: 22,1% 

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  - 16,8 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - 18,7 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
  RETRAÇÃO: 10,2%

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 1,68 BILHÃO (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - R$ 1,86 BILHÃO (JANEIRO-MARÇO/2016)
  RETRAÇÃO: 9,7%

FGTS NO CONSÓRCIO DE IMÓVEIS
NO PRIMEIRO TRIMESTRE DO ANO QUASE R$ 32 MILHÕES DO FGTS FORAM UTILIZADOS NO CONSÓRCIO DE IMÓVEIS

O uso parcial ou total dos saldos das contas do FGTS somou R$ 31,955 milhões, feitos por 793 trabalhadores-participantes do consórcio de imóveis, no primeiro bimestre deste ano.

Fonte: Gepas

ELETROELETRÔNICOS E OUTROS BENS MÓVEIS DURÁVEIS
ALTAS NAS ADESÕES, NO TÍQUETE E NOS CRÉDITOS COMERCIALIZADOS
 
O SETOR DE ELETROELETRÔNICOS E OUTROS BENS MÓVEIS DURÁVEIS VEM MANTENDO O RITMO DE RECUPERAÇÃO INICIADO NO ANO PASSADO. O INTERESSE DOS CONSUMIDORES, UTILIZANDO A MODALIDADE COMO MEIO DE ADQUIRIR BENS MÓVEIS DE FORMA SIMPLES, PLANEJADA E ECONÔMICA, PROVOCOU 30% DE CRESCIMENTO NOS NEGÓCIOS, A PARTIR TAMBÉM DE TÍQUETE E ADESÕES MAIORES NESTE TRIMESTRE VERSUS O DO ANO PASSADO.
      

APESAR DAS CONTEMPLAÇÕES E DOS CRÉDITOS CONCEDIDOS TEREM SE RETRAÍDO, A PERSPECTIVA É QUE O SETOR RETORNE A PATAMARES ANTERIORES, GRADUALMENTE, COM MAIOR PRESENÇA NO DIA A DIA E DA QUALIDADE DE VIDA DOS CONSORCIADOS COM OBJETOS E EQUIPAMENTOS DE USO PESSOAL, PROFISSIONAL OU DOMÉSTICO. 

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 26,5 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - 28,3 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
  RETRAÇÃO: 6,4% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 3,85 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - 3,13 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
  CRESCIMENTO: 23%

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 18,61 MILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - R$ 14,31 MILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2016)
  CRESCIMENTO: 30%

- TÍQUETE MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 5,0 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - R$ 4,7 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
  CRESCIMENTO: 6,4%

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE COMPRAR BENS)
  -  1,80 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  -  2,15 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
   RETRAÇÃO: 16,3% 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$   9,63 MILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - R$ 11,50 MILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2016)
   RETRAÇÃO: 16,3% 

SERVIÇOS
NEGÓCIOS CRESCEM MAIS DE 108% COM ALTA NAS VENDAS DE NOVAS COTAS E AUMENTO DO TÍQUETE MÉDIO 

COM OS NEGÓCIOS CRESCENDO 108,4%, APOIADOS NA ALTA DAS ADESÕES E ALIADOS AO AUMENTO DO TÍQUETE MÉDIO, O CONSÓRCIO DE SERVIÇOS REGISTROU A MAIOR PERFORMANCE ENTRE OS SETORES DO SISTEMA NO PRIMEIRO TRIMESTRE DO ANO EM RELAÇÃO AO MESMO PERÍODO DE 2016.

 
O AUMENTO NO TOTAL DOS PARTICIPANTES ATIVOS CHEGOU A QUASE 24% NOS TRÊS PRIMEIROS MESES EM RELAÇÃO AO ATINGIDO EM 2016, ENQUANTO AS CONTEMPLAÇÕES ACUMULADAS SE AMPLIARAM EM 33,8% E OS RESPECTIVOS CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS EM 33,9%.

APESAR DA CRISE, OS INDICADORES DO SETOR FORAM POSITIVOS, REAFIRMANDO A PROCURA PELOS CRÉDITOS QUE POSSIBILITEM CONQUISTAS DE OBJETIVOS PESSOAIS, FAMILIARES OU EMPRESARIAIS.

- PARTICIPANTES ATIVOS CONSOLIDADOS (CONSORCIADOS)
  - 40,0 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - 32,3 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
    CRESCIMENTO: 23,8% 

- VENDAS DE NOVAS COTAS (NOVOS CONSORCIADOS)
  - 5,70 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - 3,05 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
    CRESCIMENTO: 86,9% 

- VOLUME DE CRÉDITOS COMERCIALIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 40,54 MILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - R$ 19,45 MILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2016)
    CRESCIMENTO: 108,4% 

- TÍQUETE MÉDIO (VALOR MÉDIO DA COTA NO MÊS)
  - R$ 7,3 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - R$ 6,5 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
    CRESCIMENTO: 12,3% 

- CONTEMPLAÇÕES
  (CONSORCIADOS QUE TIVERAM A OPORTUNIDADE DE CONTRATAR SERVIÇOS)
  - 3,05 MIL (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - 2,28 MIL (JANEIRO-MARÇO/2016)
    CRESCIMENTO: 33,8% 

- VOLUME DE CRÉDITOS DISPONIBILIZADOS (ACUMULADO NO PERÍODO)
  - R$ 16,98 MILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2017)
  - R$ 12,68 MILHÕES (JANEIRO-MARÇO/2016)
    CRESCIMENTO: 33,9% 

PESQUISA DIVULGADA RECENTEMENTE
MULTIPLICIDADE DE UTILIZAÇÕES DOS CRÉDITOS É O DIFERENCIAL QUE PROVOCA CRESCIMENTO DO CONSÓRCIO DE SERVIÇOS 

Levantamento preparado recentemente pela assessoria econômica da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, baseado em dados fornecidos pelas empresas que atuam no setor de Serviços, mostrou ampla multiplicidade na utilização de créditos concedidos a consorciados contemplados, apontada como um dos fatores geradores do expressivo crescimento do número de participantes e de novas adesões no primeiro bimestre deste ano. 

Com quase 80% de aumento na venda de novas cotas nos dois primeiros meses deste ano em relação ao mesmo período de 2016 e a consequente quase duplicação dos créditos comercializados, houve aumento de pouco mais 18% no total de participantes em fevereiro deste ano em relação ao mesmo mês no ano passado, a análise feita registrou que, na utilização dos valores pelos contemplados, Serviços Residenciais ficou em primeiro lugar ao atingir 47,6%. Na sequência vieram Festas e Eventos com 13% e Saúde e Estética com 11,2%.

Nos resultados, tivemos ainda Turismo com 4%, Serviços Odontológicos com 2,6%, Serviços Oftalmológicos e Educação com 2,5% cada. Os demais serviços, com menor percentual, somaram 16,6% em "Outros".

Para Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC, "os múltiplos usos dos créditos nos consórcios de serviços têm sido considerados como o principal atrativo pelos consumidores. A facilidade para aderir, a ampla liberdade e a versatilidade na utilização por ocasião da contemplação, quando o consorciado pode concretizar, alterar e multiplicar seu objetivo original. As particularidades, aliadas ao baixo custo do produto, têm motivado os consumidores a aderirem aos grupos do Sistema de Consórcios para atingir, mesmo em tempo de crise, os objetivos pessoais, familiares e empresariais".

PERFIS REGISTRARAM NOVOS PERCENTUAIS

No levantamento realizado em agosto de 2016, a preferência também era pelos Serviços Residenciais com 63,1%, 13,7 pontos percentuais acima do atual (47,6%). Em contrapartida, Festas e Eventos, duplicou o percentual do ano passado (6,4%) chegando aos 13%. Saúde e Estética, que ficou em terceiro lugar na atual classificação, baixou dos 17% anteriores para 11,2%.

No item "Outros", ao longo de sua história de oito anos, os créditos foram destinados para serviços variados como advocatícios, aração de solo, assessoria financeira, assessorias diversas, aulas particulares, consertos em geral, criação de identificação visual em comunicação, corte e dobra de chapas, curso de autoescola, curso de piloto, desenvolvimento de sistemas, estofamento, fotografia, informática, instalações, locação de veículos, mecânica, montagens, mudanças, pintura de veículo, segurança, telecomunicações, treinamento, terraplanagem, etc. 

MULHERES AUMENTAM PARTICIPAÇÃO

De acordo com os dados levantados pela assessoria econômica da ABAC, a maior presença foi a masculina com 58%, enquanto a das mulheres atingiu 40,3%, entre os mais de 38 mil consorciados ativos do setor de Serviços. Há seis meses a participação feminina era de 23,3%, logo, registrou crescimento de 17 pontos percentuais. As pessoas jurídicas chegaram a 1,7%.

MATURIDADE E RESPONSABILIDADE

Tendo como base a essência da educação financeira, os participantes do consórcio de serviços planejaram suas contratações ao considerarem custos menores, livre escolha do prestador, tanto pessoas jurídicas como profissionais liberais ou técnicos especialistas. Por se tratar de um autofinanciamento, a modalidade tem levado muitos consumidores, pessoas físicas e jurídicas, a optar por sua utilização na realização de seus objetivos pessoais, familiares ou empresariais. 

Rossi ressalta a importância do planejamento apoiado no controle das finanças ao apontar que "parcela significativa dos consorciados, antes de aderirem ao consórcio de serviços, têm ponderado o comprometimento financeiro, os custos, a representatividade da parcela nos orçamentos mensais, confirmando maturidade e responsabilidade no momento da escolha". 

Nas pesquisas realizadas com as administradoras associadas que atuam no setor, verificou-se ainda que, nos grupos constituídos, o prazo médio esteve em 35 meses, com crédito médio de R$ 6,68 mil, variando de R$ 2 mil a R$ 16 mil. A taxa média de administração ficou em 0,62% ao mês, praticada nos últimos meses.

QUADRO RESUMO 

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